sábado, 22 de fevereiro de 2020

Passagens entre DF e Entorno ficam até 6,9% mais caras a partir de domingo

Reajuste foi anunciado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) nesta sexta-feira (21/2)

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e atividades ao ar livre
Tarifas dos ônibus do Entorno vão ficar mais caras a parir de domingo (23/2)(foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)



As passagens de ônibus das linhas que ligam o Distrito Federal às regiões do Entorno ficarão mais caras a partir deste domingo (23/2). O aumento foi autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em publicação, nesta sexta-feira (21/2), no Diário Oficial da União (DOU). O reajuste autorizado varia de 5,5% a 6,9%. 

Para as linhas que ligam Águas Lindas de Goiás – Taguatinga;  Águas Lindas de Goiás – Ceilândia; Cocalzinho (Girassol) – Brasília/DF; Cocalzinho de Goiás (Girassol) – Taguatinga/DF; Mansões Marajó/GO – Brasília/DF; Novo Gama/GO – Gama; e Novo Gama - Taguatinga/DF, o aumento será de 6,9%. As demais linhas, as tarifas subirão 5,5%. 

Veja a tabela abaixo: 

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Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/ 

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Financiamento-- Caixa lança linha de crédito imobiliário com juros fixo

Financiamentos imobiliários de imóveis novos e usados poderão ser feitos com taxa de 8%. Contratação estará vigente a partir desta sexta-feira, 21

Foto: reprodução/ Agência Brasil
Por Luiz Phillipe Araújo
Em fase de reaquecimento do setor imobiliário, a Caixa anunciou nesta quinta-feira, 20, lançamento de linha de crédito imobiliário com taxa fixa de 8% ao ano (a.a.). A alternativa poderá ser acessada por clientes a partir desta sexta-feira, 23, e pode ser utilizada para financiamento de imóveis novos e usados.
De acordo com o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, oferecer esse novo modelo de crédito significa revolucionar o mercado imobiliário do País. “É uma nova alternativa para o cliente que busca financiar seu imóvel sabendo quanto vai pagar da primeira à última prestação”, defende o presidente.
Conforme pontua o banco, o cliente poderá escolher entre os sistemas de amortização SAC, para contratos de até 360 meses, e PRICE, para financiamentos de até 240 meses.

Utilização do FGTS

Para financiamento de imóveis do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) avaliados em até R$ 1,5 milhão, é possível a utilização dos recursos do FGTS, desde que o cliente se enquadre nas regras do Fundo.
Fonte: Jornal Opção 

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Mais rápido Receita Federal antecipa prazo da restituição do IR 2020

O Governo também diminuiu o número de lotes; declaração tem início no dia 2 de março

A partir de quinta já é possível fazer download do programa | Foto: reprodução/ Agência Brasil

Por Eduardo Pinheiro
A Receita Federal resolveu antecipar em um mês o começo da restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física 2020. Também houve redução do número de lotes, de sete para cinco, o que, na prática, quem tiver restituição deve receber mais depressa do que nos anos anteriores. O anúncio foi feito na tarde desta quarta-feira, 19.
Nos anos anteriores, a restituição começava em junho. Neste ano, com as mudanças, o primeiro lote será pago já em 29 de maio. Depois vão seguir mês a mês: 30 de junho, 31 de julho, 31 de agosto e 30 de setembro.
O prazo para a declaração tem início dia 2 de março e vai até o dia 30 de abril às 23h50, no horário de Brasília. Será obrigado a declarar quem ganhou mais de R$ 28.559,70, em 2019.
O programa para preenchimento do IR 2020 deve ser disponibilizado para download a partir de quinta-feira, 20.

Deduções

Exceto no caso das contribuições de empregadas domésticas e de fundos para direitos de idosos, os valores de deduções não mudaram em relação a 2019. O limite de abatimentos na declaração simplificada continuará em R$ 16.754,30. As deduções por dependente, em R$ 2,275,08. As deduções de gastos com educação, em R$ 3.561,30. As contribuições para a previdência complementar poderão totalizar até 12% do rendimento tributável. (Com informações da Agência Brasil)
Fonte: Jornal Opção

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

ECONOMIA-- Fome, doença e incertezas: o calvário de quem depende do INSS

Após 97 dias das mudanças na Previdência, sistema não funciona. Fila tem 1,7 milhão de pessoas, que são atingidas por todo tipo de carestia

Hugo Barreto/Metrópoles
HUGO BARRETO/METRÓPOLES




Após adoecer, o ex-garçom Júnior Augusto, de 34 anos, viu a renda cair, a despesa com remédios aumentar e a despensa ser afetada pela carestia. Uma neuropatia — comorbidade que afetou sua locomoção — o impede de trabalhar. Há um ano, o morador da quadra 104 do Recanto das Emas, cidade distante 30 km do centro de Brasília, tenta minimizar o revés angariando o auxílio-doença do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Ainda não conseguiu.
Assim como ele, uma série de brasileiros se queixam de falhas no órgão responsável pela concessão da aposentadorias e de benefícios sociais, como auxílios maternidade e doença. A crise se agravou após a promulgação da reforma da Previdência, em novembro passado. Noventa e sete dias após a validação das novas regras, o governo federal ainda não conseguiu atualizar o próprio sistema. Segundo o INSS, 30% das adaptações ainda precisam sair do papel.
Assim como Júnior Augusto, o personagem que o leitor conheceu no início da reportagem, outros 1,7 milhão de brasileiros aguardam a autorização de benefícios ou apenas tentam entrar na fila. Carestia resume essas histórias. Para se ter dimensão de como a situação degringolou, desses pedidos, 64,5% estão com o prazo legal de análise vencido, ou seja, ultrapassaram 45 dias.
José Augusto deixou a agência da Previdência Social no centro de Ceilândia — local distante 18 km de sua casa e 37 km do Plano Piloto — insatisfeito. Pela segunda vez, saiu sem conseguir marcar a perícia médica para comprovar o problema de saúde. Caminhando com dificuldades e quase sem equilíbrio, ele voltou para casa sem respostas.
Foto: Hugo Barreto/ Metropoles
O garçom José  Augusto, tenta há um ano conseguir auxilio doença
“É um absurdo o que está acontecendo. Estão dizendo que o problema começou com a reforma (da Previdência), mas vem de muito antes. Triste é quem está doente, vendo a situação em casa ficar feia e não ter como resolver. Às vezes, falta o básico, a comida”, conta, emocionado.
Apoiado em uma bengala, ele detalhou a sua situação financeira atual: viu renda de R$ 2 mil mensais acabar e a despesa com remédios ultrapassar R$ 400. Tem sobrevivido, ao lado da esposa, que não trabalha, com a ajuda de parentes e reservas da poupança. “Até quando será assim? Quando terei o benefício? Quem resolverá esse problema do INSS?”, questionou.
“Menosprezo”Durante dois dias, o Metrópoles percorreu agências do INSS na Asa Sul, em Taguatinga e em Ceilândia. O amontoado de problemas se repete um sem-número de vezes. Tragédias humanas tomam todas as formas e dimensões.
É o caso da vendedora de pipoca Creuza Alves Souza Cruz, de 60 anos, que ganha a vida em sinaleiros da cidade. Nesta terça-feira (18/02/2020), ela chegou às 8h na agência do INSS de Ceilândia. Deixou o local por volta das 11h30. O problema: atualização da alíquota paga ao órgão para se aposentar, não foi totalmente resolvida. Mais grave: voltou para casa com ainda mais dúvidas.
“Sei que conseguirei me aposentar com 63 anos e 15 anos de contribuição. Desde 2012, pago R$ 31,10. Eles mudaram a conta e terei que pagar R$ 56 e alguns centavos. Terei que arcar com o dinheiro que não foi atualizado para conseguir me aposentar com um salário mínimo“, contou.
Creuza estava acompanha da nora, que se indignou. “É o segundo dia consecutivo que ela vem aqui. Por ter pouca instrução, ter mais idade e estar requerendo um benefício para pobre, as pessoas acham que podem tratar mal, menosprezar. O que ocorre ali dentro (aponta para a agência com o dedo em riste) é desumano, absurdo”, reclamou a dona de casa Mônica Pereira Leite, de 34 anos.
As moradoras do Sol Nascente, área carente de Ceilândia, convivem com a carestia batendo ao prato. “Não vou mentir, tem dia que tiramos da boca para pagar uma conta. É água, luz, gás. Fico imaginado como será, comigo mais velha, e correndo o risco de a aposentadoria não sair”, lamentou. Renda certa, somente a paga pelo Bolsa Família: pouco mais de R$ 100. “Mas está dando para viver”, finalizou, com um sorriso que custou a sair.
Benefício suspenso
Viúva, desempregada e responsável pela filha doente de 17 anos, Silvana Lopes, de 38, sobrevive de doações. Na virada de 2020, o auxílio-doença da filha dela, Vitória Lopes, foi suspenso pelo INSS. Dois meses sem o salário mínimo (R$ 998 à época do último pagamento) sem cair na conta. Era a única renda de mãe e filha.
“Os gastos com fraldas, remédios e comida não param. Nunca tive problemas com o benefício, mas agora cancelaram e não explicam o motivo certo. Me mudei do Gama para Ceilândia há 15 anos e estão dizendo que existem inconsistências no cadastro. Não é verdade. Mudei tudo lá (no Gama) assim que me mudei”, afirmou, muito nervosa.
Vitória tem sequelas da operação de um tumor na bexiga. Não pode trabalhar. Para agravar a situação, aguarda uma cirurgia para retirada de um cisto. “É uma situação muito delicada. Não sei o que fazer. Não trabalho fora porque não tenho como deixá-la só, não tenho quem cuide dela”, lamentou.
O problema deve se arrastar por mais tempo. Silvana não teve tempo nesta terça-feira de ir à agência do INSS no Gama. Trinta quilômetros separam a casa dela, na QNR 2, em Ceilândia, do posto de atendimento da Previdência. “Desde 2005 recebo o benefício e nunca tive problema, agora com essas mudanças todas, está acontecendo isso”, reclamou.
Agências em colapso
Até mesmo os servidores responsáveis pelo atendimento, alvos das principais críticas, são afetados pelo problema. Os gerentes das agências estão proibidos de dar entrevistas, no entanto, em reservado, a reclamação é unânime.
Um desses profissionais largou a função de gestor para encarar as filas. “O fato de eu estar no atendimento já diz tudo. É necessário que se tenha servidor para analisar as concessões e não só atender a fila das agências. Até mesmo a proposta de colocar militares não adiantará muito. Isso porque, além de exigir um treinamento, não haverá uma solução viável em tempo hábil”, criticou.
Outro gerente apontou que além da fila virtual, da fila real das agências, ainda precisa deslocar servidor para atender advogados de requerentes que judicializam os casos. “Hoje estou como atendente, completando o meu quadro de servidores. Eu mesmo trabalhei durante todo domingo. Temos regras da Suíça e um sistema da Índia. Não funciona”, reclamou.
Informação desencontrada
A movimentação da porta das agências revela o momento tenso vivenciado pelo INSS. Mesmo aqueles beneficiários que conseguem agendar uma perícia ou que, em tese, tem o pagamento garantido, enfrentam dificuldades. É o caso da cozinheira Cláudia de Souza, de 42 anos, e do aposentado João Bento de Oliveira, de 79.
Cláudia esperou quatro horas na fila da agência de Taguatinga para renovar o benefício de prestação continuada. Ela teve o pagamento suspenso após um ano de afastamento do trabalho. Diagnosticada com esquizofrenia e depressão, mesmo com o agendamento da perícia médica, não conseguiu atendimento. “É a minha única renda. Meu marido está desempregado e tenho dois filhos morando comigo”, relatou.
A falha se repetiu com João Bento. O atendente do INSS garantiu que o pagamento da aposentadoria estava certo. Contudo, o valor não foi creditado na conta dele. O idoso cobra o depósito das parcelas atrasadas, mas mesmo com o formulário em mãos, não consegue resolver o problema. Ele ironizou. “Foi pago, só não caiu na conta”, protestou.
Foto: Hugo Barreto/Metropoles
A cozinheira  Cláudia de Souza não consegue marcar uma perícia médica
Versão oficial
De acordo com a Secretaria Especial de Previdência do Ministério da Economia, o governo editará a medida provisória para contratar militares da reserva e servidores aposentados nos próximos dias. A iniciativa foi prometida pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em janeiro. “O governo finaliza a elaboração da medida provisória para viabilizar contratações temporárias para reforçar o atendimento e análise de benefícios no INSS”, resumiu, em nota. A única medida implementada até o momento foi a extensão da jornada de trabalho dos atuais funcionários.
O INSS admite que existe a defasagem do sistema para receber novos pedidos, com as novas regras. “Adaptação do sistema é necessária para implementação das regras da Emenda Constitucional 103, que alterou o sistema de Previdência Social. Desse processo, mais de 70% já foram finalizados”, informou. O órgão estima que até março conseguirá o processo. A fila deve demorar seis meses para ser zerada.




terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Por que a maioria das pessoas não se importa com problemas ambientais?

Destaque
De Autossustentável



Por Livia Ribeiro

As pessoas se importam com questões de sustentabilidade? Como educadora e engenheira ambiental, essa é uma pergunta recorrente em minha cabeça. E tenho certeza que se você está lendo este artigo, já se perguntou isso também.
Fazendo uma rápida busca por pesquisas realizadas sobre o tema, vemos indícios que sim, as pessoas se importam com questões relacionadas ao meio ambiente no Brasil.  Uma pesquisa realizada em 2012 pelo Ministério do Meio Ambiente aponta, por exemplo, que 82% das pessoas discordam da seguinte frase: “O conforto que o progresso traz para as pessoas é mais importante do que preservar a natureza” e esse índice veio crescendo desde 1997, quando eram apenas 67%. Em 2018, o “meio ambiente e riquezas naturais” apareceu como maior orgulho nacional para o brasileiro em pesquisa realizada pelo IBOPE e WWF.
Porém, existe uma diferença clara entre o discurso e a prática. Falar que se importa é uma coisa, mas de fato ter uma mudança de comportamento é outra história. Somos um dos países com maiores índices de desmatamento, reciclamos menos de 5% dos nossos resíduos e elegemos governos com claro descaso por questões ambientais.

Desmatamento
Desmatamento na Amazônia. / Imagem: Agência Brasil

Se as pessoas dizem se importar, por que não agem e cobram devidamente?

O ser humano prioriza problemas imediatos.

As mudanças climáticas, por exemplo, parecem algo muito distante do presente e acabam não representando uma ameaça factível para muitos.

Desconexão com a natureza.

Cuidamos apenas daquilo que conhecemos e temos vínculo. Quanto mais distantes do meio natural, menos as pessoas se importam com sua preservação e conservação.

As pessoas têm cada vez menos contato com a natureza. / Imagem: Creative Commons

A população não tem conhecimento suficiente.

Conhecimento é diferente de informação. Enquanto a informação está cada vez mais acessível, ainda não está claro para muitos os reais desafios, causas, consequências e possibilidades de soluções.

Muitos não sofrem ou percebem diretamente as consequências.

O problema do plástico no oceano, por exemplo, despertou incômodo nas pessoas quando começaram a literalmente ver o lixo na praia e nas ruas de sua cidade.
Poluição praia
Poluição em praia. / Imagem: Creative Commons.



É mais trabalhoso sair da zona de conforto.

Como seres vivos otimizamos ao máximo nosso gasto de energia e por isso priorizamos aquilo que nos é mais fácil e cômodo.

Sistema baseado em crenças e valores insustentáveis.

Ganância, individualismo, egoísmo, medo, impotência e desconexão ainda são valores presentes em nossa sociedade e base para nosso modo de vida, gerando crenças, comportamentos e culturas insustentáveis.
Consumismo
Imagem: Creative Commons

O desafio é complexo, mas um dos principais papéis da educação para sustentabilidade é, justamente, compreender as causas da distância entre o discurso e a prática e traçar estratégias para minimizá-las. Também é papel da educação para sustentabilidade aproximar as pessoas da natureza; facilitar práticas e soluções para que as pessoas se desafiem a sair de sua zona de conforto; fortalecer valores humanos como cooperação, respeito e solidariedade; levar a informação de maneira mais clara e convidativa; e gerar mais empatia e conexão entre aqueles que causam e os que hoje começam a sofrer as consequências.



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Políticas Públicas --Piloto de programa para retomar obras paradas será lançado em Goiás

Foco do trabalho no Estado são as 56 construções de creches ou de suporte à educação infantil que estão paradas ou inacabadas em 47 cidades

Lançamento do Destrava acontecerá na próxima segunda-feira, 17 | Foto: Felipe Cardoso/Jornal Opção

Por Italo Wolff
Na próxima segunda-feira (17/2) o presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, ministro Dias Toffoli, e o presidente do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), procurador-geral da República Augusto Aras se reunirão com o governador Ronaldo Caiado (Dem) para lançar o programa “Destrava” em Goiás. O Programa Integrado para Retomada de Obras tem intenção de retomar 56 construções paralisadas em 47 municípios do Estado.
As construções a serem “destravadas” são principalmente creches e escolas da educação infantil. Levantamentos do TCU e da Atricon apontam que existem 14 mil obras paralisadas por todo o País, no valor de mais de R$ 200 bilhões. Dentre as principais razões para a paralisação estão razões técnicas, erros de projeto e abandono pela empresa. No projeto-piloto, que será lançado em Goiás, o primeiro passo é a criação de um comitê gestor. 
O comitê gestor local do Destrava avaliará desafios dos gestores e as causas das paralisações. Com isso, terá poder de acionar os entes que podem resolver os problemas e definem as medidas para a retomada das obras. O Destrava tem previsão de ser concluído no primeiro semestre de 2020 e integrar órgãos de controle e Poder Judiciário.
A ocasião do lançamento se dará no Centro Cultural Oscar Niemeyer, às 11h, e contará com a presença de representantes do Tribunal de Contas da União (TCU), Advocacia Geral da União, Associação do Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Ministério da Infraestrutura e Controladoria Geral da União (CGU). 
Com informações do Conselho Nacional de Justiça
Fonte: Jornal Opção

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Extinção de registros profissionais recebe críticas de debatedores em audiência Fonte: Agência Senado

Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) realiza audiência pública para debater
Roque de Sá/Agência Senado
Fonte: Agência Senado


Carlos Penna Brescianini
Fonte: Agência Senado

A medida provisória (MP 905/2019), que institui o Contrato de Trabalho Verde e Amarelo e faz alterações na Consolidação da Leis do Trabalho (CLT), recebeu críticas de debatedores em audiência pública na Comissão de Direitos Humanos (CDH) nesta quinta-feira (13), no que diz respeito à extinção de registros profissionais, ponto polêmico da MP.
O presidente do Sindicato dos Radialistas do Distrito Federal, Marco Antonio Arguelho Clemente, afirmou que o fim do registro profissional de radialistas e jornalistas, estabelecido pela MP, vai expandir a proliferação de fake news.
— Se não se formam profissionais para exercer o radialismo e o jornalismo, o espaço vai ser ocupado por aqueles sem formação. Isso é basicamente o que gerou o fenômeno das notícias falsas na internet. E é isso a intenção desse governo? — indagou.
Até o momento, há 1.905 emendas apresentadas ao texto da MP 905/2019, que tem prazo inicial de validade até 20 de fevereiro. Entretanto, a MP ainda pode ter sua validade prorrogada por mais 60 dias. 

Geração de empregos

A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) afirmou que "não era nem para os presidentes da Câmara e do Senado terem recebido [a MP]" por ser inconstitucional.
— Não vi um item da MP 905/2019 que gere empregos, como afirma o governo. O governo afirmou que a terceirização ia gerar empregos, que a reforma da Previdência ia gerar emprego, que a reforma trabalhista ia gerar emprego. Segundo o IBGE, há 41 milhões de pessoas na informalidade e 11 milhões de desempregados. Cadê os empregos? Quem vai pagar a Previdência? Essas medidas estão matando a economia do Brasil. Sem emprego, quem vai consumir? Estão quebrando o país — afirmou.

Desmonte da legislação

Juliana Cesar Nunes, diretora do Sindicato dos Jornalistas do DF, afirmou que essa medida provisória desmonta pontos fundamentais para a fiscalização do trabalho, que antes era exercida pelo Ministério do Trabalho.
— Essa MP, ao invés de gerar empregos, criou barreiras, pois os profissionais recém-formados estão sem poder se registrar e trabalhar. Que recado estamos dando à sociedade? Estão precarizando as relações de trabalho. Consideramos essa MP inconstitucional em vários pontos — reforçou.
O deputado Bira do Pindaré (PSB-MA) declarou que o governo faz chantagem ao afirmar que o trabalhador tem de escolher entre emprego ou direitos.
— Estão envolvendo jovens, enganando-os com promessas de empregos, mas sem direitos. A lógica que gerou essa MP é a lógica de que é mais importante ter emprego do que ter direitos. Em algum momento, se chegará a perguntar se é mais importante ser livre e passar fome do que ser escravo e ter comida — enfatizou.
Ao final da audiência, o senador Paulo Paim (PT-RS), presidente da CDH e requerente da audiência pública, declarou que não estão sendo gerados empregos aos jovens e sim retirando direitos de todos os trabalhadores.
— Estão acabando com diversas categorias profissionais, como corretores, radialistas, jornalistas. O que isso tem a ver com a geração de empregos para jovens? Como a taxação dos desempregados pode contribuir para o combate à pobreza e ao desemprego? — questionou.

Agência Senado

Fonte: Agência Senado

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Saúde e higiene: A prevenção contra doenças está em suas mãos

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Em temporadas chuvosas ou secas há mais chances de imunidade baixa e o simples ato de higienizar as mãos evita a transmissão de infecções e o contágio de doenças, como por exemplo, do novo vírus Coronavírus.

Higienizar é prevenir

Manter as mãos limpas auxilia na prevenção contra doenças. Estas podem ser evitadas com a higienização de forma correta, e é uma aliada para preservação da saúde.

A pele possui textura e temperatura ideais para que microrganismos aderirem a mesma. Há bactérias que podem ser transferidas por meio do contato de pele com pele ou em superfícies contaminadas.

Por isso a higienização das mãos tanto com água e sabonete, quanto com álcool é eficaz contra a transmissão de infecções, que podem ser contraídas caso a imunidade da pessoa exposta esteja baixa e a mesma possa utilizar as mãos sujas para bocejar, partir alimentos, coçar os olhos ou nariz.

Lave as mãos quando

As mãos devem ser higienizadas todas as vezes que frequentar ambientes com grande fluxo de pessoas e após manter contato com superfícies que podem ter sido tocadas inúmeras vezes.

Utilize álcool em gel e se possível lave as mãos após:

- Tocar em dinheiro, seja cédula ou moeda;

- Utilizar leitores biométricos como os de Banco e ponto eletrônico;

- Tocar em corrimões, maçanetas, botões de elevador, etc;

- Escrever com caneta de locais públicos (como as de lotéricas);

- Utilizar teclado e mouse de computadores alheios;

- Tocar em objetos sujos e empoeirados;

- Ter contato com animais;

- Sair de locais públicos como: hospitais, Bancos, shoppings, etc.

- Ter andado em transporte coletivo;

- Realizar o descarte do lixo;

- Utilizar o banheiro público ou particular;

- Espirrar e assoar o nariz;

- Limpar a casa ou ambientes públicos.

Higienize antes

Para certas ocasiões é necessário higienizar antes as mãos, para que não haja contágios.

Lave as mãos antes de:

- Segurar um recém-nascido;

- Manter contato com uma pessoa adoentada ou que tenha passado por procedimentos cirúrgicos;

- Manusear curativos em feridas;

- Se alimentar;

- Manusear alimentos e bebidas;

- Tocar e limpar animais doentes.

Lembre-se

Higienizar as mãos deve ser um hábito que evitará contágio e infecções. Sempre que possível limpe-as para evitar que doenças simples como a gripe ou até mesmo mais graves como o novo vírus Coronavírus sejam contraídos.

Leve consigo álcool-gel e quando possível higienize corretamente as mãos utilizando água e sabão. Não se esqueça de lavar entre os dedos e as unhas. Caso esteja utilizando anéis, retire e lave os mesmos também. Após seque com toalhas de papel, evite utilizar toalhas de tecido em locais públicos e até mesmo aparelhos com jatos de ar. Atitudes simples como estas previnem doenças e auxiliam a sua saúde e o seu bem-estar.

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Piloto --Caiado e Toffoli lançam programa Destrava, que irá retomar obras paralisadas em Goiás

O projeto-piloto será lançado em Goiânia. O foco inicial será concluir obras de creches e de suporte à educação infantil

Centro de Educação Infantil (Cmei) Buena Vista III. Em 2018, obra estava parada por dois anos / Foto: Reprodução / TV Anhanguera
Por Fernanda Santos

Será lançado, na próxima segunda-feira, 17, o Programa Integrado para Retomada de Obras – Destrava. Com objetivo de retomar obras paralisadas por todo o Brasil, a iniciativa terá atuação integrada de órgãos de controle e Poder Judiciário.
A solenidade de lançamento, que será realizada no Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia, contará com a participação do presidente do CNMP e procurador-geral da República, Augusto Aras; do procurador-geral da Justiça de Goiás, Aylton Flávio Vechi; do presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Dias Toffolli; e do governador do Estado de Goiás, Ronaldo Caiado.
Em Goiânia, o foco do programa será voltado para obras de creches e de suporte à educação infantil e deve ter seu plano-piloto concluído ainda no primeiro semestre de 2020. No fim de 2019, 56 obras estavam paradas ou inacabadas em 47 municípios goianos. Informações do Inep e Tribunal de Contas da União (TCU) dizem que mais de 70% das crianças até três anos não estão matriculadas em creches e pré-escolas.

Levantamento

Segundo levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU), em 2018, havia 14 mil obras paralisadas por todo o País, somando mais de 200 bilhões de reais. O programa abrange tanto a perspectiva nacional, focada em obras de grande porte, quanto a regional, voltada a obras de creches e de suporte à educação infantil.
Integra o Comitê Executivo do Destrava o membro da Presidência do CNMP, secretário da Escola Superior do Ministério Público da União e promotor de Justiça no Estado de Goiás, Carlos Vinicius Ribeiro. Além do CNMP, são integrantes do Comitê Executivo Nacional para Apoio à Solução das Obras Paralisadas o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Tribunal de Contas da União (TCU), a Associação dos Membros do Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), o Ministério da Infraestrutura (Minfra); Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE); a Advocacia- Geral da União (AGU) e a Controladoria Geral da União (CGU).
Fonte: Jornal Opção

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Cidadania será a última chance de Onyx no governo Bolsonaro

Fracassos na articulação política e no Programa de Parceria e Investimento não podem ser repetidos


Bolsonaro pediu veto à Conferência do Clima em 2019 no Brasil
Foto; Valter Campanato/ ABr


O ministro Onyx Lorenzoni escolheu o Ministério da Cidadania e o pediu a seu padrinho, presidente Jair Bolsonaro. Ele quer a chance de mostrar sua capacidade de pilotar um orçamento fabuloso, de R$100 bilhões, superando o desgaste do esvaziamento da Casa Civil. Tudo pelos fracassos na articulação política e no Programa de Parceria e Investimento (PPI). Mas está ciente de que não pode falhar de novo. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Onyx pediu nova chance quando foi chamado ao Alvorada, sábado (1º), no escândalo do uso de jato da FAB pelo seu assessor Vicente Santini.
Bolsonaro já colecionava queixas de aliados sobre a atuação de Osmar Terra, e Onyx no Ministério da Cidadania lhe pareceu a solução ideal.
No Planalto, a expectativa é que Onyx rivalize em desempenho com Osmar Terra, admirado pela grande disposição para o trabalho.
Como Cidadania fica com um gaúcho, ao presidente resta compensar o MDB, partido de Osmar Terra. A Funasa poderá ficar para o partido.
Fonte;Diário do Poder

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Remanejado-- Bolsonaro substitui Onyx por Braga Netto na Casa Civil

Onyx será remanejado para pasta de Cidadania. Ministro perdeu, ao longo do primeiro ano de mandato de Bolsonaro, prestígio na Esplanada

Onyx Lorenzoni | Foto: Alex Ferreira
Por Fernanda Santos

O presidente Jair Bolsonaro remanejou o ministro Onyx Lorenzoni, que era chefe da Casa Civil, para a pasta da Cidadania. Em seu lugar, deve assumir o general Walter Braga Netto. Já Osmar Terra, que ocupava Cidadania, deve ser removido da equipe ministerial. As informações são do Jornal Estado de São Paulo.
Braga Netto liderou as Forças Armadas em 2018, durante o governo Temer, na Segurança Pública do Rio de Janeiro. Já Onyx Lorenzoni vem perdendo seu prestígio desde que assumiu. Um dos mais influentes articuladores dentro do governo Bolsonaro, desde que seu assessor Vicenti Santini pegou um voo particular da Força Aérea Presidencial para ir até a Índia, a posição de Onyx na Esplanada ficou fragilizada.
Fonte: Jornal Opção

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Resultado de exame em brasileiros que vieram de Wuhan dá negativo para coronavírus

Ministério da Saúde diz que vai avaliar quarentena domiciliar para tripulantes e médicos


Governo encaminha PL com regras para repatriação e quarentena de brasileiros que estão na China
Foto: BBC NEWS BRASIL/REPRODUÇÃO /YOUTUBE


O ministério da Saúde infomou nesta terça-feira, 11, que os exames dos 34 brasileiros repatriados e parentes chineses tiveram resultado negativo para o novo tipo de coronavírus. Eles foram trazidos de Wuhan, epicentro da epidemia do novo coronavírus na China, no último fim de semana.
Além deles, o Ministério da Saúde também coletou amostras respiratórias de 24 tripulantes e médicos que participaram da operação montada para trazer o grupo de volta ao Brasil. Todos tiveram resultado negativo. as amostras foram coletadas do domingo, 9, logo após a chegada a área de quarentena em Anápolis (GO), e enviadas para exames de RT-PCR no laboratório central de Goiás.
Novas medidas devem ser divulgadas pelo Ministério da Defesa, que coordena a quarentena em Anápolis (GO).
Na segunda-feira (10), o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse que o governo avaliava a possibilidade de enviar tripulantes e parte da equipe médica para quarentena domiciliar.
A medida ocorre devido à análise de que a equipe ficou poucas horas em área de risco e fez uso de equipamentos de proteção durante a viagem, como óculos, luvas, máscaras e roupas impermeáveis, o que dificultaria o contato com o vírus. Com isso, o grupo poderia ser liberado.
Além dos exames negativos, balanço divulgado pela pasta nesta terça mostra que, até o momento, o Brasil não teve nenhum caso confirmado do novo coronavírus.
Ao mesmo tempo, a pasta ainda investiga oito casos de suspeita de infecção pelo vírus. Desses, três são de pacientes atendidos em São Paulo e dois no Rio de Janeiro. Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná avaliam um caso cada. Os números têm sido atualizados diariamente. (Com informações da Folhapress)
Fonte: Diário do Poder