TREM GELADO SÔ -EM VALPARAÍSO DE GOIÁS

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quinta-feira, 8 de outubro de 2026

EX-PREFEITO DE ÁGUAS LINDAS É CONDENADO A MAIS DE 53 ANOS DE PRISÃO, MAS RESPONDE EM LIBERDADE



O ex-prefeito de Águas Lindas de Goiás, José Pereira Soares, de 66 anos, foi condenado a 53 anos, 1 mês e 12 dias de prisão por estupro de vulnerável contra as duas filhas, que eram menores de idade na época dos fatos. Apesar da condenação, ele foi colocado em liberdade mediante o cumprimento de medidas cautelares.

A decisão judicial foi proferida em maio deste ano, mas só veio a público na quarta-feira (7). Segundo as informações divulgadas, os crimes teriam ocorrido entre 2016 e 2024, conforme denúncia do Ministério Público de Goiás (MPGO).

Entre as medidas impostas pela Justiça estão o uso de tornozeleira eletrônica, a disponibilização de botão de pânico para as vítimas e a proibição de contato ou aproximação das vítimas, de familiares e de testemunhas.

O ex-prefeito havia sido preso em maio, após se entregar à polícia. A prisão preventiva tinha sido decretada em setembro de 2024, durante as investigações.

A denúncia foi apresentada pela ex-companheira de José Pereira, em abril de 2025. Conforme o relato às autoridades, ela também teria recebido ameaças por telefone.

A defesa informou que está apresentando os recursos cabíveis ao Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO).


📲 O caso voltou a repercutir após a divulgação da decisão judicial.


#TV CMN #ÁguasLindasDeGoiás #Goiás #Justiça #Notícia

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

DEPUTADA ESTADUAL ELEITA EM SP TEM 91 ANOS



 Aos 91 anos, Luiza Erundina se torna a deputada estadual mais velha eleita em SP | Deputada do PSOL recebeu 169.567 votos e será colega de Assembleia de Eduardo Suplicy, de 85 anos

Em Goiânia, Flávio Bolsonaro diz que quer mudar a Constituição se for eleito

                             Ronaldo Caiado e Flávio Bolsonaro durante evento em Goiânia nesta terça-feira, 6 | Foto: Reprodução/Internet




 Por Mylenna Scheidegger



Candidato à Presidência afirmou que pretende ter maioria no Congresso para promover mudanças, mas não detalhou quais pontos da Constituição quer alterar.

Durante sua visita a Goiânia nesta terça-feira, 6, o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que pretende “mudar a Constituição” caso seja eleito. A declaração ocorreu durante um evento ao lado do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) e do governador eleito de Goiás, Daniel Vilela (MDB), que anunciaram apoio à candidatura do senador no segundo turno das eleições.

“Com a maioria no Senado, com a maioria na Câmara para fazer o presidente da Câmara, para a gente mudar a Constituição e redemocratizar esse país”, disse Flávio.

Apesar da declaração, o candidato não detalhou quais pontos da Constituição pretende alterar nem apresentou propostas específicas para promover as mudanças. A afirmação ocorreu após Flávio destacar a nova composição do Congresso Nacional, que terá uma bancada ampliada do PL a partir de 2027.

O Partido Liberal elegeu 121 deputados federais, a maior bancada da Câmara. No Senado, a legenda terá 28 representantes. Apesar do crescimento, o partido não possui sozinho os votos necessários para alterar a Constituição.

Para aprovar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), são necessários pelo menos 308 votos na Câmara dos Deputados e 49 no Senado, em dois turnos de votação em cada Casa. O PL, portanto, precisará negociar com outras siglas para alcançar o quórum necessário.

A Constituição Federal estabelece que uma PEC precisa ser aprovada por três quintos dos deputados e senadores, em dois turnos de votação. Além disso, existem limitações ao poder de reforma, como as chamadas cláusulas pétreas, que protegem a forma federativa de Estado, o voto direto, secreto, universal e periódico, a separação dos Poderes e os direitos e garantias individuais.

A declaração de Flávio ocorreu no mesmo evento em que Ronaldo Caiado oficializou seu apoio ao candidato no segundo turno. O ex-governador, que disputou a Presidência pelo PSD e terminou o primeiro turno em quinto lugar, com 2,18% dos votos válidos, afirmou que entrará “de corpo inteiro” na campanha de Flávio.

Durante o discurso, Flávio também defendeu propostas na área de segurança pública, como a redução da maioridade penal, o aumento de penas para criminosos e a construção de novas vagas no sistema prisional. O candidato afirmou que pretende construir 500 mil vagas em presídios e declarou que vai “arregaçar com vagabundo”.

Flávio chegou ao segundo turno na liderança, com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A disputa pela Presidência será decidida no segundo turno, marcado para 25 de outubro.


Fonte: Jornal OPÇÃO

Partidos começam a trabalhar com o fim da possibilidade de reeleição

 


Fim da reeleição já está no forno




Por Denise Rothenburg



Independentemente do resultado desta eleição, os partidos de centro começaram a trabalhar o fim da possibilidade de reeleição para o Executivo nos três níveis de poder, municipal, estadual e federal já a partir de 2030. E as apostas no momento são as de que ninguém irá se opor. O PT de Lula já havia sido contra quando da aprovação da emenda que permitiu a recandidatura de Fernando Henrique Cardoso em 1998.  E o senador Flávio Bolsonaro, do PL, já declarou ser contra a reeleição no início desta campanha, quando avaliava a candidatura como uma ida ao “sacrifício”. Diante desse cenário, a ideia nos partidos de centro é recolocar esse tema na pauta. De preferência nesta reta final de 2026.

O jogo deles/ A ideia de acabar com a possibilidade de reeleição tem outros motivos. Os partidos de centro não querem oito anos de Flávio Bolsonaro, caso o candidato do PL vença hoje ou no fim do mês. Alguns preferem até reeleger Lula, encerrando um ciclo, a fim de buscar algo novo em 2030, leia-se o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que, se vencer hoje, conforme indicam parte das pesquisas, entra para o rol dos presidenciáveis. A senadora Tereza Cristina (PP-MS) é outro nome apontado internamente com potencial para concorrer ao Planalto. Os partidos de centro, inclusive, tentaram colocar Tarcísio ainda nesta eleição. Porém, quando Bolsonaro escolheu o próprio filho, houve um recuo, por se tratar de um projeto familiar, e não um acordo político mais amplo. Agora, é evitar que qualquer projeto perdure, aprovando o fim da reeleição.

A certeza da cadeira


Nas conversas mais reservadas com apoiadores de Flávio Bolsonaro, muita gente jura que já existe até distribuição de ministérios. Este, aliás, seria um dos motivos do PP anunciar o apoio ao filho Zero Um de Jair Bolsonaro na terça-feira, em caso de segundo turno. 

Por falar em segundo turno…

As últimas pesquisas divulgadas ontem indicam um segundo turno por muito pouco. Os partidos de centro torcem para isso, porque seria uma forma de vender o passe aos finalistas. 


Eduardo não abre mão


Se tem algo que Eduardo Bolsonaro vai exigir, em caso de vitória do irmão, é uma “limpeza” no Itamaraty. A ideia é colocar na geladeira todos os embaixadores que, na avaliação de Zero Três, não serviram a contento no governo de Jair Bolsonaro. 

Vale acompanhar


Autoridades brasileiras com trânsito em instituições norte-americanas avaliaram que a ação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de mandar fechar a embaixada e consulados do país no Brasil foi feita para criar um clima de incerteza nas eleições. Há dúvidas se Trump reconheceria um resultado apertado de imediato, e a decisão teria ocorrido para dar o recado de que a reação de Washington dependerá da sinalização do eleito para assuntos de interesse do governo Trump.


Cola nele/ A ida de Flavio Bolsonaro a São Paulo para um ato ao lado de Tarcísio de Freitas no sábado foi lida como um sinal de insegurança quanto aos votos neste domingo no maior colégio eleitoral do país. Em 2022, Jair Bolsonaro esperava uma frente de 15 milhões de votos no segundo turno. A diferença ficou menor do que o então presidente Jair Bolsonaro esperava. Agora, era preciso reforçar a campanha por lá, a fim de tentar fechar no primeiro turno. 

Conversas paralelas/ O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kássio Nunes Marques (foto), foi flagrado conversando durante a verificação de integridade e autenticidade dos sistemas das urnas eletrônicas no sábado. Quem esteve presente comenta que Marques mais conversou que prestou atenção.

Pé na neve…/… E muita música. Mais vazamentos sobre as relações de Daniel Vorcaro saíram na véspera da eleição. O alvo da vez foi o presidente do Progressistas, senador e candidato à reeleição Ciro Nogueira (PI). A viagem em si já era de conhecimento público, e agora apareceram mais vídeos e fotos em que Ciro, a namorada, Flávia Rosalen, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e a ex-noiva Martha Graeff aparecem curtindo uma balada nos Alpes Suíços. De acordo com a PF, a viagem teria custado cerca de R$ 2 milhões.

Hora de refletir e votar/ Antes de votar apenas para derrotar o outro, seja ele quem for, pense primeiro nos projetos de cada candidato e tenha em mente que, no dia seguinte, caberá aos vencedores governar com equilíbrio, serenidade e muita diálogo para resolver as mazelas do Brasil. Que Deus ilumine e guarde o Brasil.


Colaborou Renato Souza


Correio Brazilense

terça-feira, 6 de outubro de 2026

ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS ELEGE DOIS DEPUTADOS ESTADUAIS

 

                          Anderson Teodoro: reeleito deputado estadual | Foto: Reprodução.

Anderson Teodoro da Cunha, filiado ao PRD, conquistou 39.424 votos. Nasceu em Goiânia e tem 49 anos. Foi reeleito.


Em uma disputa muito concorrida, Águas Lindas de Goiás, cidade da Região Metropolitana do Entorno com vários candidatos a deputado estadual, no dia 4 de outubro conquistou duas cadeiras na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás.

Quarta maior cidade do Estado em população e quase 126 mil eleitores,  Águas Lindas de Goiás tem sido cidade exemplo na gestão pública o prefeito LUCAS ANTONIETTI que foi o grande responsável pela reeleição do deputado estadual ANDERSON TEODORO ( PRD), é um articulador político respeitado em toda região. Sua gestão tem sido a melhor desde a emancipação da cidade em 1995.

Outro que colocou seu prestígio e brilho nessa eleição e mostrou estar vivo politicamente foi o ex- prefeito HILDO DO CANDANGO que foi as ruas na missão de eleger o vereador KEKE DA VULKANIC Deputado Estadual, e conseguiu um feito extraordinário.

.              Keké da Vulcanik, vereador em Águas Lindas | Foto: Site do TSE

Cleriston Rocha da Trindade, mais conhecido como Keké da Vulcanic, obteve 25.163 votos. É filiado ao Mobiliza. Tem 40 anos e nasceu em Santana, na Bahia. É vereador em Águas Lindas. 

Quem ganhou foi a cidade de Águas Lindas de Goiás, que agora tem dois representantes na ALEGO e a possibilidade de obter mais emendas parlamentares, mais recursos para obras e investimentos.



Moisés Tavares 

Jornalista -DRT-0001428/GO



A VERDADE COMUNICAÇÃO, PUBLICIDADE, PROPAGANDA E MARKETING LTDA 

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segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Célio Silveira é eleito deputado federal por Goiás e garante representação do Entorno na Câmara

 

                                 Célio Silveira, deputado federal. Foto: Divulgação




Por Graciliano Cândido



Candidato do MDB conquistou aproximadamente 101 mil votos no primeiro turno das eleições de 2026 e assegurou novo mandato na Câmara dos Deputados.

O deputado federal Célio Silveira (MDB) foi eleito neste domingo (4) para mais um mandato na Câmara dos Deputados. Com aproximadamente 101 mil votos, o parlamentar garantiu uma das 17 cadeiras destinadas a Goiás e manteve a representação política do Entorno do Distrito Federal no Congresso Nacional.

Célio recebeu a confiança do eleitor para atuar por mais um mandato na Câmara Federal representando Goiás. O resultado confirma a permanência do parlamentar na bancada goiana em Brasília após a apuração do primeiro turno.

Com trajetória política ligada a Luziânia e ao Entorno do DF, Célio chegou à eleição buscando a reeleição pelo MDB. Antes da votação, levantamentos realizados em Luziânia já apontavam o deputado entre os nomes de maior intenção de voto no município.

A eleição de Célio ganha peso regional diante do tamanho do eleitorado do Entorno. Os municípios que compõem a região concentram mais de 960 mil eleitores, tornando o território a segunda base eleitoral de Goiás.

Célio Silveira exerce mandato de deputado federal por Goiás por três mandatos, e chega em 2027 no seu quarto mandato, totalizando 16 anos atuando como deputado federal na bancada goiana.


Fonte: Jornal OPÇÃO

domingo, 4 de outubro de 2026

VEJA OS 20 MAIORES COLÉGIOS ELEITORAIS DE GOIÁS

 




Entorno do DF tem sete cidades entre as maiores

Além de Luziânia e Águas Lindas, o ranking inclui outros cinco municípios do Entorno do Distrito Federal: Valparaíso de Goiás, Formosa, Planaltina, Novo Gama e Cidade Ocidental.

Somadas, essas sete cidades reúnem 613.911 eleitores, aproximadamente 12,08% do total estadual. Valparaíso aparece na sétima posição, com 99.348 pessoas aptas a votar, enquanto Formosa ocupa o décimo lugar, com 77.904.

A Região Metropolitana também tem presença expressiva na lista. Além de Goiânia e Aparecida, estão entre os 20 maiores eleitorados Trindade, Senador Canedo e Goianira.



Fonte:Jornal OPÇÃO 

sábado, 3 de outubro de 2026

PF cumpre mandado em Águas Lindas em investigação sobre suposta ameaça à Embaixada dos Estados Unidos

 

                           Embaixada dos Estados Unidos em Brasília | Foto: Embaixada dos EUA/Divulgação


Por Giovanna Campos


Operação policial deflagrada na sexta-feira, 2, também cumpriu ordens judiciais em São Paulo; apreensão de celulares e computadores no Entorno do DF busca esclarecer o alcance de publicações feitas em redes sociais.

A Polícia Federal (PF) cumpriu nesta sexta-feira, 2, um mandado de busca e apreensão no município de Águas Lindas de Goiás (GO), no Entorno do Distrito Federal. A ação integra uma investigação mantida sob sigilo para apurar um suposto plano de ataque direcionado à Embaixada dos Estados Unidos em Brasília. Um segundo mandado também foi executado simultaneamente na capital paulista.

Durante a diligência no município goiano, agentes apreenderam celulares e computadores. Todo o material recolhido passará por perícia técnica da corporação para apurar o teor do conteúdo e determinar a gravidade do caso.

A apuração teve início após os órgãos de inteligência norte-americanos identificarem comentários e publicações de teor suspeito veiculados em plataformas digitais e redes sociais. As informações foram repassadas ao Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), que por sua vez acionou a Polícia Federal.

Ausência de indícios de risco concreto

Apesar da mobilização policial e da apreensão de mídias digitais em Goiás e São Paulo, a própria Polícia Federal informou em nota oficial que, até o momento, não foram encontrados elementos concretos que corroborassem o risco de um ataque iminente às representações diplomáticas no país.

Conforme a corporação:

Não houve prisões efetuadas até o momento.

Os alvos de Goiás e de São Paulo não apresentaram ligação direta comprovada entre si até a última atualização do caso.

Não há indícios de vínculo dos suspeitos com organizações criminosas ou grupos extremistas estruturados.

Impacto nas embaixadas

A movimentação da apuração ocorreu de forma paralela à decisão do governo dos EUA de suspender o atendimento presencial e os serviços consulares na Embaixada em Brasília e nos consulados espalhados pelo Brasil na sexta-feira (2), citando apenas “questões de segurança”. A Embaixada da Austrália adotou medida semelhante como precaução.

As ordens judiciais foram expedidas por um juiz da 1ª Vara Federal do Distrito Federal. A investigação segue em andamento com a análise pericial dos aparelhos eletrônicos apreendidos em Águas Lindas.



Fonte: Jornal OPÇÃO

O futuro começa na urna

 

                           Urna eletrônica | Foto: Reprodução



Por Bruna Ariadne



A poucos dias das eleições, o voto reafirma o espírito da democracia e coloca nas mãos de cada cidadão a responsabilidade de participar das escolhas que definirão os próximos anos.

Faltam apenas dois dias. Depois de meses de pré-campanha, convenções, discursos, pesquisas, debates, alianças, divergências e uma enxurrada de informações, o Brasil chega à reta final para um dos momentos mais importantes de uma democracia: o voto.

Neste domingo, 4, milhões de brasileiros irão às urnas. É o momento em que o poder deixa os palanques, as propagandas e os discursos dos candidatos e retorna, ainda que por alguns instantes, a quem verdadeiramente o detém: o cidadão.

É fácil enxergar a votação apenas como mais uma obrigação prevista no calendário eleitoral. Não deveria ser assim.

Existe algo profundamente simbólico no ato de entrar em uma cabine e, em segredo, escolher quem receberá uma parcela do poder público pelos próximos anos. Ali, não importa o tamanho da conta bancária, o sobrenome, a profissão ou a influência de quem está diante da urna. Cada eleitor tem direito ao seu voto.

Esse talvez seja um dos significados mais importantes da democracia.

Democracia não significa concordância permanente. Pelo contrário, ela existe justamente porque pensamos diferente. Porque temos prioridades diferentes, enxergamos soluções distintas e nem sempre desejamos o mesmo caminho para o país, para o Estado ou para nossas cidades.

O espírito democrático está na possibilidade de transformar essas diferenças em participação e escolha. E a urna é um dos principais espaços para isso.

Muito além de escolher um presidente


Neste domingo, não estará em jogo apenas a escolha de quem comandará o país. Os brasileiros também irão definir representantes para diferentes cargos nos Executivos e Legislativos federal e estaduais.

São decisões que terão reflexos nos próximos anos e alcançarão áreas que fazem parte da vida cotidiana da população: saúde, educação, segurança, infraestrutura, economia, geração de empregos, impostos, políticas sociais e aplicação dos recursos públicos.

Por isso, votar não deveria ser um gesto automático. É também um exercício de responsabilidade.

Durante os últimos meses, candidatos tiveram a oportunidade de apresentar propostas, defender ideias, mostrar suas trajetórias e tentar conquistar a confiança dos eleitores. À população coube observar, comparar, questionar e formar sua própria decisão.

Agora, faltam apenas dois dias para que essa decisão deixe de ser uma intenção e seja registrada na urna.

Quando a política cansa


É compreensível que parte da população chegue à reta final cansada da política. Campanhas eleitorais são intensas. Há excesso de informação, conflitos, acusações, vídeos, mensagens, pesquisas e discussões que parecem não terminar.

Mas o desencanto com a política não faz com que ela deixe de existir. Mesmo quem prefere ignorá-la continuará vivendo sob os efeitos das decisões tomadas pelos representantes escolhidos nas urnas.

Talvez seja justamente por isso que a participação seja tão importante. A democracia não exige paixão pela política. Exige a compreensão de que as decisões coletivas continuarão sendo tomadas e de que cada cidadão tem a oportunidade de participar da escolha daqueles que terão poder para tomá-las.

No domingo, essa oportunidade estará diante de cada eleitor.

A democracia continua na segunda-feira


Há ainda outro compromisso democrático que começa quando as urnas são fechadas. Votar é fundamental, mas a democracia não acontece apenas no dia da eleição. Quem vencer terá diante de si a responsabilidade de representar uma sociedade formada também por aqueles que fizeram escolhas diferentes. Quem perder continuará tendo espaço para participar do debate público, apresentar oposição, fiscalizar e defender suas ideias. E quem votou terá a responsabilidade de acompanhar aqueles que ajudou a eleger.

Democracia pressupõe vitória e derrota. Pressupõe divergência. Pressupõe situação e oposição. Mas pressupõe, sobretudo, respeito às regras que permitem que todas essas diferenças convivam dentro de uma mesma sociedade.

Neste domingo, milhões de brasileiros entrarão individualmente diante de uma urna. Cada um levará consigo suas experiências, expectativas, preocupações e sua própria visão sobre o futuro.

Não existe democracia sem divergência. Mas também não existe democracia forte sem participação. Faltam apenas dois dias para uma escolha cujos efeitos permanecerão pelos próximos anos. No domingo, o futuro deixa de ser apenas assunto de discursos, pesquisas e campanhas. Ele passa pelas mãos de cada eleitor.


Fonte: Jornal OPÇÃO

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

CÂMARA MUNICIPAL DE VALPARAÍSO DE GOIÁS DEFINE NOVA MESA DIRETORA PARA O BIÊNIO 2027-2028

 



A Câmara Municipal de Valparaíso de Goiás realizou nova votação e definiu a Mesa Diretora para o biênio 2027-2028. Walison Lacerda foi reeleito presidente, e a composição inclui Guilherme Gordão como vice, além de Cesar do Trânsito, Juninho do Futebol, Ildemar da Vila e Jabá do Povo nas secretarias. Também foram escolhidos Tio Lucas e Maria do Monte para a Corregedoria. #ValparaísoDeGoiás #PolíticaLocal 🏛️


Na mesma sessão, foram aprovados o Projeto Viver Bem, voltado à saúde e qualidade de vida dos servidores, e a antecipação do pagamento do 13º salário a vereadores e servidores. O vereador Dênis Bento apresentou indicação para reparos na Escola Municipal Ulisses Guimarães. #CâmaraMunicipal #Educação 📚


📰 Acompanhe os detalhes pelo link:

🔗       https://alovalparaiso.com.br/camara-municipal-de-valparaiso-de-goias-define-nova-mesa-diretora-para-o-bienio-2027-2028/


#alovalparaiso

Dívida pública, empresas quebradas e famílias apertadas: a conta chegou para todos

 

                           As famílias também estão com dificuldades para pagar suas contas | Foto: Reprodução


Por Cilas Gontijo


Quando o governo gasta mais do que consegue sustentar, a conta não desaparece. Mais cedo ou mais tarde, ela chega para alguém pagar.

Brasil está entrando em uma situação que merece muito mais atenção do que tem recebido. Não é apenas o governo que está endividado. As famílias também estão com dificuldades para pagar suas contas, e as empresas acumulam dívidas e enfrentam juros altos. Reportagem da revista Exame mostra um retrato preocupante: o país bateu recordes de inadimplência envolvendo governo, empresas e pessoas físicas. É a fotografia de uma economia que vem funcionando no limite e que precisa encontrar um caminho para sair desse ciclo.


Quando o problema começa no governo


Quando o governo gasta mais do que consegue sustentar, a conta não desaparece. Mais cedo ou mais tarde, ela chega para alguém pagar. E é justamente aí que a condução da política econômica e fiscal precisa ser discutida. A dificuldade de controlar despesas e apresentar uma trajetória confiável para as contas públicas aumenta a desconfiança, pressiona a dívida e ajuda a manter o custo do dinheiro elevado. No fim das contas, o cidadão sente isso no financiamento, no cartão de crédito, no empréstimo, quando vai ao supermercado, ao açougue, na farmácia e até na dificuldade de uma empresa conseguir dinheiro para investir.

Famílias e empresas também estão no limite


Os números apresentados pela Exame são preocupantes. A dívida bruta do governo chegou a 81,93% do PIB em junho. Ao mesmo tempo, a inadimplência entre pessoas físicas alcançou 7,8%, o maior nível da série histórica iniciada em 2011. Entre as empresas, eram 9,1 milhões de companhias inadimplentes, com R$ 232,9 bilhões em dívidas atrasadas. São números grandes demais para serem tratados como simples estatística. Por trás deles estão famílias apertando o orçamento, empresários adiando investimentos e trabalhadores convivendo com um custo de vida pesado. Tudo isso significa menos emprego e trabalhadores sendo dispensados.

Quando produzir no Brasil fica caro demais; fuga para o Paraguai


E existe outro sinal de alerta: empresas brasileiras estão procurando alternativas fora do país. Reportagem da revista Veja mostra como o Paraguai vem atraindo indústrias brasileiras com impostos menores, energia mais barata e custos de produção mais competitivos. Mais de 200 empresas brasileiras teriam se instalado no país vizinho nas últimas duas décadas. A Lupo, por exemplo, anunciou uma fábrica no Paraguai com estimativa de custos de produção pelo menos 28% menores. Quando uma empresa brasileira atravessa a fronteira para produzir mais barato, alguma coisa precisa ser discutida aqui dentro.

O dinheiro procura onde é mais fácil produzir


É claro que o Paraguai não é uma solução mágica. O próprio país tem suas limitações, principalmente em mão de obra qualificada e logística. Mas não dá para ignorar esse movimento. Se produzir no Brasil ficou mais caro e mais burocrático, é natural que empresários procurem lugares onde consigam reduzir custos e aumentar a competitividade. O capital procura condições para sobreviver, crescer e gerar lucro. Quando essas condições deixam de existir aqui, outros países aproveitam a oportunidade.


Uma conta que não fecha


O mais preocupante é que os problemas se acumulam. O governo deve, as empresas devem e as famílias devem. E quando todos estão muito endividados ao mesmo tempo, fica mais difícil fazer a economia andar. O empresário segura o investimento, o consumidor segura as compras e o governo precisa cada vez mais de recursos para financiar suas próprias despesas. É um círculo que precisa ser quebrado.

O Brasil precisa voltar a discutir com seriedade a qualidade do gasto público, o ambiente de negócios e a capacidade do governo de manter as contas sob controle. Não existe crescimento sustentável quando o país precisa gastar cada vez mais apenas para administrar dívidas antigas. Também não existe economia forte quando empresas preferem atravessar a fronteira para produzir e famílias precisam recorrer ao crédito para fechar o mês.


O desafio de quem vier depois


O próximo presidente, seja lá quem ganhar a eleição, terá muito trabalho pela frente. Vai receber um país com contas públicas pressionadas, famílias endividadas, empresas sufocadas por dívidas e investimentos brasileiros procurando ambientes mais competitivos em outros países. Colocar a casa em ordem não será tarefa simples. Exigirá disposição para enfrentar problemas antigos, controlar gastos, melhorar o ambiente para quem produz e recuperar a confiança na economia. A conta chegou. E alguém terá de começar a pagá-la.

Agora fica a pergunta: se o governo de Lula está quebrando o país, será que, ganhando as eleições, conseguirá fazer diferente? Conseguirá equilibrar as contas, colocar o Brasil em um patamar de competitividade real, devolver aos brasileiros uma expectativa de vida melhor e fazer com que as empresas continuem no país, gerando empregos e contribuindo para o crescimento da economia? Penso que não.


Fonte: Jornal OPÇÃO