1950. Península Coreana.
Um mesmo povo.
Mesma cultura.
Mesma história.
Mesma geografia.
Um país se dividiu em dois.
Hoje, o resultado parece impossível de acreditar.
Coreia do Sul:
Renda alta.
Empresas globais.
Tecnologia.
Inovação.
Liberdade econômica.
Coreia do Norte:
Pobreza extrema.
Fome recorrente.
Economia fechada.
Controle total do Estado.
O que mudou?
Não foi o povo.
Não foi o clima.
Não foram os recursos naturais.
Foram as regras do jogo.
No Sul, surgiram instituições que incentivavam:
Empreender.
Produzir.
Inovar.
Crescer.
No Norte, o poder ficou concentrado.
O Estado extrai riqueza.
Bloqueia concorrência.
Pune iniciativa individual.
O livro Por que as nações fracassam usa esse caso para mostrar algo desconfortável:
Quando o sistema recompensa esforço e mérito, o país cresce.
Quando o sistema protege poder e privilégios, o país trava.
E isso não vale só para países.
Empresas também seguem essa lógica.
Negócios com estruturas “extrativistas”:
Chefes que controlam tudo.
Ideias que morrem na hierarquia.
Talento desperdiçado.
Inovação sufocada.
Já empresas com estruturas inclusivas:
Autonomia.
Responsabilidade.
Incentivos corretos.
Gente boa ficando e criando valor.
O contraste entre as Coreias ensina uma lição simples:
Não é o talento das pessoas que define o futuro.
É o ambiente que elas operam.
Se você quer crescer - como país, empresa ou profissional -
não foque só em esforço.
Questione o sistema em que você está jogando.
Porque até o melhor jogador perde
quando o jogo foi feito para poucos vencerem.
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