"Cuidado! Guardai-vos de toda ganância, porque a vida de alguém não consiste na abundância dos bens.”
(Lc 12, 15)
"Os que querem enriquecer caem em tentações, em armadilhas e em muitos desejos […] pois o amor ao dinheiro é raiz de todos os males.”** (1Tm 6,9–10)
A Teologia da prosperidade é uma leitura distorcida e materialista da fé. Prega que a abundância material é o desejo de Deus para seus fiéis. Posição exclusiva de algumas denominações protestantes neopentecostais.
Puro antropocentrismo! Nessa visão, embora não admitam, não é o homem que serve a Deus, mas Deus que serve ao homem. As Igrejas dessa onda não têm fiéis e sim, clientes. O que leva inevitavelmente a uma progressiva paganização do cristianismo, pois as pessoas pulam de igreja em igreja não em busca de salvação, mas de um “serviço”, cura ou prosperidade na vida profissional, financeira ou amorosa.
Diante disso, é possível afirmar que a teologia da prosperidade é a paganização do cristianismo, pois tal qual ocorre nos cultos pagãos, faz-se uma “oferenda”, não mais em encruzilhadas, mas na conta bancária da igreja. De forma asséptica, rápida e quase indolor, munido apenas de um cartão, oferece-se um “sacrifício”, pagando pelo serviço que Deus irá prestar. Isso é paganismo.
#Repost @andersonsilvasiqueiracruxsacra

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