CONTRA A DENGUE E CHIKUNGUNYA PROTEJA SUA FAMÍLIA

CONTRA A DENGUE E CHIKUNGUNYA PROTEJA SUA FAMÍLIA
CONTRA A DENGUE E CHIKUNGUNYA PROTEJA SUA FAMÍLIA

terça-feira, 28 de agosto de 2012


CPI DE GOIÁS VAI AO STF PARA INVESTIGAR PREFEITURAS



Mídia News =
A CPI da Assembleia vai apresentar recurso na próxima segunda-feira contra liminar que impede a Comissão de investigar contratos das Prefeituras de Aparecida de Goiânia e de Catalão com a construtora Delta, apontada como braço empresarial do contraventor Carlos Cachoeira. O documento vai ser entregue no Tribunal de Justiça do Estado de Goiás.
Os procuradores da Assembleia que auxiliam nos trabalhos da Comissão também elaboraram uma defesa contra o mérito do mandado de segurança, que precisa ser apresentado em dez dias úteis a partir da notificação. Caso o recurso seja provido, terá validade até o julgamento da defesa relacionado ao mérito.
A CPI que investiga possível ligação de autoridades goianas com a contravenção, e ainda a atuação das empresas Delta e Gerplan no Estado, teve os trabalhos suspensos em sua última reunião, realizada no dia 21. A decisão foi tomada por causa do mandado de segurança impetrado na Justiça.
O presidente da CPI, deputado Helio de Sousa (DEM), recebeu na sessão de terça-feira, 21, o documento do desembargador Zacarias Neves Coelho, do Tribunal de Justiça, concedendo mandado de segurança às Câmaras Municipais de Catalão e Aparecida. A Assembleia ficou judicialmente impedida de investigar as duas prefeituras em contratos firmados com verba não proveniente de recursos do Estado.
Com a decisão judicial, o deputado Túlio Isac (PSDB) afirmou que não fazia sentido a CPI continuar os trabalhos e sugeriu a suspensão. Helio de Sousa concordou com o argumento e colocou em apreciação a paralisação das atividades da Comissão em todos os níveis até que o contraditório em relação à determinação da Justiça possa ser analisado. A sugestão do tucano foi votada e aprovada pelos parlamentares.
Culpa
Túlio Isac alfinetou o PMDB, que está no comando das prefeituras de Aparecida, com Maguito Vilela, e Catalão com Velomar Rios. "Eu acho que é a maior prova de culpa quando você esconde alguma coisa, quando você proíbe algo de ser mostrado. Com essa atitude, as prefeituras passam a impressão de que estão escondendo algo", afirmou o tucano.
O deputado Daniel Vilela (PMDB) defendeu a liminar, que, segundo ele, apenas confirma a opinião colocada pelos procuradores da Casa quanto às competências da Assembleia.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012


Wilson Silvestre
Rogério concentra energia no PSD
Presidente do PSD-DF, Rogério Rosso: “Nosso foco agora é consolidar o partido no Entorno”
Se depender de trabalho, articulação e liderança, o PSD do Distrito Federal pode chegar em 2014 com reais chances de conquistar o Palácio do Buriti. Está é a meta que o presidente regional da legenda, Rogério Rosso está trabalhando. “Neste momento, como não temos eleição no Distrito Federal, vamos ajudar os candidatos a prefeito e vereador no Entorno. Para isso, já discuti com os deputados e com as pessoas que, mesmo não filiadas ao partido, mas com especialização em várias áreas da gestão pública, para formular ideias e oferecê-las a título de colaboração do PSD do DF”, resume Rosso.

Mesmo com os recursos minguados por conta dos repasses serem insuficientes, Rogério acredita que pode somar forças no Entorno e com isso, dar maior visibilidade ao partido. “A região tem um papel estratégico no desenvolvimento do Distrito Federal e o PSD está atendo a estas transformações. Nosso discurso é o de modernização na gestão pública, do combate à corrupção e, sobretudo, a eficiência da máquina pública para servir, cada vez mais os cidadãos”, afiança Rosso.

Quanto à disputa pela cadeira de Agnelo Queiroz em 2014, Rogério prefere manter discrição quanto a nomes, principalmente o dele. “Temos gente altamente qualificada, mas este discussão ainda não foi levada ao diretório”, desconversa. Rogério não quer entrar na polêmica de que ele pode vir a ser um dos postulantes. Seu papel, como tem dito aos mais próximos, é de um árbitro. Enigmático, ele recorre a imagem futebolística para descrever o momento das especulações. “A bola tem que rolar livre de faltas, rumo aos atacantes e qualquer um deles pode marcar o gol.”

Em Brasília, Rosso prepara um ciclo de palestras sobre os problemas da cidade, como mobilidade urbana, saúde, educação, qualidade de vida, gestão pública, comunicação governamental e investimentos. A ideia é trazer para estas palestras, acadêmicos, empresários, profissionais liberais, políticos nas variadas áreas do conhecimento. “Não importa se o palestrante é do partido A ou B, se de esquerda ou direita. O importante é o conhecimento que ele domina e a experiência acumulada.”

Wilson Silvestre
Filippelli na expectativa de “herança”
Jornal Opção
Vice-governador Tadeu Filippelli:
torcida para Agnelo Queiroz tropeçar
na justiça
Se existe um personagem no governo do Distrito Federal que não está nem pouco apreensivo com a situação de Agnelo, este certamente é o vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB). Vive na zona do conforto político, apalpando aqui e ali prospectando possíveis alianças para 2014. Ao mesmo tempo, fica de olho na movimentação jurídica em que, a cada dia, Agnelo vai se a­tolando. De repente, a sorte ba­feja e Agnelo é ejetado da ca­deira e ele leva o trono de graça, sem atritar com nenhum partido, e pavimenta uma reeleição relativamente fácil.

Esta hipótese, segundo o serpentário de Brasília, não está descartada. Tanto que, segundo especulações, Filippelli teria participado de uma reunião na casa de um amigo e escudeiro, onde não faltaram os melhores vinhos, dentre eles o Tignanello do marquês Piero Antinori, grande produtor de vinhos da Toscana, uma das paixões de Filippelli. O motivo desta especial comemoração seria a presepada do porta-voz, Hugo Braga, de “que os depósitos feitos pelo governador na conta do ‘mestre’ João Dias, referiam-se a compra parcelada de um carro usado que não chegou a se concretizar”, conforme relato dos jornalistas João Zisman e Odir Ribeiro, do Blog Rádio Corredor.

Como o vice-governador Tadeu Filippelli não fala mais com o Jornal Opção, o espaço para sua versão ganha fôlego e povoa a imaginação do baixo clero da Câmara Legislativa. “Filippelli não é mais presidente do PMDB. Agora, só pensa na cadeira do Buriti”, ironiza um desafeto no legislativo. Se realmente João Dias contar (e provar) tudo que sabe, a situação do governador sai da zona de conforto para a de turbulência política. Neste clima, tudo é possível, incluindo o sorriso do vice Tadeu Filippelli.

Lula: “Dilma é minha candidata e, se Deus quiser, vai ser reeleita”
Ex-presidente concedeu entrevista ao NYT, que especula seu possível retorno em 2018
Lalo de Almeida for The New York Times
Thiago Burigato

Em reportagem publicada pelo New York Times neste sábado (25/8), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva revelou que não pretende se candidatar à presidência em 2014 como vinha sendo cogitado. Ao invés disso, pretende se dedicar a fazer com que Dilma Rousseff seja presidente por mais um mandato. “Dilma é minha candidata e, se Deus quiser, vai ser reeleita”, declarou.

O jornal especula, porém, o possível retorno de Lula como candidato em 2018, quando teria 72 anos de idade. Para o NYT, o gosto do ex-presidente pela disputa política continua o mesmo. Durante a entrevista, ele afirmou que “Não é fácil saber como agir no papel de ex-presidente”, e completou: “Política é a minha paixão”.

Outros assuntos abordados na matéria são a recuperação da saúde de Lula depois do câncer de que foi vítima, sua carreira política, a crise econômica na Europa, sua relação com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o julgamento do mensalão. Lula reafirmou que não acredita que tenha havido realmente o esquema criminoso, pelo qual os mais importantes de seus companheiros de partido estão sendo julgados. Disse, no entanto, que respeitará a decisão do Supremo Tribunal. “Se alguém for julgado culpado, deve ser punido, e se alguém for julgado inocente, deve ser absolvido”, afirmou.
FONTE:JORNAL OPÇÃO

Os servidores, o GDF e a bomba relógio

No Distrito Federal não há categoria satisfeita com o Governo Agnelo. Muito pelo contrário, até agora o que se houve nos locais de trabalho são reclamações generalizadas contra a atual Gestão. Na área de Segurança o clima é de revolta; na Saúde, apesar dos investimentos em contratação de pessoal e alguma melhoria na infraestrutura, até o momento os servidores não tiveram ganho algum; na administração direta o GDF nem cogita uma política de ganho salarial e na Educação, apesar do reajuste dos professores em 2011, sabemos que o Governo nem cumpriu e parece não estar interessado em cumprir com o acordo firmado na época da eleição.
Nestes 18 meses de Governo Agnelo o que vimos até agora foi muita embromação, muita enrola e pouca ação efetiva. Até este momento nenhuma categoria tem negociação salarial definida e a atuação da Secretaria de Administração mais parece objetivar o amortecimento da pressão em cima do Governo do que apresentação de solução prática. Enquanto isso o tempo vai passando, os sindicatos vão sofrendo a pressão de suas bases e mais cedo ou mais tarde, caso algo de concreto não seja feito, a bomba relógio vai explodir.
E o exemplo vem do Governo Federal. Lá também o discurso é de austeridade e corte de gastos. Mas com a ação conjunta de todas as categorias logo o Governo apareceu com proposta, apesar de não ser a que satisfaz o movimento.
Repito: todas as categorias de servidores públicos estão insatisfeitas com o Governo Agnelo. E como o processo de negociação não está resultando em avanços concretos, mas cedo ou mais tarde a bomba vai explodir.
.
Washington Dourado

domingo, 26 de agosto de 2012


Cinquenta e uma cidades terão só mulheres entre candidatos a prefeito


Em oito municípios, o único candidato a prefeito é uma mulher.
Mimoso de Goiás é uma das cidades sem homens na disputa eleitoral.


Prefeitura de Mimoso de Goiás, onde só mulheres são candidatas a prefeita nestas eleições (Foto: Elisângela Nascimento/G1)
Prédio da Prefeitura de Mimoso de Goiás, onde somente mulheres disputam cargo de prefeito (Foto: Elisângela Nascimento/G1)
Cinquenta e uma cidades brasileiras terão nas eleições municipais de 2012 somente mulheres como candidatas na disputa pela prefeitura. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 2008, 32 cidades não tinham homens entre os concorrentes ao cargo.
Os municípios onde a população vai eleger obrigatoriamente uma prefeita estão localizados em 17 estados (veja na tabela abaixo).
Em oito cidades, o único candidato é uma mulher: Minador do Negrão (AL), Serra da Saudade (MG), Sericita (MG), São Domingos de Pombal (PB), Presidente Castelo Branco (PR), Porto Vera Cruz (RS), Quinze de Novembro (RS) e Mirassolândia (SP).

MUNICÍPIOS EM QUE TODOS OS CANDIDATOS A PREFEITO SÃO MULHERES
AL
Minador do Negrão e Mar Vermelho
BA
Cardeal da Silva, Maraú e Conceição do Jacuípe
CE
Hidrolândia, Jardim e Varjota
GO
Buritinópolis, Montividiu e Mimoso de Goiás
MA
São Vicente Ferrer e São Pedro dos Crentes
MG
Aricanduva, Ibiaí, Pitangui, Serra da Saudade e Sericita
MS
Juti
PA
Primavera e Faro
PB
Nova Olinda, Pilar, Pombal, Matinhas, Santarém e São Domingos de Pombal
PE
Solidão
PI
Joaquim Pires
PR
Paranacity e Presidente Castelo Branco
RN
Nísia Floresta, Patu, Água Nova, Pureza, Taboleiro Grande, Santana do Matos, Janduís e São Pedro
RS
Catuípe, São João do Polêsine, Porto Vera Cruz e Quinze de Novembro
SE
Nossa Senhora Aparecida e Malhador
SP
Alto Alegre, Pongaí e Mirassolândia
TO
Sandolândia e Porto Alegre do Tocantins
Fonte: Divulgação de candidaturas do TSE, 2012
Dos 5.563 prefeitos eleitos no último pleito municipal, em 2008, 534 eram mulheres, o equivalente a 9,5% do total, superior ao registrado nas eleições anteriores.
Segundo o TSE, o percentual de prefeitas foi de 7,32% em 2004 e de 5,32% em 2000.
Sem homens na disputa
Em Mimoso de Goiás, a 243 km de Goiânia, duas mulheres tentam obter a maioria dos votos em uma população de 2.685 habitantes. No local, a maioria dos moradores - e eleitores - é composta de homens, mas a atual prefeita é mulher.
Localizado no Entorno do Distrito Federal, o município também apresenta uma característica semelhante à de mais de 300 cidades do Brasil: tem mais eleitores do que habitantes.
As duas candidatas são Miriã de Souza Vidal (PSD), de 39 anos, que tenta a reeleição, e a advogada Rosana Balestra (PP), de 49 anos. E seriam três mulheres, se uma das concorrentes não tivesse desistido.
Miriã, mãe de três filhos e formada em letras, foi lançada candidata a prefeita em 2008, para ocupar o lugar do marido. O então prefeito teve balanço rejeitado pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-GO).
“Sou eu quem administra a cidade, sim, ao contrário do que muitos dizem por aí. E eu conto com a ajuda do próprio povo, que sempre cobra uma boa gestão e me ajuda a fazer sempre melhor”, afirma.
A adversária Rosana Balestra, casada e mãe de dois filhos, há mais de 20 anos é advogada pós-graduada na área do direito administrativo.
Ela conta que resolveu tentar a carreira pública por ter sentido a necessidade de mudança na cidade.
“O município está na UTI, com problemas em vários setores. Mas minha prioridade é a educação, porque acredito que é a partir dela que resolvemos todos os demais problemas”, diz.
Em 2008, quando disputou a eleição na cidade pela primeira vez, todos os concorrentes de Miriã eram homens. Candidata à reeleição, ela se diz orgulhosa de ter sido não apenas a primeira mulher a assumir a prefeitura como também a primeira candidata a concorrer ao cargo.
Na época, o jingle utilizado na campanha explorou o fato de ela ser mulher. Em um trecho, a música dizia: “Quem vai mandar no mundo eu sei quem é. Quem vai mandar no mundo é a mulher”.  Agora, com uma oponente também mulher, “a frase perdeu o sentido”, brinca Miriã.
A advogada Rosana Balestra acredita que a mulher tem uma conduta mais flexível na hora de administrar.
Santina Gonçalves (PTB), a outra mulher que concorreria na eleição municipal de Mimoso de Goiás, deixou a disputa. O G1 foi até a casa dela, em Padre Bernardo, mas a equipe de reportagem foi informada de que ela estava viajando. Procurada três vezes por telefone, disse que não poderia falar no momento sobre a renúncia à candidatura.
“O homem costuma ser mais impulsivo na tomada de decisões, e, assim, erra mais. Já a mulher tem mais equilíbrio, pensa mais antes de agir, tem mais medo de errar. Isso é salutar para o poder público. A impulsividade pode fazer com que o gestor homem erre mais”, afirma a candidata.
Única vereadoraA comerciante Edileuza D’Abadia, que se prepara para encerrar seu primeiro mandato como vereadora, pelo PSD, afirma que não gostou da experiência legislativa. “Eu era muito mais útil à comunidade quando me dedicava apenas à área social”, afirma.
Com 41 anos de idade, é a única mulher na Câmara Municipal de Mimoso de Goiás e trabalha ao lado de oito vereadores. “O papel do vereador é representar o povo, fiscalizar. A gente lá não consegue fazer isso com transparência”, diz.
Ainda assim, ela incentiva as mulheres a investir na vida pública. “Eu cresci e amadureci muito. As mulheres são mais honestas em todos os setores da vida e, por isso, precisam participar mais da política”. Para a vereadora, é motivo de orgulho ter duas candidatas disputando a prefeitura. “Isso me deixa deslumbrada”, resume.
FONTE:G1

Candidatas a vereadora aumentam de 21% em 2008 para 31% neste ano


Lei exige que 30% dos candidatos das coligações sejam de um dos sexos. 
Na eleição deste ano, 10,8% não cumprem a cota, segundo apurou o G1.


Do G1, em São Paulo
cota_sexo_eleicao_300 (Foto: Editoria de Arte/G1)
Levantamento do G1 com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indica que o percentual de mulheres candidatas a vereadora passou de 21,3% na eleição municipal de 2008 para 31,8% na deste ano.
Desde 2009, a lei 12.034 estabelece que "cada partido ou coligação preencherá o mínimo de 30% (trinta por cento) e o máximo de 70% (setenta por cento) para candidaturas de cada sexo".
Na eleição deste ano, 10,8% das coligações ainda descumprem essa exigência e têm menos que 30% de mulheres entre os candidatos. Essas coligações correm o risco de ter toda a lista de candidatos rejeitada por desrespeito à cota obrigatória.
Na prática, informa a Justiça Eleitoral, “a norma destina-se a incentivar a participação feminina na disputa política. Por isso, se fala em cota para as mulheres, mas a lista não pode conter 80% de candidatas do sexo feminino, por exemplo”.
Mais mulheres
Os registros de candidatura para as eleições de 2012 mostram que, de um total de 16.748 coligações inscritas no país, 1.822 (10,87%) não possuem o percentual mínimo de candidatas mulheres.
Em 43 coligações, há somente candidatos homens.
Segundo os dados da Justiça Eleitoral, 83 coligações (0,4%) apresentam mais mulheres do que homens entre os candidatos ao pleito.
Os números mostram ainda que cinco coligações, formadas somente por mulheres, desrespeitam a lei por não garantirem 30% das vagas para um dos sexos – no caso, homens.
2008Na eleição de 2008, entre 15.258 coligações inscritas, 12.266 (80,4%) tinham menos de 30% de mulheres. Na época, no entanto, ainda não estava em vigor a obrigatoriedade da cota para sexo.

Punições por descumprimento
Os números mostram que, no pleito passado, somente 48 coligações (0,3% do total) eram compostas por mais mulheres do que homens e que 1.099 coligações (7,2%) não tinham nenhuma mulher candidata a vereadora. Nenhuma coligação de 2008 era formada apenas por mulheres.
O Tribunal Superior Eleitoral afirma que a coligação ou partido que não cumprir a cota obrigatória poderá ter a lista inteira de candidatos rejeitada.
Cada registro é analisado por um juiz eleitoral que, no caso de não preenchimento conforme a lei, notifica a coligação ou partido para ajustar a lista em 72 horas. O prazo da primeira instância se encerrou no último dia  5. Segundo o TSE, 98% dos pedidos de registro tinham sido analisados até a data.
Desde 8 de agosto, o Ministério Público pode impugnar coligações ou partidos que descumprem as cotas, mas os partidos ainda puderam recorrer aos tribunais regionais eleitorais.
O prazo final para que todos recursos de registros de candidatura sejam julgados e publicados pelos TREs terminou nesta quinta-feira (23). As coligações que não estiverem adaptadas à lei serão rejeitadas, mas ainda poderão recorrer ao TSE.
Julgamento caso a caso
Os processos que descumprem a lei são julgados caso a caso, dependendo do posicionamento de cada Justiça Eleitoral nos municípios e estados.
Em alguns processos julgados em São Paulo, por exemplo, a Procuradoria Regional Eleitoral decidiu dar parecer favorável à manutenção do registro se a chapa tiver uma única mulher candidata,  "tendo em vista o claro objetivo da norma de garantir e ampliar a participação política feminina".
No último dia 7, o TRE paulista indeferiu uma coligação de Jaú que havia sido intimada no juízo eleitoral e não adequou a chapa proporcional no prazo. Cabe então recurso ao TSE, e não há prazo para a decisão. A chapa concorre "sub judice". Se a lista for rejeitada só depois da eleição, os eleitos terão de ser substituídos.
FONTE:G1

TREs não conseguem analisar todos as candidaturas

Termina nesta quinta o prazo para julgamento, quando a Lei da Ficha Limpa pode ser aplicada
RIO - Termina nesta quinta-feira o prazo para que os tribunais regionais eleitorais julguem os recursos sobre os registros de candidatura, mas pelo menos seis TREs admitem que, por conta do volume de processos, não conseguirão analisar todos os casos dentro da data estabelecida pelo calendário eleitoral. Os candidatos tiveram até o dia 5 de julho para apresentar os requerimentos de registros, que, desde então, vêm sendo deferidos ou indeferidos pelos juízes eleitorais. Caso o aspirante ao cargo de vereador ou prefeito ou o Ministério Público Eleitoral não concordem com o resultado da primeira instância, de negar ou aprovar o registro, pode recorrer ao tribunal regional.
Embora tenham ampliado o horário das sessões ou feito encontros extras, os tribunais regionais do Rio, São Paulo, Ceará, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraíba já anteciparam que não devem julgar todos os casos até hoje. O corregedor regional eleitoral do Rio, juiz Antonio Augusto de Toledo Gaspar, diz que ainda há cerca de 500 processos para serem distribuídos, o que inviabiliza o cumprimento do prazo. Esta semana, os casos passaram a ser entregues também a membros suplentes, na tentativa de acelerar o trâmite.
- Os recursos de registros é o grande momento de se aplicar a Lei da Ficha Limpa. Isso traz, de início, um certo debate que pode atrasar um pouquinho, mas nosso tribunal já estava se preparando para as discussões que viesse – disse o corregedor.
Segundo sistema disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral, pouco mais de 18 mil recursos de registros de candidatura estão em tramitação na Justiça Eleitoral. O TSE informou que 288 recursos chegaram à corte até quarta-feira. Segundo o tribunal, o prazo de 23 de agosto para terminar o julgamento dos recursos “é indicativo e não obrigatório”. A data foi estabelecida em 1997 pela Lei das Eleições e, de lá para cá, o número de pedidos de registro de candidatos aumentou muito, segundo o próprio TSE.

Atraso pode fazer com que candidatos assumam cargos se eleitos
Enquanto o recurso não for julgado em última instância, o candidato pode fazer campanha normalmente, inclusive participando do programa eleitoral na TV e no rádio. Se depois de eleito, o TSE – que não tem prazo para analisar os casos - julga indeferido o registro de um candidato, os votos dele não são computados. O coordenador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), o juiz Marlon Reis, diz que o atraso dos TREs em julgar os recursos vai dar brecha para que candidatos com registros indeferidos nas duas primeiras instâncias possam ser eleitos e assumir o cargo:
- Isso vai acontecer com toda certeza porque aconteceu nas eleições municipais passadas. É lamentável, mas não tem outra alternativa pelo processo atual. É lamentável, mas é compreensível por conta do volume de casos a serem analisados pela Justiça Eleitoral.
Em São Paulo, 2.127 recursos chegaram ao TRE e, até ontem, 917 haviam sido julgados. O presidente do tribunal, desembargador Alceu Penteado Navarro, disse que "é impossível cumprir o prazo", porque “é muito curto”. Já o TRE-RS recebeu 498 recursos e analisou 245. O diretor-geral do tribunal, Antônio Augusto Portinho da Cunha, afirma que a corte não conseguirá julgar todos os casos a tempo:
- O prazo colocado pelo calendário eleitoral é o mesmo para pleitos gerais e municipais. Nos pleitos municipais, a demanda aumenta muito. Se, numa eleição geral, são cerca de mil candidatos, no pleito municipal, chegamos a quase 30 mil postulantes, distribuídos por todos os 497 municípios do Rio Grande do Sul.
No Ceará, o tribunal havia julgado, até o início da tarde de ontem, 387 recursos entre os 1.114 que chegaram.
- O prazo é curtíssimo, levando-se em conta que o número de recursos este ano aumentou muito. Já recebemos quase 1.200 processos. Para se ter uma ideia, em 2010, este número não chegou a 700 – disse. - Devo dizer ainda que, quando foi estabelecido este prazo, não se levou em conta que a "Lei da Ficha Limpa" poderia aumentar muito a quantidade de recursos, visto que os partidos insistem em lançar candidatos que responderam a processos – declarou o diretor-geral do TRE-CE, José Humberto Mota Cavalcanti.
O diretor-geral do TRE-PB, Leonardo Livio, informou que o tribunal recebeu 624 recursos, dos quais 225 foram julgados. Segundo ele, embora a intenção fosse julgar tudo até hoje, “é pouca a chance de cumprir o prazo”. O presidente do TRE-SC, desembargador Luiz Cézar Medeiros, disse que “o prazo é efetivamente curto” e que um pequeno número de processos deverá ser julgado após a data estabelecida como limite pelo calendário eleitoral.



MARCONI GRAVA MENSAGEM ESCLARECENDO DUVIDAS SOBRE O ASFALTO PARA ÁGUAS LINDAS.


Assessoria de Imprensa=
O Governador Marconi grava mensagem informando que foi Hildo quem pediu o Asfalto, Delegacia de ensino, Corpo de Bombeiros, IML e Ginásio de esportes para Águas Lindas.
Na mensagem Marconi deixa claro que foi através de requerimento do deputado Hildo do Candango que ele autorizou a vinda do Rodo Vida para Águas Lindas assim como outros benefícios para o entorno do distrito federal.
Veja abaixo o vídeo com mensagem do governador (Google Cromo ou Explore)
 

Sábado 25 de agosto

Wilson Silvestre
Campanha em clima quente
O clima político esquentou em Águas Lindas na semana passada. Um candidato a vereador da coligação de Geraldo Messias (PP) exagerou no destempero verbal e acusou o candidato a vice-prefeito na chapa do deputado Hildo do Candango, Luiz Alberto Jiribita (PMDB), de ter “quebrado um microfone da Rádio Nacional, em Brasília e de não ser morador da cidade”. Jiribita ficou uma fera conforme relato de uma apoiadora da campanha de Hildo. De acordo com esta testemunha, dentista na cidade, Jiribita não poupou críticas à gestão de Geraldo Messias (PP). Entre o desabafo e indignação, Jiribita lembrou que “seu nome consta em lista de Cachoeira ou como beneficiário de viagem a Las Vegas, Meca do jogo, tudo custeado pela contravenção”.
E vice de Messias teria sido xingado
Do outro lado, a acusação é a de que a caminhada de Hildo do Candango teria parado em frente à empresa do candidato a vice na chapa de Messias, Everaldo Veículos, e o insultado. Se não bastassem as ofensas, de acordo com relatos, Jiribita acusou o empresário de ter recebido a área da prefeitura. OJornal Opção não conseguiu contato com Jiribita para comentar o episódio, mas uma fonte ligada a Hildo disse que estava atuando como bombeiros para evitar um clima de guerra. “Tudo não passou de um mo­mento político, quando a temperatura tende a esquentar. Não é esta a posição da coligação. Somos da paz”. 
FONTE:JORNAL OPÇÃO

Wilson Silvestre
Nem o PT mostra interesse em livrar a pele de Agnelo
A cúpula do PT nacional emite sinais de que está ficando complicado limpar a área do governador Agnelo Queiroz. Desde o episódio da famigerada videoteca de Durval Barbosa, ainda na campanha para chegar ao Buriti quando Agnelo assistiu parte da coleção do delator, as cabeças pensantes do petismo nacional tem socorrido Agnelo. “Ele tem sido uma tremenda dor de cabeça e pode comprometer a estratégia do PT em 2014, ano crucial para ampliarmos nossa base política, principalmente no Distrito Federal, uma das sedes mais importantes da Copa do Mundo no Brasil”, confidencia uma fonte próxima ao Palácio do Planalto. Comenta-se que a presidente Dilma Rousseff jogou a toalha e entregou o destino de Agnelo para o diretório nacional do PT administrar.

Com esta nova descoberta da CPI mista do Cachoeira, de que Agnelo teria pago R$ 7,5 mil ao policial João Dias Ferreira na mesma época em que o PM a­meaçava delatar um esquema de desvio de recursos em convênios do Ministério do Esporte, o governador vai para as cordas do ringue. “As transferências — três depósitos de R$ 2,5 mil — ocorreram nos dias 1º de fevereiro, 4 de março e 31 de março de 2008, na época em que Agnelo era ministro do Esporte”, conforme relata o senador Álvaro Dias em seu blog.

“Agnelo parece que perdeu o interesse pelo futuro político dele. Em plena crise política na sua base de sustentação, acusação no STJ, greve na Polícia Civil e ele, simplesmente viaja com seus diletos amigos”, desabafa revoltado um militante histórico do PT. Realmente não dá para compreender a lógica do governador. Se ele realmente pensa em disputar a reeleição, esta é a hora para tentar passar uma borracha nas manchas obscuras de seu currículo. Caso contrário, ele entra para a história política do Distrito Federal pela porta dos fundos. “Que legado Agnelo vai deixar para as gerações futuras?”, questiona o histórico militante.
FONTE:JORNAL OPÇÃO

sábado, 25 de agosto de 2012


O Governo Agnelo está de “parabéns” pela INCOMPETÊNCIA!

Isso mesmo!
INCOMPETÊNCIA POLÍTICA, DESORGANIZAÇÃO, DESARTICULAÇÃO, FALTA DE ESTRATÉGIA, FALTA DE VISÃO DO CONJUNTO!


E a publicação do Decreto que regulamenta o repasse dos recursos do PDAF, um dia após a realização da eleição para diretor das escolas públicas é a prova do que estou falando. O Decreto está no Diário Oficial de hoje.
A Gestão Democrática é uma das bandeiras mais importantes da Esquerda no Distrito Federal. Seria o ápice de um processo radical de abertura à participação da comunidade escolar no processo de gestão da educação pública do DF. Entretanto, este Governo do DF conseguiu tranformar o trabalho de implantação deste projeto, desde a elaboração até a realização das eleições, em um permanente processo de desmotivação e desmobilização de quem defende a ideia de democratização da gestão escolar.
O que estou falando ficou provado quando o Governo protelou a aprovação da Lei na CLDF, prorrogou por várias vezes a realização da eleição, não fez campanhas publicitárias incentivando a participação da comunidade, não deixou claro uma proposta de apoio aos gestores das escolas. Aliás, pelo contrário, nos meses que antecederam a etapa de inscrição das chapas o que se viu foi um total descaso com os gestores, expressado através da falta de professores, de problemas na merenda escolar, na falta de repasses dos recursos financeiros, obrigando diretores de escolas a se humilharem nas portas do comércio para comprar “fiado” os materiais e serviços necessários para manutenção das instituções de ensino.
O resultado desta falta de organização, de visão estratégica foi o baixo número de inscrições de chapas, resultando no fato de que 82% das escolas só tiveram uma única chapa inscrita. Por outro lado, o período de campanha nas escolas, que deveria ser dedicado ao debate sobre a gestão administrativa e pedagógica, até por não ter uma orientação clara do Governo sobre a política educacional que pretende construir nos próximos anos, acabou passando em branco e sem o conteúdo necessário.
Pois para comprovar a INCOMPETÊNCIA política desse Governo, hoje foi publicado no Diário Oficial o novo regulamento de distribuição dos recursos do PDAF. É claro que este decreto não é garantia de que terão tranquilidade com o repasse de recursos, mas é fato que se este mesmo decreto tivesse sido publicado antes da etapa de inscrição das chapas, com certeza, boa parte dos históricos defensores da Gestão Democrática teriam se animado a participar do processo.
Este é de fato um Governo medíocre! Não há como negar! É como se seus integrantes não tivessem consciência da responsabilidade que têm perante a luta de anos para que pudéssemos construir um momento histórico que permitisse uma profunda mudança nos rumos do Distrito Federal.
É uma pena!
.
Washington Dourado

Neil Armstrong, primeiro homem a pisar na Lua, morre aos 82 anos nos EUA

Família confirmou morte neste sábado após complicações de cirurgia. Ex-astronauta havia sido submetido a uma desobstrução de artérias do coração no início do mês

Divulgação/Nasa
Neil Armstrong, primeiro homem a caminhar na Lua, morreu neste sábado aos 82 anos
O ex-astronauta norte-americano Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na lua, morreu aos 82 anos neste sábado, em Ohio, nos Estados Unidos. Armstrong tinha sido submetido a uma cirurgia no coração no último dia 5 para desobstruir artérias. Segundo a própria família do ex-astronauta, Armstrong morreu após complicações da mesma cirurgia. 
"Estamos de coração partido por compartilhar a notícia de que Neil Armstrong morreu devido a complicações após a cirurgia cardíaca", disse a família de Armstrong em comunicado obtido pela rede de televisão americana CNN.
Como comandante da missão Apollo 11, Armstrong se tornou o primeiro ser humano a pisar na Lua, em 20 de julho de 1969. Foi ele quem proferiu a histórica frase: "Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade”. 
Ela era o comandante da primeira missão lunar, na Apolo 11, ao lado dos astronautas Buzz Aldrin e Michael Collins. Em 21 de julho de 1969, a cápsula lunar Eagle pousou sobre a superfície lunar e Armstrong - como havia sido planejado - foi o primeiro homem a caminhar sobre a Lua.
O comandante nasceu no dia 5 de agosto de 1930. Ele foi piloto da Marinha dos Estados Unidos entre 1949 e 1952 e lutou na Guerra da Coreia. Formou-se em 1955 em engenharia aeronáutica pela Universidade de Purdue e atuou como piloto civil da agência que deu origem à Nasa, a Naca (Conselho Nacional de Aeronáutica). 
Astronautas da Apolo 11: Michael Collins, Neil Armstrong e Edwin "Buzz" Aldrin. Foto tirada em 21 de julho de 1999. Foto: Reuters
1/5
Em uma rara entrevista em maio deste ano , Neil Armstrong disse que os astronautas do histórico voo Apolo 11 calculavam em apenas 50% as possibilidades de pousar sobre a superfície do satélite. "Pensava que eram de 90% as possibilidades de retornar sãos e salvos à Terra depois do voo, mas apenas 50% de possibilidades de pousar sobre a Lua nesta primeira tentativa", disse Armstrong na ocasião. 
A entrevista causou extrema surpresa, já que o veterano astronauta praticamente não fez declarações públicas nos últimos anos. Mas ele decidiu romper o silêncio em uma entrevista à  Associação Australiana de Peritos Contábeis Certificados. Segundo o presidente da entidade, o ex-astronauta decidiu oferecer a longa entrevista porque seu pai foi um contador público.
Repercussão
A morte do primeiro homem a pisar na Lua gerou muita repercussão em todo o mundo. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, não demorou a lamentar publicamente o falecimento de Armstrong. "Neil foi um dos maiores heróis americanos, não somente de sua época, mas de todos os tempos. Quando ele e seus companheiros de bordo pousaram na Lua com a Apollo 11, em 1969, levaram consigo as aspirações de uma nação inteira", afirmou. 
Edwin "Buzz" Aldrin, o segundo homem a pisar na Lua e ex-companheiro de Armstrong, também se manifestou após a confirmação da morte. "Estendemos nossas mais profundas condolências à Carol e a toda a família Armstrong pela morte de Neil. Ele fará muita falta", afirmou.  Outro ex-companheiro de Armstrong, Michael Collins também reverenciou o amigo. "Ele foi o melhor, e eu vou sentir muito a sua falta."
No comunicado oficial assinado pela família de Armstrong, seus parentes pedem que a memória do ex-astronauta seja reverenciada por quem o admirava. "Para aqueles que eventualmente perguntarem o que podem fazer pela memória de Neil, temos um pedido simples. Lembrar seu exemplo de serviço, comprometimento e modéstia. E da próxima vez que andarem pela rua em uma noite e olharem a Lua sorrindo para vocês, pensem em Neil e deem uma ‘piscadinha’ a ele", diz o texto. 
Trajetória
Armstrong teve seu primeiro contato com a Nasa no Centro de Pesquisas Lewis, onde trabalhou como piloto de provas desde 1955 e em 1962 foi admitido como astronauta e sucessivamente ocupou os postos de chefe do Escritório de Operações e Treino de Astronautas, suplente da tripulação do "Gemini 8" e organizador de voos espaciais tripulados, passando depois à equipe de voos de alunissagem.
O astronauta quase morreu em 7 de maio de 1968, durante uma prova em que o módulo lunar se incendiou no deserto do Texas. Depois da conquista da Apollo XI, quando Armstrong e Aldrin permaneceram na superfície lunar durante duas horas e 15 minutos, Armstrong continuou ligado à Nasa, que abandonou em 1971 para retornar a sua terra natal e dar aulas como professor de Engenharia Aerospacial.
Armstrong foi, além disso, presidente do Comitê Presidencial Consultivo para o Corpo de Paz (1971-1973), membro da Comissão Nacional do Espaço (1985-1986) e vice-presidente da Comissão presidencial para a investigação do acidente da nave "Challenger" (1986).
Em companhias privadas, ocupou diversos postos, como os de diretor das empresas Cincinnati Gas and Electric Co., Cincinnati Milacron, Inc., Eaton Corporation, RMI Titanium Company e Thiokol Corporation, entre outros. Foi também presidente da Ail Systems Inc., especializada em computadores para aviação, e em janeiro de 1988 obteve uma nova conquista: deu a volta ao mundo a bordo de um Boing 77 no tempo recorde de 37 horas, com outras 99 pessoas.
Aposentado em sua casa em Lebanon (Ohio), deu algumas conferências sobre voos espaciais, e suas aparições públicas coincidiram com as celebrações dos aniversários da chegada do homem à Lua. Sobre o primeiro homem que pisou na Lua, foi escrito o livro "First man: The life of Neil A. Armstrong" (ainda sem tradução em português), cujos direitos foram comprados para adaptar a obra a um filme.
*Com Reuters e agências internacionais