CONTRA A DENGUE E CHIKUNGUNYA PROTEJA SUA FAMÍLIA

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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Mundaças estruturais--- Sem inteligência, segurança pública continuará sendo um alvo nunca alcançado

Depois de décadas de investimentos na compra de equipamentos, governantes começam a entender que mudanças necessárias para barrar a insegurança dos cidadãos estão em questões que nem sempre dependem de dinheiro
Viaturas e equipamentos novos são necessários, mas não suficientes. Solução para acabar com a insegurança está em mudar a estrutura do sistema de segurança pública brasileiro, que é altamente deficitário
Viaturas e equipamentos novos são necessários, mas não suficientes. Solução para acabar com a insegurança está em mudar a estrutura do sistema de segurança pública brasileiro, que é altamente deficitário | Foto: Reprodução

Marcos Nunes Carreiro
Há anos existe um mantra que é repetido no Brasil quando o assunto são políticas públicas: faltam investimentos. A falta de investimento é, realmente, um fator relevante, sobretudo em áreas como saúde, educação e segurança pública, pois são setores que ainda exigem infraestrutura e um número expressivo de pessoas para atender às demandas de um país continental como o nosso.Marcos Nunes Carreiro
Na questão da segurança pública, por exemplo, há décadas governadores reclamam e solicitam ao governo federal que ajude os estados, afinal a União é que detém 70% de toda a arrecadação do País. O atual governo parece agora querer atender ao apelo e aceitou dialogar com os estados, Judiciário e Legislativo para ver o que é possível ser feito. Além disso, anunciou investimentos e a realização de um plano voltado para o setor.
Porém, o mais interessante de todas as conversas é perceber que, embora a maioria dos governadores e secretários de segurança pública do país ainda esteja com a atenção voltada para os recursos, outras soluções têm sido apontadas para que os cidadãos possam ter segurança.
A verdade é que o modelo atual de se pensar segurança pública está equivocado. Equipar os policiais, aumentar o número de efetivos e comprar mais viaturas é necessário, mas não é suficiente. Se continuar assim, os estados vão sempre precisar de mais policiais até chegarmos ao ponto em que metade da população não será suficiente para policiar a outra metade.
E os próprios estados já admitem isso, tanto que se reuniram para dialogar com o governo federal em busca de soluções. José Eliton, secretário de segurança pública e líder desse movimento, por exemplo, diz: “Mudanças conjunturais são necessárias e já estão sendo feitas, mas é preciso que mudanças estruturais sejam realizadas. Não adianta mais veículos novos, armas e homens porque não vai resolver. Se não houver uma mudança, seja nas leis penal, processual penal e de execução penal, seja na gestão das unidades prisionais ou no modelo de operação das diversas forças policiais, não vamos ter a paz que todos esperam no Brasil”.
O que José Eliton quer dizer é que as polícias, a cada dia que passa, atuam mais, prendem mais, apreendem drogas e armas, mas a insegurança continua crescendo. E continuará. Tomemos o caso das penitenciárias como exemplo. São necessárias mais penitenciárias? São. Contudo, o entendimento parece ir no sentido de que é preciso, primeiro, mudar a forma de gerir as já existentes, criando formas para melhorar a relação entre presidiários e a administração do local onde eles são colocados.
Na semana passada, durante o lançamento do Plano Nacional de Segurança Pública, ocorrido em Goiânia, a ministra e presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, apresentou dados interessantes a respeito das penitenciárias brasileiras. Segundo ela, um preso no Brasil custa por mês, em média, R$ 2,4 mil, enquanto um estudante de ensino médio custa, por ano, R$ 2,2 mil.
Ela classifica essa relação como escandalosa e tem razão, visto que, mesmo custando tão caro ao Es­tado, um presidiário sobrevive em condições desumanas dentro dos presídios brasileiros. Logo, algo está errado. O quadro apresentado pela ministra nos diz o seguinte: nem todo o investimento do mundo será suficiente para suprir essa demanda, se a gestão desses recursos continuar sendo a mesma.
A desumanização dos presidiários brasileiros se dá, sobretudo, devido à superlotação, fator que, por sua vez, serve de justificava para que muitos juízes não determinem a prisão de quem deveria estar preso. Enquanto isso, os presídios mantêm encarcerados muitos presos que já deveriam estar de volta às ruas, por já ter cumprido suas penas. A verdade, então, é que o sistema prisional é esquizofrênico. E o tratamento da doença? Bastante simples: o cumprimento das leis já existentes.
Durante o encontro, comandado pelo ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, não foi difícil ouvir outro mantra: o de que o Brasil precisa de leis mais rígidas. Este segundo mantra, como o primeiro, também tem seus pontos de verdade. Porém, também compartilha de sua fraqueza: não adianta enrijecer as leis, se o sistema continuar funcionando da forma atual.
Secretário de Segurança de Goiás, José Eliton: “Não adianta mais veículos novos. São necessárias mudanças estruturais”. Presidente do STF, ministra Cármen Lúcia: “Sem estabelecer a verdade das coisas, não há como resolver”

Secretário de Segurança de Goiás, José Eliton: “Não adianta mais veículos novos. São necessárias mudanças estruturais”. Presidente do STF, ministra Cármen Lúcia: “Sem estabelecer a verdade das coisas, não há como resolver”
Três falas da ministra Cármen Lúcia ilustram possíveis mudanças estruturais que, demandando investimentos bem menores dos que os necessários para construir um presídio novo, por exemplo, poderiam melhorar a questão de maneira qualitativa. A primeira é justamente a respeito das leis:
“Quando o preso já cumpriu seu débito com a sociedade e progride para o semiaberto, como determina a lei de Execuções Penais, a documentação é entregue à Secretaria de Segurança, que a remete ao Tribunal de Justiça, que por sua vez encaminha para o juiz da execução penal. Este preso, desde a hora que o documento saiu da penitenciária, já está livre juridicamente, embora ainda esteja preso fisicamente. A verdade é que, como o documento está em trânsito, essa pessoa fica no limbo. Já vi casos em que o juiz de outro município decreta a prisão da pessoa por outro crime e, como ela não foi encontrada, pois está juridicamente livre, mas fisicamente presa, ela é declarada como foragida. Em alguns estados, esse trânsito do documento chega a demorar 14 meses. É um escândalo”.
Em outras palavras, uma pessoa livre ocupa uma vaga durante um ano e dois meses por causa de um sistema burocrático. Por que não fazer transitar a documentação de maneira eletrônica? Tal medida não apenas reduziria o tempo, como também os custos. Levando em consideração que o número de presidiários em situação assim não deve ser pequeno, como é de se imaginar, a conclusão é óbvia: a simples redução da burocracia poderia diminuir significativamente a superlotação das carceragens do País.
E é possível ver essa falha de comunicação em outras áreas do sistema. A ministra conta que, neste ano, cinco mortes foram causadas pela falta de diálogo entre o Ju­diciário, que cuida do preso, e o Executivo, responsável pelo presídio e pela operação policial. “Ocorreu, neste ano, em cinco ocasiões: o sujeito foi preso por agredir uma mulher. Na audiência de custódia, o juiz liberou e não comunicou ao delegado. Assim, o agressor voltou para casa e, com mais raiva, matou a mulher. Somos um Estado só e precisamos andar juntos. Somente juntos, União, estados e municípios, Executivo, Legislativo e Judiciário, é que conseguiremos dar uma resposta eficaz para o problema”.
Isso prova que, na maioria das vezes, a progressão de pena estipulada por lei, não é cumprida devido à burocracia e às falhas de comunicação entre os Poderes. A consequência disso pode ser vista nos dados oficiais do Conselho Nacional de Justiça (CNJ): em 2015, foram registradas 58.942 mortes violentas intencionais no Brasil, isto é, a cada nove minutos uma pessoa é morta de maneira violenta no Brasil. “O Brasil registrou, portanto, mais mortes violentas intencionais do que a guerra da Síria no mesmo período”, relata a ministra.
De fato, segundo os números, a fala da ministra está correta. Os dados do CNJ se referem ao período que vai de março de 2011 a dezembro de 2015. Entre esses meses, a guerra da Síria registrou 256.124 mortes, enquanto o Brasil registrou 278.839. A segunda conclusão, de acordo com a ministra: “Estamos em estado de guerra, o que é gravíssimo, pois temos constituição em vigor e instituições funcionando. Então, fala-se muito sobre a mudança de leis, mas eu me dou por satisfeita se forem cumpridas a Constituição Federal e a lei de Execuções Penais, junto com as legislações estaduais. Se isso ocorrer, o Brasil já dará um grande salto nessa área”.
Isso nos leva ao terceiro e último ponto desta discussão iniciada pela ministra Cármen Lúcia: a dificuldade do CNJ em conseguir dados confiáveis. Segundo ela, que também preside o órgão, o CNJ ainda tenta detectar, com detalhes, quantos presos provisórios existem atualmente e em quais penitenciárias. Somente assim será possível descobrir como fazer o julgamento dessas pessoas e dar cumprimento a quem tem pena a ser executada. Isso porque não há confiabilidade nos números disponibilizados pelas secretarias estaduais e pelo ministério da Justiça.
Cármen Lúcia conta: “Já ouvi secretário de segurança me dizer que eu precisava tê-lo avisado antes de ir fazer uma inspeção no presídio para que ele pudesse arrumar o lugar primeiro. Como arrumar? Se não estabelecermos a verdade das coisas, como vamos resolver?”. A mudança, nesse caso, não demanda gastos, pois é cultural e depende única e exclusivamente da vontade dos governos estaduais de fazer acontecer.
Medidas
É possível perceber, portanto, que é possível avançar mesmo com poucos investimentos. Do lado do Judi­ciário, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) dá sinais de movimento para solucionar parte dos problemas. No dia 24 de outubro, em reunião entre a ministra Cármen Lúcia, o presidente Michel Temer (PMDB) e vários representantes do Legislativo e de segmentos civis, foi firmada uma parceria técnica para que os dados do Ministério da Justiça sejam compartilhados com o CNJ. Entre eles, o cadastro biométrico eleitoral feito por quase 50 milhões de brasileiros. A ideia é ter a definição de quem são e onde estão as pessoas, além de ter um cadastro dos presos.
Do lado do Executivo também há sinais de movimento. O governo federal aceitou conversar com os governos estaduais, representados pelos secretários de segurança pública e já começa a mostrar disposição em colocar em prática algumas medidas em prol do tema, entre elas o cumprimento da determinação dada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), ainda em 2014, para descontigenciar o Fundo Peniten­ciário Nacional (Funpen), que conta hoje com R$ 2,9 bilhões — o fundo foi contingenciado para que o País alcançasse superávit primário. O ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, informou que o governo já está cuidando disso, algo que deve acontecer ainda neste ano.
Abertura do 4 Encontro do Pacto Integrador de Segurança Pública Interstadual e da 64 Reunião do CONSESP fotos Eduardo Ferreira

Abertura do 4 Encontro do Pacto Integrador de Segurança Pública Interstadual e da 64 Reunião do CONSESP fotos Eduardo Ferreira
Outra medida trata do Plano Nacional de Segurança Pública, apresentado em Goiânia no dia 10 de novembro pelo ministro Ale­xandre de Moraes. Segundo ele, três pontos merecem mais atenção e, por isso, serão o foco da atuação: redução do número de homicídios e da violência contra a mulher; racionalização do sistema penitenciário; e proteção às fronteiras.
Numa análise superficial, o Plano Nacional de Segurança Pública parece — ressalte-se: parece — se atentar às questões estruturais apontadas até aqui, mas também não deixa de olhar para as questões conjunturais, sobretudo as de curto prazo. “Não dá para pensar no macro sem dar o mínimo de segurança aos policiais”, diz o ministro. Nesse sentido, equipamentos, legado da Copa do Mundo e das Olimpíadas, devem ser enviados aos estados até o fim do ano, assim como R$ 1,2 bilhão liberado pelo governo federal para os estados.
No médio prazo, o ministério prevê o envio de scanners, raios-x, bloqueadores de celular e reformas; no longo, a construção de penitenciárias e locais de regime semiaberto. O que passa a ser estudado, agora, é uma forma de se construir penitenciárias de maneira mais ágil, visto que, da assinatura do convênio até a entrega das chaves da penitenciária, o prazo médio no Brasil é de seis anos.
Logo, é preciso pensar em um modelo que agilize o processo de construção e também de funcionamento, outro grande problema, devido à falta de pessoal. Segundo Alexandre de Moraes, o Estado do Sergipe conseguiu fazer duas penitenciárias por meio de Parceria Público-Privada (PPP), algo que pode ser adotado em outros estados. A verba inicial para essa construção deve sair do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen).
Parte do plano apresentado pelo ministro consiste em criar um sistema de inteligência junto com um sistema de governança, que depende de um levantamento a ser feito nos estados acerca da situação da violência. Todas as ações devem começar nas capitais e depois serem expandidas para o restante dos estados.
Nas palavras do ministro Alexandre de Moraes, a ideia é desenvolver uma cerca eletrônica de videomonitoramento. Inicial­men­te, pretende-se, por exemplo, usar os micro-ônibus de videomonitoramento do programa “Crack, é possível vencer” como bases mó­veis de informação integrada, visto que são equipados com sistema de comunicação e com câmeras.
O projeto é fazer com que a informação gerada pelos veículos, que já funcionam como uma espécie de centro de comando e controle, seja agregada em uma sede e ajude a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) no mapeamento que começa a ser feito a partir de agora — mapeamento esse que deverá contar com a ajuda das polícias rodoviárias federais e estaduais.
Essa parte de inteligência policial será agregada a uma “equipe mínima” que deverá ser enviada aos estados para ajudar na resolução de homicídios. Isso porque a prioridade do plano será o combate aos homicídios e à violência contra as mulheres. Em relação ao trabalho de perícia, o ministro relata que é impossível fazer um laboratório em cada estado, mas que Brasília pode ajudar nisso. Informações dão conta de que o laboratório da Polícia Federal será reforçado para ajudar nessa questão.
Além do trabalho de inteligência, a previsão é que haja também um forte trabalho operacional por parte da Força Nacional, que hoje conta cerca de mil homens e que passará a ter aproximadamente 7 mil a partir de janeiro. Uma das formas encontradas para aumentar o número de efetivos foi agregar policiais e bombeiros da reserva ao contingente.
A medida é semelhante à tentada em Goiás com o Serviço de Interesse Militar Voluntário Especial (Simve), que era composto por egressos das Forças Armadas. Contudo, em Goiás, a iniciativa foi considerada inconstitucional pelo STF, visto que ainda não há legislação sobre a questão. No caso federal, o Senado aprovou, no início de novembro, medida provisória do presidente Michel Temer (PMDB) que autoriza a questão.
O Congresso Nacional já discute a possibilidade de utilizar militares temporários das Forças Armadas, como propunha o Simve, na Força Nacional. Alexandre de Moraes admite que militares temporários das forças armadas podem ser utilizados na Força Nacional: “Retiramos esse ponto da medida provisória para que ela fosse aprovada, mas agora a questão é pacífica e vamos apresentar nova medida para colocar isso novamente em pauta”.
O centro do plano, por assim dizer, consiste no fortalecimento da Força Nacional, que deverá ter um papel mais amplo a partir de agora, não fazendo apenas policiamento territorial, mas também cumprindo mandados de prisão de “grandes traficantes”, por exemplo, e também apreensão de drogas e armas.
Porém, a Força Nacional não atuará sozinha nos estados. O ministro fala em “operações em conjunto”. “Para cada dois homens da Força Nacional, o governo estadual pode dar, por exemplo, um retorno. Entra a questão do regime de horas extras”, relata. Um questionamento dos governadores é de onde virão os recursos para pagar as horas extras. A resposta: “O governo federal não pode pagar pessoal, mas pode compensar em outras áreas”.
Ações preventivas ­
O plano também prevê, em todas as capitais, fazer programas em convênio com os municípios para a realização de cursos. Segundo o ministro, serão cursos mediadores e pacificadores, junto com a Polícia Militar, para aproximá-la da população e, ao mesmo tempo, envolver os presos que estiverem em liberdade provisória. A ideia é criar também parcerias com o Judiciário para que juízes não soltem ninguém por soltar, mas que vinculem essa pessoa a um programa ou trabalho.
Fronteiras
Um problema de décadas, a questão das fronteiras é tomada como prioridade pelo governo federal, pelo menos no discurso. Segundo o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, reuniões estão sendo feitas com países vizinhos, como Uruguai, Paraguai, Argentina, Bolívia, Peru e Chile. “As reuniões são justamente para tratar de operações transnacionais de fronteira e das questões de maior controle nos países exportadores de drogas e armas”, afirma. O Brasil tem 17 mil quilômetros de fronteiras, dos quais, 6,2 mil quilômetros são formadas por rios.

Fonte: Jornal Opção

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

DISTRITO FEDERAL--- Manifestantes tomam plenário da Câmara dos Deputados

Um grupo vestido de preto invadiu a Casa aos gritos de “Viva, Sérgio Moro”. A polícia legislativa tenta tirá-los do local

POR MANOELA ALCÂNTARA E LARISSA RODRIGUES/LUCIO BERNARDO JR/METRÓPOLES - 16/11/2016 - 16:32:55
Um grupo de manifestantes vestido de preto quebrou os vidros e invadiu o plenário da Câmara dos Deputados na tarde desta quarta-feira (16/11). A polícia legislativa tenta tirar os manifestantes do local, que gritavam palavras de ordem como “Viva, Sérgio Moro!” e “Intervenção federal, já!”.

A Casa foi invadida por cerca de 100 pessoas. Elas entraram no plenário na fase de pronunciamento dos parlamentares, durante sessão presidida pelo deputado Waldir Maranhão (PP). No momento, o deputado Capitão Augusto (PR-SP) falava na tribuna. Chegaram a subir na mesa e fizeram discursos radicais. Duas mulheres se feriram na confusão.

O parlamentar levou um susto assim que os manifestantes entraram na Casa. A transmissão da Câmara dos Deputados mostra o momento da invasão, a partir de 1h34m.

Os policiais legislativos pediram que todos deixem o plenário para que os manifestantes possam ser retirados do local, em seguida. O clima é tenso.

Os manifestantes leem uma pauta imensa. Entre outras coisas, pedem o fim da urna eletrônica, dos salários para deputados, da aposentadoria compulsória, de 35 partidos. 

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Presidenta da FENAFISC visita Águas Lindas de Goiás


O diretor de tecnologia da informação da Federação Nacional de Fiscais e Auditores Fiscais de Atividades Urbanas - FENAFISC, fiscal Geraldo Lemos, recebeu na tarde desta terça-feira, dia 08, a presidenta da FENAFISC, auditora-fiscal Isabel Santos de Jesus, numa visita cordial agendada pelo mesmo, para informar e demonstrar como é o funcionamento da fiscalização no município de Águas Lindas de Goiás, onde é servidor público efetivo. Os trabalhos da fiscalização de Atividades Urbanas descritos e alguns assuntos levantados durante a visita foram elogiados pela Sra. Isabel.
A fiscalização de atividades urbanas é considerada como atividade típica de estado e os fiscais públicos atuam no exercício do Poder de Polícia Administrativo nas áreas relacionadas às atividades econômicas, posturas, trânsito e transportes, meio ambiente, limpeza urbana, vigilância sanitária/saúde pública, defesa do consumidor, obras e urbanismo. Outra área de fiscalização existente e de suma importância é a Tributária, composta também por fiscais públicos, ou seja, servidores concursados.
O Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, através de sua Classificação Brasileira de Ocupações - CBO, considera como fiscais públicos municipais os Fiscais de Tributos Municipal (FTM) classificados na CBO sob o código 2544-10 (criado em 30/12/2008), e todos os demais fiscais da prefeitura classificados na CBO sob o código 2545-05 (criado em 20/02/2015), que independente da denominação do cargo fixada pelo município são reconhecidos como Fiscais ou Auditores Fiscais de Atividades Urbanas (FAU). O controle do MTE para estudos técnicos de natureza estatística e atuarial para esses fiscais públicos, é feito quando as prefeituras preenchem os dados de seus servidores através do programa GDRAIS. Este é um importante instrumento de coleta de dados e as prefeituras devem atentar-se à correta inserção das informações, pois a inexatidão é prejudicial aos envolvidos e interfere na posterior disponibilização de informações do mercado de trabalho às entidades governamentais.
A partir de 2017 serão realizados eventos nacionais por diversas entidades (associações, sindicatos, etc...) para tratar sobre planos de carreiras e salários, qualificação, tecnologia na área fiscal, dentre outros assuntos de interesse dos Fiscais e Auditores Fiscais de Atividades Urbanas (FAUs). Águas Lindas destaca-se em Goiás como um dos municípios que está preparado para o projeto nacional, tendo em seu quadro uma grande quantidade de Fiscais de Atividades Urbanas com nível superior.
A visita da Presidenta trouxe satisfação ao corpo fiscal do município que busca a melhoria no atendimento à população e qualificação no desempenho funcional, já que em alguns seguimentos, existem constantes atualizações das leis e das formas de ações fiscais. "É de suma importância que a fiscalização esteja preparada para o atendimento aos contribuintes, reforçada por estrutura administrativa, tecnológica e operacional.", frisou Sr. Geraldo Lemos. Para a presidenta da FENAFISC, “A população de Águas Lindas precisa de ótimos servidores à disposição, a fiscalização também precisa contar sempre com o apoio do executivo e do legislativo e a FENAFISC está sempre em busca da excelência pois todos ganham quando o município cresce com total transparência.”,
afirmou.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Violência: Luziânia teve, em média, sete assaltos por dia em 2016

Ataques de bandidos armados a pedestres, comércios e veículos estão em alta na cidade vizinha ao Distrito Federal, principalmente na área central. Além da insegurança, a população reclama da falta de policiamento ostensivo


Marcelo Ferreira/CB/D.A Press - 8/11/16

Assaltos frequentes assustam Luziânia. Nos últimos meses, roubos de veículos e a comércios aumentaram a sensação de insegurança na cidade goiana, distante cerca de 60km de Brasília. Bandidos armados não esperam o anoitecer. Os casos ocorrem à luz do dia, mesmo com a presença de câmeras de segurança em alguns estabelecimentos e em locais de grande movimento. A maioria dos assaltos ocorre na região central do município, onde a população reclama da falta de policiamento efetivo.

Os alvos dos ladrões ficam em uma parte de Luziânia que ainda guarda características de interior. Em meio a construções históricas e vendinhas, o ar moderno do comércio ainda dá impressão de tranquilidade. Porém, essa sensação diminuiu com o tempo. O empresário Dilson de Oliveira Júnior, 36 anos, teve a padaria assaltada duas vezes em menos de 40 dias. Na primeira, o assaltante esperou alguns clientes saírem para atacar o comércio. Na segunda, houve violência. Durante a ação, ele agrediu uma funcionária. “Ela ficou traumatizada. Tive de dar férias”, lamenta. O crime ocorreu por volta das 13h de um domingo.“Eu nasci aqui, era uma cidade tranquila de se viver. De um tempo para cá, tem sido difícil. A violência está aumentando, e nada é feito. Ficamos com receio disso tudo”, afirma Dilson.

A professora Daiane de Araújo, 30, foi abordada por volta das 6h30, quando aguardava no ponto de ônibus próximo à antiga residência dela. “Ele (bandido) chegou em uma moto e desceu mostrando a arma. Anunciou o assalto e me fez abrir a bolsa. Levou celular, carteira e dinheiro”, queixa-se. Depois disso, Daiane se mudou de casa e passou a ter receio de andar na rua. “É uma onda de violência. As pessoas não têm mais tranquilidade. Os bandidos não escolhem horários. Podemos ser roubados a qualquer hora do dia. E a presença da polícia é pouca. Veem-se poucos militares por aqui”, reclama. No período em que a reportagem ficou na cidade, pouco mais de cinco horas, avistou-se apenas uma equipe da PM.

Levantamento da Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária de Goiás confirma a apreensão da população de Luziânia. Houve 2.003 assaltos a pedestres até outubro de 2016, contra 1.663 no ano passado — a média é de quase sete por dia. Os roubos de veículos chegam a 860. No ano passado, foram 797 (veja Insegurança). Uma farmacêutica de 34 anos é uma das mais recentes vítimas de criminosos armados. Há duas semanas, no centro da cidade, ela chegava à escola das três filhas, às 13h20, quando dois bandidos em uma moto a surpreenderam. A dupla exigiu a chave do carro, e a mulher se desesperou, pois a caçula, de 4 anos, estava no banco traseiro. “Só pedi a eles para deixarem eu pegar a minha filha. Felizmente, deixaram, e eu saí correndo. Nunca pensei viver algo parecido. Hoje, tenho medo de sair de casa. Vejo alguma motocicleta e me lembro de tudo”, detalha. Depois disso, os diretores do colégio contrataram um segurança particular.
Fonte: Correio Braziliense

Mau tempo dificulta visão da superlua no DF e em várias cidades do Entorno


Foto: Nilson Carvalho/Agência Brasília

Foram dias de espera para enfim avistar a famosa superlua. Mas o mau tempo frustrou muitos  moradores do DF e Entorno  que aguardavam a noite passada para admirar e fazer fotos do fenômeno, ainda com as limitações das lentes dos celulares.
No vazio da Esplanada dos Ministérios, um grupo chamava a atenção. Amigos saíram de Sobradinho até o coração da capital na expectativa de registrar o satélite, mas a viagem foi em vão. Enquanto isso, na internet, outros brasilienses postavam suas tentativas, mesmo com a lua entre nuvens.
Por conta do tempo instável, o Clube de Astronomia do DF decidiu não seguir a tradição de montar observatórios públicos com telescópios.
Entenda
O fenômeno conhecido como superlua acontece quando a lua cheia ocorre no perigeu, ou seja, no ponto em que a órbita do satélite é mais próxima da Terra. De forma geral, astrônomos chamam o fenômeno de lua cheia próxima ao perigeu.
O afastamento médio da Lua em relação a Terra é de aproximadamente 384 mil km. Na superlua que ocorreu hoje, a distância ficou em torno de 356 mil km.
Essa é a maior superlua desde 1948. A próxima com tamanho comparável ocorrerá em 2034.
Contudo, o fenômeno talvez seja de mais difícil percepção do que se imagina. A diferença, por exemplo, que percebemos no tamanho entre uma minilua (apogeu lunar) e uma superlua (perigeu) é de apenas 15%.
A superlua de hoje foi a segunda de 2016. Ainda haverá uma terceira antes do final do ano.
O eclipse ficou visível em algumas partes da América do Norte, em toda a América do Sul, na Europa e África. No Brasil, o fenômeno começou por volta das 23h e durar uma hora.
Fonte: Agencias 

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

REFORMA POLITICA--Senado Aprova Em 1º Turno Cláusula De Barreira E Fim De Coligações




PEC estabelece cláusula de desempenho para funcionamento de partidos.
Proposta ainda passará por mais um turno de votação antes de ir à Câmara.

Gustavo Garcia Do G1, em Brasília
Senado aprovou nesta quarta-feira (9) por 58 votos favoráveis e 13 contrários uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê mudanças no atual sistema político do país.
O texto prevê a criação de cláusulas de desempenho eleitoral para que os partidos políticos tenham acesso ao fundo partidário e ao tempo gratuito de televisão.
A PEC também acaba com coligações para eleições proporcionais (deputados e vereadores). Atualmente, a legislação eleitoral permite alianças entre os partidos para eleger deputados e vereadores. Por esse sistema, os votos obtidos pelas siglas são somados, e se elegem os candidatos mais votados da coligação.
Por se tratar de uma emenda à Constituição, a PEC ainda precisa ser analisada em segundo turno pelo Senado, com apoio mínimo de três quintos dos senadores (49 dos 81). A previsão é de que a nova votação seja no próximo dia 23.
Se passar na segunda votação, a proposta ainda seguirá para análise da Câmara dos Deputados, onde também precisará ser aprovada em dois turnos para entrar em vigor.
Pelo texto da PEC, os partidos que não atingirem os requisitos mínimos de desempenho eleitoral também serão obrigados a ter uma estrutura menor na Câmara, sem direito, por exemplo, a cargos de liderança e a parlamentares em comissões permanentes, além de cargos na Mesa Diretora.
Os requisitos que a PEC exige dos partidos a partir da eleição de 2018 são:
– obter pelo menos 2% dos votos válidos para deputado federal em todo o país;
– conseguir 2% dos votos para deputado federal em, no mínimo, 14 unidades da federação.
A PEC prevê, ainda, que, a partir das eleições de 2022, a taxa mínima de votos apurados nacionalmente será de 3%, mantida a taxa de 2% em pelo menos 14 unidades federativas.
Ponto a ponto
A PEC prevê que os partidos que não alcançarem os requisitos mínimos poderão se unir nas chamadas federações.
Pela proposta, esses partidos federalizados funcionarão, no Congresso, como um bloco, unido do início da legislatura até a véspera da data de início das convenções partidárias para as eleições seguintes.
Dessa forma, o bloco poderá ter funcionamento parlamentar, além de ter acesso às verbas partidárias e ao tempo de televisão, divididos entre as legendas segundo a proporção de votos obtidos na eleição.
O texto também determina o fim das coligações para eleições de deputados federais, estaduais e vereadores.
Atualmente, a legislação eleitoral permite alianças pontuais entre legendas para eleger deputados e vereadores. Por esse sistema, os votos obtidos pelas siglas unidas são somados, e se elegem os candidatos mais votados da coligação, de acordo com o número de cadeiras ao qual a coligação terá direito.
Se aprovada a proposta, não haverá mais coligações na eleição proporcional (para deputados federais, estaduais e vereadores). O fim das coligações favorece os grandes partidos, uma vez que um partido “nanico” não poderia se unir a outros para aumentar sua força.
Redução
Segundo levantamento feito pelo G1, se a cláusula de desempenho prevista nesta proposta já estivesse em vigor nas eleições de 2014, ela limitaria o funcionamento de 14 siglas no Congresso, além de restringir o acesso delas a verbas partidárias e ao tempo de TV.
Entre as legendas que seriam afetadas estão algumas tradicionais, como o PC do B, e PPS, além de partidos de criação mais recente, caso do PSOL e PROS.
Das 27 legendas que existem hoje na Câmara, restariam, com a cláusula de barreira, somente 13 com funcionamento parlamentar. Seriam elas:
– PMDB
– PT
– PSDB
– DEM
– PDT
– PP
– PR
– PRB
– PSB
– PSC
– PSD
– PTB
– SD
Perderiam o funcionamento parlamentar as seguintes legendas:
– PPS
– PROS
– PV
– PC do B
– PEN
– PHS
– PRP
– PRTB
– PSL
– PSOL
– PT do B
– Rede (não disputou as eleições de 2014. Mesmo com os quatro deputados que tem hoje, não atingiria o mínimo previsto pela PEC)
– PTN
– PMB (também não disputou as eleições de 2014. Com os dois deputados que tem hoje, não atingiria o mínimo previsto pela PEC)
A PEC prevê ainda que, a partir das eleições de 2022, a taxa mínima de votos apurados nacionalmente seja de 3%. Com isso, PSC e SD também entrariam na lista dos que ficariam sem funcionamento parlamentar.
Discussão
Durante o debate sobre a proposta, o líder da oposição no senado, Lindbergh Farias (PT-RJ), disse ser a favor da cláusula de desempenho, mas votou contra o texto porque, para ele, os requisitos mínimos previstos na PEC são muito rigorosos e prejudicam partidos com forte embasamento ideológico, como PC do B, PSOL e Rede.
Autor da proposta ao lado de Ricardo Ferraço (PSDB-ES), o senador Aécio Neves defendeu o texto e disse que, na Câmara, existe a possibilidade de os deputados flexibilizarem as regras.
“Existem no Brasil 35 partidos registrados hoje. Mais de 30 outros processos estão em curso no TSE para se constituírem novos partidos. Negar essa proposta é admitir que na política brasileira possamos ter disputando eleições 50, 60 legendas. Quero reiterar, que na Câmara dos deputados há possibilidade de haver alguma flexibilização na proposta. Votar não a essa proposta é dizer que alguém possa governar com cinquenta legendas, isso é impossível”, afirmou Aécio.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Hildo do Candango participa de entrega dos novos cartões da Renda Cidadã




Na manhã desta terça-feira (08) o prefeito Hildo do Candango em parceria com o Governo do Estado de Goiás entregou os novos cartões magnéticos do programa Renda Cidadã aos novos beneficiários.
A cerimônia de entrega que aconteceu na Escola Municipal Vereador Érico de Souza, contou com a participação da Secretária Cidadã Leda Borges, da Secretária de Assistência Social Aleandra de Sousa, do vice-prefeito Luiz Alberto Jiribita e sua esposa Maria Fábia, dos vereadores Rogemberg e Aluísio da Artec, dos secretários de governo Lúcio Mauro e Deusimar Macedo e ainda da diretora do programa Renda Cidadã em Águas Lindas Delane. Na ocasião 1.001 cartões foram entregues aos novos beneficiários.
“Fico muito feliz em participar deste momento tão importante para os nossos cidadãos, pois sabemos que esta é uma renda que ajudará seus beneficiários reduzindo as desigualdades sociais e ajudando a população a se desenvolver economicamente. ações como esta promovem a cidadania e o desenvolvimento local sustentável.” disse Hildo do Candango.
Saiba Mais
Reformulado, o Renda Cidadã é um dos principais programas de transferência de renda que beneficia a população economicamente vulnerável de Goiás. O programa retorna com um moderno sistema informatizado de gestão, que dará mais transparência e eficiência a sua execução orçamentária.
O programa é interligado ao CadÚnico (Cadastro Único da Assistência  Social, sistema utilizado pelo Bolsa Família) e possui todas as informações cadastrais das famílias beneficiadas, evitando duplicidade no recebimento de benefícios

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

PRINCÍPIO DA MORALIDADE ---PROIBIÇÃO DE RÉUS NA LINHA SUCESSÓRIA DEVE SER ESTENDIDA AOS ESTADOS

DECISÃO SOBRE RÉUS VALE PARA OUTRAS ESFERAS DA GESTÃO PÚBLICA




Deve se estender aos Estados e municípios a decisão dos ministros do Supremo Tribunal Federal que destitui dos cargos presidentes da Câmara, do Senado ou do próprio STF, que, na linha sucessória da Presidência da República, respondam a ações penais na Justiça. Para Luciano Oliveira, professor do renomado Ibmec, prevalecendo o princípio da moralidade, o veto deve ser aplicado às outras esferas. 
É o STF, não o STJ, o responsável por decidir sobre veto a réus nos Estados, pois trata-se de entendimento da Constituição Federal.
Para o especialista Luciano Oliveira, não faria sentido proibir réus na sucessão presidencial e permitir que governem estados e municípios.
O julgamento no STF foi suspenso após pedido de vistas, mas a proibição já tem maioria de 6x0.
Fonte: Diário do Poder

PAUTA DA SEMANA--- SENADO PODE VOTAR PEC DOS GASTOS E REFORMA POLÍTICA ESTA SEMANA

VOTAÇÕES ESTÃO MARCADAS PARA A QUARTA (9) NA CCJ E NO PLENÁRIO


VOTAÇÕES ESTÃO MARCADAS PARA A QUARTA (9) NA CCJ (FOTO) E NO PLENÁRIO


As discussões em torno das propostas de emenda à Constituição (PEC) que estipulam um teto para os gastos públicos pelos próximos 20 anos (PEC 55) e da reforma política (PEC 36) serão os assuntos mais importantes em pauta no Senado nesta semana. As votações, uma na Comissão de Constituição e Jutstiça (CCJ) e outra no plenário, ocorrerão na próxima quarta-feira (9), conforme cronograma definido pelo presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), em acordo com lideranças partidárias.
A PEC do Teto de Gastos teve parecer pela aprovação sem emendas apresentado na última terça-feira (1º) pelo relator, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), na CCJ do Senado. O relatório está sob vista coletiva e será discutido em audiência pública nesta terça-feira (8), quando serão ouvidos dois especialistas convidados pela oposição e dois pelos governistas. Na quarta-feira, a comissão deve discutir e votar a PEC.
Já a PEC da Reforma Política (PEC 36), de autoria dos senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Ricardo Ferraço (PSDB-ES), deve ser o único tema apreciado pelo plenário do Senado na quarta-feira. A proposta estabelece o fim das coligações partidárias e da cláusula de barreira para os partidos políticos terem acesso a tempo de televisão e rádio.
A PEC 36 é a primeira proposição relacionada à reforma política a ser apreciada pelo Congresso Nacional após o acordo entre os presidentes da Câmara e do Senado para um novo esforço no sentido de fazer a reforma.
Outros projetos
Antes desses temas, no entanto, o Senado já estará movimentado pela apresentação, na terça-feira, do projeto de lei para abertura de novo prazo para a repatriação de recursos não declarados enviados ao exterior por brasileiros.
O projeto será apresentado pelo presidente Renan Calheiros, que disse ter discutido a reabertura do prazo com o presidente da República, Michel Temer. Eles esperam aumentar a arrecadação com a repatriação, que ficou em R$ 60 bilhões referentes aos que aderiram dentro do último prazo estabelecido, encerrado no dia 31 de outubro.
Também na terça-feira, o plenário do Senado deverá analisar e votar o projeto de lei que altera algumas regras sobre audiências de custódia de presos. Uma das regras estabelecidas pelo texto prevê que, após preso em flagrante, o indivíduo deverá ser conduzido à presença de um juiz em até 24 horas, assistido por advogado ou defensor público.
Se houver impossibilidade de que o juiz realize a audiência dentro do prazo, o delegado deverá recolher um recibo do servidor da Justiça e comunicar imediatamente ao Ministério Público, à Defensoria Pública e, se for o caso, ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Fonte: Diário do Poder

sábado, 5 de novembro de 2016

Complicou-- Na bancada de senadores do PMDB, somente 3 se salvam

Dos 19 senadores do PMDB, 16 podem virar réus em ação penal



 Só 3 senadores podem suceder Renan sem a ameaça de virarem réus



Afetará a eleição para presidente do Senado a decisão do Supremo Tribunal Federal de proibir réus em ações penais de permanecerem na linha sucessória presidencial. Dono da maior bancada, o PMDB deve indicar o substituto de Renan Calheiros, cujo mandato à frente do Congresso termina em fevereiro. O problema é que apenas três dos 19 senadores do PMDB não respondem a processos na Justiça. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Raimundo Lira (PB), Kátia Abreu (TO) e Rose de Freitas (ES) podem disputar a presidência do Senado: não correm o risco de virar réu.
Ivo Cassol (PP-R), Jader Barbalho (PMDB-PA) e Valdir Raupp (PMDB-RR) até já são réus na Justiça, não podem estar na linha sucessória.
Além de Renan Calheiros, Aloysio Nunes, Aécio Neves, Cássio Lima, Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias e Humberto Costa, são investigados.
Aliados torcem para que Renan não seja declarado réu e não destituído da presidência do Senado a poucas semanas do fim do seu mandato.

Fonte: Diário do Poder



Dia do Radialista --Mais de 240 rádios se reúnem para a migração de faixa AM para FM

Até o momento, 1439 rádios AM solicitaram a migração para FM


 Em 2013 foi assinado o decreto que autorizava a migração das faixas Foto: Arquivo EBC

 No Dia do Radialista, comemorado na próxima segunda-feira (7), mais de 240 radiodifusores vão participar no Palácio do Planalto da assinatura do contrato de migração das rádios da faixa AM para FM.
Estarão presentes nesta cerimônia o presidente Michel Temer e o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação, Gilberto Kassab.
Até o momento, 1439 rádios AM solicitaram a migração para FM. Em 2013 foi assinado o decreto que autorizava a migração das faixas, entretanto a primeira mudança só ocorreu em março deste ano.
O Brasil é primeiro país do mundo a fazer um mutirão de assinaturas com radiodifusores para a mudança de faixa de AM para FM.
SERVIÇO
Local: Palácio do Planalto
Data: 7 de novembro
Hora: 10h

Fonte:  Diário do Poder

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Suspeito de estupro tenta fugir de delegacia e fica entalado em buraco

Suspeito de estupro tenta fugir de delegacia e fica entalado em buraco

Jovem de 18 anos foi preso suspeito de estuprar a tia em Nova Ubiratã (MT)
Ele arrancou vaso sanitário do chão e e cavou buraco com as mãos.

Denise Soares 


Suspeito de estupro tentou fugir e fica entalado em buraco de vaso sanitário em cela de delegacia em Mato Grosso (Foto: Donizete Pontes/ Ubiratã 24 horas)Suspeito de estupro tentou fugir e ficou entalado em buraco de vaso sanitário em cela de delegacia (Foto: Donizete Pontes/ Ubiratã 24 horas)
Um jovem de 18 anos, suspeito de ter estuprado a tia dele, de 33 anos, tentou fugir da cela onde estava preso e ficou entalado em um buraco, durante a madrugada desta quarta-feira (2) na delegacia de Nova Ubiratã, a 506 km de Cuiabá. Segundo a polícia, o rapaz arrancou o vaso sanitário do chão e cavou um buraco usando as mãos. Ele não conseguiu passar todo o corpo para o lado de fora e acabou entalado.
Preso ficou entalado no buraco por mais de uma hora até ser resgatado pela própria polícia (Foto: Donizete Pontes/ Ubiratã 24 horas)Preso ficou entalado no buraco por mais de uma hora até ser resgatado pela própria polícia (Foto: Donizete Pontes/ Ubiratã 24 horas)
O suspeito foi preso durante a madrugada, depois que a tia o denunciou por estupro. Os dois moram na mesma casa. A mulher relatou à polícia que estava dormindo quando o sobrinho arrombou o quarto dela, a ameaçou de morte e a amarrou nos pulsos para que cometesse a violência sexual.
Preso ficou com parte do corpo entalado no buraco feito por ele na delegacia em Nova Ubiratã (Foto: Donizete Pontes/ Ubiratã 24 horas)Preso ficou com parte do corpo entalado no buraco feito por ele na delegacia em Nova Ubiratã (Foto: Donizete Pontes/ Ubiratã 24 horas)
A mulher chamou a Polícia Militar depois do estupro. Antes de ser preso, o rapaz arranhou o próprio peito e afirmou aos policiais que outro homem havia violentado a tia dele. Para a polícia, o suspeito simulou a situação para tentar fugir, no entanto, a própria tia o acusou do crime.
Ele foi levado para a delegacia e ainda seria ouvido sobre a acusação do estupro. Enquanto esperava na cela ser interrogado, o preso retirou o vaso sanitário do piso e começou a cavar um buraco entre a rede de esgoto e a parede da delegacia.
Rapaz de 18 anos, que ficou entalado em buraco, foi resgatado e confessou ter estuprado a própria tia (Foto: Donizete Pontes/ Ubiratã 24 horas)Rapaz de 18 anos, que ficou entalado em buraco, foi resgatado e confessou ter estuprado a própria tia (Foto: Donizete Pontes/ Ubiratã 24 horas)
A polícia diz que ele conseguiu entrar no buraco, no entanto, um pedaço da terra cedeu e o rapaz ficou com parte do corpo entalado. Ainda houve um vazamento de água. O próprio suspeito pediu socorro e foi flagrado nesse buraco pelos policiais. Conforme a polícia, o rapaz ficou preso da cintura para baixo, por mais de uma hora.










Os policiais usaram uma enxada para conseguir abrir o buraco e retirar o preso do local. O rapaz ficou mais de uma hora nessa situação.

O homem vai responder por estupro e deve ser encaminhado para o Centro de Ressocialização de
 Sorriso (CRS), a 420 km de Cuiabá. A vítima foi encaminhada para exames e orientação psicológica.“Ele cavou um buraco e sairia, mas por sorte a mangueira de água abriu e encheu o local de água, houve um pequeno desmoronamento de terra e ele não conseguiu sair. Ele foi retirado e ouvido, confessou o crime”, explicou ao G1 o investigador Charles Jordão.
Fonte: G1

terça-feira, 1 de novembro de 2016

2° CONSEG Participa da Conferência Municipal - Pacto Social Goiás Pela Vida.



Na manhã desta terça-feira dia (01) de Novembro de 2016, a Coordenação dos Conselhos Comunitários de Segurança do Estado de Goiás,  juntamente dos CONSEGs, e 2" CONSEG de Águas Lindas de Goiás, presente o seu presidente David Lopes da Silva, participaram da Conferência Municipal - Pacto Social Goiás Pela Vida.

O Senhor prefeito Hildo do Candango, e os vereadores da cidade, dentre outras autoridades do município e do estado de Goiás, participaram do evento. A ideia principal da conferência é traçar um plano estratégico para a prevenção e combate  a violência e a criminalidade.
Aonde o presidente do 2"CONSEG de Águas Lindas de Goiás, David Lopes da Silva, deu a sua contribuição indicando fatores primordiais para melhoria na segurança pública da nossa Cidade, e pedindo a Sociedade que participe mas desses eventos, porque é nessa hora que a sociedade contribui com suas sugestões apresentando soluções para a nossa segurança.