terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

EM 1950, UM PAIS FOI DIVIDIDO EM DOIS

 



1950. Península Coreana.


Um mesmo povo.

Mesma cultura.

Mesma história.

Mesma geografia.


Um país se dividiu em dois.


Hoje, o resultado parece impossível de acreditar.


Coreia do Sul:

Renda alta.

Empresas globais.

Tecnologia.

Inovação.

Liberdade econômica.


Coreia do Norte:

Pobreza extrema.

Fome recorrente.

Economia fechada.

Controle total do Estado.


O que mudou?


Não foi o povo.

Não foi o clima.

Não foram os recursos naturais.


Foram as regras do jogo.


No Sul, surgiram instituições que incentivavam:

Empreender.

Produzir.

Inovar.

Crescer.


No Norte, o poder ficou concentrado.

O Estado extrai riqueza.

Bloqueia concorrência.

Pune iniciativa individual.


O livro Por que as nações fracassam usa esse caso para mostrar algo desconfortável:


Quando o sistema recompensa esforço e mérito, o país cresce.

Quando o sistema protege poder e privilégios, o país trava.


E isso não vale só para países.


Empresas também seguem essa lógica.


Negócios com estruturas “extrativistas”:

Chefes que controlam tudo.

Ideias que morrem na hierarquia.

Talento desperdiçado.

Inovação sufocada.


Já empresas com estruturas inclusivas:

Autonomia.

Responsabilidade.

Incentivos corretos.

Gente boa ficando e criando valor.


O contraste entre as Coreias ensina uma lição simples:


Não é o talento das pessoas que define o futuro.

É o ambiente que elas operam.


Se você quer crescer - como país, empresa ou profissional -

não foque só em esforço.


Questione o sistema em que você está jogando.


Porque até o melhor jogador perde

quando o jogo foi feito para poucos vencerem.


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