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segunda-feira, 28 de março de 2022

Ministro da Educação se reúne com Bolsonaro e deve ser exonerado

Foto:Rafaela Felicciano/Metrópoles
Expectativa inicial era de que Milton Ribeiro apenas se licenciasse do MEC, mas questões jurídicas inviabilizam a licença O ministro da Educação, Milton Ribeiro, se reúne com o presidente Jair Bolsonaro na tarde desta segunda-feira (28/3), no Palácio do Planalto, para discutir sua saída do governo. A expectativa é que o titular do MEC seja exonerado em razão do escândalo do “gabinete paralelo” na pasta comandada por dois pastores evangélicos sem cargo oficial no governo. Inicialmente, havia a previsão de que Ribeiro apenas se licenciasse do MEC enquanto durassem as investigações sobre o “gabinete paralelo”. Questões jurídicas, no entanto, impediram a licença. Atual número 2 do ministério, o secretário-executivo, Victor Godoy Veiga, é o mais cotado para assumir o comando do órgão. Ele é servidor público efetivo oriundo da Controladoria-Geral da União (CGU). A troca no comando do MEC deve ser efetivada até o fim desta semana, quando outros ministros do governo que disputarão as eleições terão de deixar seus cargos, conforme exige a legislação eleitoral. Entenda o caso Milton Ribeiro deixará o cargo após o jornal O Estado de S. Paulo revelar a existência de um “gabinete paralelo” no MEC tocado por dois pastores evangélicos sem cargo oficial na pasta. Segundo a reportagem, os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos teriam cobrado vantagens ilícitas de prefeitos para facilitar a liberação de verbas no âmbito do FNDE, fundo ligado ao MEC. Em um áudio atribuído ao ministro revelado pela Folha de S. Paulo, Ribeiro afirmou que a intermediação por meio dos pastores atendia a um pedido de Bolsonaro. O fato foi negado pelo ministro posteriormente, em nota. Após a revelação, a ministra do STF Cármen Lúcia autorizou abertura de inquérito para investigar o ministro da Educação no caso. A decisão atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Paralelamente, a Polícia Federal abriu outro inquérito, mas sem incluir Ribeiro no rol de investigados. Segundo a corporação, a apuração atinge apenas pessoas sem foro privilegiado. Por Igor Gadelha Fonte:https://www.metropoles.com/

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