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domingo, 13 de fevereiro de 2022

Corpos da família assassinada em Planaltina são liberados no IML

Foto:crédito: Material cedido ao Correio
Os irmãos do sargento foram até o instituto para fazer a liberação dos corpos na manhã deste sábado Os familiares de Nilson Cosme dos Santos, 48 anos, sargento da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), foram ao Instituto Médico Legal (IML) para liberar os corpos da família assassinada em Planaltina, na última quinta-feira (10/2). Por volta das 11h deste sábado (12/2), dois irmãos do policial chegaram para fazer a retirada, ficando por cerca de três horas no local até finalizar o processo. O sargento, a esposa Maria de Lourdes Furtado, 50, e os dois filhos do casal, Isaac Furtado dos Santos, 21, e Lucas Furtado dos Santos, 16, serão sepultados juntos. Todos os quatro haviam testado positivo para covid-19 e estavam em isolamento em casa quando ocorreu o crime, por esse motivo não devem ter velório, apenas sepultamento. O Correio optou por não divulgar o horário e o cemitério em que será realizada a cerimônia de despedida em respeito à família. Entenda o caso No fim da tarde de quinta-feira (10/2), os corpos do sargento, da esposa e dos dois filhos foram encontrados com marcas de tiros no interior da casa onde moravam no Setor Tradicional de Planaltina. A residência tinha sido incendiada. A PMDF e o Corpo de Bombeiros Militar do DF foram acionados para atender a trágica ocorrência. A dinâmica e a motivação do crime segue em apuração pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), mas a principal hipótese é de que o sargento da Polícia Militar do DF tenha assassinado a mulher e os dois filhos do casal. Na sequência, teria cometido suicídio. Alguns indícios relatados ao Correio por familiares demonstravam que o militar apresentava sinais de depressão e instabilidade. Os quatro corpos foram encontrados em um quarto da residência, com a porta fechada. A cena da tragédia, relatada à polícia pelos bombeiros que estiveram no endereço, pode ajudar a elucidar detalhes da ocorrência. Pouco antes da tragédia, Nilson ligou para o para o 14º Batalhão de Polícia Militar de Planaltina, onde trabalhava, e teria confessado que mataria a família. Por telefone, o operador que recebeu o chamado ouviu os disparos e, imediatamente, enviou uma equipe para a casa do sargento. Fonte:https://www.correiobraziliense.com.br/

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