MAIO VERMELHO - MÊS DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O CÂNCER DE BOCA

MAIO VERMELHO - MÊS DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O CÂNCER DE BOCA
MAIO VERMELHO - MÊS DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O CÂNCER DE BOCA

quarta-feira, 6 de maio de 2026

NÃO SEJAMOS INGÊNUOS.



Essa pastora viraliza dentro de um evento como o Congresso dos Gideões, um espaço historicamente comprometido com teologia conservadora, disciplinamento moral e manutenção da hierarquia de gênero, dizendo algo que, isoladamente, soa quase subversivo: “mulheres, parem de orar por homens abusadores, denunciem, saiam de perto deles” e tals. Parece lindo, a internet pira!

Páginas, perfis de esquerda compartilhando, eufóricos...

Mas sem ligar pontos imprescindíveis. 

Porque se ligassem, desmontava-se a ilusão.  


A pastora Helena Raquel é alinhada, direta ou indiretamente, com figuras como Jair Bolsonaro e toda família, Nikolas Ferreira e Damares Alves, só pra começar. Ela segue nas redes sociais todas as figurinhas gosmentas da extrema-direita evangélica. Esse é o universo dela. É só irem nas redes sociais dela confirmar.

Ela não teria tanto espaço num congresso como os Gideões se esse não fosse o perfil dela. Quem é ou foi crente sabe.

Isso já diz tudo.


Mas aí vocês podem argumentar que isso "não é nada de mais"...

Será heim meu povo?

Será?


Isso não é detalhe, é tudo sobre a estrutura. Essas figuras não apenas representam o conservadorismo evangélico, elas são operadores ativos de um projeto político que REFORÇA O PATRIARCADO e toda sua violência, combate pautas feministas e instrumentaliza a religião para controle social...

E aí?

Como uma pregação daquelas se sustenta diante disso?

Por mais boa vontade que a tal pastora tenha!

Então, vamos parar com a fantasia de que possa ter sido aberta uma "fresta progressista" dentro desse sistema.

Isso não existe!


O cristianismo institucional, ainda mais na sua versão evangélica contemporânea, não é apenas “influenciado” pelo patriarcado...

O patriarcado é um dos seus pilares históricos! 

Desde a construção da família nuclear disciplinada, rígida, passando pela sacralização da submissão feminina, até a ideia de autoridade masculina como princípio divino. Isso é a doutrina-base de tudo nesse meio!

Sem conciliação possível, sem negociação. 

É impossível que uma única andorinha faça verão diante de uma estrutura hierárquica dominante que é mantida há milênios segundo a suposta "vontade de Deus" - doutrinariamente incontestável!


E aí? Ingenuidade dela...

Ou nossa?

O que essa pastora fez foi somente operar dentro de um limite muito bem definido: ela critica o excesso (a violência explícita), mas preserva a estrutura que produz essa violência. É a mesma lógica de sempre: expõe-se o homem cristão agressor, de fato, mas não se toca no sistema que legitima a autoridade masculina sobre o corpo e a vida da mulher!


E isso tem nome, é gestão de crise!


Porque quando a violência doméstica explode dentro das igrejas, e explodiu faz muito tempo, só que agora SE FALA SOBRE ISSO NA MÍDIA, NAS REDES, então o sistema precisa responder. Não pra se transformar, mas pra se preservar!

Surge então a possibilidade desse tipo de discurso, que é aparentemente emancipador, mas profundamente funcional ao próprio sistema, afinal, foca somente na agência INDIVIDUAL das mulheres.


Entendem?


Ela não está rompendo com o patriarcado. Ela está ajudando a reciclá-lo!


E aí eu te pergunto: o que essa mulher quer?

Bom, existem três possibilidades, e nenhuma é inocente:


▪️Capital POLÍTICO: Esse tipo de fala gera engajamento, visibilidade e projeção. Em um campo dominado por homens, uma mulher que “ousa” criticar abusos ganha destaque imediato, sem necessariamente ameaçar o sistema. É uma posição estratégica.

(E isso ela conseguiu né? E como conseguiu! Até eu que jurei que não ia falar nada sobre esse caso, tô aqui falando desde ontem...

Mas é o jeito!!)


▪️Ilusão reformista: A crença de que é possível “mudar por dentro”. Isso ignora completamente o fato de que instituições estruturadas sobre desigualdade não se auto-dissolvem. Elas ~se adaptam~ pra sobreviver.


▪️Função ideológica consciente ou não: Ela atua como amortecedor. Dá às mulheres a sensação de avanço, enquanto as mantém  dentro da mesma engrenagem que as oprime.

E é aqui que o discurso de quem tá criticando, como eu, precisa ser brutalmente honesto: não existe enfrentamento real ao patriarcado dentro de uma estrutura que depende dele pra existir. NÃO EXISTE CRISTIANISMO, ainda mais o cristianismo CONSERVADOR, SEM A OBRIGATÓRIA FUSÃO COM O PATRIARCADO.

Dito isso, é preciso que compreendamos que você não desmonta uma casa permanecendo dentro dela e aceitando suas fundações!


O que está sendo vendido como “coragem”, como "ousadia" é, no máximo, uma reconfiguração controlada do discurso pra evitar o colapso de credibilidade das igrejas diante da violência que elas mesmas se encarregam de sustentar. Em tudo.

Em cada linha da narrativa ideológica bíblica.

Em cada ponto da doutrina-base. 

Em cada segmento litúrgico.

Em cada mínimo aspecto do propósito que fundamenta tudo que é pregado e vivido no universo cristão. 


Enquanto figuras alinhadas com projetos autoritários, antifeministas e ultraconservadores continuarem sendo referência pras lideranças em geral e pro povão que compõe o rol de membros diretos ou indiretos, qualquer discurso “contra a violência” será limitado, contraditório e, no fundo, funcional ao mesmo sistema que diz combater.


Não é revolução. 


E não há nem nunca houve intenção de ser.


Eu sinto muito.


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Gi Stadnicki

SAIBA QUEM ERA O PASTOR MORTO QUE PREGAVA: " JESUS É MAIOR QUE O COMANDO VERMELHO"




 A história de Rick Andrade da Silva, de 39 anos, destaca o perigo enfrentado por quem decide confrontar abertamente as estruturas do CRlME organizado através da fé. 

Conhecido pela sua forte presença nas redes sociais, onde somava mais de 14 mil seguidores, o pastor e vigilante tornou-se um símbolo de resistência espiritual antes de ter a vida ceifada de forma vioIenta.

​Rick Andrade não limitava as suas pregações aos templos; ele era uma figura ativa em diversas comunidades e favelas de Salvador, na Bahia. 

O seu ministério era pautado por um discurso de coragem, frequentemente utilizando as redes sociais para responder a seguidores e publicar vídeos de impacto.

​O pastor ganhou notoriedade por uma afirmação audaciosa feita pouco antes do CRlME. 

Num vídeo amplamente divulgado, Rick declarava categoricamente: "Jesus Cristo é maior do que o BDM. É maior que o Comando VermeIho. Maior do que Fernandinho Beira-Mar". 

Para ele, a soberania divina estava acima do poder béIico e da influência das FACÇ0ES CRlMlN0SAS, uma mensagem que ressoava entre aqueles que vivem sob o domínio destes grupos.

​O trágico desfecho ocorreu no momento em que Rick chegava ao seu local de trabalho, uma loja de motos onde exercia a função de vigilante. 

Ele foi executad0 a TlR0S numa ação rápida e fatal. Dias antes, ao ser alertado por um seguidor sobre os riscos que corria, o pastor reafirmou a sua crença de que a vida e a morte pertencem a Deus e que nenhuma força maligna agiria sem a permissão divina.

​Atualmente, o caso está sob investigação do Departamento de H0MlCÍDI0S e Proteção à Pessoa (DHPP) da Bahia. 

Embora as autoridades ainda trabalhem para identificar e capturar os responsáveis, a principal linha de investigação foca-se na retaliação das FACÇ0ES mencionadas nas suas pregações, que veem em discursos como o de Rick uma ameaça direta à sua autoridade nas favelas.


​Fontes: Metrópoles.

terça-feira, 5 de maio de 2026

MULHER QUEIMADA APÓS O PRÓPRIO FILHO ATEAR FOGO EM MOTO MORRE

 



Sílvia de Oliveira Pereira, atingida pelas chamas depois que seu filho ateou fogo na própria moto após uma blitz em Domingos Martins, região serrana do Espírito Santo, morreu no domingo (3), aos 53 anos.

➡️ A mulher, que ficou com queimaduras graves no rosto e nos braços, não resistiu após quatro dias internada no Hospital Estadual Jayme dos Santos Neves, na Serra, região metropolitana de Vitória.

O caso ocorreu quando seu fillho, Weverton Oliveira, de 33 anos, foi parado pela polícia por estar com a moto sem placas. O condutor saiu, voltou com a placa, mas ela apresentava defeitos nos encaixes e a irregularidade não pôde ser resolvida. Inconformado, o homem saiu novamente e retornou com um galão de gasolina.


📸 Brasil Urgente

📲 Mais informações no site band.com.br


#BandJornalismo

OLHA QUEM CHEGOU

 



OLHA QUEM CHEGOU | O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou o novo mascote das Eleições de 2026, a personagem Pilili. O anúncio foi feito durante evento que celebrou os 30 anos da implementação da urna eletrônica — a qual também inspirou a criação do mascote — no sistema eleitoral brasileiro. Com direito à tecla verde de "confirma", em luz brilhante, ao apertar, a personagem emite o som "Pilili", onomatopeia que virou o nome do mascote.. Segundo o TSE, o mascote fará "excursões ao redor do país, com o objetivo de ampliar a participação social nas votações". Haverá também a publicação de materiais físicos e nas redes sociais que vão utilizar Pilili como personagem central. Ainda de acordo com o tribunal, o mascote não tem um gênero definido, o que simboliza, segundo o órgão, "a neutralidade sem estereótipos". Foi dito também que Pilili é "defensora da democracia, fácil de lidar e muito sociável".  


💻📱Leia mais no site do #JornalOGlobo.https://x.gd/1ms0Ss

Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE


#Política

REGRAS MARCANTES DE CADA RELIGIÃO

 



A riqueza da diversidade: Você conhece as tradições que movem o mundo? 🌍✨

A espiritualidade se manifesta de formas incríveis e variadas ao redor do globo. Cada religião possui práticas e normas que não apenas definem a fé, mas moldam o estilo de vida, os valores e o cotidiano de milhões de pessoas.

Neste guia, reunimos algumas das regras mais marcantes de diferentes crenças para entendermos melhor como cada uma vive sua devoção:

Judaísmo: No Shabbat, nenhum trabalho é realizado da noite de sexta-feira até a noite de sábado.

Amish: Seguidores da Gelassenheit, eles optam por não usar eletricidade ou tecnologia por convicção espiritual.

Islam: O Salat consiste em rezar cinco vezes ao dia como um mandato divino.

Budismo Zen: Através do Zazen, praticantes meditam por horas imóveis em busca da iluminação.

Jainismo: Praticam o Ahimsa, chegando a varrer o caminho para não matar insetos minúsculos.

Sikhismo: O uso do turbante (Dastar) é obrigatório e considerado sagrado.

Conhecer essas tradições é um passo fundamental para o respeito e a tolerância. A beleza da nossa humanidade está justamente nas nossas diferenças! ❤️

#Diversidade #Cultura #Religião #Curiosidades #Conhecimento #Respeito #AprendaMais

Prefeita evangélica nomeia 12 pastores para gerir orçamento de R$ 6,9 bilhões

 

               Adriane Lopes, prefeita filiada ao PP, em registro oficial no gabinete. (Foto: Reprodução)


Levantamento detalha como líderes da Igreja Assembleia de Deus Missões assumiram o controle de órgãos vitais e orçamentos bilionários na capital sul-mato-grossense.


Por: Izael Nascimento 


CAMPO GRANDE —  A gestão de Adriane Lopes em Campo Grande consolidou um plano de poder que coloca lideranças da Igreja Assembleia de Deus Missões (IADMCG) no comando de setores estratégicos da administração pública.

Atualmente, pelo menos 12 pastores ocupam cargos de confiança, gerenciando diretamente o orçamento municipal de R$ 6,9 bilhões previsto para este ano.

Essas nomeações geram um custo mensal superior a R$ 130 mil na folha de pagamento da prefeitura. Além do impacto financeiro, esses nomes detêm o poder de decisão sobre licitações, contratações de serviços essenciais e a definição de políticas públicas que afetam toda a capital sul-mato-grossense.

O controle do cofre municipal está sob a responsabilidade de Isaac José de Araújo, secretário municipal de Fazenda e pastor da denominação.

Com formação em economia, ele era o responsável pela contabilidade interna da Igreja Assembleia de Deus Missões antes de assumir a gestão do orçamento bilionário da cidade.

A influência religiosa se estende a órgãos de regulação e trânsito. Paulo da Silva comanda a Agência de Regulação (Agereg), enquanto Ciro Vieira Ferreira é o diretor-presidente da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran).

Juntos, eles controlam recursos que somam R$ 100,9 milhões, incluindo a arrecadação com multas.

Domínio na saúde e educação

A Secretaria de Saúde, que possui a maior fatia do orçamento (R$ 2 bilhões), abriga quatro pastores em cargos ligados ao setor financeiro e de licitações.

Entre eles estão Julinei Herão Ferreira, gerente financeiro, e Fausto Azevedo Tlaes, que chefia a gerência de Suprimentos e Abastecimento.

Na área da educação, o pastor Emerson Irala de Souza atua como analista técnico, participando da fase preparatória de processos administrativos para aquisição de bens e contratação de serviços.

Outros líderes ocupam postos na Casa Civil e na Agência de Habitação.


Crise de popularidade e polêmicas

Apesar do apoio da cúpula da Assembleia de Deus, a prefeita enfrenta forte rejeição popular. Pesquisas de 2026 indicam que Adriane Lopes possui uma desaprovação superior a 85%, o índice mais baixo registrado em 126 anos de história de Campo Grande.

Recentemente, a gestão também foi atingida por crises éticas. No final de março, o pastor Douglas Alves Mandu foi exonerado da coordenação de um centro de convivência após ser envolvido em denúncia de estupro contra uma adolescente.


Com informações: O Jacaré


Fuxico Gospel

segunda-feira, 4 de maio de 2026

QUANDO A COMUNIDADE VIRA ENGRENAGEM, A FÉ COMEÇA A PESAR

 



Estar distante da instituição não me afastou da ideia de igreja.

Ao contrário: fez reacender em mim uma convicção antiga, dessas que a gente carrega por dentro, mas que, às vezes, vai perdendo nitidez no meio das urgências, agendas e engrenagens religiosas.

Igreja, no sentido mais verdadeiro, nunca foi apenas lugar, programação ou estrutura.


Igreja é comunidade.

É encontro.

É mesa.

É oração compartilhada.

É cuidado entre irmãos.

É gente caminhando junto, repartindo vida, esperança e fé.

Nisso eu nunca deixei de crer.

Mas há momentos em que a estrutura cresce tanto que começa a tomar o lugar da própria comunidade.

A agenda fica maior que as pessoas.

A presença vira cobrança.

O serviço vira peso.

O descanso vira culpa.

E aquilo que deveria cuidar da alma começa a exigir que a alma funcione sem parar.

Quando isso acontece, a fé vai ficando pesada.

Não porque Deus seja pesado.

Não porque a comunhão seja pesada.

Não porque servir seja pesado.

Mas porque aquilo que deveria nascer do amor passa a ser sustentado pela culpa.

Talvez muita gente não esteja rejeitando a igreja.

Talvez esteja apenas cansada de ver a beleza da comunidade ser engolida por uma engrenagem religiosa que exige demais, escuta pouco e chama esgotamento de falta de compromisso.

Uma comunidade saudável ajuda a alma a respirar.

Uma engrenagem religiosa exige que a alma continue produzindo, mesmo quando já não consegue mais viver.

Não se trata de abandonar a igreja.

Trata-se de reencontrar a igreja antes que a instituição religiosa ocupe todo o espaço que deveria pertencer à vida, à consciência, à família, ao descanso, à liberdade e a Deus.

Você também sente que, em alguns lugares, a comunidade foi sendo engolida pela engrenagem?


#FéSemPeso #EsperançaESentido #EspiritualidadeViva #CuidadoPastoral #FéComSentido

HANTAVÍRUS

    


A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou neste domingo que três pessoas morreram em um possível surto de infecção por hantavírus, doença que pode provocar síndrome respiratória aguda, a bordo de um cruzeiro no Atlântico. O navio MV Hondius fazia a rota entre Ushuaia, na Argentina, e Cabo Verde. Neste domingo, encontrava-se próximo ao porto de Praia, capital cabo-verdiana, confirmaram um fotógrafo e um cinegrafista da AFP. "A OMS foi informada de um evento de saúde pública relacionado a um navio de cruzeiro que navega pelo oceano Atlântico e está prestando apoio", declarou a agência da ONU à AFP. "Até o momento, foi confirmado em laboratório um caso de infecção por hantavírus, e há outros cinco casos suspeitos. Das seis pessoas afetadas, três morreram e uma está atualmente em cuidados intensivos na África do Sul", detalhou a OMS. Os hantavírus são transmitidos por roedores, principalmente por meio do contato com urina, fezes e saliva desses animais, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC).


Leia e saiba mais: https://bit.ly/4uiQfyy #JornalOGlobo.                  

Foto: Divulgação | Antarctica Cruises

MOEDAS ANTIGAS E HISTÓRICAS

 



As moedas acompanham a história da humanidade como uma das mais importantes invenções para a organização das sociedades. Antes de sua criação, as trocas comerciais eram feitas por meio do escambo, o que muitas vezes dificultava as negociações. Com o surgimento das primeiras moedas metálicas, por volta do século VII a.C., na região da Lídia, as trocas se tornaram mais práticas, padronizadas e confiáveis.

Ao longo do tempo, as moedas não serviram apenas como meio de pagamento, mas também como instrumentos de poder e identidade. Impérios e reinos estampavam nelas os rostos de governantes, símbolos religiosos e mensagens políticas, reforçando sua autoridade e cultura. Gregos, romanos, chineses e diversas outras civilizações desenvolveram sistemas monetários próprios, refletindo suas realidades econômicas e sociais.

Com a evolução das sociedades, surgiram novas formas de dinheiro, como o papel-moeda, os sistemas bancários e, mais recentemente, as moedas digitais. Ainda assim, as moedas físicas continuam sendo símbolos históricos valiosos, ajudando a contar a trajetória das civilizações, suas conquistas e transformações ao longo dos séculos.

domingo, 3 de maio de 2026

PRÉ -CANDIDATURA A DEPUTADO ESTADUAL DE BAIANO DOS COCOS CRESCE NA REGIÃO METROPOLITANA DO ENTORNO




 A Região Metropolitana do Entorno quer eleger o maior número de deputados federais e estaduais na eleição deste ano.

Um dos nomes que se destaca como pré -candidato a deputado estadual é BAIANO DOS COCOS, político com um grande grupo em crescimento e possibilidades reais de sentar em uma das cadeiras na Assembleia Legislativa de Goiás.

Conhecido pela sua habilidade em articulação política, BAIANO DOS COCOS tem o apóio do pré -candidato a Presidente da República RONALDO CAIADO, do pré- candidato a governador DANIEL VILELA, do pré -candidato a deputado federal GLAUSTIN DA FOKUS e recentemente recebeu também o apoio do pré -candidato a Senador GUSTAVO GAYER.

Em muitas cidades da Região Metropolitana do Entorno, BAIANO DOS COCOS vem conquistando apoios de lideranças políticas, comunitárias e eclesiásticas.

BAIANO DOS COCOS, ESSE É O NOME DELE.


🤝 JUNTOS PODEMOS 


*Moisés Tavares*

Jornalista-DRT-0001428/GO

Eleitores invisíveis: quem são os moradores do Entorno que votam no DF?

 

                Muitos moradores do Entorno mantém o título de eleitor no DF. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil


Graciliano Cândido


Ausência de cruzamento de dados do TSE impede identificar diretamente como votam moradores de Goiás que mantêm domicílio eleitoral no Distrito Federal.

Mesmo sem dados sólidos, milhares de moradores do Entorno ainda votam no Distrito Federal. Está é uma limitação metodológica relevante que dificulta a precisão eleitoral na região do Entorno do Distrito Federal. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não divulga, nas consultas públicas padrão, informações que cruzem a residência real do eleitor com o domicílio eleitoral registrado em outra unidade da federação.

Apesar dessa lacuna, dados socioeconômicos ajudam a traçar o perfil da região. O Entorno do DF é marcado por população relativamente jovem, forte migração e renda inferior à média de Goiás. A economia local apresenta peso significativo da administração pública e elevada dependência funcional do Distrito Federal.

Na região do Entorno, formada por 11 municípios, vivem 1,19 milhão de pessoas — o equivalente a 17,2% da população goiana. Ainda assim, a região responde por apenas 9,2% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual. Em sete desses municípios, a administração pública é a principal atividade econômica.

A integração com Brasília é intensa. Dados do Ipea indicam que 41,4% dos trabalhadores do Entorno têm emprego no DF. Em cidades como Águas Lindas, Novo Gama, Valparaíso e Cidade Ocidental, mais da metade da população ocupada trabalha na capital federal.

Essa relação também se estende a serviços essenciais. Cerca de 20 mil estudantes do Entorno frequentam escolas públicas no DF. Na saúde, o fluxo é ainda mais expressivo: mais de 271 mil moradores recorrem ao sistema da capital, que concentra atendimentos de maior complexidade.

Especialistas apontam que esse contexto pode ter reflexos no comportamento eleitoral. Moradores que vivem em Goiás, mas mantêm título de eleitor no DF, costumam ter uma rotina dividida entre os dois territórios. Esse grupo tende a ser mais sensível a temas como transporte interestadual, mobilidade urbana, acesso à saúde em Brasília e segurança nos deslocamentos diários.

A hipótese é que esses eleitores apresentem um perfil de voto menos ligado a pautas municipais e mais orientado por questões metropolitanas. No entanto, essa inferência não pode ser confirmada diretamente com os dados públicos disponíveis. Por isso, muitos pré-candidatos, depositam suas atenções a população do Entorno, para conquistar cada voto e sair na frente. Uma agenda que seja estendida ao território do Distrito Federal é bastante decisivo nessa narrativa.

O padrão eleitoral observado no DF em 2022 oferece um indicativo indireto. O cenário foi favorável ao campo de centro-direita, com a reeleição do governador Ibaneis Rocha (MDB) no primeiro turno e a eleição de Damares Alves (Republicanos) ao Senado. Ao mesmo tempo, a esquerda manteve presença relevante, com nomes como Erika Kokay (PT) e Fábio Félix (PSOL) entre os mais votados.


Raio-X demográfico e econômico

A juventude é uma das marcas da região. Em Águas Lindas, 44,6% da população tem até 24 anos, enquanto apenas 8% têm mais de 60. Em Luziânia, esses percentuais são de 40,4% e 13%, respectivamente. Já em Cristalina, 42,6% têm até 24 anos.

Na economia, o PIB per capita é inferior à média estadual na maioria dos municípios. Águas Lindas, Novo Gama e Santo Antônio do Descoberto registram valores entre R$ 9 mil e R$ 10 mil. Planaltina chega a cerca de R$ 14 mil e Valparaíso a R$ 15,6 mil. Cristalina é exceção, com R$ 55,6 mil, impulsionada pela produção agrícola.

Mobilidade e serviços

O grau de integração com Brasília varia dentro do próprio Entorno. Municípios como Águas Lindas (59%), Novo Gama (57,4%) e Valparaíso (cerca de 55%) concentram altos índices de trabalhadores que se deslocam diariamente ao DF. Já cidades como Cristalina, Formosa e Alexânia têm menos de 10% da população ocupada trabalhando na capital.

Na educação, mais de 20 mil moradores estudam na rede pública do DF, com destaque para Novo Gama, Valparaíso e Águas Lindas. Na saúde, cerca de 26% dos atendimentos buscados por moradores do Entorno ocorrem em Brasília — percentual que chega a 69% em Novo Gama.

É fato de que os aspirantes ao cargo de governador (a) do Distrito Federal, precisam gastar sola de sapato e percorrer os principais municípios do Entorno em busca de alianças e apresentar planos de governos afim de convencer o eleitorado que busca qualidade de vida entre DF e GO.


Fonte: Jornal OPÇÃO

ISENÇÃO ATÉ R$5 MIL: POR QUE ELA AINDA NÃO APARECEU NA DECLARAÇÃO DESTE ANO?

 


A isenção para quem ganha até R$ 5 mil já está valendo. E a diferença pode ser vista no salário desde janeiro de 2026. Quem recebe até R$ 7.350 também teve redução no imposto.

Mas a declaração entregue agora ainda é sobre 2025. Por isso, esses efeitos só vão aparecer na declaração do ano que vem.

sábado, 2 de maio de 2026

DEBATE SOBRE A BÍBLIA ENTRE PASTORES ACABA EM CRIME BRUTAL

 



Em 29 de maio de 2019, o que começou como mais uma manhã de rotina espiritual terminou em tragédia em Timbaúba, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. Por volta das 5h de uma quarta-feira, no bairro do Cruzeiro, dois pastores pentecostais — que até então compartilhavam momentos de fé — protagonizaram uma cena de violência extrema.

Segundo a Polícia Civil, José Carlos da Silva, de 52 anos, e Paulo Germano da Silva, de 58, discutiram por divergências teológicas. Eles mantinham uma relação próxima e, de acordo com relatos, costumavam se reunir com frequência para orar e estudar a Bíblia juntos — encontros que, até aquele momento, eram marcados pela fé e pelo diálogo.

A discussão, no entanto, saiu do controle. Durante o confronto, José Carlos desferiu golpes de faca contra Paulo Germano. Mesmo ferido, a vítima ainda tentou fugir, mas foi alcançada e atingida com uma pedra, sofrendo ferimentos gravíssimos que resultaram na desfiguração do rosto. Paulo Germano não resistiu e morreu ainda no local.

Testemunhas relataram que, durante o ataque, o agressor teria proferido frases de ameaça, entre elas a expressão: “Vai sangrar para nunca mais dar surra de Bíblia em profeta de Deus”. 

O suspeito foi preso em flagrante e passou por audiência de custódia no Fórum de Nazaré da Mata, onde a prisão foi convertida em preventiva. Em seguida, ele foi encaminhado ao Presídio de Limoeiro.

Atualmente, José Carlos da Silva segue preso e aguarda julgamento pelo crime de homicídio qualificado.


Por Nilton Cesar Santana 21/04/2026

#violencia #biblia #pastor #mundogospel #evangelicos

PASTOR DE CUIABÁ VETA MISTURA DE IGREJA COM POLÍTICA E DESAFIA CONVENÇÃO ESTADUAL

 



A recente controvérsia no meio evangélico de Cuiabá evidencia um conflito crescente sobre os limites entre fé e política. Em defesa do princípio do Estado laico, um pastor decidiu barrar a mistura explícita entre igreja e política, afirmando que o púlpito não deve ser utilizado como instrumento de campanha eleitoral. O posicionamento reacende o debate sobre o papel das instituições religiosas em uma sociedade democrática.

O pastor Silas Paulo de Souza, presidente da Assembleia de Deus Campo de Cuiabá e Região (IEAD) e vice-presidente da Comademat, tornou-se o centro do embate ao defender que a igreja deve se manter como espaço espiritual, preservando a liberdade individual dos fiéis em suas escolhas políticas, sem direcionamento institucional.

A posição do líder religioso confronta práticas adotadas por setores da própria Comademat, onde há incentivo ao engajamento político direto. Lideranças como João Agripino de França, Thiago Della Rosa e Eurico Sanches aparecem associadas a essa corrente, que entende a participação política como instrumento legítimo de defesa de valores religiosos.

No campo político, a controvérsia envolve nomes que recebem apoio de parte dessas lideranças. O deputado Sebastião Rezende é filiado ao União Brasil, enquanto Victório Galli está ligado ao Partido Liberal. A associação entre líderes religiosos e esses políticos evidencia a conexão entre interesses eleitorais e influência dentro das igrejas.

O episódio revela uma divisão interna significativa, colocando em lados opostos aqueles que defendem a neutralidade institucional da igreja e os que consideram legítimo utilizar o espaço religioso para mobilização política. A tensão vai além de questões teológicas e expõe disputas por poder e influência, reforçando a necessidade de refletir sobre os limites entre religião e política no Brasil contemporâneo.


Fonte: Olhar Direto 01/05/2026

Texto adaptado por Nilton Cesar Santana 

#Estadolaico #igreja #politica #pastor #evangelicos

A ORIGEM DO POVO BABILÔNICO

 



A ORIGEM DA BABILÔNIA


A civilização babilônica foi uma das mais importantes da antiga Mesopotâmia, que se desenvolveu entre os séculos XXI e VI a.C. A sua origem está ligada à chegada dos amorreus, um povo semita que se estabeleceu na região e fundou a cidade de Babilônia, às margens do rio Eufrates. A partir daí, os babilônios expandiram o seu domínio sobre as cidades vizinhas, formando dois grandes impérios ao longo da sua história.


O primeiro império babilônico, também chamado de paleobabilônico, surgiu por volta de 1792 a.C., sob o reinado de Hamurabi, o mais famoso rei babilônico. Hamurabi conquistou toda a Mesopotâmia, unificando os povos sumérios, acádios e amorreus. Ele também ficou conhecido por elaborar o primeiro código de leis escrito da história, o Código de Hamurabi, que regulava a vida social, política e econômica do império. O código de Hamurabi era baseado no princípio da lei de talião, ou seja, “olho por olho, dente por dente”.


O primeiro império babilônico entrou em decadência após a morte de Hamurabi, em 1750 a.C., e foi invadido pelos hititas, em 1595 a.C., e pelos cassitas, em 1531 a.C. A cidade de Babilônia foi saqueada e destruída, e os babilônios perderam a sua hegemonia na região. Durante os séculos seguintes, a Babilônia foi dominada por diversos povos, como os assírios, os elamitas e os caldeus.


O segundo império babilônico, também chamado de neobabilônico, ressurgiu por volta de 626 a.C., quando os caldeus, liderados por Nabopolassar, se rebelaram contra o domínio assírio e reconquistaram a independência da Babilônia. O império atingiu o seu auge com Nabucodonosor II, filho de Nabopolassar, que reinou entre 604 e 562 a.C. Nabucodonosor II expandiu as fronteiras do império, derrotando os egípcios, os fenícios e os judeus. Ele também foi responsável pela reconstrução e pelo embelezamento da cidade de Babilônia, que se tornou uma das maiores e mais esplêndidas do mundo antigo. Entre as suas obras, destacam-se os Jardins Suspensos da Babilônia, considerados uma das sete maravilhas do mundo antigo, e a Torre de Babel, uma enorme construção em forma de zigurate, dedicada ao deus Marduque.


O segundo império babilônico também não durou muito tempo, e foi conquistado pelos persas, liderados por Ciro II, em 539 a.C. A partir de então, a Babilônia perdeu a sua importância política e cultural, e entrou em um processo de decadência e esquecimento. A sua localização exata só foi redescoberta no século XIX, por arqueólogos europeus, que encontraram as ruínas da antiga cidade.

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Avanço da IA generativa aumenta circulação de conteúdos fraudulentos na internet

 

              Novela de frutas | Foto: Reprodução


Cilas Gontijo


Com ferramentas cada vez mais sofisticadas, criminosos passaram a criar anúncios, vídeos e perfis artificiais capazes de simular credibilidade, dificultando a identificação de fraudes por parte dos consumidores.

expansão da inteligência artificial generativa tem impulsionado uma nova onda de conteúdos enganosos e produtos falsos nas redes sociais e plataformas digitais. Com ferramentas cada vez mais sofisticadas, criminosos passaram a criar anúncios, vídeos e perfis artificiais capazes de simular credibilidade, dificultando a identificação de fraudes por parte dos consumidores.

Levantamento do Observatório Lupa mostra que a disseminação de conteúdos falsos produzidos com apoio de IA cresceu mais de 300% entre 2024 e 2025 no Brasil. Inicialmente associada a golpes digitais e montagens com celebridades, a tecnologia passou a ser usada também em campanhas ideológicas e estratégias de manipulação em larga escala.

A popularização de imagens, vídeos e vozes sintéticas elevou o nível de sofisticação dos golpes. Diferentemente das fraudes tradicionais, marcadas por erros de escrita e baixa qualidade visual, os novos conteúdos apresentam aparência profissional e conseguem ser replicados rapidamente em diferentes formatos.

Entre os casos mais comuns estão vídeos falsos utilizando a imagem de personalidades conhecidas para promover produtos milagrosos, suplementos sem comprovação científica e promessas de cura rápida. Deepfakes — técnica que recria rostos e vozes — também têm sido usados para simular pedidos de ajuda, cobranças indevidas e mensagens fraudulentas.

Outro fenômeno envolve a comercialização de produtos digitais criados artificialmente, como e-books, cursos e conteúdos espirituais divulgados por personagens inexistentes. Em muitos casos, perfis automatizados simulam especialistas, religiosos ou influenciadores para gerar confiança e estimular compras.

A prática também alcançou aplicativos de entrega e comércio online. Imagens produzidas por IA passaram a ilustrar refeições e mercadorias com aparência mais atrativa do que a realidade, levantando questionamentos  sobre transparência e direitos do consumidor.

Especialistas alertam que a principal defesa contra esse tipo de golpe continua sendo a verificação cuidadosa das informações. Observar inconsistências visuais, analisar o histórico do perfil, verificar comentários de outros usuários e desconfiar de promessas exageradas são medidas recomendadas para reduzir riscos.

Enquanto o volume de conteúdos artificiais cresce, plataformas digitais enfrentam pressão para ampliar mecanismos de identificação e controle. Empresas de tecnologia têm investido em ferramentas de detecção de fraudes e remoção de anúncios suspeitos, mas ainda existe dificuldade em acompanhar a velocidade de produção desses materiais.

O avanço da IA generativa também reacende debates sobre regulamentação. No Brasil, propostas de legislação buscam estabelecer parâmetros para o uso da tecnologia, incluindo responsabilidades de empresas e desenvolvedores diante de possíveis danos causados por conteúdos falsos.


Fonte: Jornal OPÇÃO

ELE CONVENCEU DEZENAS DE PESSOAS A LARGAREM TUDO, FAMÍLIA, EMPREGO, CASA, PARA SEGUI-LO ATÉ UMA FLORESTA NO CANADÁ

 



Roch nasceu em 1947 no Quebec, no Canadá, numa família católica pobre. Ele era inteligente, carismático, e tinha uma habilidade assustadora de convencer as pessoas do que quisesse. Na década de 1970, depois de estudar sozinho o Antigo Testamento, passou a se apresentar como um profeta. Adotou o nome de Moïse, que em francês significa Moisés, e começou a pregar que o fim do mundo estava chegando. Em 1977, fundou um grupo chamado Ant Hill Kids, que em português seria algo como Crianças do Formigueiro. Convenceu seus seguidores a abandonar empregos, cortar contato com a família e se isolar numa comuna remota no Quebec para esperar pelo apocalipse que ele prometeu que viria em fevereiro de 1979. Quando fevereiro de 1979 chegou e o mundo não acabou, Roch disse que tinha sido um erro de cálculo. E os seguidores ficaram.

Foi aí que tudo começou a piorar. À medida que o álcool consumia Roch, o controle que ele exercia sobre o grupo se tornava cada vez mais totalitário e violento. Os membros não podiam conversar entre si sem a permissão dele. Não podiam ter relações sexuais sem que ele autorizasse. Se alguém tentasse sair, as punições eram tamanho choque que a maioria simplesmente desistia de tentar. Ele também engravidou todas as mulheres do grupo, tendo 26 filhos com diferentes integrantes, e se autoproclamava a única autoridade religiosa e médica da comuna.

As cri4nças do grupo eram abusadas, mantidas sobre fogueiras como castigo e pregadas em árvores enquanto outras crianças eram forçadas a jogar pedras nelas. Adultos eram obrigados a quebrar as próprias pernas com marretas para provar devoção. Roch realizava cirurgias amadoras e sem anestesia nos seguidores, afirmando ter poderes de cura divinos. Em 1987, assistentes sociais retiraram 17 crianças da comuna, mas Roch convenceu as autoridades de que a comunidade era apenas um grupo religioso pacífico. Ninguém o prendeu.

Em 1989, uma seguidora chamada Solange Boilard se queixou de dores de estômago. Roch realizou nela uma cirurgia sem anestesia que a deixou em estado gravíssimo. Ela morreu no dia seguinte. Foi o crime que selou o destino do culto. No mesmo ano, outra seguidora, Gabrielle Lavallée, que havia sofrido abusos extremos ao longo de anos, conseguiu escapar e contatar as autoridades. Ela contou tudo. A polícia chegou. O culto foi dissolvido. Em 1993, Roch se declarou culpado de homicidio em segundo grau pela morte de Solange e foi condenado à prisão perpétua.

Mas a história não terminou aí. Em 26 de fevereiro de 2011, Roch Thériault foi encontrado morto próximo à sua cela na Penitenciária de Dorchester. Seu companheiro de cela, Matthew MacDonald, um assassino condenado, havia lhe golpeado no pescoço com uma faca improvisada. MacDonald caminhou até a delegacia da prisão, entregou a arma e disse apenas: "Aquele filho da pu** está lá embaixo. Aqui está a faca." MacDonald se declarou culpado e foi condenado à prisão perpétua, já cumprindo uma pena anterior pelo mesmo motivo.

Gabrielle Lavallée, a mulher que teve a coragem de escapar e denunciar, escreveu um livro de memórias sobre o que viveu dentro do culto. Ela foi a voz que encerrou mais de uma década de h0rr0r.


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quinta-feira, 30 de abril de 2026

Quando a notícia vira produto de algoritmo, o jornalismo morre?

 

                   Caminhamos para um futuro desprovido daquilo que um dia definiu o jornalismo: a mediação humana | Foto: reprodução    



João Reynol


Permitir que o jornalismo definhe ao mandos das IAs não é apenas uma perda de mercado, mas transferir a mediação da “verdade” para sistemas opacos.

Dizer que as inteligências artificiais de geração de texto, como a Gemini e o ChatGPT, podem se tornar o cemitério do jornalismo como o conhecemos não é hipérbole e nem alarmismo. É um diagnóstico baseado em tendências recentes de mercado, que apontam para um futuro onde o conteúdo se torna cada vez mais abundante e, ao mesmo tempo, cada vez mais desprovido daquilo que um dia definiu o jornalismo: a mediação humana.

Não se trata de atacar profissionais que utilizam IAs para revisão de texto ou apoio na checagem de dados. O problema reside na forma como esses sistemas são treinados e operam pela alimentação de conteúdos produzidos por veículos jornalísticos e, em muitos casos, os reproduzem sem autorização ou qualquer tipo de remuneração.

Outro fenômeno agrava este cenário e representa um risco existencial à profissão: a desmocratização do acesso à informação. Avanços recentes, como o AI Overview, do Gemini, oferecem respostas completas diretamente ao usuário de informações coletadas destes mesmos portais de notícia. Essa ferramenta reduz o incentivo para o indivíduo acessar a fonte original e cria o comportamento conhecido como zero-click, já associado à queda de tráfego em sites jornalísticos — estimada em cerca de 20% em alguns mercados.

No Brasil, uma investigação aberta pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), pela provocação da sociedade civil, busca apurar se essas práticas configuram abuso de poder econômico ou condutas anticoncorrenciais. Ainda não há clareza sobre quais medidas poderão ser adotadas.

Ainda assim, qualquer regulação tende a ser preferível à inércia. Deixar o chamado “quarto poder” (como disse o político, Edmund Burke) subordinado a algoritmos corporativos, cuja lógica central é a maximização de lucro, representa um risco estrutural para a democracia informacional.

Permitir que o jornalismo definhe ao mandos das IAs não é apenas uma perda de mercado. É abrir mão da apuração dos fatos e transferir a mediação da “verdade” para sistemas opacos, controlados por interesses privados e, em última instância, podem precificá-la como qualquer outro produto.


Fonte: Jornal OPÇÃO

MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES PEDE A PGR QUE SE MANIFESTE ACERCA DAS MALAS SEM RAIO-X EM VOO DE HUGO MOTA E CIRO NOGUEIRA

 



O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que a PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifeste sobre uma investigação da Polícia Federal envolvendo a entrada, no Brasil, de cinco malas transportadas em um voo particular com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

 Em abril de 2024, a aeronave, que pertence ao empresário Fernando Oliveira de Lima, dono de sites de apostas, partiu da ilha de São Martinho, no Caribe, e pousou no Aeroporto Executivo Internacional Catarina, em São Roque (SP). No voo estavam Hugo Motta, os deputados federais Dr. Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL), além do senador Ciro Nogueira (PP-PI).

 Segundo o Ministério Público, naquele dia, auditor fiscal Marco Antônio Canella teria permitido que o tripulante José Jorge de Oliveira Júnior desembarcasse com cinco malas e deixasse o aeroporto sem passar pelos equipamentos de raio-x.

 Em nota, Hugo Motta disse que "cumpriu todos os protocolos e determinações estabelecidas na legislação aduaneira" e que aguardará a manifestação da PGR.

 


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A NEGATIVA DE MALAFAIA A FLÁVIO BOLSONARO NA BUSCA POR ELEITORADO RELIGIOSO

 



O pastor Silas Malafaia descartou formalmente a possibilidade de participar de um ato ecumênico em conjunto com lideranças católicas, proposta que vinha sendo articulada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). 

A iniciativa do parlamentar visava consolidar o apoio do eleitorado religioso, unindo as duas maiores frentes cristãs do país em torno de uma pauta comum.

​De acordo com o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, a realização de um evento compartilhado poderia ser interpretada negativamente por seus fiéis.

Malafaia argumenta que a mistura de ritos e dogmas em um "ato ecumênico" costuma gerar desconforto no público evangélico mais conservador, o que poderia ter um efeito reverso ao desejado, afastando os eleitores em vez de aproximá-los.

​Para o pastor, a eficácia política no segmento religioso depende da preservação da identidade de cada grupo. Ele defende que o apoio à família Bolsonaro deve continuar ocorrendo de forma orgânica e separada dentro de cada denominação, respeitando as particularidades teológicas que distinguem católicos e evangélicos.

​A proposta de Flávio Bolsonaro surge em um momento de articulação estratégica para as próximas disputas eleitorais. 

O senador busca mitigar possíveis desgastes e garantir que a base cristã permaneça coesa. Malafaia, embora mantenha seu apoio irredutível ao clã Bolsonaro e continue sendo uma voz influente na oposição ao STF e ao atual governo, prefere manter sua atuação em palcos puramente evangélicos, onde possui maior domínio de narrativa e mobilização.

​Essa decisão ressalta a complexidade de gerir alianças dentro da direita brasileira, evidenciando que, embora compartilhem valores políticos e morais, as barreiras denominacionais ainda impõem limites claros às estratégias de marketing político religioso.


​Fonte: veja