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sexta-feira, 1 de abril de 2022

Jovem estuprada pelo sogro e mantida em cárcere pela sogra é resgatada

Foto: Reprodução/Internet
A mulher foi vítima de cárcere privado, estupro e tortura. O casal de agressores foi preso e encaminhado para a 76ª DP No último domingo, 27, uma jovem de 22 anos foi resgatada por policiais militares do 12º BPM (Niterói), na casa dos sogros, em Várzea das Moças (RJ). A mulher foi vítima de cárcere privado, estupro e tortura. O casal de agressores foi preso e encaminhado para a 76ª DP (Centro). “Foi muita crueldade o que fizeram comigo. O tempo inteiro eu fico pensando em tudo o que aconteceu. Não consigo dormir, passo as noite em claro. Agora, só quer que eles paguem”, contou a vítima. A mãe da moça acionou PMs que estavam na Alameda São Boaventura, também em Niterói. Ela solicitou que os militares a acompanhassem até a casa do casal depois que um amigo da jovem procurá-la para relatar o que estava acontecendo. Eles foram até o Condomínio Via Mar, e, ao chegaram no local, encontraram a vítima com vários hematomas pelo corpo. Segundo a jovem, ela estava sendo agredida desde o último dia 22 de março, quando se mudou para a casa dos sogros, a fim de ficar mais próxima do presídio onde o namorado, acusado de estupro de uma criança de quatro anos, se encontra. “A minha filha conheceu esse homem em rede social. Não sei como, mas ele tem acesso a celular no presídio. E, no decorrer do tempo, ela foi sumindo. Eu não conseguia mais falar com a minha filha. Ela (a sogra) tomou conta do telefone e das redes sociais da minha filha e a forçava a postar fotos dizendo estar bem”, contou a mãe da jovem ao Extra. Ela começou a investigar o caso por conta própria. Segundo ela, a sogra da filha a forçava a manter relações sexuais com o marido. A jovem também era obrigada a limpar a casa. “Minha filha acordava a base de puxão de cabelo e soco na cara. Ela está desfigurada. Ela ia matar minha filha. Ainda tenho medo de ela fazer isso”, desabafou. O pedido de ajuda aconteceu graças a um momento de distração do casal. A vítima conseguiu entrar em contato com um amigo através do celular, e ele logo contatou a mãe da moça.
“Fui à delegacia de Vicente de Carvalho, mas lá disseram que não tinha equipe para ir até a casa onde minha filha estava. Acabei indo para Niterói e achando esses policiais, que se revoltaram quando contei o que estava acontecendo e me acompanharam. Sou muito grata a ele”, disse a mulher. Fonte:https://jornaldebrasilia.com.br/

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