Em Al-Walaja, perto de Belém, existe um ser vivo que desafia o tempo.
Conhecida como "Al-Badawi" (A Grande Velha), esta oliveira tem uma idade estimada entre 4.000 e 5.000 anos.
Para colocar isso em perspectiva: quando esta árvore brotou da terra, os mamutes ainda caminhavam na Ilha de Wrangel.
Ela sobreviveu aos impérios Egípcio, Babilônico, Grego, Romano, Otomano e Britânico.
Viu exércitos cruzados passarem, viu profetas nascerem e viu fronteiras modernas serem desenhadas ao seu redor.
E o mais incrível?
Ela não é um fóssil. Ela continua viva, verde e produzindo azeitonas todos os anos. Seu tronco é tão largo e retorcido que são necessários vários homens para abraçá-lo, parecendo uma escultura de madeira derretida.
Cientistas e moradores a protegem como um tesouro sagrado. Ela é um símbolo supremo de resiliência e raízes profundas.
Em uma região do mundo marcada por tantos conflitos e mudanças rápidas, a Oliveira de Al-Walaja permanece imóvel, lembrando-nos de que a natureza joga um jogo de longo prazo que a nossa breve história humana mal consegue compreender.
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