A Esmirna foi uma igreja provada, não poupada. Pobre aos olhos da terra, pressionada e perseguida, ela permaneceu fiel quando o custo era alto e o silêncio parecia longo. Jesus não a corrigiu, apenas afirmou: “Eu conheço.” Isso revela que nem todo sofrimento é desvio; há dores que confirmam alinhamento. Esmirna não negociou convicções para ter alívio, escolheu permanecer quando permanecer doía.
Jesus não prometeu livramento imediato, prometeu coroa. Não ofereceu fuga da tribulação, ofereceu vida além dela. Esmirna nos ensina que maturidade espiritual não é ausência de luta, é lealdade até o fim continuar obedecendo sem aplauso, permanecer sem resposta rápida, confiar quando o caminho aperta. Quem vive Esmirna não perde; recebe a coroa da vida.

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