As razões são muitas: morte, questões familiares, conflitos, frustrações com liderança, busca por “uma igreja melhor”, diferenças teológicas, litúrgicas ou políticas, casamento, mudança de bairro, cidade ou país, plantação de novas igrejas — e tantas outras.
Quando um membro sai, a igreja local perde muito. Perde, e perde profundamente.
Às vezes, porém, há um lado positivo: alguns poderão florescer melhor em outra comunidade, vivendo com mais alegria e fervor.
Mas quando a saída é marcada por rebelião, isso traz peso espiritual e, muitas vezes, leva confusão para outros lugares.
Quando alguém sair, lamente a perda, trate o luto, e continue o trabalho: ganhe pessoas para Cristo, restaure desviados e acolha desigrejados.
E a quem vai: ao mudar de igreja, recomece com humildade e submissão.
Que o Senhor conceda novos tempos às igrejas locais — e muitas conversões genuínas.
Semear com lágrimas e trabalho árduo e muita oração.
Pr Jeremias Pereira #jeretromicina

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