quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

O que Sansão, Saul e Balaão têm em comum não é apenas o chamado… é o final que quase ninguém gosta de analisar.




Os três foram escolhidos, usados por Deus e tiveram experiências espirituais reais. Sansão carregava força sobrenatural, Saul foi ungido rei e começou cheio do Espírito, Balaão ouvia Deus e profetizava. Nenhum deles começou longe da presença. Todos começaram dentro dela. O problema é que, em momentos diferentes, os três decidiram manter áreas do coração que nunca quiseram entregar totalmente a Deus.


Sansão não venceu seus desejos. Saul não venceu o orgulho e a necessidade de aprovação. Balaão não venceu o amor por vantagens e interesses pessoais. Eles não perderam o chamado de uma vez… eles foram se afastando através de pequenas decisões internas que pareciam silenciosas. A Bíblia revela um padrão perigoso: eles continuaram exercendo funções espirituais enquanto o interior já estava comprometido.


O que existe em comum entre eles é um alerta que confronta qualquer geração: Deus pode usar alguém publicamente enquanto essa pessoa está se destruindo espiritualmente por dentro. Porque dons, posição e reconhecimento não são prova de intimidade com Deus. A única coisa que sustenta um destino espiritual não é o que Deus faz através de alguém… é o quanto essa pessoa permite que Deus governe dentro dela.


Saul perdeu o reinado por desobedecer a Deus

👉 1 Samuel 13 e 15

👉 Final: 1 Samuel 28 e 31


Sansão perdeu a força por escolhas carnais

👉 Juízes 13 a 16


Balaão ouviu Deus, mas se corrompeu por interesse

👉 Números 22 a 24

👉 Complemento: Apocalipse 2:14


Por: Mércia Dumont 

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