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quarta-feira, 10 de novembro de 2021

Tarado do RPG morava com a avó e fez mais de 30 vítimas pelo país

Foto:Reprodução/PCDF--
De acordo com as investigações, o pedófilo estudava para concurso público e, nas horas vagas, tentava atrair crianças por meio dos jogos Preso por pedofilia, o homem de 22 anos, que usava jogos eletrônicos da internet do tipo RPG (Roler Playing Game), para atrair crianças e realizar sessões de sexo virtual, tinha perfil reservado. O tarado do RPG morava com a avó, em um bairro de classe média em Aracaju, capital de Sergipe. Equipes da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher II (Deam II) da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prenderam o suspeito nesta terça-feira (9/11). De acordo com as investigações conduzidas pela especializada, o pedófilo estudava para concurso público e, nas horas vagas, tentava atrair crianças por meio dos jogos. A polícia já confirmou que existem mais de 30 vítimas em vários estados do país. Entenda o que é o RPG: As apurações da Deam II apontaram que o criminoso passou dois meses conversando com uma menina brasiliense, de 9 anos. Nas conversas havia diálogos de cunho erótico, simulando a prática de relações sexuais. O investigado envolveu a criança ludicamente dizendo estarem jogando um jogo do tipo RGP, em que o enredo eram contos incestuosos. No celular do investigado, encontram material de conteúdo pornográfico armazenado envolvendo crianças. O homem foi autuado em flagrante, pela Polícia Civil de Aracaju, por esse crime. Os aparelhos celulares do investigado foram apreendidos e serão periciados para identificar outras possíveis vítimas. Alerta Segundo a delegada-chefe da Deam II, Adriana Romana, é importante alertar os pais para verificarem no caso de jogos, o conteúdo de diálogos mantidos por seus filhos. “Caso a família desconfie ou verifique que a criança ou adolescente está falando com um adulto (que se passa por uma criança), e principalmente se houver qualquer conteúdo de natureza sexual, é preciso procurar a polícia”, disse. A delegada ressaltou que a internet não é um escudo para a pedofilia. “Hoje em dia, com ferramentas de inteligência e tecnológicas podemos identificar essas pessoas e prendê-las por crimes praticados no universo cibernético”, explicou. Por Carlos Carone Mirelle Pinheiro Fonte:https://www.metropoles.com/

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