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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

A CRUZ QUE MUDOU O DESTINO




 Simão Cireneu não acordou naquele dia procurando um propósito. Vinha do campo, cansado, tentando apenas voltar para casa, quando o céu interrompeu sua rotina. No meio do caminho, a dor de Cristo cruzou sua vida, e a cruz que não era dele foi colocada sobre seus ombros.

A Bíblia diz que ele foi obrigado. Não houve convite nem explicação, porque há momentos em que Deus não explica Ele insere. “E obrigaram um certo Simão, natural de Cirene, que vinha do campo, a carregar a cruz de Jesus” (Marcos 15:21). Aquela cruz não interrompeu apenas o caminho; interrompeu a versão de vida que ele achava suficiente.

Simão não carregou a cruz quando havia milagres e aplausos, mas no auge da dor, quando o sangue já escorria e ninguém queria se aproximar. Isso revela algo duro: Deus não chama todos para o palco, mas chama alguns para o peso. E nem sempre quem carrega entende o porquê.

A cruz não o matou, mas o marcou. Jesus continuou sendo o sacrifício, porque há cruzes de participação, não de substituição. Simão não salvou ninguém, mas foi incluído no caminho da salvação. A Bíblia faz questão de registrar que ele era pai de Alexandre e Rufo, mostrando que aquela cruz atravessou gerações. Há pesos que você não escolheu, mas que Deus usa para alcançar sua casa.

Simão começou constrangido, mas terminou transformado. O texto não registra palavras, apenas o ato. Porque maturidade espiritual não é entender tudo, é permanecer. E Simão nos confronta ao lembrar que nem toda cruz é castigo. Algumas são convocação. E quem caminha alguns passos com Cristo no dia mais escuro da história nunca volta igual.


Mércia Dumont

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