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sábado, 2 de abril de 2022

Cadela que era obrigada a cheirar cocaína ganha nova família em SP

Foto: Divulgação/ONG Viva Bicho
Poppy já havia sido adotada por outras famílias duas vezes, mas foi devolvida. Por conta dos maus-tratos, a cachorrinha tinha vários traumas Resgatada por uma ONG de Santos (SP), a cachorrinha Poppy recebeu um novo lar. A cadela sofria maus-tratos na casa onde vivia e, por conta disso, sentia-se insegura com novos tutores. Ela chegou a ser adotada, mas foi devolvida duas vezes. Recentemente, uma nova família a acolheu e ressignificou a vida do animal. Leila Abre, diretora de Bem-Estar Animal da ONG Viva Bicho, afirmou que foi emocionante ver Poppy correndo e brincando. De acordo com ela, a cachorra foi resgatada da casa de um homem que foi denunciado por colocar cocaína no nariz de outro cachorro. Segundo a diretora, esse cão ficou com o tutor que o resgatou, no entanto, havia outros três cachorros no local e todos foram recolhidos pela ONG. “Todos tinham o mesmo trauma, pavor de contato humano. Eram amigos só entre eles, não se relacionavam nem com outros cães”, contou ao g1. Por conta desse trauma, as outras famílias que tinham adotado Poppy anteriormente não prosseguiram com a adoção e a devolveram. “Ela já tinha sido adotada duas vezes, e as pessoas devolviam porque ela tentava fugir a todo momento. Ela não interagia muito com as pessoas. Mas, na nova tutora, ela encontrou a energia que precisava”, relatou. Leila contou, ainda, que na segunda vez em que foi devolvida, a ONG resolveu dar um tempo para a cadela ser adotada. “Mas, pouco tempo depois, a tutora ideal apareceu. Ela [cachorra] não tinha interação social. Vivia no mato com outros cães, e apanhava, convivendo com um dependente químico. Por isso era tão assustada. Tinha que viver sempre em alerta”, disse. Conforme a diretora, ver o avanço de Poppy foi emocionante. “Foi lindo, a gente se emocionou demais. Eles passaram vídeo dela brincando de pega-pega com outros cães, então, o trauma que ela tinha foi totalmente superado. As pessoas que adotam precisam dar um tempo para o animal. Cada um tem uma história de vida, que precisa ser relevada e respeitada. O amigo dela, que recebeu cocaína no nariz, vive com o novo tutor, e tinha o mesmo comportamento arredio, mas se apaixonou pelo tutor e aprendeu a confiar nele”, finalizou. Fonte:https://jornaldebrasilia.com.br/

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