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quarta-feira, 24 de maio de 2023

Greve dos professores: Secretaria de Educação anuncia corte do ponto de quem aderir à paralisação no DF

 

Assembleia dos professores da rede pública do Distrito Federal no dia 18 de maio de 2023 — Foto: Divulgação/Sinpro



A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) informou, na tarde desta terça-feira (23), que vai cortar o ponto dos professores que aderirem à greve da categoria. Segundo a pasta, haverá desconto do auxílio-alimentação e do auxílio-transporte.

Os professores da rede pública estão em greve desde o dia 4 de maio. A categoria pede reajuste salarial e melhores condições de trabalho (veja reivindicações ao final da reportagem).

Ainda de acordo com a secretaria, o corte no ponto só não foi aplicado antes "porque acreditava-se que os professores chegariam a um consenso com o governo do DF após as negociações".

Conforme o presidente do Sindicato dos Professores (Sinpro-DF) Samuel Fernandes, o governo tem agido com "truculência e autoritarismo". "Não é a justiça que vai definir o fim da greve, e sim a categoria, em assembleia", diz Fernandes.

Está marcada para esta quarta-feira (24) uma nova reunião com o governo. Na quinta (25), a categoria se reúne novamente em assembleia.

GDF pede multa diária de R$ 600 mil enquanto durar paralisação

Na manhã desta terça-feira, o governo Ibaneis Rocha (MDB) pediu à Justiça para dobrar o valor da multa aplicada à paralisação dos professores da capital federal. O valor que havia sido estabelecido em R$ 300 mil por dia de descumprimento da decisão que determinou a volta da categoria, pode chegar a R$ 600 mil.

Ibaneis também pediu o bloqueio de mais de R$ 3 milhões referentes à contribuição sindical para garantir o pagamento da multa. A procuradoria do DF alegou que a postura da categoria em manter a paralisação foi "afrontosa" e tem causado "inestimáveis prejuízos" à população.

Quais são as reivindicações dos professores?

Reajuste de servidores e comissionados do GDF — Foto: TV Globo/Reprodução








Atualmente, a rede pública de educação conta com 28 mil profissionais no Distrito Federal. No final de março, o governador Ibaneis Rocha (MDB) anunciou um reajuste de 18% para servidores públicos do quadro geral, incluindo os professores.

O reajuste, aprovado pela Câmara Legislativa (CLDF), é de três parcelas de 6% a serem pagas em julho de 2023, julho de 2024 e julho de 2025. Já os cargos comissionados, o governador e o primeiro escalão do GDF tiveram um reajuste de 25% a serem pagos em uma única parcela no mês de julho.

No início da paralisação, o sindicato alegou que o último reajuste dado aos professores foi em 2015. Para o Sinpro, o aumento de 18%, concedido pelo governador Ibaneis Rocha (MDB) aos servidores "não é suficiente para repor sequer a inflação do período".

Durante as negociações, a categoria recusou a proposta do governo, que era incorporar uma gratificação ao salário dos servidores, dividindo o pagamento em seis parcelas, a serem pagas em 2024.

Entre os pedidos dos professores, além do reajuste salarial, estão:

  • Incorporação da gratificação de atividades pedagógicas;
  • Melhores condições de trabalho;
  • Solução para a superlotação das salas de aula;
  • Convocação de professores concursados.



Por Brenda Ortiz, g1 DF


Fonte:https://g1.globo.com/df/distrito-federal


Prefeito de Padre Bernardo é alvo de operação que investiga contratação de empresas para fazerem serviços públicos sem licitação

 

Prefeito de Padre Bernardo, Joseleide Lázaro (DEM) — Foto: Reprodução/Redes Sociais/@drjoseleidelazaro


Prédio da Prefeitura, a casa do atual gestor e a sede de empresas foram alvos de mandados de busca e apreensão. O Ministério Público afirma que os documentos foram falsificados.


O prefeito de Padre Bernardo, Joseleide Lázaro (DEM), e empresários foram alvo de uma operação do Ministério Público (MP), que investiga a contratação de empresas para fazerem serviços públicos sem licitação. O órgão cumpriu nesta terça-feira (23) quatro mandados de busca e apreensão.
g1 tentou contato por ligações e mensagens para o prefeito, mas não obteve sucesso. Também solicitou por e-mail um posicionamento da Prefeitura de Padre Bernardo, mas não obteve retorno. Os nomes dos empresários não foram divulgados e, por isso, o g1 não localizou a defesa deles.

O promotor de Justiça e coordenador da Procuradoria Especializada em Crimes Praticados por Prefeitos, Rafael Simonetti, explica que os envolvidos são investigados por fraudar licitações e falsificar documentos.

“Os mandados foram cumpridos no prédio da Prefeitura e na residência do atual gestor do município, bem como na sede de pessoas jurídicas e empresários, que mantêm contratos com o município”, detalha Simonetti.

A decisão foi dada pelo desembargador Roberto Horácio Rezende, atendendo ao pedido da Procuradoria Especializada. Os mandados foram cumpridos com o apoio da Coordenadoria de Segurança Institucional e Inteligência (CSI) e da Polícia Militar (PM).

g1 solicitou por e-mail mais informações sobre as investigações, porém, o MPGO informou que processo está em segredo de Justiça.

MPGO investiga fraudes em licitações, em Padre Bernardo — Foto: Divulgação/Ministério Públicos


Por Augusto Sobrinho, g1 Goiás


Fonte: https://g1.globo.com/go/goias





Distritais se posicionam a favor de Fundo Constitucional no DF

 

Foto: Carlos Gandra/CLDF


Na avaliação da maioria dos deputados distritais, o arcabouço fiscal se trata de uma medida extremamente danosa.


Com toda a repercussão acerca do congelamento do Fundo Constitucional do Distrito Federal pelos próximos anos, cujo texto é do deputado Cláudio Cajado (PL-BA) e trata sobre o arcabouço fiscal, na Câmara Legislativa do DF (CLDF) isso não seria diferente. Desde a convocação do presidente regional do PSD, Paulo Octávio, de parlamentares e senadores da capital para uma reunião que aconteceu na tarde de segunda-feira (23), o assunto foi tema principal de debates na Casa.

Na avaliação da maioria dos deputados distritais, o arcabouço fiscal se trata de uma medida extremamente danosa. Como pontua Fábio Félix (PSOL), por exemplo, a proposta limita o investimento em áreas essenciais como saúde e educação. “Para nós, moradores do DF, a inclusão do Fundo Constitucional torna o Novo Arcabouço Fiscal ainda mais nocivo. É urgente a modificação do texto, com a preservação do fundo como ele foi idealizado para Brasília. Sem esses recursos, a cidade vai entrar em colapso”, argumentou o distrital.

Em reunião realizada na manhã desta terça-feira (23), os integrantes da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças declararam apoio à manutenção do Fundo Constitucional do Distrito Federal. O deputado Jorge Vianna trouxe o tema à Comissão com uma defesa veemente do Fundo Constitucional.

“Os recursos que Brasília recebe são investidos em saúde, educação e segurança para acolher todos os brasileiros que são acolhidos aqui. Quando a Bahia ou o Piauí mandam recursos para Brasília, o dinheiro é usado para custear a saúde e educação do povo piauiense, meus conterrâneos que estão aqui”, relembrou o parlamentar. Segundo ele, há a necessidade de ter essa ajuda de todo o país porque é no DF onde todo o Brasil é acolhido. “Essa conversa de que o Fundo Constitucional tem que acabar, diminuir ou ser congelado tem que ser encerrada de vez”, afirmou Vianna.

O deputado Eduardo Pedrosa (União), por sua vez, defendeu que o DF precisa desenvolver mais sua economia e ter mais autonomia. “É fundamental que a gente pense em novas matrizes econômicas para o DF”, pontuou. “Não dá para a gente depender mais basicamente de uma economia voltada para o funcionalismo público. O DF tem condição de ser uma capital da inovação, da tecnologia e de outras diversas atividades para ajudar a fomentar empregos e buscar a redução da carga tributária, dando condição do nosso povo pagar menos impostos e receber um melhor serviço público”, declarou Pedrosa.

Concordante a ele, a deputada Paula Belmonte (Cidadania) concordou e acrescentou que a educação tem papel fundamental para o desenvolvimento do DF. “O investimento na educação é importante porque vamos formar os novos trabalhadores, as crianças que estarão pensando em empreendedorismo, gerar emprego e que a capital pode ser desenvolvida”, disse a deputada.

Na avaliação de Max Maciel (PSOL), qualquer medida que limite os gastos do FCDF compromete sensivelmente o Distrito Federal. “Os recursos não vão somente para o Plano Piloto, inclui, também, a região metropolitana. A população do Entorno acessa um monte de serviços no DF e que também seria impactada por essa medida”, argumentou, ressaltando que o Fundo é importante para a manutenção dos serviços públicos e para o próprio desenvolvimento da capital.

O petista Ricardo Vale também relembra que é a primeira vez que o Fundo Constitucional do DF é questionado e, como em outras ocasiões, insiste: o engessamento desse recurso implica na instauração do caos na capital federal. “Saúde, segurança e educação serão impactadas diretamente. Apenas a receita local é insuficiente para custear os inúmeros serviços públicos da capital do País, muitos dos quais são destinados aos Poderes da República, às representações diplomáticas e a cidadãos de outras unidades da federação, em especial do Entorno”, defendeu o deputado. Segundo ele, não é justo que só os candangos assumam os custos dessas despesas.

Seguindo a mesma linha de raciocínio, o deputado Iolando (MDB) expressou sua profunda indignação e repúdio ao substitutivo do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 93/2023. “O FCDF provê recursos essenciais para a manutenção da polícia civil, polícia militar, corpo de bombeiros, além de serviços públicos de saúde e educação. Sua limitação retira a autonomia financeira do DF, prejudicando a preservação e manutenção da área pública destinada à União no planalto central, e enfraquecendo os direitos fundamentais da população que cerca a capital federal”, salientou o político. “Essa medida é inaceitável e lutarei vigorosamente contra sua aprovação junto aos meus pares na área federal”, completou, acrescentando ainda ser apoiador da campanha “O DF é da Gente”, que luta contra a limitação e recebeu amplo apoio da sociedade civil.

Robério Negreiros, líder do governo na CLDF, declarou que, da forma como o projeto está, os recursos do Fundo irão reduzir, e isso trará um prejuízo exorbitante para a capital, “inclusive para a gestão das áreas de segurança, saúde e educação do DF”, reforçou. “Há uma coisa fundamental que deve ser esclarecida: o orçamento do DF não é desigual em relação ao restante do país, pois cada estado possui suas particularidades e mecanismos de financiamento distintos. Aqui existe uma responsabilidade única como sede dos Três Poderes. Além de abrigar as representações diplomáticas de diversos países, o que acarreta em demandas adicionais para nossa infraestrutura e segurança”, relembrou o deputado. Como alega, o Fundo foi criado justamente para suprir essas necessidades peculiares e garantir o pleno funcionamento da capital do país.

Para Negreiros, trata-se não só de um direito constitucional, mas do bem-estar e da qualidade de vida de milhões de pessoas que vivem e transitam diariamente pelo DF.

Rafael Prudente, que também integra o MDB, destacou que o Distrito Federal tem um custo para ser a capital do Brasil. “Nós não temos uma região extensa como o Mato Grosso, Goiás e Amazonas, nós não temos um parque industrial como São Paulo, nós não temos o petróleo como no Rio de Janeiro e outros municípios”, pontuou. Para o distrital, por questão de sobrevivência, é importante o Fundo Constitucional da mesma forma como foi constituído em 2002. “O que a gente pede ao relator do projeto, Cláudio Cajado, e demais parlamentares, é para que o cálculo de correção do Fundo não mude”, pediu, destacando um estudo que foi feito e que mostrou que, ao longo de 10 anos, o DF perderia algo em torno de 12 bilhões de reais na arrecadação.

Por fim, os distritais Hermeto (MDB) e Jaqueline Silva (Agir) concordaram em afirmar que a alteração proposta pelo relator, se for aprovada pelo Congresso, vai prejudicar a cidade. “Brasília, além de ser sede dos três poderes, têm embaixadas e eventos de grandes dimensões, o que necessita de segurança adequada. Ninguém está fazendo favor ao DF, é o justo. A medida não tem nenhum pró, ela é totalmente prejudicial ao DF”, declarou o emedebista. “A medida não trará nenhum benefício ao DF. O objetivo claro é de sufocar o fundo Constitucional, que garante a nossa sustentação econômica. Devemos unir forças contra esta medida. É hora de deixar a política ideológica de lado e buscar unidade neste enfrentamento”, acrescentou Jaqueline.

Reunião com Lira

Ainda nesta terça-feira, os parlamentares da CLDF se reuniram com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).

De acordo com os deputados que estiverem presentes no encontro, o presidente da Câmara está ciente da relevância do tema, mas nenhuma decisão foi tomada, mesmo com a preocupação com a estagnação do crescimento do fundo sendo pautada.

Como contou a senadora Leila Barros (PDT-DF), o presidente da Casa entendeu os pontos de vista, mas não se posicionou. “Lira entendeu, mas quer números. Então, vamos nos reunir com o GDF e pedir esses números para apresentarmos ao relator. Nenhuma decisão ainda”, compartilhou.

Segundo informações do senador Izalci Lucas (PSDB-DF), os técnicos da Câmara afirmam que o impacto não será tão grande quanto os parlamentares argumentam, contudo, é necessário os dados do GDF. “Eu não tenho dúvida de que, aprovando da forma como está, inviabiliza a partir de 2025”, declarou Izalci.

“Agora estamos cobrando do Buriti informações para mostrar claramente como essa decisão prejudica todo o funcionamento do Distrito Federal”, completou. De acordo com ele, se nada funcionar, a questão será levada para o Senado, onde será discutida tecnicamente.

Durante a sessão legislativa desta terça-feira, que foi suspensa, os distritais discutiram sobre estratégias para convencer os deputados federais sobre a importância do Fundo. Segundo eles, é importante, neste momento, que o governador Ibaneis Rocha (MDB) se envolva mais diretamente no assunto. “O relator está irredutível. As nossas lideranças precisam conversar com o governador pra ele se envolver mais”, disse Fábio Félix.


Por Mayra Dias

Fonte:https://jornaldebrasilia.com.br/

terça-feira, 23 de maio de 2023

Mendanha anuncia retorno ao MDB e diz que vai trabalhar para eleger Daniel Vilela governador

 

Caiado, Daniel e Mendanha selam retorno do ex-prefeito de Aparecida de Goiânia ao MDB: “Ajudarei a pavimentar para que, a partir de janeiro de 2027, Daniel esteja governando Goiás”, disse ex-prefeito de Aparecida

Acertado em reunião com governador Ronaldo Caiado, retorno fortalece base governista. “Ajudarei a pavimentar para que, a partir de janeiro de 2027, Daniel esteja governando o Estado de Goiás”, afirma ex-prefeito de Aparecida de Goiânia

Em reunião com o governador Ronaldo Caiado (União Brasil) e o vice-governador e presidente do MDB goiano, Daniel Vilela, o ex-prefeito de Aparecida de Goiânia Gustavo Mendanha, anunciou seu retorno ao MDB, partido que o projetou para a política, e que passa a integrar a base de apoio do governo estadual. O encontro ocorreu na manhã desta terça-feira (23/05), no Palácio das Esmeraldas, residência oficial do governador.

De acordo com Mendanha, pesou muito na sua decisão de retornar ao MDB a sua amizade com Daniel Vilela, e também o fato de que, nas suas palavras, não tenha conseguido vencer por outra legenda. O ex-prefeito reforçou a importância da conversa com o governador para que selasse sua volta ao MDB, e que o faz como um soldado, disposto a ajudar a legenda e, principalmente, colaborar para que Daniel se eleja governador do Estado nas eleições de 2026.

“Quero aqui reconhecer o importante diálogo que tivemos com o governador, e suas marcas são a honestidade e a credibilidade, e eu fiquei muito à vontade, realmente, para anunciar o meu retorno ao MDB. E eu preciso dizer do papel importante que o Daniel teve na minha carreira, foi o primeiro que me impulsionou. Ele acreditou em mim lá no passado, e eu vou retribuir. Neste momento, eu ajudarei a pavimentar para que, a partir de janeiro de 2027, Daniel esteja governando o Estado de Goiás”, frisou Gustavo Mendanha.

Para Caiado, já em seu segundo mandato à frente do Governo, a sucessão requer responsabilidade. “A gente tem de ter habilidade para que, na construção de 2026, também eu possa entregar o Estado a quem tenha a mesma responsabilidade que nós”, posicionou. “Sabemos da sua liderança e do quanto é importante nós aglutinarmos pessoas dessa geração que já tem uma experiência de gestão, que realmente mostrou sua capacidade”, reforçou o governador. 

Na mesma linha do governador, Daniel Vilela defende que essa união de forças irá contribuir com o crescimento de Goiás. “Juntos podemos não só garantir a continuidade, a tradição do partido, mas, principalmente, fazer parte da boa política do governador, uma política salutar, de pessoas que, de fato, vão contribuir para o sucesso e com o crescimento do nosso estado”, avaliou.  “Foi nesse sentido que eu e o governador conversamos e entendemos que seria importante fazer com que o Gustavo reagrupasse conosco”, concluiu Daniel. 

Primeira missão
O retorno do ex-prefeito de Aparecida ao MDB e seu ingresso na base do governo já tem uma primeira demanda indicada pelo governador Ronaldo Caiado, voltada ao auxílio à gestão. Gustavo Mendanha é próximo de lideranças políticas ligadas ao governo de Israel, país com expertise reconhecida mundialmente na agricultura de precisão, que utiliza métodos avançados como irrigação por gotejamento, estufa e biodigestor para melhor aproveitamento de espaço e produção.

Caiado ressaltou que o projeto de fruticultura do Vão do Paranã, que é desenvolvido no Nordeste goiano, tem por objetivo promover a maior inserção social da história de Goiás, construindo uma nova fronteira agrícola, além de elevar a qualidade de vida de produtores que atuarão na região, bem como os índices da economia e de bem-estar da população. As tecnologias já utilizadas por Israel são desejadas para importação pelo Governo de Goiás com foco para o local.

Mendanha afirmou que manteve conversas com o ex-embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley, já tratando sobre o projeto goiano. A expectativa é de que, no segundo semestre deste ano, uma comitiva liderada pelo governador Ronaldo Caiado vá até o país para dialogar com ministros. Existe a possibilidade ainda de agenda com o atual primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. “Isso seria realmente um grande feito para Goiás”, avaliou Mendanha.