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sábado, 6 de agosto de 2022

Israelenses e palestinos se enfrentam pelo segundo dia; há pelo menos 12 mortos em Gaza

Imagem de explosão causada por ataque aéreo em Gaza, em 6 de agosto de 2022 — Foto: Mohammed Salem/Reuters--
O conflito mais recente começou depois que Israel matou um líder do grupo Jihad Islâmica em Gaza. Os palestinos responderam com foguetes, e os israelenses intensificaram os ataques aéreos. Aviões israelenses atacaram a Faixa de Gaza, e palestinos dispararam foguetes contra Israel neste sábado (6). Os ataques israelenses deixaram 15 mortos, entre eles quatro militantes da Jihad Islâmica e uma criança, de acordo com o Ministério de Saúde palestino. Outras 125 pessoas foram feridas. A mídia israelense fala em 12 mortos.
(Crianças reagem após um ataque aéreo israelense em Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza, em 6 de agosto de 2022 — Foto: Mohammed Abed/AFP) Do lado israelense, dois soldados ficaram feridos por projéteis disparados de um morteiro que atingiram uma fazenda perto da fronteira de Gaza. O estopim deste conflito aconteceu na sexta-feira: uma operação israelense contra o grupo militante Jihad Islâmica matou um dos líderes do grupo em um ataque aéreo surpresa durante o dia. Os palestinos responderam com disparos de foguetes. Esse confronto dos últimos dias pôs fim a mais de um ano de relativa calma entre os dois lados. Neste sábado, Israel disse que atingiu militantes da Jihad Islâmica que se preparavam para lançar foguetes. Outros bombardeios atingiram três casas, disseram testemunhas.
(Efeito de bombardeio em Gaza em 6 de agosto de 2022 — Foto: Mohammed Salem/Reuters) Ataques a Israel Militantes palestinos dispararam pelo menos 160 foguetes. As sirenes de ataques aéreos foram acionadas em cidades no sul de Israel. A maioria dos mísseis foi interceptada. Houve sirenes de aviso de ataque na cidade de Tel Aviv, um importante centro comercial de Israel. Não há notícia de feridos ou morte em Tel Aviv. Foram ouvidas três explosões na cidade, provavelmente de foguetes interceptados pelo sistema de proteção de Israel. Egito, ONU, Catar e Irã O Egito, a ONU e o Catar se mobilizaram para negociar um cessar-fogo e acabar com essa rodada de confrontos. Já o comandante da Guarda Revolucionária do Irã, Hossein Salami, afirmou que Israel vai pagar um preço alto pelos ataques em Gaza.
(Sistema antimísseis de Israel em ação, em 6 de agosto de 2022 — Foto: Ilan Rosenberg/Reuters) Se o Hamas, o grupo militante islâmico que controla Gaza, atacar Israel, o conflito vai tomar proporções muito maiores. A Jihad Islâmica não deu detalhes precisos sobre quantos de seus membros foram mortos e não sinalizou nenhum cessar-fogo imediato. Um membro do grupo afirmou aos jornalistas que, para eles, a hora é de resistência, não de trégua. Prisões na Cisjordânia Durante a noite, os militares israelenses disseram ter apreendido 19 militantes da Jihad Islâmica em ataques na Cisjordânia ocupada por Israel. Jihad Islâmica A Jihad Islâmica é um grupo militante alinhado ao Hamas. Os dois têm um passado ligado à Irmandade Muçulmana, são contrários ao Estado de Israel e propõem a criação de um Estado palestino islâmico. No entanto, também há diferenças entre os dois grupos. Os líderes do Hamas já deram declarações em que sinalizam um abrandamento de sua meta de destruição do Estado de Israel. A Jihad Islâmica nunca fez nenhum movimento como esse e rejeita qualquer tipo de compromisso com os israelenses. Fonte:https://g1.globo.com/

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