Motoristas de aplicativos têm relatado nas redes sociais uma rotina cada vez mais extensa para conseguir obter ganhos considerados baixos ao final do dia.
Em alguns relatos, os profissionais afirmam passar até 12 horas nas ruas para faturar menos de R$ 200. O valor, porém, não representa necessariamente o que fica no bolso do motorista, já que ainda existem despesas com combustível, manutenção, seguro, depreciação, impostos e outros custos do veículo.
Para quem depende exclusivamente dos aplicativos, a quantidade de horas trabalhadas acaba sendo um dos principais pontos de preocupação. A necessidade de aumentar o número de corridas pode significar mais tempo ao volante e, consequentemente, maior desgaste do carro.
O cenário também reacende o debate sobre a rentabilidade da atividade e sobre quanto realmente sobra para o profissional depois de descontadas todas as despesas.
Na sua opinião, passar 12 horas dirigindo por menos de R$ 200 ainda vale a pena ou o custo do carro acaba com o lucro?

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