A investigação foi instaurada a partir de elementos oriundos de acordos de colaboração premiada sobre a campanha de 2014.
O caso foi conduzido pela Polícia Federal e acompanhado de perto pelo Ministério Público Eleitoral por anos. Mesmo após um longo período de varredura e diligências, nenhuma prova real foi produzida para corroborar os relatos dos delatores.
Ao final das apurações, o próprio Ministério Público Eleitoral promoveu o encerramento do caso, reconhecendo expressamente a inexistência de elementos probatórios para vincular os fatos à campanha ou sustentar qualquer responsabilidade penal.
Em nota assinada pelos advogados Bruno Espiñeira Lemos e Víctor Minervino Quintiere, a defesa recebeu a decisão com serenidade, ressaltando que a ex-Presidente permaneceu durante todo o processo à disposição das autoridades, colaborando com os esclarecimentos.
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