segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

SINCRETISMO RELIGIOSO

 



O deputado federal Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ), conhecido por defender pautas liberais como a união homossexual e a liberação do aborto, declarou ter participado de uma celebração em homenagem à entidade Iemanjá, realizada no dia 2 de fevereiro, no Rio de Janeiro, onde chegou a apresentar uma oferenda com flores.

Em publicação em suas redes sociais, onde compartilhou imagens do evento, o parlamentar afirmou que compareceu como “discípulo de Jesus, de coração aberto” e defendeu o respeito às religiões de matriz africana.

Segundo Vieira, a presença de um pastor cristão no ritual não deveria causar escândalo. Ele argumentou que o verdadeiro escândalo, em sua avaliação, reside no suposto preconceito e na hostilidade frequentemente direcionados aos praticantes dessas crenças que, no entendimento dos evangélicos históricos, cultuam entidades malignas que se disfarçam de figuras ancestrais e forças da natureza.

O deputado associou parte das críticas a uma lógica que classificou como racista e supostamente presente em alguns segmentos da teologia cristã.

A declaração gerou reações de grupos cristãos que contestam a compatibilidade da participação em ritos de outras religiões com a fé cristã. Tais pessoas defendem que o respeito e o diálogo sadio não depende da participação nesses rituais e/ou eventos, a não ser que o único objetivo seja a proclamação das verdades bíblicas que contrariam tais crenças.

Críticos recorreram a passagens bíblicas para fundamentar essa posição, citando principalmente o versículo de Mateus 6:24, no qual Jesus afirma: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro”. Também foi mencionado Êxodo 20:3, parte dos Dez Mandamentos, que diz: “Não terás outros deuses diante de mim”

Via gospel mais

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