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sexta-feira, 1 de abril de 2022

Na Índia, gêmeos siameses nascem com três braços e duas cabeças

Foto: Reprodução
Shaheen e o esposo Sohail estavam cientes da gravidez gemelar, mas esperavam que os filhos viessem inteiramente formados Ao dar a luz aos filhos no última segunda-feira, 28, a indiana Shaheen Khan e seu marido tiveram uma surpresa: os gêmeos nasceram compartilhando o mesmo corpo. Shaheen e Sohail, seu esposo, estavam cientes da gravidez gemelar, mas esperavam que os filhos viessem inteiramente formados. As crianças nasceram unidos por apenas um dorso, apesar de terem cabeças e corações diferentes condição conhecida como parapagus dicefálico. Em muitos desses casos, as crianças morrem pouco depois do nascimento. No entanto, os gêmeos siameses sobreviveram até agora, e estão internados em um hospital na cidade vizinha de onde nascem, em Indore, para serem monitorados por médicos. A mãe dos bebês, Shaheen, continua internada no hospital distrital em Ratlam. As informações são do jornal O Globo. A prevalência de gêmeos siameses acontece de um em 50 a 100 mil nascimentos, de acordo com um estudo publicado no American Journal of Medical Genetics. Desses caso, 11% são gêmeos parapagus dicefálico, indica uma pesquisa de revisão histórica que saiu no Journal of Pediatric Surgery. O mais comum entre gêmeos siameses é que eles sejam unidos no peito ou abdômen. Gêmeos parapagus dicefálico são unidos lado a lado pela pelve e parte ou todo o abdômen e tórax, entretanto, com as cabeças separadas. Os bebês que nascem nessa condição podem ter dois, três, ou quatro braços e duas ou três pernas. Gêmeos siameses são gerados por conta de um óvulo fertilizada que começou a se dividir em dois embriões após algumas semanas da concepção, entretanto, o processo é interrompido antes da conclusão. Cirurgia de risco A cirurgia de separação de gêmeos siameses é um procedimento tanto delicado quanto arrisco, e exige extrema precisão e cuidado. Justamente por isso, a decisão de realizar a cirurgia de separação é extremamente séria. O índice de mortalidade de gêmeos que se separam variam, já que depende do tipo da conexão dos bebês e órgãos que compartilham. Em cerca de 75% das vezes, desde 1950, ao menos um gêmeo sobreviveu à separação, é o que informa o Centro Médico da Universidade de Maryland. Entretanto, nos casos de gêmeos onde as câmeras de bombeamento de seus corações são conjuntas, não há sobreviventes registrados. Somente depois do nascimento das crianças é que os médicos podem utilizar ressonância magnética, ultra-som e angiografia para identificar quais órgãos os gêmeos compartilham. A determinação da viabilidade da separação deve ser cuidadosamente avaliada pelos médicos, que têm que avaliar como os órgãos compartilhados atuam. Depois da separação, a maior parte dos gêmeos precisa passar por um tratamento de reabilitação intensiva por conta da malformação e posição de suas espinhas. Fonte:https://jornaldebrasilia.com.br/

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