📌 Espírito Santo — Um caso considerado extremamente chocante pelas autoridades veio à tona após investigações apontarem que o cardiologista Victor Murad, de 90 anos, teria sido 3nvenenado lentamente com arsênio por cerca de 15 meses pela secretária, Bruna Garcia Barbosa Marinho.
Segundo as apurações conduzidas pelo Ministério Público do Estado do Espírito Santo, a suspeita trabalhava há aproximadamente 13 anos com o médico, considerado um profissional respeitado no estado. No consultório, Bruna era responsável pelo controle de pagamentos e cobranças, tendo amplo acesso às contas e movimentações financeiras.
As investigações indicam que, ao longo de cerca de 12 anos, a secretária teria realizado transferências indevidas das contas do médico para contas próprias, utilizando o dinheiro para custear viagens, roupas e hospedagens de luxo. O valor total do prejuízo estimado ultrapassa R$ 544 mil.
De acordo com o Ministério Público, quando o médico começou a perceber inconsistências em seu patrimônio, a suspeita teria iniciado um plano ainda mais grave: 3nvenená-lo gradualmente com arsênio, criando uma espécie de distração para impedir que o desvio financeiro fosse descoberto.
A investigação aponta que Bruna teria comprado um frasco da substância tóxica utilizando o nome do próprio marido. Em seguida, passou a adicionar pequenas quantidades do veneno em alimentos e bebidas consumidos pelo cardiologista dentro do consultório.
Com o passar do tempo, o médico começou a apresentar sintomas graves, incluindo fortes dores de estômago, episódios de vômito com s4ngue, anemia e agravamento dos tremores relacionados à doença de Doença de Parkinson, da qual ele já era portador.
As suspeitas de 3nvenenamento surgiram quando outra funcionária da clínica encontrou um frasco de arsênio em um depósito do local. A descoberta levou o médico a solicitar exames periciais. Uma análise realizada em fios de cabelo confirmou que ele havia sido exposto à substância tóxica por um longo período.
Com a confirmação da presença do v3neno no organismo, a secretária passou a ser considerada a principal suspeita do crime, que agora é investigado pelas autoridades.
Em depoimentos sobre o caso, o médico afirmou que a confiança que depositava na funcionária acabou facilitando o crime.
“Confiava cegamente nela, foi esse meu mal. Eu a tratava como uma filha. Ela encanta qualquer um. É uma serpente… ela te mata sorrindo”, declarou.
O caso segue em investigação e pode envolver acusações como tentativa de homicídio e fraude financeira.
Fontes: G1 ▪️ A Gazeta

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