AO LADO DO NOVO SUPERMERCADO TATICO EM ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS

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AO LADO DO NOVO SUPERMERCADO TATICO EM ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS

segunda-feira, 12 de abril de 2021

ENQUANTO ISSO, EM VALPARAÍSO DE GOIÁS.

O povo sofre com os muitos buracos nas avenidas e ruas da cidade.
Tem prefeito? Tem secretario de obras? Tem vereadores para fiscalizar e cobrar serviços? Onde estão? Olhe a situação da avenida do bairro Ipanema em frente ao CRAS.

Vereador James Farias--Como a população pode ter participação no Legislativo Municipal?

As sessões ordinárias da Câmara Municipal De Águas Lindas são públicas e qualquer cidadão pode assisti-las, obedecidas as regras regimentais. Durante as sessões os cidadãos podem acompanhar de perto as votações, posições e iniciativas dos parlamentares. Um mandato participativo do povo e para o povo! #camaradeaguaslindas #jamesfarias #amigodasaude

domingo, 11 de abril de 2021

Opção do centro-- Luiza Trajano pode disputar a Presidência da República em 2022?

Luiza Trajano: uma opção competente, em termos de gestão, do centro | Foto: Reprodução
Falta-lhe partido político. Assim como estruturas nos Estados. Mas, se lançada, pode atrapalhar os planos da esquerda de Lula e da direita de Bolsonaro Há quem diga: “Depois de Dilma Rousseff, que fracassou como gestora, será difícil outra mulher disputar a Presidência da República com chance de ser eleita. Por isso, Luiza Trajano deve pensar a respeito”. Trata-se de um preconceito, não exatamente contra a petista, e sim contra as mulheres em geral. Afinal, alguns homens — Jânio Quadros, Fernando Collor e, agora, Jair Bolsonaro — fracassaram como presidentes. Depois de Fernando Collor, quem pensaria que um quase clone, Jair Bolsonaro, seria eleito? Pois foi. Jânio Quadros, Fernando Collor e Bolsonaro são da mesma família política — a dos populistas autoritários, que, paradoxalmente, tratam a democracia como ameaça e não como essência da sociedade aberta. Dona do Magazine Luiza, uma das potências econômicas do país, Luiza Trajano é uma empresária moderna e inclusiva. Na sua empresa, negros recebem instrução especial, não para se tornarem vendedores — profissão que não deprecia ninguém —, e sim para serem dirigentes. É um avanço. Porque a ideia do mérito parte de uma premissa equivocada. Quem tem as melhores chances na vida são, de fato, os brancos, e os negros, em sua maioria, são pobres. Então, quando chegam para disputar uma vaga de dirigente, não têm o mesmo preparo — mérito — dos concorrentes. Na questão da pandemia, Luiza Trajano tem liderado um movimento para salvar vidas. Seus integrantes já andaram até por outros países em busca de vacinas. Trata-se de uma ação meritória. A empresária faz isto porque tem interesse em ser política? Aí reside uma questão crucial: não parece. Tudo indica que tem alto espírito público — o que mais tem faltado no Brasil nos últimos anos. Mas Luiza Trajano daria uma candidata a presidente da República consistente? É possível que sim. Mas, num país gigante como o Brasil, em que cada Estado é praticamente um país — com uma diversidade imensa —, não é fácil chegar, de repente, e convencer os eleitores. Bolsonaro convenceu? Ele milita politicamente há 30 anos e seu discurso, de cara, chama a atenção, dado o radicalismo do que (e como o) expressa. A empresária é moderada, fala baixo e, para entender o que diz, é preciso prestar atenção. Ela tem conteúdo. Mas, para ganhar uma eleição, é preciso contar com as estruturas estaduais — o que ela não tem e não dará tempo de montar em cima da hora. Se disputar por um partido como o Novo não terá quase nenhum espaço na televisão e não terá “coronéis” estaduais na sua campanha. Numa chapa do partido Democratas, com Luiz Henrique Mandetta na vice — Luiza e Luiz, Lu & Lu —, suas chances crescem. O fato é que quem conversa com Luiza Trajano percebe que a empresária não tem entusiasmo com a disputa eleitoral. Não é o seu ramo. Depois, se eleita, terá problema com o presidencialismo de coalizão. O Congresso, com o centrão no comando, desde sempre, às vezes é um empecilho à boa governança. Luiza Trajano, sem experiência com a questão de que decisões podem demorar meses, porque é preciso discutir tudo com deputados e senadores, certamente, sendo empresária, acostumada a decisões rápidas — para não perder dinheiro —, ficaria incomodada e, até, desconsolada. Postas as questões, Luiza Trajano poderia, sim, ser a grande revelação da política em 2022. Lançada, poderia desequilibrar o jogo, dando uma chance maior ao centro político de derrotar os candidatos da direita, Jair Bolsonaro, e da esquerda, Lula da Silva. Fonte:https://www.jornalopcao.com.br/

sábado, 10 de abril de 2021

Política-- PSL resiste, e Bolsonaro segue sem acordo por novo partido

Mayara Oliveira Rafaela Felicciano/Metrópoles
Nova sigla seria anunciada em março, segundo falas do próprio presidente. Aliados dizem que pauta foi “prejudicada” em razão da pandemia Sem filiação partidária há mais de um ano, o presidente Jair Bolsonaro ainda não conseguiu um acordo sobre qual legenda irá se filiar para disputar as eleições do próximo ano. De acordo com relatos feitos ao Metrópoles, a pauta acabou “prejudicada” em razão da pandemia do coronavírus. Segundo esses aliados, nas últimas semanas, Bolsonaro tem se dedicado à questão sanitária do país, o que fez com a escolha de um partido para disputar as eleições de 2022 ficasse em segundo plano. Mas nem só por falta de agenda se deve o atraso no anúncio de uma nova sigla. Desde que deu início às negociações para escolher um novo partido, Bolsonaro dizia que bateria o martelo até março deste ano, mas as articulações também enfrentam resistência. Diante das vias políticas e jurídicas que foram expostas com a anulação das condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no âmbito na Operação Lava Jato, Bolsonaro passou a intensificar as negociações com o PSL, partido que conta com recursos em caixa, além de tempo de rádio e TV. Fontes ouvidas pelo Metrópoles, no entanto, dizem que o presidente da sigla, Luciano Bivar (PE), ainda hesita em entregar o comando do PSL a Bolsonaro. Em recentes declarações, o mandatário do país afirmou que buscava um partido do qual seria “dono”. A exigência de Bolsonaro é avaliada como peça chave para uma “disputa equilibrada” com Lula. Uma das principais lideranças do Centrão, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) afirmou ao Metrópoles que o PP tem conversado com o presidente, mas que se Bolsonaro escolhesse o partido, não seria possível alterar o comando dos estados, como é desejo do chefe do Executivo. “Nós não temos como, hoje, trocar o comando dos estados. Isso não existe, mas existe uma identidade muito grande com ele”, declarou. Nogueira ainda disse que, se fosse apostar, apostaria que Bolsonaro ou iria para um partido pequeno, a exemplo do Patriota e do Partido da Mulher Brasileira, ou para o PSL – ainda que parte do partido esteja indisposta para acolher o presidente de volta. Em novembro do ano passado, Bolsonaro sinalizou que, caso não conseguisse viabilizar o Aliança pelo Brasil – sigla anunciada em 2019 (leia mais abaixo) –, teria uma “nova opção” até o primeiro trimestre de 2021. “Não é fácil formar um partido hoje em dia. A gente está tentando, mas se não conseguir, a gente, em março, vai ter uma nova opção”, disse o presidente na ocasião. Das 24 siglas com representação no Congresso, ao menos quatro já convidaram Bolsonaro a integrar seus quadros: PTB, PL, PP e Patriota. As quatro integram o chamado Centrão, bloco de partidos de centro e centro-direita que em 2020 passou a dar sustentação ao governo Bolsonaro na Câmara. Em fevereiro, Bolsonaro sinalizou que escolheria o Patriota, dizendo que estava “namorando” o partido. Ele, no entanto, não quis cravar a escolha. “Eu estou namorando vários partidos, entre eles o Patriota. Mas eu não posso ir para um partido que eu não tenha autoridade”, afirmou. Entre aliados do presidente, existe expectativa para que o nome do novo partido seja anunciado ainda em abril. Do outro lado da moeda, no entanto, avaliam que a prioridade do governo no momento é o impasse sobre o Orçamento de 2021 e a determinação do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que o Senado instale uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) com o objetivo de apurar omissões do governo durante a pandemia. Controle do partido Ao mesmo tempo em que pesam na escolha o tamanho dos fundos partidário e eleitoral e o tempo de TV, Bolsonaro também quer ter o controle da executiva nacional do futuro partido e de diretórios estaduais estratégicos, como admitiu recentemente. Essa concorrência foi a principal razão que levou Bolsonaro a deixar o PSL. Os caciques das siglas mais robustas, contudo, resistem em aceitar os termos propostos pelo presidente, o que deixa legendas nanicas como opção. Em comum entre as legendas que cortejam Bolsonaro está o espectro político, essencialmente de direita. Afora o PSL, que está dividido entre uma ala pró-Bolsonaro e outra mais distante do presidente, os demais partidos têm grande interesse na filiação de Bolsonaro, tanto porque ela garante expressiva chegada de novos filiados e quadros políticos quanto porque o ingresso do mandatário pode fortalecer o partido – tal qual ocorreu com o PSL em 2018. Aliança pelo Brasil O chefe do Executivo federal anunciou a intenção de fundar uma agremiação própria – o Aliança pelo Brasil, em novembro de 2019, quando deixou o PSL após divergências com um grupo de parlamentares e o presidente nacional da sigla, o deputado federal Luciano Bivar (PE). O Aliança, porém, ainda está longe do número mínimo de assinaturas necessárias para registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Até o momento, o partido em formação conseguiu pouco mais de 91 mil apoiamentos válidos. Para obter registro junto à Justiça Eleitoral, são necessárias 492 mil assinaturas. Fonte:https://www.metropoles.com/

Atuação profissional da Assistente Social,Maria Yvelônia: Que vai além da palavra “ajuda”

A Assistente Social, conhecida, no Brasil, exterior, especialmente em Valparaiso e entorno, tem um olhar sensível e apurado, capaz de identificar com rapidez e precisão às pessoas desamparadas. É apenas uma das característica que ajuda, Yvelônia, atingir o seu objetivo que é de promover o bem-estar físico, psicológico e social das pessoas. O sonho da Assistente Social, Maria Yvelônia, vai além do combate à desigualdade. Assim tem sido a opinião popular em reconhecimento ao trabalho de Yvelônia, empenhada a décadas para construir uma sociedade mais justa e igualitária em Goiás. No período de pandemia, ela vem se desdobrando para ajudar os Valparaisenses a se adaptarem a nova rotina de vida pessoal e profissional “uma maneira de se reinventar”. Uma das formas inteligentes da carismática, Assistente Social, Maria Yvelônia, foi intencificar, via redes sociais, com dicas úteis para a população com conteúdos sobre diversos assuntos. Para Yvelônia, o termo “ajuda” não deve ser associado a caridade e sim uma contribuição direta ou indireta que ajude o povo a ter acesso aos seus direitos, que muitas vezes são negados e negligenciados pela esfera pública. Fonte: Jornal Gazeta.

Governo do Estado, entrega viaturas, equipamentos e armas às forças de segurança de Goiás.

Foi realizada, pelo Governo do Estado, a entrega oficial de viaturas, equipamentos e armas às forças de segurança de Goiás. As novas viaturas, com maior espaço e robustez, atenderão melhor o serviço operacional, proporcionando condições mais apropriadas à atividade policial militar. Este investimento otimiza ainda as comunicações, a segurança pessoal e a modernização do armamento dos agentes de segurança pública.
#PMGO #PolíciaMilitar #PolíciaMilitarGO #Polícia #SegurançaPública #PatrimônioDosGoianos #SempreAoSeuLado #SSP #SSPGO #GOIÁS #servireproteger Fonte: Polícia Militar do Estado de Goiás

sexta-feira, 9 de abril de 2021

JUSTIÇA--STF decide que estados e municípios podem manter igrejas fechadas na pandemia

Plenário do STF (Foto: Reprodução/STF
Ministros do Supremo seguiram relator Gilmar Mendes. Por 9 votos a 2, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (8) que governadores e prefeitos podem fechar igrejas durante à pandemia de coronavírus, mesmo sendo a liberdade religiosa um direito fundamental. Os ministros do Supremo julgaram uma ação do PSD, onde o partido pedia a derrubada de decreto do estado de São Paulo que proibiu cultos e missas presenciais em templos e igrejas. A matéria foi levada ao plenário do STF depois de uma divergência em decisões de dois ministros, Kassio Nunes Marques e Gilmar Mendes. Nunes Marques havia decidido que dê acordo com a Constituição igrejas e templos não podem ser impedidos de funcionar. No sábado, 3 de abril, ao julgar pedido da Associação Nacional dos Juristas Evangélicos (Anajure), o ministro Nunes Marques aceitou o argumento da liberdade religiosa e proibiu que celebrações em templos e igrejas fossem vetadas por estados, municípios e Distrito Federal em razão da pandemia. Já na segunda, 5 de abril, o ministro Gilmar Mendes tomou decisão divergente, rejeitando liminarmente (provisoriamente) a ação do PSD — que pedia a derrubada do decreto estadual que proibiu cultos e missas em São Paulo devido à pandemia — e enviou o caso ao plenário do STF. Votaram em favor da restrição de liberdade de cultos, os ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello e Luiz Fux. Já o ministro Nunes Marques votou a favor das atividades religiosas no Brasil e foi acompanhado pelo ministro Dias Toffoli. Fonte: https://www.gospelprime.com.br/

Política --Para Bolsonaro, CPI da Covid gera conflito: “É o que não precisamos”

Por Luciana Lima Foto: Igo Estrela/Metrópoles
O presidente disse a apoiadores que considera a atitude do ministro Luiz Roberto Barroso uma interferência indevida no Senado O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reclamou da decisão do ministro Luiz Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), de determinar ao Senado, na noite desta quinta-feira (8/4), a instalação da CPI da Covid-19. Para o presidente, a medida provoca conflito e é, segundo ele, o que o país não precisa agora. “Temos decisões acontecendo, você sabe qual é a minha opinião. O Brasil está sofrendo demais e o que nós menos precisamos é de conflito. Da minha parte, você sabe a minha opinião”, reagiu Bolsonaro, em encontro com apoiadores na porta do Palácio da Alvorada. O chefe do Executivo federal disse que considera a atitude de Barroso uma interferência indevida no Senado e foi além: “Não há duvida que há uma interferência do Supremo em todos os poderes”. O presidente ainda insinuou que o Senado poderia, em contrapartida, colocar em tramitação pedidos de impeachment contra ministros do STF. “No Senado, tem pedidos de impeachment de ministro do Supremo”, insinuou Bolsonaro. O presidente questionou o porquê da decisão do ministro Barroso ser contrária ao governo federal e não se preocupar em investigar os governadores, que, na sua opinião, desrespeitam a Constituição e promovem “estado de sítio” ao decretarem medidas restritivas contra a pandemia de Covid-19. “Por que não investigam também as ações dos estados e municípios?”, questionou. Dentro das 4 linhas “Respeito completamente a nossa Constituição, não tem um pingo fora das quatro linhas da mesma. A vantagem é que a gente vê que a população, de uma maneira geral, cada vez mais se conscientiza, se interessa por política, debate, discute. Agora, seria bom se todo mundo jogasse dentro das quatro linhas, tá ok?”, completou. “Orçamento a gente conversa. Converso com lideranças da Câmara, do Senado, a Flávia Arruda, que é a nova ministra [Secretaria de Governo], hoje conversei com o Paulo Guedes. E vamos buscar uma solução. Não adianta criticar e acusar, buscar responsáveis. Está feito o Orçamento. O que tiver porventura de excesso, vamos buscar uma solução”. “Esteve pior há poucos dias, está abrindo o céu aí. Daqui a pouco a gente realmente chega a uma solução”, arrematou. Inércia A decisão do ministro Barroso atende a pedido formulado pelos senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Jorge Kajuru (Cidadania-GO), que questionam a inércia do presidente do Senado e do Congresso, em avaliar o requerimento pela investigação, apresentado há 64 dias, no início de fevereiro. Para os senadores, a fala evidencia a “resistência pessoal” do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), sobre a abertura da CPI. “Não há qualquer justificativa plausível para a não instalação da CPI”, criticam. “Inoportuna” Após receber a notícia da decisão do STF, ordenando que o Senado instaure uma CPI para investigar responsabilidades sobre a gestão do enfrentamento à Covid-19, Pacheco disse que cumprirá a decisão, mas criticou a medida, por considerá-la inoportuna. Fonte: https://www.metropoles.com/

PEC em Pauta --Coleta de assinaturas para extinção do TCM é desafio pela distância entre deputados da Alego

Por Fernanda Santos Foto: Divulgação
Parlamentares têm realizado sessões remotas por conta da pandemia Uma iniciativa do deputado estadual Henrique Arantes (MDB), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com objetivo de extinguir o Tribunal de Contas do Município (TCM) passa por formatação da procuradoria da Assembleia Legislativa. Enquanto isso, o parlamentar articula com outros colegas para coletar assinaturas suficientes para que o tema seja pautado na Casa. De acordo com o presidente do legislativo estadual, o deputado Lissauer Vieira (PSB), a maior dificuldade no momento de se levar a PEC para votação é a distância. “É uma PEC que precisa ter assinatura para começar a tramitar, por conta da pandemia dificulta a coleta”, contou. Segundo o regimento interno, são necessárias, ao menos, um terço de assinaturas de todos os deputados. Sobre o clima estar favorável para votar a proposta, o presidente foi categórico: “Posso falar por mim: sou favorável”. No entendimento dele, o TCM é um atraso. “Hoje, só existem em 3 estados, além de Goiás. A gente percebe que o TCM é órgão em extinção. O papel de fiscalização cabe às Câmaras Municipais”, afirmou. A discussão, entretanto, não é de hoje. Em 2018 mesmo, o ex-deputado José Nelto já havia sugerido a extinção do órgão. “Enquanto estive como deputado, nunca tramitou, é a primeira vez. Das outras vezes não posso falar. Se vai ser votado oou se vai passar não depende de mim”, disse. Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/

quinta-feira, 8 de abril de 2021

Câmara Municipal de Vereadores inicia sessões ordinárias com vereadores apresentando requerimentos e propostas relevantes

As sessões ordinárias na Câmara Municipal tiveram inicio na manhã desta quarta-feira(7), com participal do publico e também com restrições devido ao combate do Covid-19, onde somente 30% da capacidade do local pode ser ocupado. As vereadorea e vereadores por sua vez apresentadoram propostas relevantes e debateram temas importantissimos em defesa da população de Águas Lindas de Goiás e para amenizar o sofrimento da população neste periodo de pandemia do Covid- 19. O verador James Farias apresentou requerimento solicitando ao executivo o pagamento de horas extras e insalubridade aos profissionais da saúde que estão á frente do enfrentamento do Covid-19, a vereadora Giva Felipe defendeu e apresentou a proposta de que os rodoviários tenham prioridade na vacinação contra o Covid-19, o vereador Keke que tem sido atuante na casa falou de diversos temas, o presidente da casa vereador Everaldo Veículos explanou sobre a responsabilidade da casa de leis nesse momento de dificuldade em que todo o pais está passando. As sessões da Câmara Municipal serão as 10h até a sexta-feira e na segunda e terça-feira as 19h, os edis pedem a participação do povo para acompanharem as sessões, sejam presencialmente obedecendo as restrições e/ou on line na página da Câmara nas redes sociais.
REQUERIMENTO DO VEREADOR JAMES FARIAS, SOLICITANDO HORAS EXTRAS E INSALUBRIDADE PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE
VEREADORES

quarta-feira, 7 de abril de 2021

Levantamento-- Dia do Jornalista: Brasil é país com maior número de profissionais mortos por Covid-19 no mundo

Por Fernanda Santos Foto: Divulgação
Levantamento da Fenaj contabiliza 169 mortes de profissionais entre 2020 e 2021 Nesta quarta-feira, 7 de abril, é comemorado o Dia do Jornalista. Entretanto, diante da tragédia cotidiana que se desenrola há pouco mais de um ano, não há muito o que celebrar. Especialmente quando se tem dados que comprovam que os efeitos da pandemia de Covid-19 são mais letais para os jornalistas brasileiros. Dados da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), levantados no primeiro trimestre de 2021 pelo Departamento de Saúde, apontam que o Brasil é o país com maior número de jornalistas mortos pelo novo coronavírus no mundo. Com risco de subnotificação, o relatório do mês de janeiro havia mostrado que o país tinha perdido 72 profissionais entre abril a dezembro de 2020. Poucos dias depois, outros seis óbitos foram confirmados, totalizando 78 jornalistas mortos em 2020. O mais assustador é que no primeiro trimestre de 2021, os efeitos desta doença foram ainda mais devastadores. Apenas nos três primeiros meses deste ano, 86 casos fatais foram registrados. Um aumento, até agora, de 8,9% de mortes em comparação com 2020. A média diária de óbito dos profissionais por mês no ano passado foi de 8,5. Em 2021, essa média alcança 28,6 mortes. É como se um jornalista morresse por dia no Brasil. Além dos casos registrados no primeiro trimestre, o início de abril já notificou outras cinco mortes, segundo o dossiê. Ao todo, o documento aponta 169 mortes dos profissionais de jornalismo até o momento no país. Com estes números, o Brasil alcança o topo da cova mundial de jornalistas mortos pela pandemia. “O medo vem de todo lugar. Mas creio que na rotina de trabalho o risco maior está na cobertura externa, como por exemplo as entrevistas presenciais, que por mais que se tome cuidados, geralmente requer proximidade física de pessoas com as quais não convivemos ou temos conhecimento o nível de cuidado delas. Há também o risco na cobertura jornalística feita em locais de maior transmissão, como em ambientes hospitalares e do transporte público”, conta o jornalista e editor executivo do Jornal Opção, Marcos Aurélio Silva. “As redações também não garantem a segurança total. É um local onde profissionais se reúnem, compartilham ambientes e equipamentos”, diz. No entanto, ele não acredita que por ser serviço essencial, os jornalistas devam ser prioridade na vacinação. “O grande problema é que a vacina avança a passos lentos, causando uma ansiedade grande. Se as doses fossem disponibilizadas com maior velocidade, os jornalistas, como qualquer outro profissional já estaria se imunizando (veja que nos EUA já estão vacinando pessoas com 16 anos, ou seja, todas pessoas economicamente ativas já podem se imunizar, sem necessidade de criar prioridades para determinados grupos de trabalhadores)”, opina. Para ele, a profissão tem a vantagem de se adaptar ao trabalho remoto. “Entrevistas por meio de ligações de vídeo e chats, coletivas por meio de lives, até programas de rádio de reportagem de TV conseguem, com alguma frequência, serem feitos por meio remoto”, explica. Marcos ainda lamenta as críticas contra a imprensa na cobertura da pandemia. Há quem diga que a mídia se aproveita da audiência da tragédia. “Temos a responsabilidade de noticiar aquilo que domina a agenda mundial, ou seja, a pandemia, as mortes (que embora para alguns são números, sabemos que cada uma é uma história), os seus impactos sociais, econômicos e políticos. E daí é importante entender que muitos profissionais estão com a saúde mental abalada. É impossível não absorver algum sentimento diante de tantas histórias de perdas, cenas de desespero, pedidos de socorro e relatos de medo”, relata. Para a jornalista Cynthia Fernandes, da Agência Radioweb, o maior perigo que o jornalista sofre durante a pandemia é a deslegitimação da profissão. “Quando somos questionados sobre apuração e veracidade dos fatos apurados como se fôssemos contadores de mentira”, desabafa. “Vejo que a mídia deixou de ser o quarto poder. Mas, acima de tudo, deixou de ter poder… hoje se questiona o inquestionável, por exemplo, de ser oposição ao governo. Não ao específico governo federal, mas a qualquer governo”, conta Cynthia. Além do jornalismo ser colocado em dúvida, o profissional ainda carrega o peso de saber de todas as notícias e em primeira mão, mesmo as piores. “O cansaço ficou maior pq não existe trégua. A notícia não para e não parou. Mas fomos invadidos pela necessidade de estar antenados e conectados ainda mais numa situação pandêmica. Acompanhar a tragédia de perto nos adoece. Assim como profissionais da saúde que estão na minha de frente, também noticiamos na linha de frente”, explica a jornalista. A profissional, assim como Marcos, não pensa que a categoria deva ter prioridade na fila da vacina. “Prefiro dizer que: se não há plano de vacinação pro básico, difícil solicitar para uma categoria específica. Não me sinto nesse direito. Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/

Vereador James Farias propõe hora extra é insalubridade para os profissionais da linha de frente do Bom Jesus e das Upas

O vereador James Farias-PSDB, apresentou na sessão da Câmara Municipal desta quarta-feira(7), um requerimento que será enviado ao senhor prefeito Dr Lucas, solicitando o pagamento de horas extras e insalubridade aso profissionais da saúde que estão na linha de frente ao Covid-19 no Hospital Municipal Bom Jesus e nas Upas. James conhece de perto a importancia do trabalho desses profissionais da saúde, pois foi subsecretario de saúde na gestão passado onde desempenhou um trabalho relevante e prestatico.

terça-feira, 6 de abril de 2021

Secretário de Esporte e lazer, professor Ulisses tem em pauta vários projetos para executar na cidade de Águas Lindas de Goiás

Convidado pelo prefeito Dr Lucas para assumir a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, Professor Ulisses é formado em educação fisica e já tem um relevante serviço prestado em apoio e incentivo ao esporte e lazer na cidade de Águas Lindas de Goiás. Eleito vereador pelo partido Podemos com 1.012 votos, profesor Ulisses ao tomar posse na Câmara Municipal no dia primeiro de janeiro de 2021 fez em primeiro lugar um agradecimento a Deus e em seguida agradeceu a Deus pela confiança. Primeiramente, agradeço a Deus por me proporcionar a oportunidade de assumir a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer! Ao Prefeito Doutor Lucas, agradeço pela confiança! Por usufruto de muito trabalho e dedicação, irei honrar essa missão, representando com muito afinco a Secretaria de Esportes e Lazer, qual sabemos, ter imensurável importância para o nosso Município. Com conhecimento e paixão, desempenharei a missão de projetar e Implementar políticas públicas de esporte e lazer em nossa cidade. Comprometo-me a trabalhar com muita dedicação e amor para que o esporte tenha seu devido destaque em nosso Município! Agradeço também a toda a minha família, amigos e apoiadores do nosso projeto! Eu os representarei e acredito que podemos sim, mudar muitas realidades para melhor. Professor Ulisses Com vários projetos em pauta para serem executados em toda cidade, Ulisses informa que as competições esportivas estão suspensas no momento por motivo da pandemia do Corona Vírus, ms que em breve se Deus quiser e ele quer, todas as competições estarão de volta e as ações da secretaria de esporte e lazer serã omais intensificadas.

Menos de um terço dos contribuintes enviou declaração do IR

Foto: Marcelo Casal Jr
O prazo de entrega começou em 1º de março e irá até as 23h50min59s de 30 de abril A menos de um mês para o fim do prazo de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física, pouco menos de um terço dos contribuintes acertou as contas com o Leão. Nas cinco primeiras semanas de envio, 10.580.505 contribuintes entregaram o documento. Isso equivale a 32,4% do previsto para este ano. O balanço foi divulgado no início desta tarde pela Receita Federal, com dados apurados até as 11h de hoje (5). O prazo de entrega começou em 1º de março e irá até as 23h50min59s de 30 de abril. Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que propõe adiar a data limite para 31 de julho, por causa do agravamento da pandemia de covid-19. O texto, no entanto, ainda precisa ser votado pelo Senado. Neste ano, o Fisco espera receber entre até 32.619.749 declarações. No ano passado, foram enviadas 31.980.146 declarações. O programa para computador está disponível na página da Receita Federal na internet. Quem perder o prazo de envio terá de pagar multa de R$ 165,74 ou 1% do imposto devido, prevalecendo o maior valor. A entrega é obrigatória para quem recebeu acima de R$ 28.559,70 em rendimentos tributáveis em 2020. Isso equivale a um salário acima de R$ 1.903,98, incluído o décimo terceiro. Também deverá entregar a declaração quem tenha recebido rendimentos isentos acima de R$ 40 mil em 2020, quem tenha obtido ganho de capital na venda de bens ou realizou operações de qualquer tipo na Bolsa de Valores, quem tenha patrimônio acima de R$ 300 mil até 31 de dezembro do ano passado e quem optou pela isenção de imposto de venda de um imóvel residencial para a compra de um outro imóvel em até 180 dias. Restituição Pelas estimativas da Receita Federal, 60% das declarações terão restituição de imposto, 21% não terão imposto a pagar nem a restituir e 19% terão imposto a pagar. Assim como no ano passado, serão pagos cinco lotes de restituição. Os reembolsos serão distribuídos nas seguintes datas: 31 de maio (primeiro lote), 30 de junho (segundo lote), 30 de julho (terceiro lote), 31 de agosto (quarto lote) e 30 de setembro (quinto lote). Novidades As regras para a entrega da declaração do Imposto de Renda foram divulgadas na semana passada pela Receita. Entre as principais novidades, está a obrigatoriedade de declarar o auxílio emergencial de quem recebeu mais de R$ 22.847,76 em outros rendimentos tributáveis e a criação de três campos na ficha “Bens e direitos” para o contribuinte informar criptomoedas e outros ativos eletrônicos. O prazo para as empresas, os bancos e as demais instituições financeiras e os planos de saúde fornecerem os comprovantes de rendimentos acabou em 26 de fevereiro. O contribuinte também deve juntar recibos, no caso de aluguéis, de pensões, de prestações de serviços, e notas fiscais, usadas para comprovar deduções.(ABr) Fonte: https://diariodopoder.com.br/

segunda-feira, 5 de abril de 2021

Sacramentado--MDB rompe com Rogério Cruz e 14 auxiliares entregam cargos

Por Mayara Carvalho Foto: Felipe Cardoso / Jornal Opção
Daniel Vilela diz que precisa defender o legado de seu pai, Maguito Vilela, e que o projeto idealizado por ele não está sendo seguido por Rogério Cruz O rompimento entre o MDB e o Paço Municipal comandado pelo prefeito Rogério Cruz (Republicanos), que já era dado como certo por interlocutores e foi antecipado pelo Jornal Opção, foi sacramentado na manhã desta segunda-feira, 5. Em entrevista coletiva convocada pelo presidente estadual do partido, Daniel Vilela, 14 auxiliares entregaram seus cargos. São eles: Alessandro Melo, Secretaria de Finanças; Agenor Mariano Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Habitação; Carlos Júnior, Secretaria de Desenvolvimento); Pedro Chaves, Secretaria de Mobilidade; Murilo Ulhôa, CMTC; Célio Campos, Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia; Colemar Moura, Controladoria Geral do Município; Filemon Pereira, Secretaria de Direitos Humanos; Antônio Flávio, Procuradoria Geral do Município ; Leandro Vilela, Secretaria Extraordinária; Kleber Adorno, Secretaria de Cultura; Euler Morais Secretaria de Relações Institucionais; José Frederico Escritório de Prioridades Estratégicas; Gean Carlo Carvalho, Secretaria Executiva de Assuntos Estratégicos. O rompimento acontece após série de mudanças promovidos por Rogério em cargos que o MDB considerava cruciais. Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/

domingo, 4 de abril de 2021

Dança das cadeiras-- Parlamentares avaliam aceno ao Centrão e busca por influência nos quartéis com reforma ministerial

Por Isabel Oliveira
Mudança atingiu seis pastas e parlamentares não descartam relação com possível preparação para as disputas eleitorais de 2022 O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) promoveu na última semana a maior série de trocas de primeiro escalão em único dia desde o início do governo. Foram seis ministros que deixaram seus cargos. As mudanças afetaram as seguintes pastas: Ministério da Defesa; Ministério das Relações Exteriores; Ministério da Justiça; Casa Civil; Advocacia-Geral da União (AGU); e Secretaria de Governo. Entre os motivos que podem ter influenciado as movimentações no Planalto está o claro aceno ao Centrão e a tentativa de aumentar a influência junto a ala militar nos quartéis. Da Secretaria de Governo da Presidência da República saiu o general Luiz Eduardo Ramos, que vai para a Casa Civil. A nova ministra deputada federal Flávia Arruda (PL-DF) assume a pasta como um gesto de Bolsonaro ao Congresso Nacional. Uma surpresa foi a troca no Ministério da Defesa, onde saiu Fernando Azevedo e Silva e assumiu o general Walter Souza Braga Netto, que estava na Casa Civil. A mudança é vista como manobra de Bolsonaro para ter influência política nos quartéis. O contexto de troca do Ministério das Relações Exteriores foi que a situação política de Ernesto Araújo vinha se desgastando nos últimos dias. Após pressão dos parlamentares, ele apresentou pedido de demissão. A pasta agora segue sobe o comando do embaixador Carlos Alberto Franco França. José Levi de Mello do Amaral Júnior entregou a Bolsonaro uma carta de demissão no comando da Advocacia-Geral da União. Um dos motivos para saída foi uma situação em que o presidente Jair Bolsonaro acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) contra medidas restritivas adotadas na Bahia, no Distrito Federal e no Rio Grande do Sul e Levi não assinou o documento. Na pasta, entra agora André Mendonça, que estava no Ministério da Justiça. Anderson Gustavo Torres, delegado da Polícia Federal e secretário de Segurança do Distrito Federal assume o Ministério da Justiça e Segurança Pública no lugar de André Mendonça . Na Casa Civil, saiu Walter Braga Netto e entrou o general Luiz Eduardo Ramos, que estava na Secretaria de Governo. Os parlamentares goianos que estão no Congresso Nacional avaliaram as mudanças feitas pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. Ao Jornal Opção, muitos se viram surpresos e até pontuam como desnecessária algumas das trocas. Entre os interesses, está o aceno ao Centrão, o medo do impeachment e busca por influência e apoio para o pleito de 2022. Reflexos e interesses
O deputado federal delegado Waldir (PSL) acredita que cada troca tem um fundamento e relata uma surpresa entre a dança das cadeiras no Planalto. “O que surpreendeu mesmo foi a saída do ministro da Defesa, mas ele também já vinha tendo um relacionamento difícil com o presidente, considerando a exigência do presidente no uso das Forças Armadas politicamente. E as Forças Armada são disciplinadas, tem hierarquia e não vão se submeter a nenhum presidente. Não vão se envolver nessa guerra política”, explica. Para o deputado, a troca dos três comandantes das Forças Armadas, ou seja, do Exército, Marinha e Aeronáutica pode criar um grande conflito para Bolsonaro. “Me parece que a troca dos três vai criar uma grande dificuldade do presidente da República, considerando que ao longo desses dois anos de mandato as unidades dessas instituições sempre foram utilizadas pelo presidente como locais para estar presente. Eu penso que criou uma tempestade desnecessária”, diz. Já o deputado federal Zé Mário (DEM), e também vice-líder do Governo na Câmara disse que os reflexos são administrativos. “Uma vez que o presidente Bolsonaro tem a prerrogativa de nomear e mudar os auxiliares quando quiser. O time tem que seguir o que o técnico quer e se o técnico acredita que tem gente que pode executar melhor o que ele tem em mente, que se mude, sem problemas”, afirma. Segundo o congressista, não há nenhum interesse que não sejam adaptações administrativas. “O foco é preparar o time nessa turbulência e que o time esteja preparado para acelerar feitos nesse final de mandato”, completa. O deputado federal Rubens Otoni (PT) avalia que o governo está cada vez mais dependente. “O governo Bolsonaro está cada vez mais dependente do Centrão. Essas mudanças demonstram que tenta desesperadamente escapar do impeachment”, disse. Por outro lado, o também deputado federal Vitor Hugo, líder do PSL na Câmara destaca a naturalidade da mudança ministerial de Bolsonaro. “É natural que todo governo com dois anos, que é a metade do caminho faça alterações para readaptar a equipe ao novo cenário que é encontrado. Inclusive fruto dos aprendizados e ensinamentos que foram colhidos ao longo dessa metade do caminho. Eu tenho certeza absoluta que essas mudanças vão ser para melhorar o desempenho ainda mais do governo especialmente no contexto do combate a pandemia que nós vivemos”, ressalta. Para ele é claro que, as trocas foram feitas para que haja respostas mais rápidas aos problemas que estão em discussão. “Essas mudanças refletem o desejo que o presidente tem de dar respostas ainda mais ágeis, oportunas e eficazes aos problemas que são recorrentes da pandemia e que são alvos das ações do enfrentamento a Covid-19. Acho que não tem nenhum outro objetivo por trás, é simplesmente uma adaptação administrativa normal que todo governo faz de tempos em tempos reavaliando os rumos e desempenhos e realocando recursos humanos de alto nível na alta administração da República”, pontua. A deputada federal Flávia Morais (PDT) constatou que as mudanças são uma tentativa de composição. “Demonstram um pouco de dificuldade do governo, e uma tentativa de composição com o parlamento. Ele tenta recuperar a popularidade por conta do grande desgaste que está tendo pela condução do enfrentamento ao Covid-19 no Brasil”, analisa. Já o líder do Podemos na Câmara, o deputado federal José Nelto afirmou que foi uma atitude de “bravatas”, se referindo a troca no Ministério da Defesa. “Isso mostrou que o presidente agiu com bravatas, querendo desmoralizar as Forças Armadas brasileiras. E ele acabou com isto, trocando seis por meia dúzia. As Forças Armadas brasileiras elas não cumprem o papel de ser polícia de governo. As Forças Armadas são forças do estado e tem o papel de fazer cumprir rigorosamente a Constituição”, disse. Aceno ao Centrão
Para o deputado Zé Mário, Bolsonaro tem diálogo aberto com ambos grupos parlamentares. “No nosso sistema presidencialista é importante que haja viabilidade política, vejo um diálogo entre Bolsonaro e as casas legislativas, mas com independência e sem subserviência entre elas”, diz o democrata. Para o petista Rubens Otoni, Bolsonaro perde força entre os seus próprios aliados, inclusive com as Forças Armadas. “A fragilidade cada vez maior do seu governo. É uma tentativa desesperada de não perder o Centrão, que o ameaçou através do Lira na semana passada”, destaca o deputado. Sobre o aceno ao Centrão, o deputado delegado Waldir pontua que pode ser considerado um aceno, porém, as mudanças relacionadas aos militares é um atrito ideológico. “Eu penso que o presidente perdeu duas vezes com essa mexida. Primeiro porque perdeu um ministro extremamente aliado a ele e ao filho, da ala ideológica de extrema direita, que era o ministro das Relações Exteriores. E perde mais uma vez, quando troca os comandantes das forças militares das outras bases. Eu vejo que o presidente perdeu nessa ação dele, sofreu prejuízo político pois, ele criou um atrito desnecessário”, pontua . Para o líder do Podemos, José Nelto governo nenhum consegue assegurar poder com desemprego, fome e violência. “Foi decisão de bravatas para garantir apoio. O Centrão não quer mudança no exército, o Centrão quer poder e orçamento. O Centrão ele quer tomar o poder e não está preocupado nesse momento em trocar cargos das Forças Armadas, pelo contrário quer a garantia da democracia”, reforça o parlamentar. O deputado federal Francisco Júnior (PSD) disse que as mudanças no ministérios, apontam uma abertura maior de diálogo. “As mudanças promovidas pelo presidente Jair Bolsonaro no seu ministério mostram uma maior abertura do Planalto ao diálogo político, não apenas por melhorar a interlocução com os outros poderes, mas também por cada vez mais se cercar de pessoas com outras linhas de pensamento e de ação”. De acordo com a avaliação do deputado, a discussão vai além, com questões sociais e econômicas que precisam ser revistas e solucionadas. “Com essa mudança de postura, o presidente dá importantes sinais de que esse diálogo maior e a participação mais decisiva de novos atores, sejam ministros, governadores, parlamentares e integrantes de outras esferas e poderes, será buscando soluções e a governabilidade”, reforça o parlamentar goiano. “Ao se abrir mais para os aliados, melhorar a articulação política e ampliar a participação no governo, o Planalto sinaliza que está disposto a realizar toda essa mudança. Mas essa mudança é uma via de mão dupla. Do outro lado, os partidos da base aliada também estão se comprometendo mais com o governo, se expondo mais ao estarem na linha de frente da gestão em plena crise, e também serão alvo das críticas e elogios pelos acertos e erros que ocorram”, avalia Francisco Júnior. De olho em 2022
Questionados sobre a possibilidade das ações do presidente estarem ligadas a sua preparação para a disputa de 2022, os parlamentares goianos acreditam que isso é claro e fazem ponderações. “Bolsonaro aproveita o momento para fazer movimentações políticas. Claro que, acredito que as mudanças podem ter aval político, no entanto, os nomes passam por questões técnicas também. Estamos falando de um momento ainda não superado, o da pandemia da Covid-19, sendo assim o foco deve continuar sendo acabar com os danos da pandemia. A reconstrução do Brasil começa quando acabarmos com esse mal que assola nossa sociedade”, afirma o democrata, Zé Mário vice-líder do Governo na Câmara. Para o deputado federal delegado Waldir, é óbvio a preparação de Bolsonaro para o ano que vem. “É transparente isso. Ele tenta manter o máximo de apoio do Centrão, inclusive para as eleições do ano que vem, tenta acenar. Na Câmara, o que tem muito valor é a palavra dada, e na semana passada o Arthur ameaçou o presidente, e exigiu o cumprimento dos acordos. Se fez acordo, o presidente tem que cumprir”, disse. Para Flávia Morais, o presidente está sim de olho nas eleições de 2022. “Com certeza está servindo para se preparar para as eleições do ano que vem. Tem a intenção clara de se viabilizar para o próximo processo eleitoral”, avalia a deputada. O deputado, José Nelto afirma que para que haja preparação para 2022 é preciso se preocupar com as prioridades do país. “Para se preparar tem que ser contudo, tem que melhorar a economia, fazer o Brasil crescer, fazer a reformas que o país precisa. Preparar as eleições é buscar o voto, tem que ganhar as eleições é no voto e não dentro dos quartéis”. No senado
Na avaliação do senador Jorge Kajuru (Cidadania), “são mudanças preocupantes, porque nenhuma delas nós soubemos o motivo. Mas eu prefiro ser otimista”. Para ele, Bolsonaro só tem pensado na reeleição. “Não tem outra prioridade, nem com os mortos diariamente da Covid-19 no país. A reeleição é má e nos custa males impressionantes”, completa. Para o parlamentar, o maior medo de Bolsonaro é o impeachment. “Além da reeleição dele, está o medo de sofrer o impeachment por tudo que o cerca. Ele não tem amigos necessários que um governo precisa ter, então por desespero ele vai para o chamado tudo ou nada”, ressalta. Segundo o senador, o Centrão apoia por interesse. “Apoia [Bolsonaro] desde que ele [Centrão] tenha o retorno que ele quer. O Centrão em troca de ministérios e poder ele faz qualquer coisa”, conclui. Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/

A nova Secretária Nacional de Assistência Social Maria Yvelônia é moradora de Valparaíso de Goiás

A nova Secretária Nacional de Assistência Social que assumiu o cargo no dia 24 de março de 2021, professora Maria Yvelônia é moradora de Valparaíso de Goiás. Assistente social, formada pela Universidade de Brasília, nasceu no Estado do Piauí e reside na cidade há mais de 20 anos. Entenda o que é á Secretaria Nacional de Assistência Social: Esta secretaria e um órgão subordinado ao Ministério da Cidadania, a missão da nova secretária é fazer a gestão da Política Nacional de Assistência Social e do Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS). Também garante o funcionamento do Sistema Único da Assistência Social (SUAS) e implementa programas, benefícios, e serviços da rede de proteção social. O Sistema Único de Assistência Social (Suas), presente em todo o Brasil, garante a proteção social aos cidadãos, ou seja, apoio a indivíduos, famílias e à comunidade no enfrentamento de suas dificuldades, por meio de serviços, benefícios, programas e projetos. Além disso, trabalha em parceria com outras políticas públicas e encaminha os cidadãos a outros órgãos quando as situações enfrentadas não podem ser resolvidas somente pela assistência social, como nos casos que envolvem desemprego, violência, doenças, e acesso à educação, saneamento básico, moradia, entre outros. No município de Valparaíso de Goiás é atualmente moradora e residente, atuou na coordenação do Centro Especializado Em Assistência Social (CREAS) por meio do qual implementou a Casa Lar para Idosos; presidiu o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Valparaíso de Goiás, e atuou como gestora das Medidas Socioeducativas em meio aberto da cidade. A população de Valparaíso de Goiás é uma população privilegiada, tendo um autoridade tão relevante como á professora Maria Yvelônia , sendo secretária nacional de assistência . Valparaíso de Goiás está localizado Leste Goiano, na região do Entorno do Distrito Federal, no chamado Planalto Central. A cidade fica a 188 km da capital estadual, Goiânia, e a 35 km da capital federal, Brasília.
Por: Agita Goiás https://www.noticiasdebrasilia.com/

sábado, 3 de abril de 2021

ARTICULAÇÃO POLÍTICA --PSDB, DEM e MDB se aproximam por aliança em 2022

Agência Estado As três legendas pregam unidade no ano que vem em torno de um nome competitivo que possa quebrar a polarização entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Palácio do Planalto
Dois meses após a vitória de Arthur Lira (PP-AL) na disputa pelo comando da Câmara dos Deputados, dirigentes do DEM, PSDB e MDB intensificaram as conversas sobre as eleições de 2022 e subiram o tom no discurso de oposição ao presidente Jair Bolsonaro. A relação entre os três partidos ficou abalada após a eleição para da Casa, quando Lira recebeu 302 votos e venceu Baleia Rossi (MDB-SP) no primeiro turno com apoio de deputados do DEM, que liberou a bancada, e do PSDB. No momento em que Bolsonaro abre espaço para o Centrão, em busca apoio para tentar se reeleger, as três legendas pregam unidade no ano que vem em torno de um nome competitivo que possa quebrar a polarização entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Palácio do Planalto. O assunto foi tratado em um almoço na semana passada em Brasília que reuniu o presidente do PSDB, Bruno Araújo, do DEM, ACM Neto, e os líderes das duas bancadas, Rodrigo Castro (PSDB-MG) e Efraim Filho (DEM-PB). Lideranças do DEM e do PSDB estiveram no centro da articulação do manifesto em defesa da democracia que reuniu seis presidenciáveis nesta semana. O movimento consolidou a percepção de que esse consórcio partidário deve estar afinado com as outras forças do chamado "polo democrático". Esse é o nome do grupo de WhatsApp que reúne os seis signatários do manifesto, além do ex-juiz Sérgio Moro. "A união entre DEM, MDB e PSDB fortalece o campo democrático para as eleições de 2022 e une partidos cujas lideranças têm pensamentos muito próximos e relações profundas", disse o governador João Doria ao Estadão. Por ora, ainda não há consenso em relação aos nomes que estão colocados à mesa: os governadores João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS), do PSDB, o apresentador Luciano Huck, e os ex-ministros Sérgio Moro e Henrique Mandetta (DEM). O DEM tem mantido conversas também com o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), mas o nome dele sofre resistências entre os tucanos. Os demais signatários do texto, à exceção de Ciro, já mantinham conversas reservadas bilaterais sobre a necessidade de apoiar uma alternativa eleitoral para o ano que vem. O manifesto marcou um pacto de não agressão entre os presidenciáveis, e é tratado como o embrião de uma possível aliança, embora eles reconheçam os obstáculos para confirmá-la. "Os líderes na Câmara estão procurando conversar para atuarem juntos na agenda econômica no Congresso", disse Efraim Filho. Já Baleia Rossi, que é presidente do MDB, tem mantido conversas bilaterais sobre 2022 com ACM Neto, Mandetta, o vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (DEM), o governador João Doria (PSDB) e os deputados Arnaldo Jardim (Cidadania) e Luciano Bivar, presidente do PSL. "O MDB quer uma terceira via", disse Baleia Rossi. A casa do governador João Doria em São Paulo tem sido um ponto de encontro de lideranças que tentam construir uma aliança para 2022. No último sábado, 27, o tucano ofereceu um jantar a Rodrigo Garcia e Rodrigo Maia, que está de saída do DEM e planeja filiar-se ao MDB. Antes disso, foi o presidente do DEM, ACM Neto, quem esteve na casa do tucano. Nas duas ocasiões, Doria disse que é importante "proteger" o DEM. Dois temas são considerados delicados: a possível ida do vice-governador paulista para o PSDB, sigla pela qual disputaria a reeleição caso o tucano seja candidato à Presidência, e a ida de Maia para o MDB. Se concretizados, esses movimentos podem implodir o DEM em São Paulo e no Rio de Janeiro. Enquanto discutem cenários para 2022, PSDB, MDB e DEM estão alinhados nas críticas a Bolsonaro. Documento assinado pela executiva do MDB afirma que o governo "perdeu-se em falsos problemas", como questionar as vacinas produzidas pela China. O documento também diz que a gestão Bolsonaro demonstrou uma postura "míope" nas negociações com a farmacêutica Pfizer para a compra de imunizantes, e que autoridades deram um "mau exemplo" ao não usarem máscaras. O PSDB também tem divulgado notas e postagens duras contra o governo. O partido destacou que Bolsonaro foi "punido por indisciplina na década de 80", ao comentar a troca de comando nas Forças Armadas. O presidente do DEM, ACM Neto, passou a adotar um tom crítico a Bolsonaro. Em fevereiro, ele divulgou uma nota na qual considerou "lamentável" que seu aliado João Roma tenha aceito o convite para assumir o ministério da Cidadania. ACM Neto disse que o convite a Roma era uma tentativa do Palácio do Planalto de intimidá-lo. No entanto, foi de ACM Neto a decisão de liberar a bancada do DEM na Câmara para votar em Lira, o que levou à saída de Rodrigo Maia. O episódio pode ser um entrave para uma eventual aliança com o MDB de Baleia Rossi, derrotado na eleição. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/

sexta-feira, 2 de abril de 2021

Especialistas debatem sistemas eleitorais e a reforma política na próxima segunda (5)

Seminário promovido pela Escola Judiciária Eleitoral do TSE será aberto pelo presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso
A Escola Judiciária Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (EJE/TSE) realiza, na próxima segunda-feira (5), a partir das 15h, o seminário “Os Sistemas Eleitorais e a Reforma Política”. O evento será aberto pelo presidente da Corte Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, e reunirá especialistas para debater o sistema eleitoral brasileiro no âmbito da reforma política. Considerando que os sistemas eleitorais envolvem um conjunto de técnicas legais destinadas a organizar a representação popular, o seminário abordará assuntos como os desafios e perspectivas do sistema proporcional, a fragmentação partidária, a representação das mulheres e a desproporcionalidade entre votos e cadeiras no parlamento. Os sistemas eleitorais têm como função a organização das eleições e a conversão de votos em mandatos políticos, visando proporcionar uma captação eficiente, segura e imparcial da vontade popular. Eles também estabelecem os meios para que os diversos grupos sociais sejam representados e para que as relações entre representantes e representados se fortaleçam. Voltado ao público em geral, o evento será realizado na modalidade virtual e terá transmissão ao vivo pelo canal da Justiça Eleitoral no YouTube. Painéis O primeiro painel, marcado para às 15h30, será presidido pela secretária-geral do TSE, Aline Osorio, e abordará o tema “Sistemas eleitorais: considerações gerais e modalidades”. Os expositores serão a deputada federal Margarete Coelho e os cientistas políticos Marcus Melo e Jairo Nicolau. Em seguida, a professora e cientista política Silvana Krause presidirá o painel “Sistema proporcional: o caso brasileiro, desafios e perspectivas”, tendo com expositores os cientistas políticos George Avelino, Carlos Augusto Melo Machado e Maria Hermínia Tavares de Almeida. O terceiro e último painel reunirá os cientistas políticos Carlos Pereira, José Antônio Cheibub e Teresa Sacchet. O debate presidido pela assessora jurídica do TSE, Lara Ferreira, será sobre o tema “Reflexos dos sistemas eleitorais: fragmentação partidária, maiorias unipartidárias, desproporcionalidade entre votos e cadeiras e representação das mulheres”. Cada palestrante terá 20 minutos para expor seu ponto de vista. O encerramento está previsto para as 18h50. Fonte: https://www.tse.jus.br/

quinta-feira, 1 de abril de 2021

Semana da Páscoa em Valparaíso-GO: Comemorado no Domingo (04) a Assistente Social, Maria Yvelônia, fala da importância do empenho de todos, para promover a solidariedade

Mais do que chocolates, Maria Yvelônia, enxerga a Páscoa, como o momento de reflexão pela morte e a ressurreição de Jesus pela humanidade. Nesta época aparecem como símbolos: O coelho, o ovo, o chocolate, mas não se pode ficar apenas nisso, é necessário aprofundar, buscar seu autêntico significado. A assistente social, Maria Yvelônia, conhece muitas famílias que vivem em situação de vulnerabilidade em Valparaíso e sempre orienta nesse sentido. Em uma de suas entrevistas, emocionada, Yvelônia, relatou algumas das dificuldades enfrentadas pela sua família e sabe o que é sofrimento. "Momentos importantes da minha vida, se misturam com a vida dessas crianças". Disse na ocasião, a Assistente Social, Maria Yvelônia. Conhecida por populares, carinhosamente, como, tia Maria, a assistência social, tem a missão de ajudar a formar cidadãos conscientes quanto aos seus direitos na inclusão social, porquê na sua cidade, Valparaíso, há muito tempo, realiza ações em diversos bairros. E é nesse sentimento de solidariedade que ela partilha, para todos os Valparaisenses, uma Feliz Páscoa. Maria Yvelônia. Jornal Gazeta.