Em Valparaíso de Goiás - TREM GELADO SÔ - Sorveteria e Açaiteria

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sábado, 19 de janeiro de 2013


Investigação

Vídeo inédito mostra assessor e amigo de ex-prefeito sacando dinheiro do combate às enchentes


 AFASTADO DO CARGO. O prefeito Dermeval Barboza. Ele foi denunciado por lavagem de dinheiro, fraude em licitação e corrupção passiva (Foto: Carlo Wrede/Ag. O Dia)
A chuva torrencial da madrugada de 12 de janeiro de 2011 provocou deslizamentos e inundações matando ao menos 428 pessoas em Nova Friburgo, município da Região Serrana do Rio de Janeiro. Pela manhã, quando a tempestade cessou, grande parte da cidade estava destruída, e os dias seguintes seriam de muito sofrimento para os 180 mil habitantes. Semanas depois, começou um surto de leptospirose, doença provocada pela urina dos ratos que empesteavam residências, escolas e hospitais. A prefeitura havia recebido R$ 10 milhões do governo federal para ações emergenciais e, com parte desses recursos, contratou uma empresa para eliminar as ratazanas e outras pragas. Os roedores, porém, continuariam a disseminar infecções porque os R$ 400 mil pagos à dedetizadora foram desviados em saques na boca do caixa, entre março e junho de 2011. Por sorte, havia uma espécie de “ratoeira” na agência do Banco do Brasil onde as transações ocorreram. As câmeras de segurança filmaram tudo.


As gravações foram requisitadas ainda em 2011 pela Procuradoria da República, que, dois anos depois da tragédia, ainda investiga os desvios das verbas. Muito da roubalheira já veio à tona, mas as filmagens permaneciam inéditas até agora. As imagens foram apresentadas à Justiça Federal no mês passado, como peça da denúncia criminal contra um grupo de 20 pessoas envolvidas na fraude. ÉPOCA obteve, com exclusividade, os vídeos (assista ao lado) que mostram dois empresários, donos da dedetizadora, entrando no banco, andando de um lado para outro, esperando atendimento e, finalmente, enchendo uma mochila e envelopes com maços e maços de dinheiro. Os dois estavam acompanhados ora do principal assessor do gabinete da prefeitura, ora de um amigo de longa data do então prefeito, Dermeval Barboza (eleito pelo PMDB e hoje no PT do B). ...


“As imagens são muito eloquentes. Era muito dinheiro, um monte, que botavam numa espécie de saco sem parar. É algo muito chocante, se pensarmos nas carências do país e no que a população de Nova Friburgo sofria naquele momento”, disse o procurador regional da República Rogério Soares do Nascimento. Do total de R$ 10 milhões que Nova Friburgo recebeu do Ministério da Integração Nacional, R$ 3 milhões foram desviados sob o comando do então prefeito, Dermeval Barboza, acusa o procurador Nascimento. Além dos saques, as garfadas ocorreram por meio de fraudes nas licitações, em pagamentos por serviços não prestados e superfaturamento nos preços em vários tipos de obra: da limpeza das ruas à reconstrução de prédios públicos.

O esquema que culminou nos saques começou a ser tramado um dia depois de a tragédia ocorrer. Ainda havia pessoas à espera de socorro, em 13 de janeiro de 2011, quando o empresário Adão de Paula e seu filho Alan Cardeck Miranda de Paula, respectivamente dono e gerente da empresa Cheinara Dedetilar Imunização, procuraram o então prefeito e ofereceram seus serviços. A contratação foi fraudulenta, com a apresentação de orçamentos falsos em nome de uma empresa que não participava da concorrência. Além do mais, a Cheinara não tinha licença ambiental para operar e sua sede não foi localizada no endereço informado à prefeitura. Adão de Paula não era uma figura desconhecida do prefeito, pois trabalhara na clínica de repouso Santa Lúcia, da qual Dermeval é sócio cotista. O empresário também não estava longe da política. Na época, ele presidia com seu filho Alan Cardeck o diretório municipal do partido nanico PSDC.

Em vez de fazer transferências eletrônicas para pagar a empresa de dedetização, como seria o normal na administração pública, o prefeito Dermeval emitiu cheques em valores altos para que fossem descontados no banco. Segundo a Procuradoria, foi uma forma de desviar os recursos, pois fica difícil rastrear a destinação final de dinheiro vivo. Dois meses após a contratação da Cheinara, começaram os saques na conta da prefeitura. Às 13 horas e 11 minutos do dia 18 de março de 2011, quando a cidade ainda vivia clima de luto, Adão de Paula entrou no Banco do Brasil. As imagens mostram, a seu lado, Allan Ferreira, amigo do prefeito e filho do gerente de gabinete da prefeitura, Iran Ferreira. No vídeo, Adão e Allan passam pelos caixas e conversam alguns instantes num canto, antes de se sentarem nas poltronas no centro da agência. Um minuto depois, Alan Cardeck, filho de Adão, se reúne aos dois, trazendo uma mochila preta nas costas.

Não demorou muito para o painel anunciar a senha de atendimento. Adão de Paula e o filho se puseram de pé rapidamente, enquanto Allan Ferreira preferiu ficar sentado discretamente nas cadeiras ao fundo. Oito minutos depois, ele finalmente se levantou, falando ao celular, e se juntou aos dois empresários na boca do caixa. Meia hora depois, a funcionária do banco começou a entregar maços de dinheiro que Alan Cardeck calmamente guardava na mochila. Assim se foram R$ 172.100 dos cofres da prefeitura.

ÉPOCA obteve cópias dos depoimentos prestados à Justiça Federal pelos três envolvidos na operação daquele dia. Allan Ferreira apresentou uma explicação pouco convincente. Disse que Alan Cardeck pediu “uma cobertura” para que os clientes do banco não vissem o saque vultoso. O amigão do então prefeito contou que resolveu ficar parado na boca do caixa ao lado dos dois empresários. Assim, segundo ele, os três usariam o corpo para esconder de eventuais curiosos os maços de dinheiro. A versão de Adão de Paula também foi inusitada. Ele argumentou que foi apenas coincidência o encontro com Allan Ferreira na agência, mas a Justiça Federal rechaçou essa tese do acaso ao determinar o afastamento de Dermeval no fim de 2011. O empresário afirmou ainda que resolveu sacar o grande volume de dinheiro por medo de uma iminente greve dos bancários, mas não soube explicar “a destinação dada aos valores recebidos em espécie”, porque é “homem vindo da roça” e não entende nada da parte financeira de seus negócios. Por meio de seu advogado, os empresários disseram que os serviços contratados foram prestados e negaram os desvios.

Iran Ferreira (sentado, de cinza), gerente de gabinete da prefeitura, cochicha com Alan Cardeck, da empresa Cheinara (imagem 1). Alan e seu pai, Adão (de vermelho), sacam dinheiro no caixa (imagem 2). Os dois saem do banco com uma sacola com R$ 207 mil (imagem 3) (Fotos: Reprodução)

Três meses depois, em 22 de junho, ocorreu novo saque na mesma agência bancária, dessa vez com a presença de Iran Ferreira, gerente de gabinete da prefeitura e pai de Allan Ferreira. Em depoimento à Justiça, Iran se define como “uma espécie de vale-tudo” de Dermeval, pois está “sempre quebrando o galho” e levando “recados”. Às 14 horas e 12 minutos, o assessor entrou no banco dando a impressão de que procurava alguém. Ameaçou ir em direção aos caixas, mas recuou e se sentou numa poltrona próxima à entrada. Passado pouco mais de um minuto, Alan Cardeck, que estava na boca do caixa com Adão de Paula encaminhando o saque, veio ao encontro de Iran. O empresário se apoiou na poltrona da frente, inclinou a cabeça e começou a falar ao ouvido do assessor da prefeitura. Depois, os dois se levantaram e trocaram mais algumas palavras com os rostos quase colados. Iran saiu em seguida, e o empresário voltou ao caixa. Minutos depois, Alan Cardeck começou a colocar maços de dinheiro num envelope. Foram R$ 207 mil naquele dia.

Intimados pela Justiça Federal, o empresário e o assessor disseram que se encontraram também por acaso no banco e que a breve conversa era apenas um inocente convite. Alan Cardeck queria que Iran fosse candidato a vereador pelo PSDC. Não explicou por que precisou cochichar a proposta. O circuito de segurança do BB ainda registrou um saque menor, no valor de R$ 29 mil, em maio de 2011, mas a Procuradoria da República não detalhou as circunstâncias.

Em dezembro passado, a Procuradoria da República denunciou Dermeval, seu amigo, seu assessor e os dois empresários por lavagem de dinheiro. Os vídeos das câmeras de segurança foram anexados ao processo como prova contundente contra os acusados. O ex-prefeito responde também por fraude em licitação e corrupção passiva. Se aplicadas as penas máximas, ele pode ser condenado a 27 anos de prisão. Dermeval foi afastado do cargo no fim de 2011, por determinação do juiz federal Eduardo Francisco de Souza. Ele, porém, continuou recebendo salário e lutando na Justiça para voltar à prefeitura, até que as eleições de 2012 sepultaram seu mandato. Nem Dermeval nem seus assessores retornaram as ligações de ÉPOCA para comentar a reportagem.
TRAGÉDIA
Enchente em Nova Friburgo em 2011. Na ocasião, as vítimas na Região Serrana do Rio de Janeiro chegaram a 909, num rastro de destruição de prédios, estradas e pontes (Foto: Marcos de Paula/AE)

Os desvios de recursos em Nova Friburgo ajudam a explicar por que todos os anos dezenas de pessoas morrem no Rio de Janeiro e em vários outros Estados do país em decorrência das chuvas. Em Santa Catarina, foram 135 mortes no final de 2008. Na Região Serrana em 2011, as vítimas chegaram a 909, num rastro de destruição de prédios, estradas e pontes. Semanas atrás, uma enchente desabrigou 3 mil pessoas e matou duas em Duque de Caixas, na Baixada Fluminense. Conhecido por sua alegria, o cantor Zeca Pagodinho percorria desconsolado as ruas para socorrer as vítimas no Distrito de Xerém, onde tem uma casa.

O governo federal tem dinheiro em caixa para obras de prevenção aos desastres, mas investe pouco. Em 2012, gastou 35% de uma verba de R$ 5,7 bilhões. Quando ocorrem as tragédias, quantias milionárias são liberadas para os municípios em caráter de emergência. De afogadilho, fica difícil fiscalizar a correta aplicação dos recursos e evitar desvios. É uma fórmula nefasta que combina descaso, incompetência e a mais sórdida e rasteira forma de corrupção envolvendo autoridades públicas que deviam zelar pela vida dos cidadãos.

Os vídeos que vieram a público agora, além de indignar, ensejam uma reflexão importante, principalmente neste mês de janeiro, época do ano em que as chuvas costumam destruir cidades. Não resta dúvida de que haverá novas vítimas e que o dinheiro continuará a ser desviado. O governo federal precisa usar de planejamento ao investir na prevenção a catástrofes, repassando o dinheiro em etapas para as prefeituras e com fiscalização rígida. O modelo atual, de liberações emergenciais, é um prato cheio para prefeitos corruptos. No caso de Nova Friburgo, só as ratazanas agradecem a leniência do Poder Público.

Por Hudson Correa
Fonte: ÉPOCA.com -

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013


VEREADORA GIVA FELIPE PARTICIPA DA REABERTURA DO RESTAURANTE COMUNITÁRIO


Por Moisés Tavares




Foi no dia 15 de Janeiro,quando depois de quase um mês fechado o restaurante foi reaberto pelo prefeito Hildo do Candango




Giva Felipe é vereadora pelo PRTB






Vereadora Natalia (PP) e Vereadora Giva Felipe (PRTB)





SÓ LIDERANÇAS

FOTOS DO EVENTO PROMOVIDO PELA POLICIA MILITAR

FOTOS: Moisés Tavares


                                                                                          Vereadora Giva,prefeito Hildo e Expedito
Vereadora Giva Felipe,prefeito Hildo e do Candango e Expedito da EletrônicaVEREADOR ALUISIO DA ARTEC E O DEPUTADO DISTRITAL GUARDA JÂNIO
Junior Bahia,prefeito Hildo,Vereador Aluisio da  Artec e Pastor Valdivino de  Oliveira Ver Aluisio da Artec e o Dep.Dist, Guarda Jânio        

                                                                                                                                          Vereador Aluisio da Artec,Léa ,Guarda Jânio e o Pastor Valdivino de Oliveira


                                                                                     
SÓ LIDERANÇAS

Junior Bahia,Vereador Aluisio da Artec,vice prefeito Jiribita, e o Pastor Valdivino 




                                   
             Deputado Federal Major Araújo(PRB),Vereador Aluisio da Artec (PPS)  e assessores                                                                                          





VEREADORES NÃO TERÃO CABIDES 

DE EMPREGOS NO GOVERNO 

JORNALMULTINOTICIAS.COM

A promotoria de Justiça convocou nessa quinta feira os vereadores de Águas Lindas de Goiás para alerta-los sobre as contratações temporárias nas redes públicas de ensino municipal e na saúde.
A lei ordena que sejam chamadas os concursados para ocupar as vagas existentes e se caso ainda necessitar de funcionários terá que haver outro concurso para tal.
As indicações e apadrinhamento de vereadores para contratação de cargos comissionados será tido como improbabilidade administrativa e o prefeito será responsabilizado judicialmente.
A medida jurídica pesou para os secretários: Silvério da educação e para o Dr.Willen secretário de saúde que segundo denuncia alguns contratos já foram efetivados nas referidas pastas. O professor Silvério explicou que enquanto o processo probatório segue seu curso, as escolas não podem ficar sem vigias, e, entretanto a promotora explicou que o contrato provisório é necessário, mas somente nos três meses, enquanto chamam os concursados.
O vereador Luiz de Aquino (PRB)também foi questionado pela a promotora, que relator denuncia de que havia vinte pessoas fazendo exames adimensionais no hospital Bom Jesus para serem contratados apadrinhadas  pelo o vereador.
Luiz de Aquino por sua vez se defendeu dizendo que nesse governo ainda não teve as suas vagas negociadas com o atual prefeito, e afirmou que no governo passado indicou sim os seus correligionários, e que isso é comum em todos os governos municipais, estaduais e até no congresso Nacional. A promotora explicou que isso pode ser uma prática comum, mas não é reconhecido por Lei, e a Lei será cumprida aqui em Águas Lindas.
Estiveram presentes os seguintes vereadores e secretários:
Prof.Silvério (Educação)  ,Deusimar (Sub-secretário)
Vanderlei Blá (Esporte e Cultura)
Vereadores:
Luiz de Aquino/Aluísio da Artec ,Evandro do Rainha da Paz ,Evandro da Educação ,Giva Felipe ,Carlinhos ,Irismar ,Anderson Teodoro/
Chegaram atrasados o Dr.Willen e a vereadora Natália. Os demais não compareceram.
Águas Lindas

O GOVERNO DAS MUDANÇAS JÁ COMEÇOU


Um fato inédito chamou a atenção de todos na cidade,pela primeira na história do município um vice prefeito assume o lugar do prefeito e atende a comunidade,no gabinete do prefeito,sendo prefeito,cumprindo assim sua obrigação.

Por Moisés Tavares
Foto:Mossoró


Prefeito Luiz Alberto, JIRIBITA,atendendo a população

Em menos de um mês de governo,o prefeito Hildo do Candango e seu vice Jiribita,já mostram ações que sinalizam que este governo é realmente sério e que veio para mudar muita coisa.Depois de avaliar a situação financeira e física da prefeitura e de todas as secretarias e de já ter nomeado os secretários das principais pastas,Hildo e Jiribita,começam a sanar os principais problemas deixados pelo governo anterior,dentre eles estão: os salários atrasados dos servidores da administração e da saúde ,que já foram pagos,a reabertura do restaurante comunitário que estava fechado a quase um mês,a realização de um grande mutirão de limpeza  na cidade,com a retirada de entulhos em todos os bairros,roçagem do mato,retirada do lixo,limpeza das bocas de lobo e limpeza das avenidas da cidade.
Na saúde uma grande ação contra a dengue esta sendo feita,são mais de 70 agentes comunitários de saúde nas ruas intensificando o combate contra os focos do mosquito transmissor da doença.
O prefeito Hildo do Candango escolheu a quinta feira para atender a comunidade no horário de 08h ás 12h e de 14h ás 18h,um dos sinais de  que as mudanças realmente começaram é que a MALDIÇÃO DOS VICES PREFEITOS,foi quebrada neste governo,quando o vice prefeito ,Luiz Alberto JIRIBITA(PMDB),assumiu o lugar do prefeito,atendendo no gabinete do prefeito e respondendo como prefeito no dia 17/01/2013,quando da viagem do prefeito Hildo do Candango(PTB) a Goiânia isso é um fato muito importante,por que em todos os mandatos anteriores nunca o vice prefeito havia assumido a prefeitura no lugar do prefeito,neste governo o vice trabalha,tem voz,voto e também toma decisões .
O governo municipal tem procurado ao máximo ser transparente nas informações,isso foi um pedido e uma promessa de campanha de Hildo e Jiribita,mas parece que alguns secretários municipais e assessores do governo,são surdos e ficam/ou não querem passar para a imprensa local,que tem tido dificuldades em obter noticias oficiais do governo.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013


Vapt-Vupt
Governador anuncia novo formato de reuniões com prefeitos
Marconi Perillo e os secretários do Estado se reunirão com 20 administradores municipais todas as quarta-feiras para discutir demandas e buscar parcerias
André Saddi/Jornal Opção
Thiago Burigato e Tainá Borela
Depois de uma reunião a portas fechadas com prefeitos da Região Metropolitana de Goiânia na tarde desta quarta-feira, 16, o governador Marconi Perillo (PSDB) anunciou que toda quarta-feira terá audiências com 20 prefeitos de diferentes regiões de Goiás para discutir as dificuldades e as demandas de cada município. O governador pontua que em três meses conseguirá se reunir com todos os prefeitos do Estado e que pretende atendê-los no que estiver ao “alcance do governo”.

Marconi chama o novo modelo de reuniões de “Vapt-Vupt”, e explica a analogia com o serviço oferecido pelo governo: “Há muitos anos eu criei o Vapt-Vupt, que é hoje um sucesso com 99% de aprovação. Recentemente eu recebi a sugestão de um jornalista no sentido de criar um Vapt-Vupt com as prefeituras, para atender rapidamente, com eficiência, os prefeitos”, conta. “E eu resolvi começar hoje com os prefeitos da Região Metropolitana, recebendo, junto aos meus secretários, todas as demandas dos prefeitos. Creio que com este formato fica bem mais fácil para os administradores.”

Neste modelo, os gestores municipais se reunirão com o governador e, em seguida, com os secretários para que as reivindicações de cada um sejam apresentadas e discutidas. Segundo o tucano, na reunião de hoje a maior demanda foi referente à questão da recuperação asfáltica. Ele diz que mesmo sendo essa uma responsabilidade exclusiva das prefeituras, o governo pretende ajudar naquilo que for possível. “Receberei amanhã o presidente da Agetop [Jayme Rincón], que me trará um orçamento em relação ao que custaria uma licitação para aquisição de massa asfáltica para uma doação às prefeituras”, afirmou.

Ele diz que o trabalho em conjunto entre as prefeituras e o governo estadual são essenciais para o desenvolvimento dos municípios e do Estado como um todo. “São muitos os desafios dos atuais prefeitos, e quanto mais eficiente e rápido for o governo, melhor para todos eles, para nós e para a população de uma maneira geral.”

De acordo com o governador, os municípios geridos por prefeitos da oposição não serão discriminados, recebendo o mesmo apoio do governo estadual que as demais prefeituras. “Eu não considero prefeitura de oposição, afinal de contas, nós todos exercemos a função executiva. Temos que cooperar uns com os outros”, disse. “No ano passado nós tivemos muitas ações com prefeituras de situação e de oposição. Os programas de caráter estadual estão atendendo todos os municípios, independentemente do partido.”

Na reunião de hoje, estiveram presentes os prefeitos de Abadia de Goiás, Aparecida de Goiânia, Aragoiânia, Bonfinópolis, Brazabrantes, Caldazinha, Campestre, Damolândia, Goianapolis, Goianira, Guapó, Hidrolândia, Inhumas, Nerópolis, Nova Veneza, Santo Antônio de Goiás, Senador Canedo, Terezópolis e Trindade. Também participaram os secretários da Casa Civil (Vilmar Rocha), da Educação (Thiago Peixoto), do Meio Ambiente (Leonardo Vilela), da Segurança Pública (Joaquim Mesquita), das cidades (Sílvio Souza), Articulação Institucional (Daniel Goulart), Saúde (Antônio Faleiros), Gestão e Planejamento (Giuseppe Vecci) e diretores de órgãos como Saneago (Roberto Marques), Agetop (Jayme Rincón), Celg (Humberto Eustáquio) e Detran (Múcio Bonifácio).

O governador confirmou que a reunião da próxima semana deve ser com administradores das cidades da região do Entorno do Distrito Federal.

Municipalização
Questionado sobre a polêmica da Saneago com a prefeitura de Goiânia, o governador Marconi Perillo (PSDB) afirmou, durante a coletiva, que não vai “politizar este assunto”. Ao Jornal Opção, o governador confidenciou que não é “estratégia” do governo não entrar na discussão da municipalização da água iniciado pelo vice-prefeito Agenor Mariano (PMDB). “Paulo Garcia não falou nada para mim. Não tenho o que responder. Este é um assunto técnico, não político”.
O tucano se comprometeu a fazer tudo que estiver ao seu alcance para ajudar Goiânia. “Nunca se investiu em água como agora. Nosso projeto é  chegar em 2014 com 90% do esgoto da capital tratado. E com água o suficiente para abastecer uma população de três milhões de pessoas”.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013


SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE PROMOVE AÇÃO DE COMBATE A DENGUE

A Funasa tenta evitar uma epidemia da doença na cidade


Fotos e texto: Alberto Pessoa 


ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS

SMS promove ação de combate a dengue

A Funasa tenta evitar uma epidemia da doença na cidade

Fotos e texto: Alberto Pessoa - jornalista Funasa

 
Seguindo orientações do prefeito Hildo do Candango e do Secretário Municipal de Saúde, Wille Teixeira, a Diretoria de Vigilância em Saúde e Funasa, iniciou nesta terça (15), uma  ação efetiva de combate ao mosquito  transmissor da dengue. Os bairros Setor 6,  Águas Lindas II onde há maior índice de suspeitos e casos confirmados várias equipes de ACEs, visitaram as residências em trabalho informativo, ao tempo que era aplicado inseticida nas casas e terrenos baldios.
No bairro Recreio da Barragem foi localizada pela Funasa uma piscina em construção que servia para acumular água e de depósito para o mosquito da dengue.
De acordo com a Funasa, a incidência do mosquito da dengue já atinge diversos bairros da cidade “encontramos uma situação de abandono, áreas sem cobertura de agentes e muitas pessoas com suspeitas de contaminação”, frisou o diretor de  Vigilância em Saúde, Euder Vieira.
A Funasa tenta bloquear a proliferação do mosquito e assim evitar uma epidemia. No PSF do bairro Águas Lindas II, em dez atendimentos, seis apresentam sintomas de dengue. Nas unidades residenciais visitadas foram identificados muitos focos do mosquito “e muitos pacientes com exames confirmados de dengue, cujo trabalho de informação não estava sendo efetuado por falta de ACEs”, revelou a coordenadora da Funasa Luzia do Carmo.

FORÇA TAREFA
Doutor Wille garante que o trabalho de  prevenção e combate ao mosquito transmissor da dengue continuará, mesmo em meio ao período chuvoso. O secretário está convocando uma Força Tarefa que envolve várias secretarias e em ação conjunta realizarem trabalho urgente de combate a dengue. Os procedimentos de Controle de Chagas também deverão ser intensificados pela SMS.

Seguindo orientações do prefeito Hildo do Candango e do Secretário Municipal de Saúde, Willen Teixeira, a Diretoria de Vigilância em Saúde e Funasa, iniciou nesta terça (15), uma ação efetiva de combate ao mosquito transmissor da dengue. Os bairros Setor 6, Águas Lindas II onde há maior índice de suspeitos e casos confirmados várias equipes de ACEs, visitaram as residências em trabalho informativo, ao tempo que era aplicado inseticida nas casas e terrenos baldios.
No bairro Recreio da Barragem foi localizada pela Funasa uma piscina em construção que servia para acumular água e de depósito para o mosquito da dengue.
De acordo com a Funasa, a incidência do mosquito da dengue já atinge diversos bairros da cidade “encontramos uma situação de abandono, áreas sem cobertura de agentes e muitas pessoas com suspeitas de contaminação”, frisou o diretor de Vigilância em Saúde, Euder Vieira.
A Funasa tenta bloquear a proliferação do mosquito e assim evitar uma epidemia. No PSF do bairro Águas Lindas II, em dez atendimentos, seis apresentam sintomas de dengue. Nas unidades residenciais visitadas foram identificados muitos focos do mosquito “e muitos pacientes com exames confirmados de dengue, cujo trabalho de informação não estava sendo efetuado por falta de ACEs”, revelou a coordenadora da Funasa Luzia do Carmo.

FORÇA TAREFA
Doutor Willen garante que o trabalho de prevenção e combate ao mosquito transmissor da dengue continuará, mesmo em meio ao período chuvoso. O secretário está convocando uma Força Tarefa que envolve várias secretarias e em ação conjunta realizarem trabalho urgente de combate a dengue. Os procedimentos de Controle de Chagas também deverão ser intensificados pela SMS.


HILDO DO CANDANGO REABRE O RESTAURANTE COMUNITÁRIO





Léa Cruvinel entrevista o prefeito Hildo do Candango na reabertura do restaurante comunitário


O Prefeito Hildo do Candango reabriu o restaurante nesta terça-feira (15) e foi recebido com aplausos pela comunidade, segundo ele a divida foi parcelada e o restaurante comunitário é de extrema importância para Águas Lindas e não poderia ficar fechado.



O estabelecimento é subsidiado pelo governo municipal e foi inaugurado com o propósito de servir comida farta e boa e por R$ 1 real. Ele é referência no Entorno, já que é o primeiro restaurante comunitário em cidades do interior de Goiás.
Embora o consumidor pague somente R$ 1 real pela refeição, “o valor total do benefício é de R$ 4,75”... A Prefeitura arca com os restantes R$ 3,75!
O restaurante comunitário está sendo administrado pela empresa Cial Alimentos e tem no seu quadro de funcionários três cozinheiras, três auxiliares, dois caixas, uma nutricionista, dezesseis auxiliares de cozinha e seis auxiliares de serviços gerais.

Prefeito Hildo do Candango e primeira dama,Alendra


Vice prefeito Luiz Alberto Jiribita e sua esposa Fábia


Prefeito Hildo do Candango,primeira dama Aleandra,presidente da câmara Evandro do Rainha da Paz ,deputado distrital Guarda Janio,


População participa da reabertura do restaurante comunitário

Muita lideranças comunitárias,Militares e eclesiásticas ,participaram da reabertura do restaurante comunitário.

Com informações da Jornalista Léa Cruvinel
Fotos:TVCMN






Este é o último ano de declaração do IR feita pelo contribuinte

Este será o último ano no qual o contribuinte que declara o Imposto de Renda pelo modelo simplificado precisará preencher a declaração do IR, reiterou a Receita Federal, faltando pouco menos de dois meses para começar o prazo para declaração deste ano, que deve começar em março e terminar no fim de abril. A partir do próximo ano, de acordo com o Fisco, a declaração será preenchida automaticamente pela Receita e caberá ao contribuinte acessar os dados, pré-preenchidos, para possíveis alterações.
Os dados utilizados pela Receita são os apresentados na declaração anual. Este modelo, mais moderno e eficiente, já é adotado em países da Europa e será viabilizado a partir do cruzamento de dados prestados pelas empresas contratantes, como antecipou no ano passado o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto.
Dos 25 milhões de contribuintes que entregam anualmente a declaração do Imposto de Renda, 17 milhões usam o modelo simplificado. Para esse grupo, o governo concede desconto de 20% sobre os rendimentos tributáveis. No modelo completo, a declaração continuará sendo preenchida pelo contribuinte. Neste outro modelo podem ser deduzidos gastos com saúde, doméstica, educação e dependentes.
Entre as novidades na declaração deste ano, está a correção da tabela do Imposto de Renda em 4,5%, conforme lei aprovada pelo Congresso Nacional. Essa mesma correção, que já foi aplicada no ano passado, aumenta a faixa de isenção do Imposto e também a das demais alíquotas.
Na declaração do IR deste ano, que tem por base os ganhos de 2012, rendimento de até R$ 1.637,11 por exemplo,está isento da declaração. De R$ 1.637,12 até R$ 2.453,50, a alíquota é de 7,5%. No IR de 2012, a faixa de isenção era de até R$ 1.566,61, segundo tabela então em vigor.
Fonte: O Dia


Deputado quer aprovar até a Copa projeto de lei que regulariza prostituição no país

Jean Wyllys  afirmou que usará todos os seus contatos na Câmara para aprovar projeto
Com o discurso pautado no aumento da exploração sexual durante a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) protocolou um projeto de lei na Câmara dos Deputados para regularizar a profissão das prostitutas. Ele quer correr com a proposta para que seja aprovada até 2014.
No Brasil, prostituição não é crime e é uma profissão legalizada. Ilegais são as casas de prostituição.
Em entrevista ao portal UOL, Jean Wyllys disse que o projeto está na Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Após essa etapa ele pretende seguir para a Comissão de Seguridade Social e Família e, depois, para o plenário.
Essa iniciativa não é novidade. O ex-deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) já havia protocolado um projeto semelhante durante seu mandato (1995-2011), mas o texto foi arquivado após ele deixar a Câmara. Porém, o tema vem à tona com a expectativa gerada por estes dois grandes eventos esportivos no país.
O deputado estadual Samuel Malafaia (PSD-RJ) é contrário ao projeto de legalização da prostituição no Brasil
Ainda segundo a entrevista, Jean Wyllys afirmou que há demanda para serviço sexual das prostitutas e dos prostitutos no Brasil. Assim, quer “garantir direitos trabalhistas e uma prestação de serviço em um ambiente absolutamente seguro”.
No entanto, o próprio deputado afirma que a sua maior resistência será, o que ele chamou de “bancada moralista, a bancada conservadora que reúne evangélicos fundamentalistas, católicos fundamentalistas e conservadores laicos, que não são católicos nem evangélicos, mas são conservadores, hipócritas, moralistas”.
Para aprovação e tramitação do seu projeto, o deputado garante que recorrerá a todas as suas relações na Câmara, pois sabe que enfrentará oposição. “Vou concentrar todos os meus esforços para fazer o projeto tramitar o mais rápido possível, antes da Copa do Mundo. Talvez converse com as lideranças da bancada do PT, que são prováveis aliados, com bancadas de esquerda e com a bancada feminina”.
Fonte: BOL/UOL


Lei de Responsabilidade Fiscal controla gastos nos municípios

Pessoa fazendo contas em calculadora de mesa
Ao lado da Lei Orçamentária do município, a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar n° 101/2000) é essencial na administração das contas públicas, ao estabelecer um limite para os gastos que podem ser feitos pelas prefeituras, impondo controle e transparência às despesas municipais.

O descumprimento das regras previstas na Lei de Responsabilidade Fiscal implica punições fiscais e penais, como, por exemplo, sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa (Lei n° 8.429/1992) e no Decreto-Lei n° 201/1967, que tipifica os crimes de responsabilidade dos prefeitos e vereadores.

Aprovada ao final de cada ano, a Lei Orçamentária define as diretrizes de investimento e gastos municipais para o próximo ano de exercício fiscal. Já a Lei de Responsabilidade Fiscal fixa um teto para as despesas da Prefeitura, que ficam condicionadas à arrecadação de tributos.

A proposta orçamentária é apresentada anualmente pelo próprio prefeito. Ela é analisada e votada pelos vereadores e, após aprovada pela Câmara Municipal, torna-se Lei Orçamentária. É essa norma que define onde deverão ser aplicados os recursos provenientes dos impostos pagos pelos cidadãos do município no ano seguinte.

A Lei de Responsabilidade Fiscal, por sua vez, impõe aos governantes normas e limites para a boa administração das finanças públicas nos três níveis de governo: federal, estadual e municipal. No âmbito municipal, ela determina que o gasto com pessoal não pode exceder 60% da receita corrente líquida. Desse total, o gasto do Executivo não pode superar 54%, e o gasto do Legislativo deve ficar em, no máximo, 6%, incluindo o Tribunal de Contas do Município.

A lei também impede que o prefeito aumente a despesa com pessoal nos 180 dias anteriores ao final de seu mandato, e determina que nenhum benefício ou serviço relativo à seguridade social poderá ser criado, majorado ou estendido sem a indicação da fonte de custeio total. O prefeito também fica impedido de utilizar recursos transferidos do Estado ou da União em finalidade diversa da pactuada.

Apesar de ser voltada especialmente ao Executivo, os Poderes Legislativo e Judiciário também estão submetidos à norma.

Gestão fiscal

Com a finalidade de garantir a total transparência da gestão fiscal, a Lei de Responsabilidade determina a ampla divulgação, inclusive em meios eletrônicos de acesso público, dos planos, orçamentos e leis de diretrizes orçamentárias, bem como das prestações de contas, com o parecer prévio do Tribunal de Contas competente, do relatório resumido da execução orçamentária e do relatório de gestão fiscal, com suas versões simplificadas.

Com o mesmo objetivo, as prefeituras devem disponibilizar a qualquer pessoa física ou jurídica acesso a informações detalhadas acerca das despesas e das receitas do município.

Com relação às despesas, devem ser divulgados todos os atos praticados pelas unidades gestoras no decorrer da execução da despesa, no momento de sua realização, com a disponibilização mínima dos dados referentes ao número do correspondente processo, ao bem fornecido ou ao serviço prestado, à pessoa física ou jurídica beneficiária do pagamento e, quando for o caso, ao procedimento licitatório realizado.

Também é de competência do Executivo municipal registrar o lançamento e o recebimento de toda a receita das unidades gestoras, inclusive dados referentes a recursos extraordinários.

As contas apresentadas pelo prefeito devem ser encaminhadas ao Poder Executivo da União, com cópia para o Poder Executivo do Estado, até o dia 30 de abril. Essas contas devem ficar disponíveis para consulta de cidadãos e instituições da sociedade civil durante todo o ano na Câmara Municipal e no órgão técnico responsável pela sua elaboração. Elas incluem também as contas prestadas pelos presidentes dos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário e do chefe do Ministério Público.
Prestação de contas
Outro ponto de destaque da Lei de Responsabilidade Fiscal determina que a prestação de contas apresentada pelo prefeito deve evidenciar o desempenho da arrecadação em relação à previsão dessa arrecadação. A prestação de contas também deve destacar as providências adotadas pela Prefeitura na fiscalização das receitas e no combate à sonegação, bem como as ações de recuperação de créditos nas instâncias administrativa e judicial e as demais medidas para incremento das receitas tributárias e de contribuições sociais.

RR/LF
FONTE:TSE

terça-feira, 15 de janeiro de 2013


Mídia alternativa

Por que o governo deve apoiar a mídia alternativa


Trata-se da observância (ou não) dos princípios liberais da pluralidade da diversidade implícitos na Constituição por intermédio do direito universal à liberdade de expressão, condição para a existência de uma opinião pública republicana e democrática

Em audiência pública na Comissão de Ciência & Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados, realizada em 12 de dezembro último, o presidente da Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da Comunicação (Altercom), Renato Rovai, defendeu que 30% das verbas publicitárias do governo federal sejam destinadas às pequenas empresas de mídia. ...

Dirigentes da Altercom também estiveram em audiência com a ministra da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom-PR), Helena Chagas, para tratar da questão da publicidade governamental.

Eles argumentam que o investimento publicitário em veículos de pequenas empresas aquece toda a cadeia produtiva do setor. Quem contrata a pequena empresa de assessoria de imprensa, a pequena agência publicitária, a pequena produtora de vídeo, são os veículos que não estão vinculados aos oligopólios de mídia.

Além disso, ao reivindicar que 30% das verbas publicitárias sejam dirigidas às pequenas empresas de mídia, a Altercom lembra que o tratamento diferenciado já existe para outras atividades, inclusive está previsto na própria lei de licitações (Lei nº 8.666/1993).

Dois exemplos:

1. Na compra de alimentos para a merenda escolar, desde a Lei nº 11.947/2009, no mínimo 30% do valor destinado por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar, do Fundo de Desenvolvimento da Educação, do Ministério da Educação, gestor dessa política, deve ser utilizado na aquisição "de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações, priorizando-se os assentamentos da reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e comunidades quilombolas".

2. No Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), destinado ao desenvolvimento da atividade audiovisual, criado pela Lei nº 11.437/2006 e regulamentado pelo Decreto nº 6.299/2007, a distribuição de recursos prevê cota de participação para as regiões onde o setor é mais frágil. Do total de recursos do FSA, 30% precisam ser destinados ao Norte, Nordeste e Centro Oeste. Vale dizer, não se podem destinar todos os recursos apenas aos estados que já estão mais bem estruturados (ver aqui, acesso em 11/1/2013).

A regionalização das verbas oficiais

A reivindicação da Altercom é consequência da aparente alteração do comportamento da Secom-PR em relação à chamada mídia alternativa.

A regionalização constitui diretriz de comunicação da Secom-PR, instituída pelo Decreto n° 4.799/2003 e reiterada pelo Decreto n° 6.555/ 2008, conforme seu art. 2°, X:

"Art. 2º – No desenvolvimento e na execução das ações de comunicação previstas neste Decreto, serão observadas as seguintes diretrizes, de acordo com as características da ação:

"X – Valorização de estratégias de comunicação regionalizada."

Dentre outros, a regionalização tem como objetivos "diversificar e desconcentrar os investimentos em mídia".

De fato, seguindo essa orientação a Secom-PR tem ampliado continuamente o número de veículos e de municípios aptos a serem incluídos nos seus planos de mídia. Os quadros abaixo mostram essa evolução.


(Fonte: Núcleo de Mídia da Secom, acesso em 11/1/2013)

Trata-se certamente de uma importante reorientação histórica na alocação dos recursos publicitários oficiais, de vez que o número de municípios potencialmente cobertos pulou de 182, em 2003, para 3.450, em 2011, e o número de veículos de comunicação que podem ser programados subiu de 499 para 8.519, no mesmo período.

Duas observações, todavia, precisam ser feitas.

Primeiro, há de se lembrar que "estar cadastrado" não é a mesma coisa que "ser programado". Em apresentação que fez na Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), São Paulo, em 16 de julho de 2009, o ex-secretário executivo da Secom-PR Ottoni Fernandes Júnior, recentemente falecido, citou como exemplo de regionalização campanha publicitária em que chegaram a ser programados 1.220 jornais e 2.593 emissoras de rádio – 64% e 92%, respectivamente, dos veículos cadastrados.

Segundo e, mais importante, levantamento realizado pelo jornal Folha de S. Paulo, a partir de dados da própria Secom-PR, publicado em setembro de 2012, revela que nos primeiros 18 meses de governo Dilma Rousseff (entre janeiro de 2011 e julho de 2012), apesar da distribuição dos investimentos de mídia ter sido feita para mais de 3.000 veículos, 70% do total dos recursos foram destinados a apenas dez grupos empresariais (ver "Globo concentra verba publicitária federal", CartaCapital, 13/9/2012, acesso em 12/1/2013).

Vale dizer, o aumento no número de veículos programados não corresponde, pelo menos neste período, a uma real descentralização dos recursos. Ao contrário, os investimentos oficiais fortalecem e consolidam os oligopólios do setor em afronta direta ao parágrafo 5º do artigo 220 da Constituição Federal de 1988, que reza:

"Os meios de comunicação social não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de oligopólio ou monopólio".

Democracia em jogo

A mídia alternativa, por óbvio, não tem condições de competir com a grande mídia se aplicados apenas os chamados "critérios técnicos" de audiência e CPM (custo por mil). A prevalecerem esses critérios, ela estará sufocada financeiramente, no curto prazo.

Trata-se, na verdade, da observância (ou não) dos princípios liberais da pluralidade da diversidade implícitos na Constituição por intermédio do direito universal à liberdade de expressão, condição para a existência de uma opinião pública republicana e democrática.

Se cumpridos esses princípios (muitos ainda não regulamentados), o critério de investimentos publicitários por parte da Secom-PR deve ser "a máxima dispersão da propriedade" (Edwin Baker), isto é, a garantia de que mais vozes sejam ouvidas e participem ativamente do espaço público.

Como diz a Altercom, há justiça em tratar os desiguais de forma desigual e há de se aplicar, nas comunicações, práticas que já vêm sendo adotadas com sucesso em outros setores. Considerada a centralidade social e política da mídia, todavia, o que está em jogo é a própria democracia na qual vivemos.

Não seria essa uma razão suficiente para o governo federal apoiar a mídia alternativa?

Artigo publicado originalmente pelo Observatório da Imprensa

Por Venício Lima
Fonte: Brasília 247 -

Cidadão tem amplo acesso a dados sobre filiação, contas, propaganda e Fundo Partidário no Portal do TSE

Tela inicial do novo portal do TSE


O Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) coloca à disposição de todos os cidadãos na aba “Partidos”, localizada na barra superior em azul da página inicial, diversos dados de interesse sobre os partidos políticos brasileiros, divididos em cinco links: Contas Partidárias, Filiação Partidária, Fundo Partidário, Partidos Políticos e Propaganda Partidária. As informações atendem aos princípios da ampla divulgação ao público e transparência dos dados coletados pela Justiça Eleitoral.
No link “Contas Partidárias” da aba, é possível consultar os balancetes mensais dos partidos, devoluções ao erário, modelos de demonstrativos contábeis, normas e regulamentos, plano de contas, prestações de contas e relação de processos.
Em “Filiação Partidária”, o interessado tem acesso direto ao sistema de filiação partidária (Filiaweb), no qual pode consultar certidões de filiação, relação de filiados das legendas e fazer download dos arquivos. Além disso, pode acessar as normas de filiação partidária, as estatísticas de filiação e esclarecer dúvidas no link “perguntas frequentes”.
No terceiro link da aba "Partidos”, no caso “Fundo Partidário”, pode-se consultar a distribuição do fundo, inclusive as de anos anteriores, a legislação eleitoral, as resoluções do TSE e as “perguntas frequentes” sobre o tema, entre outros tópicos. 
Já em “Partidos Políticos” estão disponíveis informações sobre os 30 partidos com registro no TSE. Ao clicar no nome da sigla, o cidadão tem acesso aos dados do diretório nacional (endereço, telefone, fax, e-mail, site), bem como ao estatuto partidário, suas alterações e outras normas complementares.
Por fim, no link “Propaganda Partidária” da aba o cidadão pode conhecer o calendário 2013 de transmissão da propaganda nacional das legendas (programa partidário em bloco e inserções nacionais) na TV e no rádio. Também podem ser verificadas a legislação eleitoral (Lei dos Partidos Políticos – Lei n° 9.096/1995 e outras) e as “perguntas frequentes” sobre o assunto.
As informações contidas nos cinco links servem à consulta constante por parte de pesquisadores, imprensa, partidos e da sociedade em geral.
EM/LF
FONTE:TSE

Conheça as principais atribuições dos prefeitos e vereadores

Eleições 2012 - voto limpo
Autoridade máxima na estrutura administrativa do Poder Executivo do município, o prefeito tem o dever de cumprir atribuições previstas na Constituição Federal de 1988 ao definir onde serão aplicados os recursos provenientes de impostos e demais verbas repassadas pelo Estado e pela União. A aplicação desses recursos públicos deve obedecer à Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar n° 101/2000) e o que for fixado na lei orçamentária anual do município, proposta pelo prefeito e votada pelos vereadores, que representam o Poder Legislativo municipal.
Também cabe aos vereadores acompanhar as ações do Executivo municipal e fiscalizar se os compromissos legais e metas do governo estão sendo cumpridos. A Constituição Federal determina, por exemplo, que cabe ao prefeito e à sua equipe administrar o transporte coletivo da cidade, manter programas de educação infantil e ensino fundamental, prestar serviços de atendimento à saúde da população, promover o adequado ordenamento territorial do solo urbano e proteger o patrimônio histórico-cultural do município. 
Essas competências estão previstas no artigo 30 da Constituição, que, mais abaixo, em seu artigo 158, relaciona os três impostos que geram parte da receita disponível aos prefeitos na administração dos serviços públicos locais. 
São eles o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a Eles Relativos (ITBI) e os Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS). Também são destinados à Prefeitura 50% do imposto arrecadado pela União sobre a propriedade territorial rural localizada no município, 50% do imposto arrecadado pelo Estado em Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) dos veículos registrados no município e parcela do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) arrecadado pelo Estado. Neste último caso, 25% da receita total obtida com o imposto é dividida entre todos os municípios de um mesmo Estado. 
Enquanto o prefeito é o chefe-máximo do Executivo municipal, o vice-prefeito é o segundo na hierarquia. Ele substitui o prefeito no caso de viagem, licença e em algumas hipóteses de afastamento do cargo, como quando o político decide concorrer a outro cargo eletivo. 
Intervenção no município
A Constituição Federal prevê, ainda, que o Estado não pode intervir em seus municípios, a não ser que o prefeito deixe de prestar contas na forma determinada em lei e caso ele deixe de aplicar o mínimo exigido da receita municipal na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde.
O artigo 212 da Constituição determina que os municípios devem aplicar anualmente, no mínimo, 25% da receita resultante de impostos na manutenção e desenvolvimento do ensino. Para a saúde, a Constituição Federal prevê o repasse de 15% do produto da arrecadação de impostos específicos (inciso III do parágrafo 2º do artigo 198). 
RR/LF
FONTE:TSE

domingo, 13 de janeiro de 2013


Paulo Garcia é a opção para unir o PMDB, o PT e o PSB
Paulo Garcia e Iris Rezende: a chapa dos sonhos das oposições para 2014 teria os dois, mas o presidente do PSB, o empresário Júnior do Friboi
O  Jornal Opção conversou com vereadores e deputados do PMDB e do PT para verificar o que pensam a respeito da disputa para governador em 2014. A única certeza — que todos dizem “absoluta” — é que estarão juntos. Sugerem que, “separados”, serão “devorados” pelo governador Marconi Perillo, uma verdadeira raposa política, acostumada a embates duros. Admitem que o presidente do PT, deputado federal Rubens Otoni, está preparando a estrutura partidária para bancar o nome do prefeito de Anápolis, Antônio Gomide, para governador. “Rubens manda no PT”, afiançam os petistas.

O “problema” de Gomide, na análise dos peemedebistas, é que, na montagem da chapa em Anápolis, não provou confiar no PMDB, optando por um vice do próprio PT. Ao contrário de Paulo Garcia, que aceitou um vice peemedebista, Agenor Mariano. Outra questão é que o PMDB quer lançar candidato a governador. Se Iris Rezende disser “sou candidato”, todos, do PMDB ao PT, sairão do caminho e abrirão espaço para o veterano. Aos que falam que Iris, com 81 anos em 2014, não terá energia para percorrer um Estado com 246 municípios e maior do que Cuba, Israel e Portugal juntos, o presidente da Câmara Municipal de Goiânia, Clécio Alves (PMDB), costuma dizer que Iris tem uma “reserva de energia” no organismo e que, quando disputa eleições, remoça-se. Sem Iris, o partido não tem um nome consistente. Pelo menos no momento, tem bons nomes para vice, como Iris Araújo, Samuel Belchior, Daniel Vilela, Waguinho Siqueira. O único nome que se aproxima de Iris em termos de popularidade e prestígio, Maguito Vilela, tem frisado que vai continuar na Prefeitura de Aparecida de Goiânia.

O prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, diz, interna e externamente, que pretende terminar seu mandato, em 2016. Entretanto, mesmo que não queria, pode ser chamado para a disputa de 2014, pois, segundo o que o Jornal Opção ouviu de petistas e peemedebistas, é o único político que unifica PT e PMDB. “É como se Paulo conseguisse ser, a um só tempo, petista, peemedebista e... irista”, diz um vereador. O prefeito da capital disputaria para unificar os partidos, para ampliar a frente política. Os principais partidos e políticos da oposição abrem mão da disputa — desde que o candidato seja Paulo Garcia.

Curiosamente, embora diga que será candidato de qualquer maneira, Júnior do Friboi, do PSB, pode abrir mão de disputar com o objetivo de apoiar a candidatura do jovem petista.

Há outro fator favorável à candidatura de Paulo Garcia. A presidente Dilma Rousseff defende à tese de que o PT deve lançar candidato a governador de Goiás. “Dilma quer Paulo” — é o refrão que se ouve em Brasília. O Palácio do Planalto tem a montagem da chapa na ponta da língua: Paulo Garcia para governador, Friboi para vice e Iris para o Senado. É chapa dos sonhos.
 FONTE:JORNAL OPÇÃO

Goiás passará a ter apenas um Tribunal de Contas
Maria Teresa Fernandes Garrido, líder no TCM: aposentadoria
à vista
A existência de dois tribunais de contas é um luxo que apenas quatro Estados brasileiros bancam. Goiás é um deles. A Constituição de 1988 vedou a criação (e recriação) de novos tribunais de contas dos municípios. O Tocantins, unidade nova da Federação, tem apenas Tribunal de Contas do Estado, que é suficiente para avaliar os atos dos municípios e do governo estadual. O governo de Marconi Perillo (PSDB), que está buscando enxugar a estrutura pública para manter e ampliar os investimentos, elaborou um projeto para extinguir o Tribunal de Contas dos Muni­cípios. Apesar da resistência e das pressões de alguns conselheiros do TCM, é muito provável que Goiás, entre 2013 e 2014, passe a ter apenas o TCE.

De início, falou-se em fusão — o que não é legalmente possível. O que é factível é a absorção das atividades do TCM pelo TCE. Parece a mesma coisa, mas não é. Porém, ao contrário do que se publicou na imprensa, as constituições federal e estadual não permitem que um TCE tenha mais do que sete conselheiros. Portanto, com a absorção, não se poderá aumentar para dez ou 11 conselheiros. Os conselheiros do TCM — como a presidente Maria Teresa Fernandes Garrido — serão aposentados.
 FONTE:JORNAL OPÇÃO