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terça-feira, 22 de março de 2022

Personal que agrediu síndico se apresenta à delegacia e permanece calado

Foto:Redes sociais
Desde o dia do crime, na última quinta-feira (17/3), o personal trainer Henrique Paulo Sampaio Campos, 49 anos desapareceu do condomínio onde mora, o Luna Park, em Águas Claras, e não estava sendo encontrado pela polícia para receber a intimação O professor de artes marciais Henrique Paulo Sampaio Campos, 49 anos, acusado de agredir o síndico e jornalista Wahby Abdel Karim Khalil, 42, com um soco no rosto, se apresentou à 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro) na tarde desta segunda-feira (21/3). Desde o dia do crime, no fim da manhã da última quinta-feira (17/3), o personal trainer desapareceu do condomínio onde mora, o Luna Park, em Águas Claras, e não estava sendo encontrado pela polícia para receber a intimação. Ao Correio, o delegado-chefe da 21ª DP, Alexandre Gratão, conta que, ao ser interrogado sobre os fatos, Henrique preferiu manter o silêncio e só vai se pronunciar perante o juízo. "Devemos concluir as investigações em breve", adianta o investigador. O caso é tratado como lesão corporal, mas a tipificação pode mudar após análise dos laudos médicos. O jornalista ficou internado em uma unidade de terapia intensiva (UTI) após sofrer hemorragia cerebral. Ele passou por cirurgias e, após análise do quadro de saúde, recebeu alta e foi transferido para um quarto da enfermaria do Hospital Santa Lucia, onde será observado. O caso Após chamar a atenção do profissional de educação física pelo barulho causado por um saco de boxe instalado na academia do condomínio, Khalil levou um soco no rosto e caiu no chão. Câmeras do circuito interno de segurança da academia do condomínio Luna Park registraram o momento da agressão. Nas imagens, o suspeito aparece discutindo com o síndico. Um funcionário da academia também estava presente e acompanhava a discussão, quando o personal deferiu o golpe no jornalista. Ao ver o síndico caído, o funcionário tentou intervir na situação, mas parece ser ameaçado pelo agressor, como mostra o vídeo do monitoramento do condomínio. Khalil ficou alguns minutos no chão após o soco. Depoimento Wahby Khalil enviou um vídeo ao Correio, no último sábado (19/3), no qual falou sobre os socos que recebeu. “Eu tenho falado que a maior dor que estou sentindo não é nem a dor física, a dor de saber que estou machucado pela queda, pelo murro, mas é a dor de saber que alguém que estava muito próximo a mim poderia ter me matado em um segundo”, disse o jornalista. O síndico afirmou que assistiu ao vídeo que registrou o momento da agressão flagrado por câmeras de segurança. “O mais doído foi ver nas imagens a covardia. Ver que eu já estava caído no chão, precisando de ajuda, e, mesmo assim, a pessoa continuou ali desdenhando, falando, ao invés de me ajudar. Aqueles segundos poderiam ser cruciais na minha vida. Isso é o mais doído e o mais cruel.” Fonte:https://www.correiobraziliense.com.br/

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