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quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Acusada de torturar filho de quatro meses, mulher é espancada

Foto:(crédito: Redes sociais/Reprodução)
Vídeo que circula nas redes sociais mostra uma mãe, em Juiz de Fora, enforcando o próprio bebê; ela foi agredida por populares e teve ossos das mãos quebrados Um vídeo que circula nas redes sociais mostra uma mãe de 22 anos enforcando o próprio filho de apenas quatro meses, em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. O crime de tortura gerou revolta na população. Antes de ser presa em flagrante no último domingo (2/1), a mulher foi espancada por populares em via pública. “Aí, gosta de fazer covardia com criança. Safada!”, diz um dos homens que filma a mãe do bebê enquanto outro indivíduo a puxa pelos cabelos. Um dos responsáveis pela agressão contra a mulher, um adolescente de 17 anos, foi apreendido. Em relato à Polícia Militar, a mulher admitiu ser ela no vídeo e disse que, por volta das 11h, dois homens armados invadiram sua residência, no Bairro Santo Antônio, a arrastaram por uma escadaria até chegarem na rua e começaram a agredi-la com socos e chutes. Um dos homens, inclusive, usou um martelo e desferiu vários golpes em suas mãos, que tiveram vários ossos fraturados, conforme aponta laudo médico durante atendimento à autora no Hospital de Pronto Socorro Dr. Mozart Teixeira (HPS). A criança foi localizada pelas equipes policiais, sendo encaminhada, juntamente com o pai, de 32 anos, ao mesmo hospital para realizar exames. Conforme o registro da polícia, moradores do bairro informaram que o mandante das agressões contra a mãe do bebê seria um conhecido traficante da região, popularmente conhecido como “Pica-pau”. Ele não foi encontrado. Em nota à reportagem, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) disse que o caso será encaminhado à 6ª delegacia do município, onde os fatos serão apurados. Ainda de acordo com a ocorrência da Polícia Militar, a autora, após dar entrada no HPS, foi transferida, sob escolta, para o Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus, na mesma cidade. A reportagem tentou apurar se a mulher segue internada ou se teve alta, mas a unidade hospitalar informou que não poderia passar informações por “questões de sigilo” do paciente. A Polícia Civil também não esclareceu se a mãe do bebê teve ou não a prisão ratificada. Fonte:https://www.correiobraziliense.com.br/

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