SETEMBRO AMARELO

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quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Juros altos pesam no bolso e consumo das famílias recua; entenda

 



Por Cilas Gontijo



Para o especialista em finanças e investimentos Fellipe Rabelo, o crédito mais caro tende a provocar efeitos em cadeia sobre consumidores, empresas e mercado de trabalho.

O crescimento da economia brasileira perdeu força no segundo trimestre de 2026, com o Produto Interno Bruto (PIB) avançando 0,5% entre abril e junho, após alta de 1,1% nos primeiros três meses do ano. Entre os principais sinais de desaceleração está o consumo das famílias, que recuou 0,4% no período. O cenário é influenciado pelos juros elevados e pelo alto nível de endividamento, que reduz o espaço das famílias para novas compras. Para o especialista em finanças e investimentos Fellipe Rabelo, o crédito mais caro tende a provocar efeitos em cadeia sobre consumidores, empresas e mercado de trabalho.


Crédito mais restrito

Segundo Fellipe Rabelo, o primeiro impacto dos juros elevados aparece na concessão de crédito, já que os bancos passam a adotar critérios mais rigorosos para liberar recursos. “Os bancos ficam mais seletivos, reduzem limites e exigem melhores condições financeiras dos clientes. Mesmo quando o crédito está disponível, a parcela pode ficar mais cara e pesar no orçamento das famílias”, afirma. Para ele, a redução do consumo chega ao comércio e às empresas, que podem registrar queda nas vendas, aumento dos estoques e adiamento de investimentos. Esse movimento também pode reduzir o ritmo de novas contratações.

Dívidas exigem prioridade

O especialista avalia que famílias endividadas devem interromper, inicialmente, o crescimento das dívidas e evitar novos empréstimos e parcelamentos com juros elevados. “A primeira prioridade é interromper o crescimento dessa dívida. Depois, é preciso listar todas as obrigações e identificar aquelas que têm maior custo”, orienta. O especialista recomenda atenção especial ao rotativo do cartão de crédito e ao cheque especial, modalidades que costumam apresentar taxas elevadas. Para ele, a renegociação pode ser uma alternativa para reduzir os juros, ampliar o prazo de pagamento e adequar as parcelas ao orçamento.

Consumo perde força

Na avaliação de Rabelo, a combinação entre PIB crescendo menos e queda no consumo das famílias revela um comportamento mais cauteloso dos brasileiros. “Parte importante da renda já está comprometida com dívidas, parcelas e despesas essenciais. Com o crédito caro, o consumidor reduz principalmente as compras maiores e os gastos que não são prioritários”, explica. Como o consumo das famílias representa uma parcela relevante da atividade econômica, uma redução nas compras acaba afetando o desempenho do PIB. Os juros elevados também tornam mais caros financiamentos, empréstimos e o capital de giro das empresas, que passam a adiar contratações e novos projetos.


Organização financeira

Para quem está endividado, juros elevados podem transformar uma dívida administrável em um problema mais grave, especialmente quando há incidência de taxas altas sobre o saldo devedor. “Uma parte maior da renda passa a ser usada apenas para pagar juros, sobrando 

menos dinheiro para alimentação, moradia e saúde”, afirma Rabelo. Diante desse cenário, a principal recomendação é organizar o fluxo de caixa antes de assumir novos compromissos. “É preciso colocar no papel quanto está entrando, quanto está saindo e quanto da renda já está comprometido com parcelas. Se houver uma dívida cara, ela deve ser a prioridade”, orienta.


Fonte: Jornal OPÇÃO

Quem será o último a sair do PSDB para apagar a luz?

 

                                 Imagem gerada por inteligência artificial



Por Júnior Kamenach


Partido que já foi protagonista da política brasileira vive um processo de encolhimento.

Há partidos que perdem eleições. E há partidos que, depois de tantas derrotas, começam a perder também aquilo que os mantém vivos: seus quadros, suas lideranças e a capacidade de convencer seus próprios aliados de que ainda vale a pena permanecer no barco.

O PSDB parece atravessar justamente esse momento. Em Goiás, a pergunta que começa a circular nos bastidores já não é apenas quantos deputados federais os tucanos conseguirão eleger em 2026. Diante das desistências que atingiram a chapa proporcional, uma questão mais incômoda ganha espaço: quem será o último a sair do PSDB para apagar a luz?

A imagem é provocativa, evidentemente. Mas traduz o contraste entre o partido que já ocupou o centro da política nacional e a legenda que agora precisa lidar com a saída de nomes que poderiam ajudar a sustentar sua presença eleitoral. A situação goiana, porém, não pode ser compreendida isoladamente.

O que acontece no Estado é parte de uma transformação mais ampla de uma sigla que, há pouco mais de uma década, disputava a Presidência da República em condições de protagonismo. Voltemos a 2014. Naquele ano, Aécio Neves levou o PSDB ao segundo turno da eleição presidencial contra Dilma Rousseff.

O tucano terminou a primeira etapa da disputa com 33,55% dos votos válidos, contra 41,59% da petista. No segundo turno, a diferença foi ainda menor: Dilma recebeu 51,64%, enquanto Aécio alcançou 48,36%. Foram mais de 51 milhões de votos para o candidato tucano.

Uma votação que demonstrava a capacidade de mobilização nacional do partido e o mantinha como uma das principais forças da política brasileira. Naquele momento, o PSDB ainda era reconhecido como uma das principais alternativas de poder no país. Tinha lideranças nacionais, governadores, parlamentares e uma estrutura partidária capaz de disputar eleições majoritárias em diferentes regiões.

Doze anos depois, o cenário é outro. A legenda enfrenta dificuldades para preservar o espaço que ocupou durante décadas. O encolhimento de sua representação parlamentar e a perda de protagonismo nas disputas presidenciais ajudam a dimensionar a mudança.

Nas eleições de 2022, a federação PSDB/Cidadania elegeu 18 deputados federais, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral. O contraste com o passado é evidente: o partido que já chegou perto de comandar o país agora precisa reconstruir sua relevância em um sistema político no qual outras forças passaram a ocupar espaços que, durante muito tempo, também foram seus.

Não se trata apenas de perder eleições. O desafio é recuperar a capacidade de atrair candidaturas competitivas, formar novas lideranças e oferecer aos seus integrantes uma perspectiva concreta de crescimento político. E é justamente nesse ponto que Goiás se torna um exemplo importante.

Goiás


Durante anos, o PSDB foi praticamente sinônimo de poder em Goiás. Sob a liderança de Marconi Perillo, o partido construiu uma trajetória marcada por sucessivas vitórias eleitorais e por uma presença expressiva na administração estadual. Marconi foi eleito governador em 1998, 2002 e 2010, antes de conquistar um quarto mandato em 2014.

Naquele ano, venceu Iris Rezende no segundo turno, com 57,51% dos votos válidos. Era um período em que o tucanato goiano tinha musculatura política, capilaridade no interior e capacidade de atrair aliados de diferentes correntes. O partido não precisava apenas apresentar candidatos: frequentemente, era uma das forças em torno das quais as alianças eram construídas.

Mas o tempo passou, e a sequência de vitórias foi interrompida. Em 2018, Marconi tentou uma vaga no Senado e terminou a disputa sem mandato. Quatro anos depois, voltou às urnas para concorrer novamente ao Senado e também não conseguiu se eleger. Os resultados interromperam uma trajetória eleitoral que, até então, havia sido marcada por conquistas importantes.

A perda de espaço do PSDB não se resume, naturalmente, ao desempenho individual de seu principal líder. Mudanças no eleitorado, reorganização das forças políticas, formação de novas alianças e o surgimento de lideranças concorrentes também fazem parte dessa história.

Ainda assim, é difícil ignorar o peso de Marconi nesse processo. Durante muito tempo, sua liderança foi um dos principais ativos eleitorais do partido. Agora, o desafio é demonstrar que a legenda consegue sustentar uma estrutura competitiva para além da força política de seu principal nome.

A eleição de 2026 coloca essa questão novamente em evidência. A desistência de candidatos à Câmara dos Deputados transformou-se em um dos principais sinais de alerta para o PSDB goiano. Flávia Teles, viúva de Maguito Vilela, deixou a disputa após problemas de saúde.

Henrique Arantes, filho do ex-deputado Jovair Arantes, anunciou sua retirada da candidatura por questões pessoais e familiares. Mais recentemente, Jeferson Rodrigues também desistiu de tentar a reeleição. São decisões individuais, com justificativas próprias, e não seria correto atribuir automaticamente todas elas a uma única causa.

O efeito político, entretanto, é concreto: a chapa perde nomes que poderiam contribuir para a votação coletiva e para a mobilização de diferentes segmentos do eleitorado. No sistema proporcional, a votação dos candidatos e da legenda influencia a distribuição das cadeiras. Por isso, a saída de nomes competitivos pode alterar as perspectivas eleitorais de todo o grupo.

O PSDB ainda conta com candidatos como o deputado federal Professor Alcides e Adair, conhecido como Vovô do Jeep. A presença desses nomes, porém, não elimina o desafio de reorganizar uma chapa que sofreu baixas importantes durante o processo eleitoral.

A pergunta que fica é se o partido conseguirá reunir votos suficientes para manter uma representação expressiva na Câmara dos Deputados ou se terá de lidar com uma presença parlamentar ainda menor. A situação do PSDB não deve ser tratada apenas como uma dificuldade circunstancial de campanha.

Partidos políticos dependem de mais do que lideranças conhecidas. Precisam de militância, organização, renovação de quadros, recursos, alianças e perspectivas de participação no poder. Quando esses elementos começam a se enfraquecer simultaneamente, a reconstrução tende a se tornar mais complexa.

Em Goiás, o PSDB precisa enfrentar uma questão que vai além da quantidade de votos que Marconi Perillo conseguirá obter em 2026: como recuperar a capacidade de atrair candidatos que enxerguem na legenda uma oportunidade de crescimento político?

A saída de nomes conhecidos pode alimentar um ciclo de desconfiança. Candidatos deixam a disputa, a chapa perde força, os aliados passam a reconsiderar suas estratégias e a dificuldade de atrair novos quadros aumenta. É um processo que não se resolve apenas com discursos sobre o passado ou com a lembrança de antigas vitórias.

A história do PSDB goiano é relevante e não pode ser apagada por uma sequência de derrotas. Mas a memória de um período de hegemonia não substitui a necessidade de construir uma alternativa para o presente. A eleição de 2026 poderá oferecer novos elementos para avaliar a dimensão desse processo.

O resultado da disputa federal em Goiás, em particular, ajudará a mostrar se o partido ainda conserva uma estrutura eleitoral capaz de se sustentar ou se precisará rever profundamente sua organização. Até lá, a imagem do barco tucano perdendo passageiros continuará a alimentar os bastidores.

Ou do tucano não conseguindo voar como antes. E a pergunta do título permanece: quem será o último a sair do PSDB para apagar a luz? Talvez a questão mais importante, contudo, seja outra: haverá alguém capaz de convencer os que ainda permanecem de que vale a pena continuar com as luzes acesas?


Fonte: Jornal OPÇÃO

terça-feira, 22 de setembro de 2026

HOMEM É PRESO APÓS SER FLAGRADO COM QUATRO HOMENS DENTRO DE BANHEIRO DE RODOVIÁRIA




Um homem foi preso após ser flagrado por um funcionário em uma situação íntima com outros quatro homens dentro do banheiro de uma rodoviária no Rio Grande do Sul.

Segundo relatos, os quatro rapazes negaram que a situação tivesse ocorrido de forma consensual e afirmaram que o homem os estaria obrigando a praticar atos indevidos.

Diante das acusações, o homem foi detido. As circunstâncias do ocorrido e as versões apresentadas pelos envolvidos estão sendo apuradas pelas autoridades.

O caso segue sob investigação para esclarecer exatamente o que aconteceu dentro do banheiro da rodoviária.


Fonte: Realidade do RJ

A morte da verdade começa pelo silêncio da imprensa

 

                                 Censura de Trump à imprensa norte-americana representa um duro ataque aos meios de comunicação | Foto: Casa Branca.



Por João Reynol


A morte da verdade não acontece necessariamente quando todas as pessoas passam a acreditar em uma mentira, mas sim quando já não existe espaço livre para procurá-la.

Na transmissão do 9º episódio da segunda temporada da série Andor, o diretor e roteirista Tony Gilroy transmitiu um alerta atemporal sobre a perda da verdade nas mãos de governos autoritários.


“A distância entre o que é dito e o que se sabe ser verdade se tornou um abismo. De todas as coisas em risco, a perda de uma realidade objetiva é talvez a mais perigosa. A morte da verdade é a vitória definitiva do mal. Quando a verdade nos abandona, quando deixamos escapar, quando é arrancada de nossas mãos, nos tornamos vulneráveis ao apetite de qualquer monstro que grite mais alto.”


Apesar de ser ambientada no universo de Star Wars — uma franquia que, desde sua origem, carrega analogias e mensagens essencialmente políticas —, a fala da líder da resistência, Mon Mothma, serve para qualquer universo, ou planeta, inserido na política humana.


É difícil assistir à cena sem estabelecer paralelos com aquilo que ocorre fora da ficção. Nos Estados Unidos, o governo do presidente Donald Trump decidiu impedir jornalistas da CNN, MS NOW e Politico de acessar a Casa Branca após acusar os veículos de divulgar “fake news”. A determinação, anunciada na sexta-feira, 18, foi colocada em prática no sábado, 19, quando profissionais tiveram suas credenciais desativadas ou confiscadas.


Trump sustenta outra interpretação. O presidente afirma que sua decisão não constitui um ataque à imprensa livre, mas uma ofensiva contra aquilo que classifica como notícias falsas, chegando a tratar esse tipo de conteúdo como uma ameaça à segurança nacional.


Imprensa livre

Não é alarmismo dizer que a imprensa livre, mesmo submetida às limitações econômicas, aos interesses empresariais e aos próprios erros, constitui uma das principais formas de fiscalização do poder em uma democracia. Não porque jornalistas sejam donos da verdade. Não somos. Erramos, corrigimos, divergimos e também carregamos vieses. O jornalismo não possui o monopólio da realidade.


Sua importância está justamente em outra coisa: na possibilidade de questionar quem governa, confrontar versões oficiais, consultar documentos, ouvir contraditórios, investigar aquilo que deveria permanecer escondido e publicar informações mesmo quando elas desagradam a quem ocupa o poder.

Por isso, retirar o acesso de um veículo porque o governante considera sua cobertura falsa ou injusta ultrapassa uma simples briga entre presidente e jornalistas. O precedente é muito mais profundo: entrega ao próprio objeto da fiscalização o poder de decidir quem pode fiscalizá-lo.


Governos não precisam gostar da imprensa. Presidentes não precisam concordar com reportagens. Políticos podem contestar informações, apresentar documentos, pedir correções e recorrer à Justiça quando considerarem que seus direitos foram violados. O que não deveria caber ao governante é determinar quais jornalistas merecem acesso ao poder com base no conteúdo de suas reportagens.


O domínio sobre os meios de comunicação — sobre o que pode ou não ser visto, divulgado, perguntado e, principalmente, conhecido — sempre foi uma ferramenta de regimes autoritários. Controlar a informação significa reduzir a capacidade da sociedade de fiscalizar seus governantes. E uma população incapaz de conhecer os atos de quem governa também perde parte da capacidade de julgá-los.

A história mostra que a erosão da liberdade de imprensa raramente precisa começar com jornais fechados ou jornalistas presos. Pode começar de maneira mais banal: uma credencial retirada, uma entrevista negada como punição, um veículo excluído, uma pergunta classificada como inimiga, uma reportagem inconveniente transformada em “mentira” por decreto.


Uma nova fronteira se abre

Quando um repórter pergunta, é o cidadão que ganha a possibilidade de obter uma resposta. Quando um documento público é analisado, é a sociedade que passa a conhecer aquilo que o poder produziu em seu nome. Quando uma investigação revela corrupção, desperdício, abuso ou incompetência, o beneficiário final não deveria ser o jornal, mas o público.


Defender o jornalismo livre, portanto, não significa defender que a imprensa esteja acima de críticas. Muito pelo contrário. Uma imprensa que fiscaliza também deve ser fiscalizada, contestada e cobrada por seus erros. Liberdade não significa ausência de responsabilidade.

Em Star Wars, o Império não se sustenta apenas por naves, soldados ou pela Estrela da Morte. Ele também depende do medo, da propaganda e do controle daquilo que seus cidadãos conseguem compreender sobre o mundo ao redor deles. É por isso que a fala de Mon Mothma funciona tão bem.


A morte da verdade não acontece necessariamente quando todas as pessoas passam a acreditar em uma mentira, mas sim quando já não existe espaço livre para procurá-la.


E é justamente por isso que uma imprensa livre, incômoda, imperfeita e capaz de fazer perguntas que o poder preferiria não responder continua sendo indispensável. Não cabe ao jornalismo decidir sozinho o que a sociedade deve pensar. Cabe a ele garantir que existam informações suficientes para que cada cidadão possa decidir por conta própria.


Porque, quando apenas o poder determina aquilo que pode ser visto e ouvido, o problema deixa de ser qual notícia é verdadeira.


O problema passa a ser quem ganhou o direito de definir a verdade.


Fonte: Jornal OPÇÃO

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

AS MULHERES DA BÍBLIA QUE FIZERAM HISTÓRIA

 



A Bíblia não está apenas cheia de reis, profetas e guerreiros. Também está cheio de mulheres notáveis cujas decisões moldaram gerações.

Elas marcaram a história, deixaram um legado e tiveram um papel importante.

Raabe já foi conhecida por seu passado, mas sua fé reescreveu seu futuro. Ela protegeu os espiões de Israel e tornou-se parte da linhagem através da qual Cristo veio. "Josué 2:1-21"

Noeni caminhou através da dor e perda, mas sua orientação posicionou Rute na linhagem dos reis. "Rute 1:20-21"

Rute tornou-se um poderoso exemplo de lealdade e devoção. Uma viúva estrangeira que escolheu a fé em vez de o conforto, tornou-se a bisavó de Davi.

Ester arriscou a sua vida perante um rei para salvar o seu povo, provando que a coragem pode mudar o destino de uma nação. "Ester 5"

Débora levantou-se como juíza e líder em Israel quando a nação precisava de coragem, provando que sabedoria e força não são limitadas pelo gênero. "Juízes 4 e 5"

Miriam liderou Israel em adoração depois do Mar Vermelho e permaneceu como uma voz profética na sua geração. "Êxodo 15:20"

Ana transformou a sua dor em oração, e desde o seu ventre veio Samuel, um dos maiores profetas de Israel. "1Samuel 1:26-27"

Isabel andou fielmente diante de Deus mesmo durante anos de espera. Com o tempo ela deu à luz João Batista, aquele que prepararia o caminho para o Messias. "Lucas 1:57"

Joquebede, a mãe de Moisés, arriscou tudo para preservar a vida de seu filho, protegendo aquele que mais tarde iria livrar Israel. "Exodo 2:2"

Jael demonstrou coragem destemida quando livrou Israel da opressão, provando que às vezes a história muda através de um ato decisivo de bravura. Juízes 4:18-22"

E a filha do Faraó, embora criada no palácio do Egito, mostrou compaixão que preservou a vida de um futuro profeta. "Êxodo 2:6-7"

Abigail demonstrou sabedoria e humildade que impediram o derramamento de sangue e preservou a sua casa. "1Samuel 25:18-27"

Maria carregou a maior missão já dada a um ser humano, ela deu à luz o Salvador do mundo. "Lucas 1:30-31'

Maria Madalena foi a primeira testemunha da ressurreição, encarregada de anunciar as melhores notícias da história. "Mateus 28:1"

A mulher samaritana encontrou Cristo em um poço e tornou-se um mensageiro que trouxe uma cidade inteira até Ele. "João 4:28-29"

Rebeca demonstrou extraordinárias generosidade e hospitalidade num poço, inconscientemente a entrar no seu destino divino. "Gênesis 24:15-18"

A Mulher Sanamita mostrou uma fé e hospitalidade notáveis, e Deus restaurou o filho que ela perdeu. "2 Reis 4:8-10"

Ana a profetiza de 84 anos passou a vida em oração e jejum, e foi uma das primeiras a reconhecer o Messias. "Lucas 2:36-38"

Dorcas encheu a sua vida de bondade e serviço, e quando morreu a comunidade chorou profundamente por causa das vidas que ela tinha tocado. "Atos 9:36"


Estas mulheres vieram de origens diferentes.


Algumas eram rainhas.

Algumas eram viúvas.

Alguns eram criados.

Alguns carregavam passados dolorosos.


No entanto, cada uma delas respondeu a Deus com fé, coragem e obediência.

E por causa disso, as suas histórias ainda estão a moldar o mundo milhares de anos depois.

Deus abençoe grandemente a vida de todas as mulheres desse mundo.

Principalmente a sua vida que tirou um tempinho lendo essa postagem. 

Deus te proteja e livre de todo mal.

.

-Pr Sinderley Xisto

COMPARECIMENTO ÀS URNAS VAI VALER COMO PROVA DE VIDA AUTOMÁTICA AO SISTEMA DO INSS

 



Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que comparecerem para votar nas eleições gerais deste ano terão a verificação automática no processo de Prova de Vida no INSS. Segundo o instituto, o procedimento de revisão anual, focado em identificar se o titular do benefício previdenciário ou assistencial continua vivo para garantir a manutenção de pagamentos, abrange atualmente cerca de 40 milhões de beneficiários ativos, entre aposentadorias, pensões e benefícios assistenciais. 

A Portaria INSS nº 1.408/2022 estabelece a votação nas eleições como um dos critérios de comprovação de vida. O exercício do voto no dia do pleito atende a essa diretriz, dispensando o beneficiário que votou de realizar outras formas de comprovação. 

Para os casos em que o cidadão não comparecer ao pleito eleitoral, o INSS continua utilizando o sistema SIRIS, que coleta diversas fontes de dados do governo em busca de outros eventos comprobatórios, como a emissão de documentos, movimentações registradas ou atendimentos realizados. O segurado só é convocado a regularizar a situação quando não é encontrada nenhuma fonte que confirme a sua vivacidade.

A base de dados do TSE teve contribuição significativa para a Prova de Vida em 2024. Nesse período, foram registrados eventos eleitorais para 20.957.288 beneficiários, resultando na atualização de aproximadamente 5 milhões de Provas de Vida.


Post por Natália Rodrigues

Imagem: Renata Vasconcellos/G1

BAIANO DOS COCOS renuncia a candidatura a deputado estadual pelo PODEMOS e em conversa com o líder político vereador OLIVEIRA JÚNIOR declara seu apoio juntamente com seu grupo ao candidato a Deputado Estadual ANDERSON TEODORO

 



A política em Águas Lindas de Goiás e em toda Região Metropolitana do Entorno está trazendo diversas surpresas a cada dia.

Uma grande surpresa aconteceu neste domingo (20/09), quando o candidato a Deputado Estadual *BAIANO DOS COCOS* gravou um vídeo ao lado do também candidato a Deputado Estadual *ANDERSON TEODORO* e anunciou sua renuncia a candidatura e o apoio explícito juntamente com seu grupo político a candidatura a deputado estadual de *ANDERSON TEODORO*.

Foi algo que pegou de surpresa os demais candidatos que disputam a mesma vaga e que agora terão que mudar as estratégias de campanha, já que a campanha de *ANDERSON TEODORO* ganha um apoio de peso.

*BAIANO DOS COCOS* reafirmou o compromisso em continuar apoiando *GLAUSTIN DA FOKUS* para deputado federal.

A conversa com o atual presidente da Câmara Municipal, vereador *OLIVEIRA JÚNIOR* foi decisiva e assertiva, *BAIANO DOS COCOS* mantém uma amizade de longas datas com *OLIVEIRA JÚNIOR* e família e contou com o apoio nesse momento de tomada de decisão.

O presidente da Câmara Municipal *OLIVEIRA JÚNIOR* segundo informações também passa a apoiar a candidatura de *GLAUSTIN DA FOKUS* para deputado federal.


*Moisés Tavares*

Jornalista- DRT- 0001428/GO


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domingo, 20 de setembro de 2026

Uma declaração atribuída a uma professora ganhou repercussão nas redes sociais ao comparar a alimentação oferecida no sistema prisional com a merenda destinada aos estudantes da rede pública.



Na publicação, a professora afirma: “Um país que serve café, almoço e jantar para um preso e cinco bolachas com suco para uma criança na escola não pode ser levado a sério!”. A frase provocou debate sobre prioridades do poder público e sobre a qualidade da alimentação oferecida às crianças.

A comparação, porém, não representa uma regra nacional. No sistema prisional, normas federais determinam que a alimentação seja planejada para atender às necessidades nutricionais diárias das pessoas privadas de liberdade. 

Já nas escolas públicas, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) estabelece que os cardápios sejam elaborados por nutricionistas e priorizem alimentos in natura ou minimamente processados. As regras atuais também restringem o uso de biscoitos e outros ultraprocessados com recursos federais. 

A publicação, portanto, expressa uma crítica e uma experiência atribuída à professora, mas a situação da merenda pode variar entre municípios e escolas.


Fonte: publicação em rede social; FNDE; Ministério da Justiça e Segurança Pública.

sábado, 19 de setembro de 2026

Zoológicos e aquários terão até 2 anos para fechar as portas no Brasil.




 Zoológicos e aquários terão até 2 anos para fechar as portas no Brasil. Proposta em análise na Câmara proíbe esses estabelecimentos e prevê que os animais serão levados a centros de reabilitação com possível volta à natureza [PL 2648/2026].

 Confira:https://cd.leg.br/Hg4RvsLMO4

Quase 500 quilos de queijo estavam ali, prontos, depois de dias de trabalho. Até que a fiscalização chegou e a situação mudou completamente.

 



Quase 500 quilos de queijo estavam ali, prontos, depois de dias de trabalho. Até que a fiscalização chegou e a situação mudou completamente. 

A produção foi interditada, a estrutura acabou fechada e todo aquele queijo precisou ser recolhido e descartado. 

Para quem olha de fora, pode parecer apenas produto perdido. 

Para quem vive da produção, é dinheiro e trabalho indo embora de uma vez.

Segundo o relato do produtor, a estrutura estava limpa, organizada e a produção seguia todos os cuidados de higiene que ele conhecia. 

O problema, de acordo com ele, estava na parte de documentação e tributos que precisava estar regularizada. 

Ele contou que acreditava estar pagando os impostos principais e acabou deixando outras obrigações para trás por falta de orientação. 

Foi quando descobriu que produzir corretamente não era suficiente para manter o negócio funcionando.

E aí veio a parte mais pesada. 

Não era só o queijo que estava sendo perdido. 

Tinha leite, ração, energia, embalagens, combustível e muitas horas de serviço envolvidas em cada peça. 

Para um pequeno produtor, quase 500 quilos representam uma pancada enorme no caixa. 

E, com a atividade interditada, ainda existe outro problema: as contas continuam chegando mesmo quando a porta precisa ficar fechada.

É justamente aí que essa história deixa uma lição para quem trabalha com alimento na roça: documentação, regularização sanitária, tributação e enquadramento da atividade também fazem parte da produção. 

As exigências variam conforme o produto, o município, o estado e a forma de comercialização, então não dá para descobrir tudo somente quando a fiscalização aparece. 

Orientação antes de começar pode evitar um prejuízo que depois talvez seja impossível recuperar.

No fim, não foram apenas queijos que foram descartados. 

Foram dias de trabalho que acabaram virando prejuízo.

MOTORISTAS DE APP RECLAMAM DO LUCRO BAIXO

 



Motoristas de aplicativos têm relatado nas redes sociais uma rotina cada vez mais extensa para conseguir obter ganhos considerados baixos ao final do dia.

Em alguns relatos, os profissionais afirmam passar até 12 horas nas ruas para faturar menos de R$ 200. O valor, porém, não representa necessariamente o que fica no bolso do motorista, já que ainda existem despesas com combustível, manutenção, seguro, depreciação, impostos e outros custos do veículo.

Para quem depende exclusivamente dos aplicativos, a quantidade de horas trabalhadas acaba sendo um dos principais pontos de preocupação. A necessidade de aumentar o número de corridas pode significar mais tempo ao volante e, consequentemente, maior desgaste do carro.

O cenário também reacende o debate sobre a rentabilidade da atividade e sobre quanto realmente sobra para o profissional depois de descontadas todas as despesas.

Na sua opinião, passar 12 horas dirigindo por menos de R$ 200 ainda vale a pena ou o custo do carro acaba com o lucro?

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

ENTORNO DF: VEJA OS NOMES CITADOS PARA DEPUTADO FEDERAL EM GOIÁS

 



A pesquisa do Instituto Gazeta de Pesquisa (Igape), divulgada nesta quinta-feira (17), avaliou a intenção de voto dos eleitores do Entorno do Distrito Federal na disputa pelas 17 vagas de deputado federal por Goiás. Lêda Borges (Republicanos) aparece com 4,5% das intenções de voto, seguida por Célio Silveira (MDB), com 4,3%, e Ricardo Quirino (Republicanos), com 3,3%.


Intenção de voto para deputado federal


Lêda Borges (Republicanos) — 4,5% 

Célio Silveira (MDB) — 4,3% 

Ricardo Quirino (Republicanos) — 3,3% 

Dra. Zeli (PSD) — 3,1% 

Yvelônia (PL) — 2,8% 

Delegado Waldir (União) — 2,7% 

Lucas Calil (PRD) — 2,6% 

Flávia Morais (MDB) — 2,5% 

Magda Mofatto (PL) — 2,4% 

Professor Alcides (PSDB) — 2,4% 

Bruno Peixoto (União) — 2,2% 

Lucas Vergílio (MDB) — 2,1% 

Adriano do Baldy (PP) — 1,7% 

Fred Rodrigues (PL) — 1,6% 

José Nelto (União) — 1,6% 

Silvye Alves (União) — 1,6% 

Daniel Agrobom (PSD) — 1,4% 

Não sabe/não opinou — 39,9%


O levantamento foi realizado entre 07 e 13 de setembro de 2026, com 1 mil entrevistados, e está registrado no TSE sob o número GO-02030/2026. A margem de erro é de ± 3,1 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.



▫️Mais detalhes você acompanha na nossa programação.


📸 Material cedido à Record


#recordbrasília #jornalismo #notícias

VOTO BRANCO X VOTO NULO- QUAL A DIFERENÇA?

 



Os votos brancos e nulos não são capazes de anular uma eleição, pois não são considerados válidos e não são inseridos no cálculo que dá o resultado da eleição.


Senado Federal 

Temporal desabriga famílias em três regiões do DF e mobiliza governo

 

                          Famílias ficaram desabrigadas após forte tempestade - (crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)



Pelo menos 180 ocorrências registradas, 25 pessoas ficaram desabrigadas e seis casas destruídas em Samambaia, Planaltina e Arapoanga. GDF está acolhendo população afetada e ajudando na recuperação de danos materiais.


Por Mila Ferreira e Beatriz Mascarenhas*



Pelo menos 25 pessoas ficaram desabrigadas no Distrito Federal com a forte tempestade ocorrida na tarde da última quarta-feira (16/9). Chuvas intensas, rajadas de vento e queda de granizo nas regiões de Samambaia, Arapoanga e Planaltina destruíram estruturas de muros, residências e comércios. Cerca de 180 ocorrências foram registradas pelos órgãos ligados à Secretaria de Segurança Pública, como a Defesa Civil, entre elas desabamentos de muros, árvores derrubadas e telhados que foram arrancados com a força do temporal. Entre os casos atendidos pelos bombeiros, estão desabamento, destelhamento e queda de árvores.



A matéria completa você pode ler no site do CORREIO BRAZILIENSE 


www.correiobraziliense.com.br

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

POLÍCIA ALERTA JOVENS SOBRE RISCOS DA "TÁBUA DO SEXO" EM PANCADÕES DE SP




 Relatos apresentados durante a CPI dos pancadões, na Câmara Municipal de São Paulo, apontaram a ocorrência da chamada “tábua do sexo”, prática em que participantes mantêm relações por meio de estruturas com aberturas, sem contato visual. Autoridades alertam para os riscos de transmissão de doenças e outras consequências à saúde.

Os debates também abordaram denúncias sobre circulação de drogas, porte de armas, venda de bebidas alcoólicas para menores e o uso de crianças por grupos criminosos em eventos realizados durante a madrugada.

Segundo policiais ouvidos pela comissão, operações realizadas nos últimos anos reduziram os grandes bailes clandestinos. Com isso, encontros menores passaram a ocorrer nas proximidades de adegas e estabelecimentos irregulares. A Operação Pancadão investiga ainda possíveis conexões entre esses eventos e organizações criminosas.


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(Fonte: R7)

QUEM SÃO OS 17 MAIS BEM VOTADOS PARA A CÂMARA DOS DEPUTADOS POR GOIÁS

 




A pesquisa do Instituto Gazeta de Pesquisa (Igape), divulgada nesta terça-feira (15), avaliou a disputa pelas 17 vagas de deputado federal por Goiás. Silvye Alves (União) segue na liderança, com 3,9% das intenções de voto, seguida por Bruno Peixoto (União), com 3,6%, e Flávia Morais (MDB), com 3,1%.


Intenção de voto para deputado federal


Silvye Alves (União): 3,9%

Bruno Peixoto (União): 3,6%

Flávia Morais (MDB): 3,1%

José Nelto (União): 3,0%

Professor Alcides (PSDB): 3,0%

Daniel Agrobom (PSD): 2,9%

Lucas do Vale (PSD): 2,8%

Adriano do Baldy (PP): 2,7%

Lucas Calil (PRD): 2,6%

Delegada Adriana Accorsi (PT): 2,5%

Delegado Waldir (União): 2,5%

Magda Mofatto (PL): 2,3%

Fred Rodrigues (PL): 2,2%

Célio Silveira (MDB): 1,9%

Dr. Ismael Alexandrino (PSD): 1,7%

Glaustin da Fokus (Podemos): 1,7%

Marussa Baldrin (Republicanos): 1,6%

Não sabe / Não opinou: 24,7%

Outros: 0,9%


O levantamento foi realizado entre 09 e 14 de setembro de 2026, com 2 mil entrevistados na capital Goiânia e em diversas cidades de Goiás. A pesquisa está registrada no TSE sob o número GO-01814/2026.



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📸 Material cedido à Record


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