Um Pix feito por engano resultou na transferência de R$ 30,8 mil para a conta de outra empresa do setor automotivo. O valor acabou sendo creditado em uma conta que possuía pendências financeiras junto ao banco.
Ao constatar o depósito, a instituição financeira utilizou a quantia para quitar parte da dívida existente, sem efetuar a devolução ao verdadeiro remetente.
Sem conseguir reaver o dinheiro, a empresa que realizou a transferência equivocada recorreu à Justiça e pediu a condenação do banco e da empresa beneficiada, com indenização por danos materiais e morais. O caso foi julgado em Limeira (SP), com sentença divulgada nesta terça-feira (3).

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