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quarta-feira, 30 de março de 2022

Ossadas humanas usadas em rituais de magia são encontradas

Foto: Reprodução/NBC
De acordo com a polícia da cidade, as ossadas teriam mais de 100 anos e eram utilizadas por uma sociedade secreta em rituais Na cidade norte americana de Mount Healthy, Ohio, um morador encontrou um misterioso centenário ao deixar sua casa na última quinta-feira, 24. Atraído pelo barulho de crianças brincando, que vinha do beco na parte de trás de sua residência, ele entrou em uma garagem abandonada e encontrou uma caixa cheia de ossos humanos. De acordo com a polícia da cidade, as ossadas teriam mais de 100 anos e eram utilizadas por uma sociedade secreta em rituais. “Ao entrar na garagem, ele observou uma caixa e viu os restos humanos. Ele ficou preocupado, pegou a caixa e chamou a polícia”, relatou o chefe de polícia de Mount Healthy, Vincent L. Demasi, ao canal de televisão NBC. Conforme nota divulgada pela polícia, os ossos teriam pertencido à Ordem Independente dos Odd Fellows, que usaria o material em rituais de iniciação. Semelhante à Maçonaria, essa sociedade secreta foi criada em meados do século XVIII na Inglaterra, com base em ideais de fraternidade entre seus membros. Existente até hoje, os Odd Fellows chegaram aos Estados Unidos em 1819 e tiveram uma filial na cidade de Mount Healthy. Nos dias atuais, a ordem está sediada Winston-Salem, na Carolina do Norte. A suspeita dos ossos serem de um homicídio recente foi descartada. De acordo com o que os detetives descobriram, entre o final do século XIX e o início do XX, era possível comprar cadáveres em Ohio. A prisão local era um dos pontos de venda. As ossadas acabaram na garagem da Avenida Werner quando foram encontradas pela primeira vez pelos donos de uma mercearia, que funcionava no térreo do prédio usado pela Ordem dos Odd Fellows em reuniões. A sociedade secreta deixou a cidade e vendeu seus imóveis, o restante do prédio foi comprado pelos antigos vizinhos. Com a posse dos ossos, que batizaram de ‘Frieda’, a família dona da mercearia os manteve guardado na garagem por décadas. “É um dos casos mais bizarros da minha carreira de mais de 40 anos”, concluiu Demasi. Fonte:https://jornaldebrasilia.com.br/

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