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domingo, 9 de janeiro de 2022

Buldogue francês tem maior risco de contrair doenças do que outras raças; entenda

Foto:(crédito: Luis Nova/Esp. CB/D.A Press)
Apesar de ter um risco maior de desenvolver 20 distúrbios comuns, os buldogues franceses tiveram menor risco de serem diagnosticados com 11 de 43 distúrbios comuns Buldogues franceses têm riscos significativamente maiores de serem diagnosticados com 20 doenças comuns, em comparação com outras raças caninas, segundo um estudo publicado na revista Canine Medicine and Genetics. Para reduzir os riscos de distúrbios respiratórios associados ao focinho mais curto e à cabeça chata típicos desse animal, os autores propõem uma mudança no foco da reprodução para características mais moderadas. Os cientistas, do Royal Veterinary College, em Hertfordshire, na Inglaterra, usaram registros de clínicas veterinárias em todo o Reino Unido a partir de 2016, contidos no banco de dados VetCompass, que inclui 2.781 buldogues franceses e 21.850 de outras raças. Dan O'Neill e os colegas compararam os diagnósticos de 43 distúrbios específicos entre os animais. Observaram que os primeiros corriam risco significativamente maior de sofrer de estreitamento nasal (42,14 vezes maior), síndrome das vias aéreas obstrutivas (30,89 vezes), secreção no ouvido (14,40 vezes) e dermatite cutânea (11,18 vezes). Apesar de ter um risco maior de desenvolver 20 distúrbios comuns, os buldogues franceses tiveram menor risco de serem diagnosticados com 11 de 43 distúrbios comuns, incluindo comportamento indesejável, claudicação e obesidade. Isso destaca que a raça tem potencial para evoluir para um perfil mais saudável, avaliam os autores. Eles sugerem que a reprodução seletiva longe das características físicas de extremo alto risco desses animais, como focinhos mais curtos e dobras cutâneas, que estão associados a distúrbios de saúde, pode deixar a raça mais saudável. "Alcançar mudanças significativas na aparência típica dos buldogues franceses ao longo do tempo requer a boa vontade de criadores e clubes de canis, que publicam os padrões de criação. Mas a maior responsabilidade está com proprietários, que podem exigir cães com características mais moderadas", diz Dan O'Neill, palestrante sênior do Royal Veterinary College e coautor do estudo. Fonte:https://www.correiobraziliense.com.br/

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