Na "Marcha para Jesus", ele diz à imprensa, com ar piedoso, que "não falará de política em ambiente de oração" (livrando-se, assim, de ter que responder sobre tarifaço, rachadinha, ameaças ao pix e relação íntima com Vorcaro, Eduardo Cunha, Ciro Nogueira e que tais).
Minutos depois, no palanque, conclama à "guerra espiritual para expulsar o mal que está no governo".
Flavio Bolsonaro e outros neoconvertidos daquele carro de som desconhecem que fé autêntica não combina com cinismo, eleitoralismo, oportunismo e exploração da religiosidade da nossa gente. E que espiritualidade sincera não ampara mentira, luxo e entreguismo.
Desconfio que Jesus, presença amorosa na convicção de tant@s, nem chegou perto daquele pseudo-púlpito, degenerado pela presença de algumas "autoridades" poderosas e armamentistas, endinheiradas e arrogantes, manipuladoras e corruptas - para quem "Jesus é o caminho, mas eu sou o pedágio".
Quem usa o nome de Deus em vão não prosperará! "Ai de vós"...
ZéDassilva alerta sobre adoradores de "bezerros de ouro" contemporâneos
ZéDassilva

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