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quinta-feira, 28 de outubro de 2021

Fofoca termina em chutes, socos e puxões de cabelo entre mulheres

Foto:A vítima foi arrastada de dentro da loja e agredida pelas mulheres - (crédito: Reprodução/Redes Sociais)--
Socos, chutes e puxões de cabelo. A briga envolvendo quatro mulheres, em Formiga, Centro-Oeste de Minas, viralizou nas redes sociais. O "barraco", registrado pelas câmeras de segurança da loja de uma franquia de marca de óculos de sol, teria sido motivado por “fofoca”. A vítima já não trabalha mais no local. A informação foi confirmada, nesta quarta-feira (27/10), pelo estabelecimento. No vídeo, duas mulheres aparecem arrastando de dentro da loja uma funcionária enquanto uma terceira aguardava do lado de fora. Já no passeio, a vítima é derrubada no chão e agredida. O caso aconteceu nesta segunda-feira (25/10). A mulher que estava do lado de fora não aparece agredindo a vítima nas filmagens, apenas fazendo sinais. Um outro funcionário do estabelecimento tentou apartar, mas a briga só terminou quando um homem e uma mulher que passavam pelo local também ajudaram a separar as mulheres. A senhora conseguiu ajudar a vítima a se levantar e a entrar para a loja. Ela tentou impedir que as agressoras fossem atrás, porém elas também entraram. Já do lado de dentro, a agressoras aparecem conversando com um funcionário do estabelecimento. A vítima não é vista mais nas imagens. Ocorrência A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar (PM) após ser acionado pela vítima, de 18 anos. Ela trabalhava quando foi surpreendida pelas suspeitas. À PM, ela limitou-se a dizer que as agressões teriam sido motivadas por fofoca. Disse também que iria procurar atendimento médico para ser feito um laudo de corpo de delito. As agressoras já não estavam no local quando os policiais chegaram. A vítima confirmou que as conhecia e repassou informações para a identificação. Ela foi orientada a representar pela continuidade da ação penal. A loja Um representante da loja informou à reportagem, nesta quarta-feira (27/10), que as medidas necessárias foram tomadas pela ex-funcionária e que ela não trabalha mais no local. Disse ainda que não estava autorizado a confirmar se ela deixou o trabalho à pedido ou se foi demitida após o ocorrido. Fonte:https://www.correiobraziliense.com.br/

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