ELEIÇÕES 2026

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domingo, 11 de fevereiro de 2018

Nação do senhor--- A fé que rende votos e elege políticos

De olho no crescimento do número de fiéis, pré-candidatos a governador disputam a preferência e o apoio dos líderes evangélicos em Goiás
Igreja Videira/Divulgação











Com o passar dos anos, o interesse dos líderes evangélicos, principalmente os protestantes pentecostais e neopentecostais, na busca por representantes eleitos nos cargos legislativos e executivos que atendam às suas agendas e princípios. Se o objetivo maior do ensino da palavra de Deus, calcado principalmente nos livros sagrados da Bíblia, é fazer com que ela chegue ao maior número de pessoas possível, o crescimento da população que se declara evangélica no Brasil passou a atrair cada vez mais o interesse de candidatos no voto dos fiéis dessas igrejas, que ganham poder.
Ainda de maioria católica – sabe-se lá até quando –, o Brasil tem convivido e verificado a am­pli­ação do campo protestante entre a população. São três os nú­meros, levantados com metodologias diferentes, que mostram o avanço da fé evangélica frente à redução do tamanho do alcance do catolicismo em nosso País. Com base nos dados do censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados em 2010, a Igreja Católica caiu de 91,8% fiéis no País em 1970 para 64,6%. No mesmo período de 40 anos, os evangélicos saíram de 5,2% da população para 22,2%.
Igrejas pentecostais, como a Assembleia de Deus, que acreditam na fé e na salvação a partir do batismo no Espírito Santo, e que se norteiam pelo ensinamento pleno da Bíblia, como sagrada e inquestionável, tem no evangelho qua­drangular o centro de sua crença. Enquanto a Igreja Cató­li­ca convive com sua burocracia que dificulta o avanço nas mudanças para se adequar às necessidades e anseios da população, os evan­gélicos pentecostais se espalharam e cresceram a partir da segunda metade do século XX no Brasil em lo­ca­lidades que os católicos não chegavam.
Pelo censo de 2010, a Assem­bleia de Deus tinha há oito anos 12.314.410 fiéis. Quando o IBGE divulgou os dados, a população evangélica no Brasil era de 42,2 milhões. Em Goiás, a As­sem­bleia de Deus tinha 637.663 adeptos. Outro levantamento que traz dados significativos sobre o avanço da nação evangélica é o do instituto Pew Research Center de 2014. Nele, 61% dos brasileiros se diziam católicos e 26% evangélicos. A terceira fonte de dados usada habitualmente para apontar o tamanho da população religiosa no Brasil é a pesquisa do Data­folha, de dois anos depois.
Pastor Abigail de Almeida, da Assembleia de Deus Ministério Fama, deve apoiar Caiado (DEM) para governador | Foto: WS Fotografias/Divulgação
O último levantamento realizado pelo Datafolha aconteceu no final de 2016. Essa pesquisa mostra que 44% dos evangélicos hoje no Brasil são ex-católicos. Em dezembro daquele ano, o Data­folha divulgou que, entre os cristãos, 50% dos brasileiros se dizem seguidores do catolicismo e 29% são de igrejas evangélicas. Dos 29% que seguem igrejas oriundas do protestantismo, 39% são fiéis da Assembleia de Deus. Como o Datafolha não faz uma amostra probabilística do brasileiro, o que é adotado no censo demográfico do IBGE, não é pos­sível comparar os dados dos dois institutos.
Mas cabe utilizar os percentuais divulgados por IBGE, Datafolha e também da Pew Research para entender a mudança do perfil religioso no País, que tende a ficar cada vez mais evangélico.
Isso justifica a peregrinação de pré-candidatos a deputado estadual, federal, senador e governador a igrejas evangélicas em anos eleitorais, o que já começa a se in­tensificar em fevereiro deste ano. A projeção linear dos dados do Datafolha entre 1994 e 2016 mostra que os evangélicos podem chegar a 45,4% da população em 2040 e os católicos caírem para 22,7% dos brasileiros. Esse foi o dado levantado pelo sociólogo, mestre em economia e doutor em Demografia pelo Centro de De­senvolvimento e Planejamento Regional (Cedeplar) da Univer­sidade Federal de Minas Gerais (UFMG), José Eustáquio Diniz Alves, com base nos dados dos três institutos citados no texto.
Com essa tendência de que a população evangélica seja maior do que a católica no Brasil a partir de 2036, o cronograma político-eleitoral inclui a busca pela confirmação do apoio desses líderes religiosos. As articulações e conversas políticas incluem nas agendas oficiais e fechadas encontros, reu­niões e visitas a pastores de igre­jas protestantes históricas, como os presbiterianos e luteranos, líderes de templos pentecostais, que incluem as Assembleias de Deus, e pastores, bispos e apóstolos das denominações neopentecostais, impulsionadas pela teologia da prosperidade, como Videira, Fonte da Vida e Univer­sal do Reino de Deus.
“Nós temos mais de 600 mil fiéis no Estado”, diz pastor Oídes do Carmo
Irmão de Luiz Carlos do Carmo (PMDB), o pastor Oídes José do Carmo diz que ainda é cedo para falar em apoio | AD Campinas/Divulgação
Presidente da Convenção Estadual e líder da Assembleia de Deus Campo de Campinas, o pastor Oídes José do Carmo mostra o tamanho do Ministério de Madureira em Goiás. “A Assem­bleia de Deus tem igrejas em todos os municípios goianos. Nós temos mais de 600 mil fiéis no Estado”, descreve. Irmão do ex-deputado estadual Luiz Carlos do Carmo (PMDB), que hoje é primeiro suplente na vaga do senador Ronaldo Caiado (DEM), o pastor Oídes afirma que as cerca de 70 matrizes da Assem­bleia de Deus em Goiás ainda não colocaram o assunto eleição de 2018 em discussão. “Nós não fizemos nenhuma reunião para falar ainda sobre isso.”
A negativa do pastor Oídes sobre o início da discussão para de­cidir qual pré-candidato a go­ver­nador a Assembleia de Deus pode vir a declarar apoio não é tão certeira assim. O Jornal Opção ouviu outras pessoas próximas ao grupo de pastores e bispos em Goiás que integra a diretoria nacional do Ministério de Madureira da Assembleia de Deus que falam outra coisa. Li­derança importante, o pastor Oídes tende a apoiar naturalmente a pré-candidatura a go­ver­nador de Caiado. O interesse estaria na consolidação da ocupação do cargo de senador por um assembleiano de confiança.
Se Caiado for eleito governador, Luiz Carlos do Carmo assume como suplente e teria, quem sabe, a possibilidade de ser reeleito e se manter no cargo além dos quatro anos em que o Democrata assumiria o governo de Goiás se conseguir se eleger. Mas o pastor Oídes, ao menos pu­blicamente, não confirma essa possibilidade. “Essa é uma leitura natural que as pessoas fazem. Mas essa discussão ainda não aconteceu.”
Na Assembleia de Deus hoje, há quem acredite e confirme ao Jor­nal Opção que o grupo do pas­tor Oídes caminhe com Caia­do, que também deve ter o apoio do também pastor elevado a bispo Abigail de Almeida, da Assem­bleia de Deus Ministério Fama e vice-presidente da Con­ven­ção estadual presidida por Oí­des. Abigail é pai de Samuel Al­meida, secretário municipal de Governo na gestão Iris Rezende (PMDB). Como o filho está no grupo do peemedebista que se uniu a Caiado na eleição de 2014, quando o democrata chegou ao Sena­do, parece natural a manutenção da aliança, agora do grupo de Iris à pré-candidatura do senador ao governo estadual.
Outro que pode fortalecer o grupo de líderes evangélicos as­sem­bleianos na base do pré-candidato Caiado é o pastor Romeu Ivo, que comanda a Assembleia de Deus Esperança. Se o apoio dos três for confirmado ao nome do senador do DEM, aumenta o poder de influência de Caiado sobre o voto de parte dos mais de 600 mil fiéis da igreja em Goiás. Mas há quem ainda defenda a ideia de que somente em abril será possível saber para que lado as lideranças religiosas da As­sem­bleia de Deus irão politicamente. “O candidato que tiver mais vocação para o social deve receber o apoio do segmento”, diz uma das pessoas ouvidas pelo Jornal Opção durante a semana.
Igreja com partido
No PRB, reduto da Igreja Universal, João Campos está com José Eliton | Foto: Divulgação / Câmara dos Deputados
Outra base evangélica, esta neopentecostal, que atrai o interesse de políticos, é a Igreja Universal do Reino de Deus. No cen­so demográfico de 2010 do IBGE, a Universal era responsável por 64.744 fiéis nos municípios goiano. Em 2016, a Igreja Universal conseguiu eleger um prefeito dela na capital fluminense. O ex-senador Marcelo Crivella (PRB) comanda hoje o Executivo de uma das maiores cidades brasileiras. E os planos da Universal, por meio do PRB, são de expandir sua entrada nos cargos eletivos, tanto nos Legislativos quanto nos Executivos pelo País.
Em Goiás, a chegada de Ro­gé­rio Cruz à Câmara de Goiânia foi a entrada da Universal na política de Goiânia. Com prefeitos ligados ao PRB em Cachoeira Dou­rada, Nerópolis e Paraúna, o partido abriu mão de ter um integrante da igreja no comando da sigla para chegar à Câmara dos Deputados com um membro goiano. Foi en­tão que Ricardo Quirino deu lu­gar na presidência ao recém-chegado deputado fe­deral pastor João Campos, da Assembleia de Deus, e que havia deixado o PSDB.
A ligação de João Campos com a base aliada do governador Mar­coni Perillo (PSDB) coloca o PRB, da Igreja Universal, no grupo de apoio à pré-candidatura a governo de José Eliton (PSDB), que assume o cargo em abril. “Es­tamos na base do governo, mas somos procurados e dialogamos com outras lideranças estaduais. Vamos caminhar com o governador, a não ser que algo aconteça”, explica Quirino. Não se sabe até quando o apoio de João Campos ao PSDB manterá o PRB no grupo de sustentação eleitoral do vice-governador José Eliton. Segundo o vereador Rogério Cruz, a sigla ainda não discutiu quem irá apoiar nas eleições para governador.
Outro grupo evangélico que parece querer a manutenção da base aliada de Marconi no co­man­do do governo é o Conselho Es­ta­dual de Diretores (CED) da Igreja Quadrangular. Presidido pelo pastor Washington Luiz, a CED se reuniu na última quarta-feira, 7, com o governador no Palácio das Esmeraldas em um jan­tar. Durante o encontro, o líder eleito pela convenção da Igreja Quadrangular disse que se sente um parceiro do governo. Outro integrante do grupo que é próximo do chefe do Executivo é o pastor Vilson Guedes, que ocupa o cargo de primeiro secretário no CED.
“Tudo depende dos sete conselheiros da igreja”, explica o pré-can­didato a deputado estadual Frederico Bispo, que conta com o apoio da Quadrangular. Na tentativa de atrair o apoio dos pastores da Igreja Quadrangular, o senador do DEM se reunirá com o Conselho Estadual de Di­re­tores no dia 22 de fevereiro. Mas, na visão de Frederico, há pouca chance de os líderes mudarem de lado. “A reunião com o Caiado não significa nada”, declara.
Outras forças
Simeyzon Silveira diz que a igreja não faz campanha para candidato | Foto: Alego
Entre membros de igrejas fortes nos segmento evangélico neopentecostal, o deputado Simeyzon Silveira (PSC) diz que não há a possibilidade de a Luz Para os Po­vos declarar apoio a ninguém. “A igreja não caminha com apoios dentro do ministério. Não há manifestação de apoio por parte da Luz Para os Povos.” Já sobre o PSC, Simeyzon, que lembra ter ajudado a fundar o partido e fazer parte dele há 15 anos, diz que a decisão da sigla continua a de fazer parte da coligação de Caia­do. “Estou aguardando umas conversas. Vou ajudar o no­vo presidente do partido, Eu­rí­pe­des do Car­mo, a fortalecer o PSC. Caso isso não seja possível, vou procurar outros caminhos”, afirma o parlamentar.
Perguntado se está insatisfeito com os rumos políticos e eleitorais do PSC, Simeyzon desconversa e diz que não há qualquer problema ou incômodo hoje na sigla.
A mesma postura do deputado estadual é a que adota o pastor Aluízio Silva sobre a posição da Igre­ja Videira. O líder religioso afir­ma que a igreja não se posiciona enquanto instituição e que seus membros ainda não fizeram qualquer discussão sobre o assunto. “Ainda nem sabemos quem são os candidatos”, se resguarda.
Bispo da Fonte da Vida, o de­pu­tado federal Fábio Sousa estava com um pé e uma mão no PSL, pres­tes a anunciar sua saída do PSDB em definitivo. Mas aí veio a decisão da executiva nacional do Partido Social Liberal de entregar o controle da sigla ao pré-candidato a presidente da República, que ainda não se desfiliou do PSC ca­rioca, deputado federal Jair Bolsonaro. “Eu iria para o PSL para ajudar a fortalecer o partido em Goiás, mas resolveram entregar para o Bol­so­na­ro. Agora estou ouvindo, avaliando o que fazer”, lamenta.
Influente na Fonte da Vida, Fábio Sousa defende que não é papel da igreja fazer propaganda ou apoiar qualquer candidato. Ele, que é filho do apóstolo César Augusto, diz ter até março para de­cidir o que fazer já que a ida para ao PSL, que deve ser presidido em Goiás pelo deputado federal delegado Waldir (PR), passa a não fazer mais sentido. Fábio Sousa diz que deve apoiar o candidato a governador da base aliada. “A minha candidatura a reeleição é certa”, define. E, aos risos, brinca: “A não ser que eu saia candidato a senador ou governador”. l

Fonte: Jornal Opção

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Agentes penitenciários: Autorizado concurso para 1.000 vagas em Goiás

marconi perillo visita de carmen lucia foto divulgacao



Após a visita da presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, para discutir as medidas tomadas pelo governo de Goiás referente à crise do sistema prisional, o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), informou que o Estado vai ampliar a equipe de segurança nos presídios goianos.
"Também comunicamos à presidente que eu autorizei esta semana ao diretor-geral do sistema prisional a abertura de concurso para mil novos agentes penitenciários", afirmou. 
Os prazos e o edital para a realização do concurso ainda não foram detalhados pela Secretaria de Gestão e Planejamento de Goiás (Segplan), que conduz os processos de contratação de novos servidores estaduais.
No início deste 2018, o governo contratou vigilantes penitenciários temporários para cobrir o déficit. A contratação de pessoal faz parte do acordo feita com a presidente do CNJ para dar mais segurança aos presídios de Goiás. 

Fonte; Diário de Goiás

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Relator anuncia mudanças na reforma da Previdência; governo quer votar o texto até o fim deste mês


Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Relator dep. Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), apresenta emenda aglutinativa para a Reforma da Previdência. Dep. Aguinaldo Ribeiro (PP - PB)
Ribeiro defendeu a votação da reforma até o fim de fevereiro
O líder do governo, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), disse que será feito um esforço para votar a reforma da Previdência (PEC 287/16) entre os dias 19 e 28. Se isso não ocorrer, por falta dos 308 votos necessários, o governo passará a defender a votação de outros temas de interesse do Executivo.
Nesta quarta-feira (7), o relator da reforma, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), confirmou nova alteração no texto, prevendo pensão integral para os cônjuges de policiais mortos em serviço. Aguinaldo Ribeiro afirmou que a medida era apoiada por uma bancada "expressiva", mas não precisou quantos votos foram efetivamente ganhos com a alteração.
A integralidade da pensão levará em conta a data de entrada do policial no serviço público. Isso porque os servidores que entraram após 2003 não têm integralidade na aposentadoria. Os policiais militares não estão incluídos porque são regidos por outras regras.
Negociação
Oliveira Maia admitiu que pode negociar outros pontos da reforma durante a discussão em Plenário, mas adiantou que não negocia as idades mínimas de 62 anos para mulheres e de 65 anos para homens.
Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Relator dep. Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), apresenta emenda aglutinativa para a Reforma da Previdência
Oliveira Maia avisou que não negocia a idade mínima nem as regras que igualam servidores públicos aos trabalhadores em geral
"Afinal, não é razoável que só o Brasil, no mundo inteiro, ainda admita aposentadoria sem ter uma idade mínima para as pessoas. E mais: no Brasil, as pessoas mais pobres, tipo o trabalhador rural, já têm idade mínima. Então precisamos estabelecer uma idade mínima para todos."
Outra questão inegociável, segundo Oliveira Maia, são as mudanças que igualam os servidores públicos aos trabalhadores em geral.
Desde 2013, o teto de aposentadoria dos servidores federais é o teto do INSS, de R$ 5.645,80, mas muitos estados e municípios não implementaram fundos complementares para os seus servidores e continuam fora do teto.
A emenda da reforma prevê prazo de seis meses para governadores e prefeitos adequarem seus sistemas.
O líder Aguinaldo Ribeiro reconhece que é mais difícil aprovar a reforma em ano eleitoral, mas acredita que a compreensão da necessidade das mudanças aumentou durante o recesso com a ajuda de reportagens sobre o deficit previdenciário publicadas pela imprensa. O governo estima que, até o momento, tem o apoio de 273 deputados.
Contra a reforma
O líder do PSB, deputado Júlio Delgado (MG), disse que o seu partido quer votar a reforma para derrubá-la em Plenário. "A gente quer derrotar essa proposta de uma vez por todas para não deixar nenhum resquício que ela possa vir a ser votada em novembro com um Congresso totalmente alterado em função do resultado das urnas.”
Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Dep. Julio Delgado (PSB - MG) concede entrevista
Delgado criticou as novas mudanças propostas pelo relator
Delgado criticou as novas mudanças sugeridas pelo relator. “Essa alteração é mais uma maquiagem numa tentativa de encontrar consenso que não vai existir na votação desta matéria", criticou.
Os líderes da oposição afirmam que a reforma vai cortar 40% do valor das novas pensões e 40% dos novos benefícios de quem se aposentar com apenas 15 anos de contribuição. O trabalhador só terá 100% da média de contribuições caso tenha 40 anos de pagamentos comprovados. Além disso, o acúmulo de aposentadoria com pensão só será permitido até o máximo de dois salários mínimos, ou R$ 1.908,00.
Representantes de cinco centrais sindicais sugeriram nesta quarta-feira ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, que a votação da reforma da Previdência fique para 2019.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Natalia Doederlein

Volume do Descoberto passa dos 50% e supera meta prevista para maio

No mesmo dia em que a CEB abriu as comportadas da barragem do Lago Paranoá para eliminar excesso de água, o principal reservatório do DF superou a meta prevista apenas para o fim do período chuvoso


A imagem pode conter: atividades ao ar livre, água e natureza
Em medição na tarde desta quinta-feira (8/2) o reservatório do Descoberto chegou a 50,1%(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)





Após a forte chuva atingiu o Distrito Federal na tarde desta quarta-feira (7/2) - somente entre as 16h e às 17h, choveu 41,8mm, 19% do esperado para fevereiro - o reservatório do Descoberto chegou a 50,1% do volume total. O número é superior ao esperado pela curva de acompanhamento da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa) para o fim do período chuvoso, em maio. 

Em janeiro deste ano, Maurício Luduvice, presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), informou, em entrevista ao Correioque se o nível dos reservatórios continuasse subindo, após o fim do período de chuva, a companhia poderia repensar sobre o fim do rodízio de abastecimento de água.
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Além da curva de acompanhamento, a Adasa desenhou três cenários para o futuro hídrico do DF até maio. Neste momento, o Descoberto caminha acima do melhor quadro, que esperava que o reservatório chegasse a 43% até o fim de fevereiro. Em medição na tarde desta quinta-feira (8/2), o reservatório de Santa Maria, o segundo mais importante de Brasília, subiu para 38%, acima dos 36% esperado para o período. 

Comportas do Lago Paranoá são abertas


No mesmo dia em que o Descoberto superou a metade do volume total, a Companhia Energética de Brasília (CEB) abriu duas comportas da barragem do Lago Paranoá  para eliminar o excesso de água. A medida ocorreu porque o nível do lago estava estava em 1000,65 metros, próximo à cota máxima de 1000,80 metros.
Veja o vídeo:


Correio questionou a Caesb se a água liberada não poderia ser bombeada para outro reservatório e utilizada em combate à crise hídrica enfrentada pelo DF desde 2016. O órgão respondeu, por meio da assessoria de imprensa, que já retira, desde outubro de 2017, cerca de 600 litros de água por segundo (l/s) do Lago Paranoá na Estação de Tratamento de Água do Lago Norte, que abastece Lago Norte, Paranoá, Itapoã e Taquari. Além disso, mais 280 l/s estão sendo transferidos para o Sistema Santa Maria/Torto. A companhia  não pode retirar mais do que isso porque não há capacidade para  tratar e distribuir mais água.

Para poder retirar mais recursos, o Governo de Brasília tem um projeto, já licitado, para captar mais de 2 mil litros de água por segundo do Lago Paranoá, podendo  também armazenar, tratar e distribuir a água do lago de forma definitiva. As obras estão orçadas em R$ 480 milhões e o GDF negocia o financiamento com a Caixa Econômica Federal. 

Fonte: Correio Braziliense

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Nove partidos lançam Frente Resgatar Brasília



Por Sandro Gianelli
Na tarde desta terça-feira (6/2), nove partidos políticos se reuniram na sede do PSC, no Edifício Palácio do Comércio, no Setor Comercial Sul. Na pauta a insatisfação com os rumos em que os partidos políticos estão tomando para as eleições de outubro.
Estiveram presentes representantes do PSC, PSDB, PRB, Democracia Cristã, PMB, PRP, PMN, PTC e Patriotas. O grupo acredita que o Podemos e o PSL também se unam à Frente Resgatar Brasília, que foi lançada durante a reunião com a apoio de todos os presentes.
“Os partidos menores não irão aceitar serem tratados como bucha de canhão fortalecendo as legendas dos grandes partidos. Não vemos com bons olhos as articulações que estão acontecendo no DF”, disse Zénobio Rocha, presidente do PSC.
Ficou agendada uma nova reunião para o dia 20 de fevereiro com todos os partidos para definirem como a Frente irá atuar.
O Blog conversou com representantes de vários partidos e a reclamação é de que partidos com melhores condições financeiras estão oferecendo dinheiro para atrair filiados de outras legendas e reforçar os quadros partidários com um único propósito de garantir os votos necessários para as suas legendas.
Outra reclamação é que individualmente os partidos são cortejados por pré-candidatos ao governo de outras siglas, porém, quando as reuniões acontecem em grupo, as siglas menores não são convidadas.
Um presidente de partido que não quis se identificar comentou que os grandes partidos estão acostumados a usar o tempo de TV das legendas menores para garantir suas eleições. Outra prática é a de coligar com as siglas menores para garantir os votos necessários para eleger seus representantes.
Um exemplo citado foi do Democratas e do PSD, que não fizeram coligações e não atingiram o mínimo de votos necessários para eleger, sequer, um representante para a Câmara Legislativa. Um dos presidentes comentou que “se houvesse uma coligação com uma das siglas menores o quadro teria sido outro”.
Em resumo, o DF passa a ter mais uma Frente que garante ter nomes para as vagas majoritárias. Os pequenos acordaram e além do desejo de Resgatar Brasília, as práticas de submissão parecem terem sido abolidas.
Fonte: http://sandrogianelli.com.br

Marconi é eleito Político do Ano pelo Clube de Repórteres Políticos

marconi foto lider



Quatro vezes eleito governador de Goiás pelo voto direto, sem contar as eleições para deputado estadual, federal e senador, o governador Marconi Perillo tem sido alvo de constantes manifestações de carinho e apreço dos goianos e de inúmeras homenagens institucionais, fruto do trabalho a favor de Goiás e da liderança que ele exerce hoje no plano federal.
Marconi acaba de ser eleito pelo Clube dos Repórteres Políticos de Goiás “O Político do Ano”. Nos 39 anos de existência do Clube de Repórteres Políticos, o governador é o político com maior número de títulos. Já foi escolhido em três vezes Deputado do Ano, quatro como Congressista do Ano e seis vezes Político Ano, em todas por votação dos jornalistas políticos que atuam no Estado.
Mas as demonstrações de apreço ao trabalho que desempenha o governador não param por aí. No dia 29 de janeiro deste ano, ele recebeu a quarta homenagem de servidores públicos estaduais em uma semana, em agradecimento pela valorização das carreiras. Mais de cem advogados autárquicos o homenagearam, em evento no Palácio das Esmeraldas. Eles agradeceram pela criação e consolidação da carreira, e pelo encaminhamento à Assembleia Legislativa, em 2014, do projeto que promove os advogados autárquicos a procuradores autárquicos.
O presidente da Associação Goiana dos Advogados Públicos Autárquicos (Agapa), Heber Augusto, afirmou que a homenagem era também um momento de recordação da trajetória que os advogados autárquicos passaram a vivenciar a partir das gestões de Marconi. “Um marco da boa trajetória que iniciamos através da sua ousadia, espírito inovador e corajoso”, afirmou. Marconi foi homenageado com a comenda da Ordem do Mérito da Advocacia Pública.
Na mesma semana, foi homenageado por gerentes meritocráticos, gestores governamentais e médicos da Secretaria Estadual de Saúde. Da homenagem participaram o reitor da UEG, Haroldo Reimer; o comandante-geral da Polícia Militar de Goiás, coronel Divino Alves;  os deputados Francisco Oliveira e Lêda Borges; e os secretários de Gestão e Planejamento, Joaquim Mesquita; e de Habitação, João Gomes.
A liderança exercida por Marconi expandiu-se em nível nacional, devido às teses que tem defendido: recursos para a Segurança Pública, solução para o déficit da Previdência, prestação de serviços públicos de qualidade, dentre outras. No dia 8 de abril do ano passado, em São Paulo, ele foi agraciado com a medalha do mérito Solidarista pelo Partido Humanista da Solidariedade (PHS), e foi tratado por seu colega paulista, Geraldo Alckmin, como “meu professor” e “grande líder do Brasil Central”, numa alusão ao inquestionável bom trabalho que ele realiza por quatro mandatos à frente do Governo de Goiás.
Na oportunidade, Alckmin chegou a dizer que a história de Goiás deve ser dividida em um período anterior e em outro depois de Marconi como governador. O presidente do PHS, Eduardo Machado, disse que hoje no Brasil todo mundo reconhece o trabalho feito por Marconi e, pela afinidade e pelo trabalho de transformar Goiás, o PHS fez essa homenagem a ele.
Em 19 de abril do ano passado, a Câmara Municipal de Tiradentes (MG), Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e um dos mais respeitados centros históricos de Arte Barroca do Brasil, concedeu ao governador goiano o título de cidadão tiradentino, a mais nobre comenda local e uma das mais importantes do Estado de Minas Gerais. A homenagem ocorreu na Sala de Convenções do “Santíssimo Risort” na presença de aproximadamente 300 pessoas. O título, aprovado pela unanimidade dos nove vereadores, cinco deles de partidos não alinhados ao PSDB, foi proposto pela mesa diretora da Câmara Municipal por sugestão do prefeito.
Ainda em abril de 2017, Marconi recebeu homenagem do Ministério Público de Goiás. Ele recebeu a Medalha do Mérito do Ministério Público, entregue a pessoas que se engajaram na defesa do MP e prestaram serviços à instituição. O ex-senador senador Demóstenes Torres, o ex-presidente da Assembleia, Jardel Sebba, e o deputado Hélio de Sousa também foram agraciados com a medalha. O procurador geral de Justiça, Benedito Torres Neto, foi quem entregou as medalhas. Em discurso, ele agradeceu a Marconi por sempre defender as causas do MP. “Sempre esteve ao nosso lado. É de notável trajetória política e espírito republicano”, disse.
Em 23 de junho de 2017, ele recebeu a Medalha do Mérito Acadêmico, honraria instituída pela Associação Brasileira de Saúde das Polícias e Bombeiros Militares (ABSPMBM). A condecoração foi feita durante solenidade de abertura de três congressos que são realizados simultaneamente na sede do Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás – Cremego: XXI Congresso da Associação Brasileira de Saúde das Polícias Militares e Bombeiros Militares, XIV Congresso da Academia Nacional de Saúde das Polícias Militares e Bombeiros Militares do Brasil e IV Encontro de Saúde Mental.
Coronel Bombeiro Militar do Rio de Janeiro, Rômulo Capello Teixeira agradeceu o apoio dado pelo Governo de Goiás para realização dos congressos. “Governador, fazer um evento desse, nesse momento, para todos nós, militares da área da Saúde, realmente é um exemplo para ser seguido por todos os nossos governadores do nosso País”, afirmou Teixeira, que é presidente da Associação Brasileira de Saúde das Polícias e Bombeiros Militares.
A liderança de Marconi ultrapassou a fronteira de Goiás e do Brasil. No dia 11 de setembro de 2017, durante missão comercial ao Cone Sul, a ele foi outorgado o título de Hóspede de Honra da Cidade de Buenos Aires. A homenagem é equivalente ao título de cidadania da cidade de Buenos Aires. Em 2012, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) foi homenageado com esse mesmo título.
Em Bruxelas, no dia 23 de outubro de 2015,  recebeu a Comenda da Ordem da Coroa da Bélgica, um dos principais títulos concedidos pelo rei Philippe Leopoldo Luís Maria a estrangeiros e belgas pelos serviços prestados àquele país europeu. A homenagem foi entregue pelo secretário de Estado de Comércio Exterior da Bélgica, Pieter De Crem, um dos homens públicos mais influentes do país.
A Comenda foi criada em 15 de outubro de 1897 pelo Rei Leopoldo 2.º, que era governante do Estado Livre do Congo. Foi concebida originalmente para homenagear os feitos heroicos e o serviço exemplar de cidadãos e servidores no Estado Livre do Congo. Em 1908, a Comenda foi incorporada ao conjunto de condecorações belgas. Atualmente, a Ordem da Coroa é concedida aos cidadãos que prestam relevantes serviços ao Estado belga, especialmente àqueles que promovem a vida e os direitos das pessoas. Em Goiás, o bispo da Diocese de Goiás, o belga Dom Eugênio Rixen, já foi agraciado com a comenda.
“O governador Marconi está sendo agraciado com a comenda pelo incentivo que vem dado às relações comerciais entre Goiás e Bélgica”, revelou o embaixador da Bélgica no Brasil, Jozef Smets, durante visita ao governador, em setembro daquele ano, em Goiânia. “Goiás é um dos Estados brasileiros que queremos expandir nossas relações. Acreditamos que nossos negócios têm um ambiente de segurança jurídica", disse Smets, após reunião no Palácio das Esmeraldas.
Voltando ao plano nacional, a  Agência Goiana de Habitação – Agehab – recebeu o prêmio Lúcio Costa de Mobilidade, Saneamento e Habitação 2015. O governador Marconi Perillo, ao lado da senadora Lúcia Vânia, do ex-presidente da Agehab e atual deputado federal Marcos Abrão, o atual presidente, Luiz Stival, vários parlamentares goianos, prefeitos e secretários, recebeu a premiação e a homenagem, feita também ao governo do Estado de São Paulo, à Prefeitura do Rio de Janeiro, ao Grupo Globo, à Rio Card e ao arquiteto e ex-prefeito de Curitiba, Jaime Lerner.
Reconhecido como uma liderança com grande capacidade de diálogo e aglutinação, o governador Marconi Perillo ganhou ainda mais visibilidade por atuar pela pacificação interna do PSDB, um dos principais partidos do Brasil.
Com projeção nacional, ele insere Goiás nas decisões nacionais. No plano regional, a inserção de Marconi no debate político nacional reforçou sensivelmente a participação de Goiás nos grandes debates nacionais. Mais do que fortalecer o governador, a participação dele nessas articulações inseriu o Estado no centro das decisões nacionais, abrindo caminho para participação mais ampla na divisão e atração de investimentos públicos e privados para o território goiano e aumentando o poder de influência e propagação de teses administrativas, como  é o caso das propostas dele para a Segurança Pública.
Em sua trajetória no ano passado, foi o protagonista, em Brasília, das discussões sobre a criação de um fundo com recursos federais para a implantação de políticas e programas de controle da fronteira territorial. Também atuou decisivamente na convalidação dos incentivos fiscais, medida que ajudou os estados a enfrentarem a crise econômica nacional.
Fonte:Diário de Goiás

Brasília --Jovair Arantes reafirma apoio a Cristiane Brasil para Ministério do Trabalho

Deputada foi nomeada por Temer há cerca de um mês, mas Justiça impediu a posse por condenações em processos trabalhistas
Cristiane Brasil e Jovair Arantes | Foto: Ruber Couto
O líder do PTB na Câmara, Jovair Arantes (GO), informou que a bancada do partido decidiu manter a indicação da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) para ministra do Trabalho.
De acordo com Jovair, os deputados federais do partido consideram que a parlamentar “tem a competência e as condições necessárias para comandar a pasta”.

Em nota, o líder do partido afirma ainda que o Poder Judiciário está interferindo em uma atribuição que é privativa ao presidente Michel Temer.
Polêmicas
Cristiane Brasil é alvo de um inquérito que apura suspeitas de tráfico de drogas e associação para o tráfico durante campanha eleitoral de 2010. Ela, assessores e aliados são acusados de dar dinheiro a traficantes de Cavalcanti, bairro pobre da zona norte do Rio de Janeiro.

Há um mês, Cristiane Brasil foi indicada pelo pai, Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB, como nome do partido para assumir o Ministério do Trabalho. Porém, após uma série de decisões judiciais, ela nunca chegou a assumir o posto.
Atualmente, uma decisão provisória da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármem Lúcia, a impediu de tomar posse.
Veja a nota de Jovair Arantes na íntegra:
A Bancada do PTB na Câmara dos Deputados, após reunião realizada nesta terça-feira (6), reafirma o apoio à indicação da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) para ocupar o cargo de ministra do Trabalho.
Os deputados federais do partido consideram que a parlamentar tem a competência e as condições necessárias para comandar a pasta.
Também avaliam que o Poder Judiciário está interferindo em uma atribuição que é privativa do chefe do Poder Executivo federal, que é a indicação dos ministros de Estado, conforme prevê a Constituição Federal em seu art. 84, inciso I.
Por isso, aguardam a decisão da Justiça para concretizar a posse da ministra Cristiane Brasil, já nomeada pelo presidente Michel Temer.
Brasília, 6 de fevereiro de 2018.
Dep. Jovair Arantes
Líder do PTB na Câmara dos Deputados

Fonte: Jornal Opção 

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Osmar Rezende acompanha in loco a chegada de implementos agrícolas adquiridos quando da sua gestão à frente da Secretaria de Agricultura

A imagem pode conter: 5 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé, céu e atividades ao ar livre
Dr Inaldo da AMAB, Dr Brasil da SFA/DF, vereador Osmar Rezende ( ex- secretário de Agricultura),  o diretor da Secretaria de Agricultura Toninho e o operador Domingos


O vereador Osmar Rezende- PRB,  acompanhou in loco, juntamente com o Dr Inaldo da AMAB, Dr Brasil da SFA/DF, o diretor da Secretaria de Agricultura Toninho e o operador Domingos,  a chegada dos implementos agrícolas que foram comprados quando da sua gestão à frente da Secretaria de Agricultura do  município. Os  implementos agrícolas estão em frente á prefeitura municipal e serão encaminhados  para serem usados na área rural do município de Águas Lindas de Goiás.

 "Isso muito nos alegra e agradecemos ao nosso bom Deus por nos ter proporcionado estar á frente desta pasta e poder juntamente com o nosso prefeito Hildo do Candango trabalhar em prol do desenvolvimento, principalmente da área rural da nossa cidade, Disse o vereador Osmar Rezende.
Osmar ficou á frente da pasta da Agricultura por seis meses, desempenhou um bom trabalho, conquistando muito para a secretaria e para os agricultores da região, como: máquinas, implementos, programas e projetos que beneficiam  a todos os produtores da região.


A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas sorrindo, céu e atividades ao ar livre
Dr Inaldo da AMAB, Dr Brasil da SFA/DF, vereador Osmar Rezende




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TSE --PGR pede ao STF para derrubar impressão de votos nas urnas eletrônicas

PGR pede ao STF para derrubar impressão de votos nas urnas eletrônicas

Para a procuradora Raquel Dodge, a impressão do voto ofende o princípio constitucional do sigilo do voto
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, entrou nesta segunda-feira (5/2) com uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar a obrigatoriedade do voto impresso em parte das urnas eletrônicas nas eleições de outubro. Para a procuradora, a impressão do voto ofende o princípio constitucional do sigilo do voto.
Nas eleições deste ano, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve usar em torno de 30 mil urnas com impressora. A impressão foi aprovada no Congresso em 2016 e prevê a continuidade da votação por meio da urna eletrônica, mas com a impressão de um boletim dos votos computados, que serão colocados em uma urna física lacrada, para que possam ser auditados. O comprovante não será dado ao eleitor. O custo total de implantação das impressoras em todas as urnas do país é de R$ 1,8 bilhão.
Ao defender a derrubada do voto impresso, Raquel Dodge também argumenta que a medida trará transtornos ao eleitor.
“As inúmeras intercorrências possíveis com a reintrodução do voto impresso e a consequente quebra do sigilo constitucional do voto colocam em risco a confiabilidade do sistema eleitoral e a segurança jurídica. A implementação da mudança potencializará falhas, causará transtornos ao eleitorado, aumentará a possibilidade de fraudes, prejudicará a celeridade do processo eleitoral. Elevará, ainda, as urnas em que a votação terá que ser exclusivamente manual”, afirma Dodge.
A ação será relatada pelo ministro Luiz Fux, que tomará posse nesta sexta (6) no cargo de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), órgão responsável pela realização das eleições.

Por Agência Brasil
Jornal Opção

Vereador Tiago Eloy-PSD, vai ao DNIT em Goiânia pedir melhorias para as passarelas de Águas Lindas de Goiás


Vereador Tiago Eloy no DNIT em Goiânia GO

Na  manhã desta segunda feira (05), o vereador Tiago Eloy (PSD), esteve com o Superintendente Regional do DNIT no Estado de Goiás Flávio Murilo, e levou algumas revindicações referente às passarelas da BR 070 que cortam o município de Águas Lindas de Goiás. Tiago Eloy pediu que fosse feito manutenção, e também melhorasse o acesso à rampa de modo a evitar aquele zigue-zague.
Na ocasião, foi solicitado que construa uma nova passarela entre o setor 09 (sentido DETRAN e o Jardim Brasília) evitando assim a travessia de pedestres que pulam a mureta de proteção . 
O superintendente informou ao vereador que tão logo fará em primeira mão a manutenção das ferragens e alambrados danificados e, enviará uma equipe para estudar e projetar a construção das rampas e a possibilidade da edificação de uma passarela no Quilômetro indicado. 



Flávio Murilo (Superintendente do DNIT) recebe Tiago Eloy


Passarela em Águas Lindas (muito zigue-zague)


Pedestre arrisca a vida atravessando a BR pulando a mureta de proteção


Vereador mostra tele-alambrado danificado e pede manutenção 


Com informações do jornalmultinoticias.blogspot.com.br

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Base de sustentação política será ampliada para as eleições de 2018, projeta Zé Eliton

ze eliton foto wildes barbosa 
“Temos dialogado muito com os partidos da base e com aqueles que estão vindo”, afirma o vice-governador Zé Eliton, pré-candidato PSDB ao governo. Eliton lembra que a aliança foi de 16 partidos em 2014 e que a expectativa é de ampliar esse grupo. “Ninguém governa sozinho”, diz. “A formação da chapa majoritária será amadurecida de maneira natural até o período das convenções partidárias”, projeta.

“Fico feliz em participar de uma base que tem tantos nomes qualificados”, diz o vice-governador. “Triste é ser candidato sem nenhum nome para a vice e ter que sair laçando alguém para compor a chapa”, afirma, numa referência o pré-candidato do DEM ao governo, Ronaldo Caiado. “Não é esse o nosso caso”, constata.

Zé Eliton declara estar “feliz” com o diálogo programático que estabelece com os partidos. Segundo ele, diversas legendas já expressam desejo de participar da chapa majoritária. “O PTB já manifestou isso publicamente, o PSD, o PSB, o PP e o SD também”, informa ele. “Cabe a nós, estabelecidas essas bases da aliança, ter a maturidade de construir o projeto para, na hora das convenções, filtrarmos quem tem o melhor perfil para compor a chapa”, acentua.

O vice-governador disse, ainda, que na chapa majoritária há vaga para vice-governador, duas para o Senado e quatro para suplentes de senador. Questionado sobre três nomes que estariam na disputa por cadeiras ao Senado, o senador Wilder Morais (PP), a senadora Lúcia Vânia (PSB) e o secretário Vilmar Rocha (PSD), da Secima, Zé Eliton disse que os espaços são objeto de discussão com os partidos e que os citados “têm credenciais que os qualificam de maneira muito sólida”.

Equilíbrio das contas
O vice-governador Zé Eliton disse, também, que o governo de Goiás conseguiu driblar a crise econômica do país muito melhor que outros estados, graças à visão do governador Marconi Perillo que promoveu o ajuste fiscal, diminuiu a estrutura do Estado e garantiu o equilíbrio das contas públicas. Ele destaca a “eficiência do gasto público”.

Eliton observa que todas as medidas adotadas pelo governo estabeleceram “uma política de ação e precaução”. De acordo com ele, a oposição se equivoca porque torce para que o Estado esteja em dificuldade, ao invés de procurar observar os dados com profundidade. “O balanço fiscal tem indicadores salutares, e o que precisamos fazer é manter a saúde fiscal do estado”, acentua.

O planejamento, antes de realizar concursos públicos e a revisão de contratos temporários e cargos comissões, segundo o vice-governador, foi fundamental para manter o equilíbrio na folha de pagamento do estado de Goiás. “Temos no Estado servidores, entre ativos e inativos, que têm diversos benefícios, e estamos olhando para isso com muita atenção”, disse ele.

Zé Eliton destacou que, ao estabelecer as metas prioritárias, o governo o faz com o olhar no orçamento do Estado. “No projeto aprovado para 2018, já está previsto o impacto de todas as medidas anunciadas no final do ano”, conclui.
Fonte:Diário de Goiás

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Fim de verba indenizatória na CLDF reduz gastos em R$ 7,3 milhões

Uma economia anual de R$ 7,3 milhões para os cofres públicos. Este é o valor previsto de redução de gastos pela Câmara Legislativa do Distrito Federal com o fim da verba indenizatória para os deputados distritais – que inclui despesas com aluguel de imóveis e veículos, compra de combustível e assessoria jurídica. A medida consta em projeto de resolução, de autoria da Mesa Diretora da CLDF, apresentado nesta quinta-feira (1º).
"A Câmara Legislativa, mais uma vez, sai na frente atendendo aos anseios da sociedade que, neste momento, exige respeito", afirmou o presidente da Casa, deputado Joe Valle (PDT), ao expor a proposta "de extinção definitiva da verba indenizatória". O parlamentar avalia que essa despesa não se justifica no Distrito Federal – "cujo território pode ser percorrido de um lado ao outro em uma hora e meia" – e lembrou que cinco dos 24 distritais já abriram mão desses recursos: Agaciel Maia (PR), Celina Leão (PPS), Chico Leite (Rede), Reginaldo Veras (PDT) e o próprio Joe Valle.
Segundo o presidente da CLDF a previsão é de que a matéria seja votada em plenário na primeira semana de março, após passar pela análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF). "Ao mesmo tempo um grupo de trabalho discutirá formas de atender as reais necessidades para que os parlamentares cumpram as funções de legislar, fiscalizar e representar", explicou.
A ideia, de acordo com Joe Valle, é reduzir os custos com a manutenção do Legislativo do DF. "Temos de usar as ferramentas de gestão para aumentar a produtividade com a redução dos gastos, como é esperado por todos os cidadãos", acrescentou, destacando a importância da participação dos segmentos organizados da sociedade. "A próxima etapa será alterar a verba de gabinete", adiantou.
Coletiva – Durante entrevista coletiva a jornalistas que acompanharam o reinício das atividades legislativas, o presidente da CLDF também falou dos principais temas que entrarão na pauta de votação ao longo deste ano, como o Código de Obras, a Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS) e a descentralização de recursos do orçamento do DF para áreas como saúde e assistência social, entre outros. E discorreu ainda sobre o encaminhamento que será dado às denúncias contra deputados distritais e sobre as eleições de 2018.
Marco Túlio Alencar
Foto: Rinaldo Morelli/CLDF
Comunicaçaõ Social – Câmara Legislativa

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Congresso abre trabalhos de 2018 na segunda-feira





Às 17h da próxima segunda-feira, 5 de fevereiro, Senado Federal e Câmara dos Deputados se reúnem em sessão solene conjunta para inaugurar a 4ª Sessão Legislativa da 55ª Legislatura e assistir à leitura da mensagem que o presidente da República, Michel Temer, enviará ao Parlamento com um panorama de seu governo e de suas metas para o ano que se inicia, entre elas a reforma previdenciária. A solenidade marca a retomada dos trabalhos do Legislativo após o recesso parlamentar e o anúncio das metas dos Poderes até o fim do ano.
TV Senado e Rádio Senado farão, conjuntamente, a transmissão ao vivo da cerimônia de abertura e da sessão solene e a Agência Senado publicará notícias, áudios e vídeos em tempo real. Este é o último ano dos 54 mandatos de senadores iniciados em 2011. Câmara e Senado completam 192 anos de existência em 2018 e a cerimônia de inauguração ainda guarda alguns elementos das primeiras legislaturas.
Depois de lida a mensagem presidencial, é a vez da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Carmen Lúcia, fazer sua apresentação para 2018. Em seguida, deve falar o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. A sessão solene é encerrada com o discurso do presidente do Congresso, Eunício Oliveira. Os demais parlamentares não fazem uso da palavra. Ainda não foram confirmadas as presenças de Temer nem da ministra Carmen Lúcia.
Não haverá eleições para as Mesas da Câmara ou do Senado, que só ocorrerão em fevereiro de 2019, após a posse dos senadores e senadoras eleitos ou reeleitos nas eleições gerais de outubro de 2018. Também não haverá eleições para os presidentes das comissões permanentes do Senado.
A partir da meia-noite do dia 5 todas as vagas da área externa do Congresso Nacional, inclusive as da Chapelaria, serão isoladas, sendo proibido estacionar nesses locais. A Alameda das Bandeiras também ficará interditada. O programa de visitação ao Congresso Nacional será suspenso devido à sessão solene de inauguração dos trabalhos legislativos de 2018. Na quinta-feira (8), as visitas serão retomadas.

Constituição

A Constituição Federal estabelece, em seu artigo 57, que o Congresso se reunirá, anualmente, na capital federal, a partir do dia 2 de fevereiro, para inaugurar a sessão legislativa. A presença do presidente da República na entrega dessa mensagem é opcional. Normalmente, o Palácio do Planalto a envia por meio do chefe da Casa Civil, cargo ocupado atualmente pelo ministro Eliseu Padilha. O rito acontece em diversas democracias. No Brasil, remonta ao período imperial, quando era conhecido como Falas do Trono. No texto, Temer deverá traçar expectativas e planos para o ano e propor possíveis parcerias com os demais Poderes.
Nos últimos anos, a presença do chefe de Estado não tem sido frequente. A ex-presidente Dilma Rousseff apresentou pessoalmente sua mensagem aos parlamentares no primeiro ano de seu primeiro mandato, em fevereiro de 2011, e, nos anos seguintes, o texto foi entregue pelos ministros da Casa Civil da Presidência. Em 2016, em meio à crise no governo, ela voltou a comparecer à cerimônia. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também compareceu ao Congresso, em 2003, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso preferiu enviar as mensagens por meio de ministros da Casa Civil. Em 1990, o então presidente José Sarney compareceu pessoalmente ao Parlamento.
A solenidade de abertura da sessão legislativa começa antes da sessão solene e será conduzida pelo presidente do Senado, que também preside os trabalhos do Congresso Nacional, Eunício Oliveira. A cerimônia é tradicionalmente acompanhada de um rito remanescente da inauguração da República. O rito inclui passagem da tropa em revista, audição do Hino Nacional, execução de uma salva de tiros de canhão e a presença, na rampa do Congresso, dos Dragões da Independência, unidade militar criada por Dom João VI, em 1808.
Este ano, excepcionalmente, a retomada dos trabalhos não ocorrerá no dia 2 de fevereiro, como prevê a Constituição. Eunício decidiu adiar essa sessão inaugural para o dia 5, segunda-feira, para garantir maior presença de parlamentares. Pelas normas regimentais, no dia da abertura da sessão legislativa não pode haver sessão deliberativa. Entretanto, está prevista sessão não deliberativa, destinada apenas a discursos, para as 19h da segunda-feira.
Da Agência Senado 

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

CÂMARA LEGISLATIVA INICIA TRABALHOS EM 2018 COM TRANSMISSÃO AO VIVO PELA WEB



A Câmara Legislativa atendeu à reivindicação dos contribuintes do DF, que agora acompanharão a atuação da casa do povo com a transmissão das sessões diretamente do plenário pela TVWEB.

O projeto da TVWEB saiu da gaveta após um estudo econômico feito pela gestão do Segundo Secretário da casa, Deputado Robério Negreiros, que conseguiu reduzir o custo do projeto em 91% do valor previsto no orçamento anterior.
“A redução do gastos torna a gestão financeira da casa mais eficiente e transparente. A TVWEB é uma reinvindicação antiga da população do DF, que está sendo implantada com sucesso”, disse o Deputado.
As sessões acontecem sempre às terças, quartas e quintas-feiras, à partir das 15h, e serão transmitidas pelo link:
http://www.cl.df.gov.br/tv-distrital
Fonte: Blog da Cris