quinta-feira, 11 de junho de 2026

PAREM DE DIZER QUE OS COLONIZADORES TROUXERAM O CRISTIANISMO PARA ÁFRICA!




Essa afirmação ignora séculos de história e apaga uma parte importante da contribuição africana para o Cristianismo.

Muito antes da chegada dos colonizadores europeus, o Cristianismo já estava presente em África. 

A Etiópia tornou-se oficialmente cristã no século IV, sendo uma das nações cristãs mais antigas do mundo. O Egito foi um dos principais centros do Cristianismo primitivo, e o Norte de África tornou-se um dos maiores polos de produção teológica da Antiguidade.

Quando os europeus iniciaram a colonização do continente africano, eles não encontraram uma África totalmente desconhecedora de Cristo. Em várias regiões do continente, a fé cristã já possuía séculos de existência.

A prova disso está na própria história da Igreja.

Alguns dos mais importantes Pais da Igreja eram africanos.

Tertuliano, nascido em Cartago (atual Tunísia), é considerado um dos pais da teologia cristã latina. Foi ele quem ajudou a desenvolver conceitos teológicos que mais tarde seriam fundamentais para a Igreja.

Cipriano de Cartago, também africano, destacou-se como um dos mais influentes líderes cristãos do século III, defendendo a unidade da Igreja em tempos de perseguição.

Atanásio de Alexandria, do Egito, foi um dos maiores defensores da divindade de Cristo e desempenhou um papel decisivo na formulação da doutrina cristã durante os grandes debates teológicos da antiguidade.

Clemente de Alexandria e Orígenes, ambos ligados à escola teológica de Alexandria, contribuíram enormemente para a interpretação das Escrituras e para o desenvolvimento do pensamento cristão.

Agostinho de Hipona, nascido na região que hoje pertence à Argélia, é amplamente reconhecido como um dos maiores teólogos da história do Cristianismo. Suas obras influenciaram católicos, ortodoxos e protestantes ao longo dos séculos.

Esses homens não eram europeus. Eram africanos que ajudaram a moldar a teologia cristã muito antes da expansão colonial europeia.

Além disso, a própria Bíblia demonstra a importância de África na história da salvação. 

O Egito aparece em diversos momentos das Escrituras. Moisés foi criado em solo africano. 

Jesus encontrou refúgio no Egito durante sua infância. Simão de Cirene, que ajudou a carregar a cruz de Cristo, era africano. 

O primeiro gentio africano convertido mencionado no livro de Atos foi o oficial etíope evangelizado por Filipe.

Diante desses fatos, torna-se impossível sustentar a ideia de que os colonizadores trouxeram o Cristianismo para África pela primeira vez.

O que os colonizadores trouxeram foi uma expressão colonial do Cristianismo, frequentemente associada a projetos de dominação política, económica e cultural.

Mas o Cristianismo já existia em África.

A teologia cristã já era produzida em África.

Grandes líderes da Igreja já surgiam em África.

Séculos antes de qualquer império europeu erguer suas bandeiras no continente.

A verdade histórica é simples:

África não recebeu o Cristianismo da Europa.

África ajudou a construir o Cristianismo que a Europa mais tarde abraçou.


Por: Josmar Atalaia ( José Lubango)✍️

ÍAMOS VIRAR VENEZUELA?

 



A Inpasa iniciou uma operação de biorrefinaria em Luís Eduardo Magalhães - BA, focada na produção de etanol de milho e sorgo, óleos vegetais e bioeletricidade. A unidade, que recebeu um investimento de R$ 1,3 bilhão, consolidou a região como um dos principais polos de bioenergia do Nordeste.

A biorrefinaria de Luís Eduardo Magalhães (da empresa Inpasa) iniciou oficialmente suas operações no dia 5 de abril de 2026.

A nova planta é considerada uma das maiores biorrefinarias de etanol de grãos da América Latina, projetada para transformar milho e sorgo em biocombustíveis e outros subprodutos de alto valor agregado.

A Inpasa é a maior biorrefinaria de etanol de grãos da América Latina e a segunda maior do mundo.  No Brasil desde 2018, opera com seis unidades e duas no Paraguai e possui duas unidades em construção, localizadas em Rio Verde (GO) e Rondonópolis (MT). Com capacidade instalada de 6,2 bilhões de litros de etanol por ano.

quarta-feira, 10 de junho de 2026

PIX GANHA STATUS DE ALTO RENOME E TERÁ PROTEÇÃO ESPECIAL DE MARCA

 



O governo federal registrou o Pix como uma marca de alto renome junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). 

A medida foi anunciada nesta quarta-feira (10) pelo ministro em exercício do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o Conselhão.

Com o novo status, o sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central passa a ter uma proteção jurídica especial e ampliada no mercado nacional.


📸 Marcello Casal Jr/Agência Brasil

📲 Mais informações no site band.com.br


#BandJornalismo

50 FUNCIONÁRIOS DA ANTIGA TV TUPI VÃO RECEBER OS DIREITOS TRABALHISTAS APÓS 46 ANOS DE PROCESSO NA JUSTIÇA

 



Em 18 de setembro de 1950, entrou no ar a TV Tupi, a primeira emissora de televisão do Brasil e a quarta do mundo, fundada pelo empresário Assis Chateaubriand.

Por quase 30 anos, ela definiu o que era televisão no Brasil.

Telenovelas pioneiras. Programas de auditório. Jornalismo ao vivo.

A emissora foi palco de produções que permaneceram na memória afetiva dos brasileiros e exerceu papel essencial na formação da cultura popular do país.

Mas nos bastidores, as contas não fechavam.

Em julho de 1980, o governo militar cassou as concessões da Tupi sob alegação de inadimplência e má gestão financeira. O encerramento repentino deixou milhares de profissionais sem salários, férias e indenizações.

As frequências foram redistribuídas pelo governo federal, dando origem ao SBT em 1981 e à Rede Manchete em 1983, que mais tarde se transformaria na RedeTV!

Os profissionais que fizeram aquela televisão acontecer foram embora sem receber.

Câmeras. Operadores. Técnicos de transmissão.

Gente que trabalhava nos bastidores, longe dos holofotes.

Em maio de 2026, o Sindicato dos Radialistas de São Paulo convocou cerca de 50 desses ex-funcionários e artistas para finalmente receber os valores atrasados, após o encerramento de uma ação trabalhista iniciada em 1980.

Ao todo, mais de R$ 2 milhões serão distribuídos. Ainda há cerca de 150 ex-colaboradores que não foram contemplados e seguem com processos em andamento.

46 anos de processo.

46 anos esperando pelo que já era devido no dia do fechamento.

Uma empresa pode acabar de uma hora para outra.

As dívidas com quem construiu essa empresa não desaparecem com ela.


Fontes: Revista Fórum — O Tempo — Terra Brasil — Folha de São Paulo


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HUMILDADE E DETERMINAÇÃO

 



Com humildade e determinação, o vereador e pré-candidato a deputado estadual por Goiás, Baiano dos Cocos, segue ampliando o diálogo com a população e fortalecendo alianças importantes para o futuro da região.

Ao lado do deputado federal Glaustin da Fokus, que busca a renovação de seu mandato na Câmara dos Deputados, Baiano destacou a necessidade de unir esforços em favor de Águas Lindas de Goiás, do Entorno do Distrito Federal e de toda a Região Metropolitana.

Para o pré-candidato, a região precisa de uma representação presente e comprometida com as demandas da população na Assembleia Legislativa de Goiás (ALEGO). “Queremos garantir que nossa voz seja ouvida e que as necessidades da nossa gente sejam defendidas com seriedade, trabalho e responsabilidade”, afirmou.

A proposta é fortalecer a luta por mais investimentos, infraestrutura, geração de empregos e melhorias na qualidade de vida dos moradores da região.


*JUNTOS PODEMOS 🤝*

O HORROR QUE MUITAS MULHERES ESCRAVIZADAS VIVERAM EM SILÊNCIO




Imagine acordar antes do nascer do sol sem saber se conseguiria ver seus filhos ao final do dia.

Durante a escravidão, milhares de mulheres foram tratadas como propriedade. Seus corpos não lhes pertenciam. Podiam ser vendidas, castigadas, separadas de seus filhos e obrigadas a trabalhar até a exaustão.

Muitas carregavam marcas de chicotes nas costas. Outras eram forçadas a continuar trabalhando mesmo doentes, grávidas ou feridas. Algumas viam seus bebês serem vendidos para fazendas distantes, sem nunca mais poder abraçá-los.

O medo fazia parte da rotina.

O som dos passos do feitor, o estalar de um chicote, a chegada de um comprador desconhecido... tudo podia significar que sua vida estava prestes a mudar para pior.

Mas para muitas mulheres escravizadas, o sofrimento não terminava após horas de trabalho forçado.

Além dos castigos, da fome e da separação de suas famílias, muitas viviam sob a ameaça constante da violência sexual.

Elas não tinham o direito de dizer "não".

Não podiam denunciar.

Não podiam buscar proteção.

Muitas vezes, eram tratadas como propriedade, e seus abusadores sabiam que dificilmente seriam punidos.

O medo acompanhava cada dia e cada noite.

Muitas carregaram esse sofrimento em silêncio por toda a vida. Algumas engravidavam em consequência desses abusos. Outras viam seus filhos nascerem em um sistema que os condenava à mesma escravidão.

É difícil imaginar o peso dessa realidade: viver sabendo que seu corpo, sua liberdade e até sua família podiam ser controlados por outras pessoas.

Mas talvez o mais assustador fosse a tentativa constante de apagar sua humanidade.

Elas tinham sonhos.

Tinham famílias.

Tinham crenças.

Tinham esperanças.

Mesmo assim, eram tratadas como mercadorias.

Apesar de toda essa crueldade, muitas resistiram. Algumas fugiram. Outras preservaram suas tradições, protegeram seus filhos e lutaram para manter viva a própria identidade.

A escravidão não foi apenas uma história de correntes e castigos.

Foi uma história de pessoas reais que sofreram, resistiram e deixaram um legado de coragem que jamais deve ser esquecido.


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segunda-feira, 8 de junho de 2026

CRISTÃOS REJEITAM USO POLÍTICO DA MARCHA PARA JESUS, APONTA PESQUISA

 



A Marcha para Jesus deste ano, em São Paulo, foi além da celebração religiosa e acabou abrindo uma forte discussão nas redes sociais sobre a aproximação entre fé e disputa eleitoral. De acordo com levantamento da Ativaweb DataLab citado pela coluna da Folha de São Paulo, mais de 17 milhões de publicações públicas foram analisadas nas 20 primeiras horas após o evento. A leitura predominante foi de incômodo com o uso político de uma manifestação de caráter religioso.

O debate ganhou força porque a marcha reuniu nomes com projeção no cenário nacional, entre eles o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos), o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), além do advogado-geral da União, Jorge Messias, ligado ao governo Lula.

Nas redes, uma pergunta resumiu o tom das críticas: “Marcha para Jesus ou Marcha para Bolsonaro?”. A frase circulou como símbolo da percepção de parte dos usuários de que a pauta política ocupou espaço excessivo em um evento originalmente voltado à expressão da fé cristã.

Entre os personagens monitorados, Flávio Bolsonaro foi o que mais concentrou desgaste. O estudo aponta que 51,9% das menções ao senador tiveram avaliação negativa. A repercussão foi impulsionada, em parte, por sua fala de que o Brasil vive uma “guerra espiritual” e de que “o mal vai ser expulso do governo”.

Na outra ponta, Jorge Messias registrou desempenho mais favorável: 48,6% das citações foram positivas e 15,6% negativas. O ministro do STF André Mendonça apareceu com a melhor avaliação no levantamento, com 52,1% de menções positivas. Tarcísio, por sua vez, manteve presença menos polarizada, sem grandes picos de aprovação ou rejeição.

A ausência do presidente Lula também foi interpretada de forma positiva por parte dos usuários, que viram na decisão um gesto de respeito ao Estado laico.

Para a Ativaweb DataLab, o episódio indica que o público evangélico conectado demonstra maior disposição para discutir os limites entre religião, poder público e campanha eleitoral.


Fonte: Portal Chico Sabe Tudo


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CRISE NO PARTIDO REPUBLICANOS-- SENADOR CLEITINHO ( MG), FALA UMAS VERDADES E BISPO DA UNIVERSAL QUE É DONA DO PARTIDO NÃO GOSTOU

 



O cenário político em Minas Gerais ganhou novos capítulos de tensão após uma troca de declarações públicas entre o senador Cleitinho (MG) e o presidente nacional do Republicanos, o deputado federal e bispo da Igreja Universal Marcos Pereira. 


A divergência gira em torno da garantia de legenda para uma eventual candidatura de Cleitinho ao governo mineiro nas eleições de 2026.


​A reação de Marcos Pereira


​Após Cleitinho manifestar publicamente que não confiava totalmente nas promessas da cúpula de seu partido, Marcos Pereira reagiu de forma incisiva. 


O presidente do Republicanos afirmou que o senador "não tem segurança do que realmente quer" e ressaltou que, embora já tenha assegurado a legenda ao parlamentar por diversas vezes, Cleitinho parece não conhecê-lo o suficiente para saber que ele possui "uma só palavra".


​As duras críticas de Cleitinho


​O mal-estar se intensificou após uma entrevista de Cleitinho à newsletter Jogo Político, do jornal O Globo.


Na ocasião, o senador não poupou críticas a figuras ligadas à sua própria legenda. 


Ele chamou o ex-deputado Eduardo Cunha — aposta do Republicanos para puxar votos em Minas Gerais — de "vagabundo" e disparou contra o bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal, rotulando-o de "falso profeta".


​Cleitinho, que aparece liderando as pesquisas de intenção de voto no estado (com 37% na última pesquisa Quaest), adota uma estratégia de mistério sobre suas reais intenções para o Executivo mineiro. 


O parlamentar declarou que só pretende tomar uma decisão definitiva mais adiante, ironizando a pressa de adversários que estão atrás nas pesquisas e afirmando que, no momento, prefere focar em assistir aos jogos da Copa do Mundo.


​O fator Flávio Bolsonaro e o PL


​A indefinição de Cleitinho mexe diretamente com as estratégias da direita no estado. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, atua para consolidar um palanque forte em Minas Gerais e saiu em defesa do aliado. 


Flávio declarou confiar "100%" em Cleitinho, elogiando sua capacidade para assumir um cargo no Executivo e rebatendo críticas de que ele não estaria preparado.


​Apesar do apoio explícito do grupo bolsonarista ao nome de Cleitinho, o PL também trabalha com outros cenários de bastidores. 


Em reuniões recentes com o próprio Marcos Pereira, dirigentes do PL ventilaram desenhos alternativos que incluem o empresário Flávio Roscoe (ex-presidente da Fiemg) na cabeça de chapa ou compondo como vice em uma eventual aliança formal entre as duas siglas.


​Fontes:

​Reportagem de Fernanda Alves publicada no portal O Globo em 05/06/2026.

​Entrevistas concedidas à newsletter Jogo Político (por Thiago Prado) e ao jornal O Tempo.

​Dados de intenção de voto citados da pesquisa Quaest.

ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS VAI ELEGER 2 DEPUTADOS ESTADUAIS, UM PODE SER O BAIANO DOS COCOS E O OUTRO?

 



Com a proximidade das convenções partidárias para definir os nomes  e números de candidatos nas urnas, a cidade de Águas Lindas de Goiás uma das mais importantes da Região Metropolitana do Entorno, onde concentra um grande eleitorado, promete eleger neste ano dois deputados estaduais.

Pré candidatos já estão na ativa, trabalhando para fortalecer o projeto político e dar visibilidade ao sonho de conquistar uma das cadeiras na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás.

O vereador BAIANO DOS COCOS, pré candidato declarado a Deputado Estadual está entre os mais destacados pela sua habilidade em articular politicamente e pela proximidade com a população.

Com propostas e projetos viáveis para a cidade de Águas Lindas de Goiás e para toda Região Metropolitana do Entorno, BAIANO DOS COCOS segue firme e forte sua caminhada pois sabe que não está sozinho.

O número de apoiadores é crescente e ao lado do deputado federal GLAUSTIN DA FOKUS as ações em prol da população de Águas Lindas de Goiás são evidentes e os benefícios alcançam inúmeras famílias.

Essa dupla promete em um futuro bem próximo alavancar muito mais recursos e emendas parlamentares que serão investidas em obras nas cidades da Região Metropolitana do Entorno.


Moisés Tavares 

Jornalista-DRT-0001428/GO

domingo, 7 de junho de 2026

“Gravavam e vendiam na internet”: brasileira relata três anos de abusos e exploração sexual nos EUA

 

               Durante o período em que esteve no país, foi dopada e submetida a abusos sexuais | Foto: Arquivo pessoal.



João Reynol


Durante três anos, cabeleireira afirma ter sido vítima de violência sexual, ameaças e exploração financeira nos Estados Unidos; caso se soma a um cenário recorde de violência contra mulheres brasileiras.

A cabeleireira Aline Alves da Silva, de 38 anos, afirma ter vivido um período de violência e exploração sexual durante três anos ao lado do ex-marido e de familiares dele nos Estados Unidos da América (EUA). A informação foi divulgada pelo jornal A TARDE.

O caso começou quando Aline e seus três filhos se mudaram para os Estados Unidos para morar com a família do então companheiro. Segundo ela, durante o período em que esteve no país, foi dopada e submetida a abusos sexuais. Os estupros teriam sido gravados e comercializados na internet para obtenção de lucro.

Além do ex-marido, Aline relatou que um casal de tios dele participava das agressões e dos abusos. Ela também afirma que os familiares faziam ameaças de sequestrar seus filhos caso tentasse fugir ou denunciar os crimes.

A mulher passou a desconfiar da situação após sofrer recorrentes problemas de saúde que, posteriormente, associou a um possível envenenamento. Entre os sintomas relatados estavam episódios de quase desmaio, perda de sensibilidade, queda de cabelo e problemas gastrointestinais.

“Comecei a ter episódios de quase desmaios. Perdia os sentidos, mas não a consciência. Vieram também queda de cabelo, cólica intestinal, vômito, diarreia. As pontas dos meus dedos ficavam amortecidas, minha saúde foi se deteriorando cada vez mais”, relembra.

Após descobrir os supostos crimes, Aline procurou a polícia norte-americana para denunciar o caso, mas afirma que não recebeu o atendimento esperado das autoridades.

“O caso correu na vara da família. O certo era ter ido para a área criminal. Acho que engavetaram porque eu sou latina e seria um processo internacional”, disse.

Segundo ela, a mesma falta de assistência foi percebida quando buscou apoio junto ao Consulado do Brasil e ao Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty). Diante da situação, precisou viver por cinco meses com os filhos em um abrigo para escapar do ex-companheiro e de seus familiares até conseguir retornar ao Brasil.

O caso relatado por Aline ocorre em um contexto de crescimento da violência contra a mulher. Segundo levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) em parceria com o Datafolha, 21,4 milhões de brasileiras sofreram algum tipo de violência em 2025, o equivalente a 37,5% das mulheres com 16 anos ou mais.

As vítimas relataram ter sofrido, em média, 3,2 tipos diferentes de violência no período. As formas mais recorrentes foram a violência psicológica, a violência física e o stalking. A violência sexual aparece logo em seguida: ofensas sexuais ou tentativas forçadas de relação atingiram 10,7% das entrevistadas, o equivalente a aproximadamente 5,3 milhões de mulheres.

Nesses casos, a maioria dos autores das agressões era conhecida das vítimas. Parceiros ou ex-parceiros íntimos correspondiam à maior parcela dos agressores: 40% eram cônjuges ou namorados atuais e 26,8% eram ex-companheiros. Os crimes também ocorreram predominantemente dentro de casa, que foi o local da agressão mais grave para 57% das vítimas.


Fonte: Jornal OPÇÃO

E SE O PROBLEMA NUNCA TIVESSE SIDO DEUS?

 



Vi este comentário em uma publicação qualquer sobre África:

"África é pobre porque, de um modo geral, não segue preceitos cristãos. Os países mais prósperos são cristãos. África só andará para frente quando adotar valores cristãos."

Quando li aquilo, lembrei imediatamente de uma conversa que tive com meu irmão há alguns anos.

Apesar de termos crescido numa família cristã, ele sempre foi uma pessoa que questionava tudo.

Tudo mesmo.

Ele não aceitava respostas prontas.

Não aceitava argumentos baseados apenas na tradição.

E um dia ele me fez uma pergunta que ficou gravada na minha memória.

Ele disse:

"Se os nossos deuses foram incapazes de impedir a escravidão, a colonização, os massacres e a humilhação de milhões de pessoas, por que deveriam ser adorados?"

Depois ficou em silêncio por alguns segundos.

E então continuou:

"Mas se Deus ama todos os povos da mesma forma, por que tantos impérios invocaram o Seu nome enquanto escravizavam, colonizavam e desumanizavam outros seres humanos? E se Deus não escolheu um lado, por que tanta gente insiste em apresentar a história como se tivesse escolhido?"

Na época, confesso que não soube responder.

Porque a pergunta dele não era apenas sobre religião.

Era sobre justiça.

Era sobre humanidade.

Era sobre a forma como muitas vezes usamos Deus para explicar aquilo que foi feito pelos homens.

A verdade é que a escravidão não foi criada por uma religião.

A colonização não foi criada por uma religião.

O racismo não foi criado por uma religião.

Foram escolhas humanas.

Foram decisões humanas.

Foram sistemas criados, sustentados e defendidos por seres humanos.

Ao longo da história, diferentes povos invocaram diferentes deuses para justificar guerras, conquistas, invasões e dominação.

Mas nenhuma corrente foi colocada por um anjo.

Nenhum navio negreiro foi construído por um espírito.

Nenhuma colônia foi criada por intervenção divina.

Foram homens.

Homens que fizeram escolhas.

Homens que lucraram.

Homens que decidiram que alguns seres humanos valiam mais do que outros.

Por isso, talvez a pergunta mais importante não seja qual religião tornou um país rico ou pobre.

Talvez a pergunta seja outra:

Como sociedades que se consideravam profundamente religiosas conseguiram conviver durante séculos com a escravidão, a segregação e a exploração de outros povos?

Porque a riqueza de uma nação não prova a superioridade da sua fé.

E a pobreza de um povo não prova a inferioridade da sua cultura.

A história é muito mais complexa do que isso.

E talvez o erro mais perigoso seja usar Deus para absolver aquilo que foi responsabilidade dos homens.

No fim daquela conversa, meu irmão disse algo que nunca esqueci:

"Talvez Deus não seja o problema. Talvez o problema seja aquilo que os homens fazem em nome de Deus."

E quanto mais eu estudo a história, mais percebo que essa frase continua atual.

Porque antes de perguntar qual religião é superior...

talvez devêssemos perguntar quem escreveu a história.

Quem acumulou riqueza.

Quem perdeu a liberdade.

Quem foi silenciado.

E quem ainda hoje tenta convencer os outros de que a pobreza de um povo é consequência da sua fé, e não das feridas deixadas por séculos de exploração.

Porque a verdadeira fé deveria aproximar as pessoas da justiça.

Nunca servir de argumento para justificar desigualdades.

E talvez a reflexão mais importante seja esta:

Não foi Deus que colocou correntes nos pés de ninguém.

Foram homens.

E enquanto não tivermos coragem de encarar essa verdade, continuaremos confundindo fé com poder, e espiritualidade com dominação.


Fonte: Atlântico Negro

Em meio a debate sobre aborto legal, 100 meninas de até 14 anos viram mães por ano no DF

 

                  Arte/Metrópoles


Projeto aprovado recentemente no Senado anula resolução que estabelecia normas para o aborto legal em menores vítimas de estupro no Brasil.



Thalita Vasconcelos



Enquanto o Senado Federal avança na revogação das diretrizes do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) para o atendimento de menores vítimas de violência sexual e acesso ao aborto legal, o Distrito Federal contabilizou, entre 2020 e 2024, 503 partos de meninas de 10 a 14 anos, faixa etária em que toda gestação é considerada resultado de estupro de vulnerável pela legislação brasileira.

O Projeto de Decreto Legislativo (PDL) n° 3/2025, aprovado na última terça-feira (2/6), suspendeu os efeitos de inteiro teor na Resolução nº 258 de 2024 do Conanda. A resolução previa uma série diretrizes e orientações que deveriam ser aplicadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) para atendimento a menores vítimas de estupro amparados na lei da Interrupção Legal da Gestação.

A norma agora derrubada pelo Congresso estabelecia que menores vítimas de estupro tivessem direito ao aborto legal de forma “célere e sem discriminação“, bem como acesso à informação “de forma clara e adequada à sua idade” sobre sua saúde e condição.

Em termos simples, o PDL não suspende a lei que prevê o acesso à interrupção da gestação de forma legal. Ou seja, o aborto em casos de estupro segue garantido pelo artigo 128, inciso II, do diploma penal de 1940. O que o Senado aprovou foi a derrubada da resolução que regulamenta e orienta como esse direito deve ser acessado e estabelecido dentro da rede pública de saúde.

De acordo com dados da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), referentes a crianças e adolescentes atendidas na rede pública, 123 meninas entre 10 e 14 anos deram à luz em 2020. Embora o número tenha apresentado redução ao longo dos anos, o cenário continua preocupante. Em 2024, foram registrados 88 partos nessa mesma faixa etária.

Os dados são do sistema Info Saúde-DF e contemplam apenas os nascimentos com vida. Isso significa que o total de gestações envolvendo meninas de 10 a 14 anos pode ser ainda maior, uma vez que a base não inclui casos de natimortos, perdas gestacionais ou interrupções da gravidez.

Meninas entre 10 e 14 anos que tornaram-se mães no DF

2020-2024



Código Penal brasileiro classifica como estupro de vulnerável “ter conjunção carnal ou praticar ato libidinoso com menor de 14 anos”. Ou seja, todas as 503 meninas que engravidaram no DF entre 2020 e 2024 teriam direito ao aborto legal pelo SUS.

Todavia, a análise dos dados aponta que o número de abortos legais feitos por ano se mostra “irrisório” se comparado à quantidade de crianças de até 14 anos que são mães.

De acordo com a SES-DF, no primeiro semestre do ano passado, 199 mulheres foram atendidas e realizaram a interrupção da gravidez de forma legal em ambiente de saúde adequado. Destas, 13 eram crianças ou adolescentes entre 10 e 18 anos. Ao longo de 2024, 41 meninas realizaram o aborto legal no rede pública do DF e em 2023 foram 31 casos.

Acesso ao Aborto legal

A rede pública de saúde do DF oferece atendimento especializado e humanizado às pessoas vítimas de violência sexual. Nesses casos, é fundamental que a vítima procure uma unidade de urgência e emergência o mais rápido possível, preferencialmente em até 72 horas após a ocorrência, para ter acesso à quimioprofilaxia e às demais medidas de prevenção.

Todos os hospitais da rede estão aptos a realizar esse primeiro atendimento. Após essa etapa inicial, a pessoa é encaminhada para acompanhamento especializado nos Centros de Especialidades para Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica (CEPAVs).

Outro serviço oferecido é o Programa de Interrupção Gestacional Prevista em Lei (PIGL), que funciona no Hospital Materno Infantil de Brasília Dr. Antônio Lisboa (Hmib), unidade referência a esse tipo de atendimento tanto para o DF quanto para o Entorno.

Nos casos de gestação decorrente de estupro, o PIGL realiza a interrupção respeitando Norma Técnica do Ministério da Saúde (MS).

Para a codiretora da campanha Nem Presa Nem Morta, Laura Molinari, a derrubada da resolução do Conanda faz parte de um movimento mais amplo de setores conservadores para restringir o acesso ao aborto legal no país. Segundo ela, embora o PDL não altere os direitos já previstos na legislação brasileira, a medida pode gerar insegurança e dificultar o atendimento às vítimas de violência sexual.

“A resolução surgiu justamente porque, embora o direito exista na lei, ele muitas vezes não é acessado na prática. Todos os dias, mais de 30 meninas com menos de 14 anos dão à luz no Brasil. A norma buscava enfrentar obstáculos históricos no acesso aos serviços de saúde e proteção. Com sua derrubada, essas barreiras tendem a se fortalecer novamente”, afirma.

Segundo Molinari, além dos impactos sobre os serviços, a medida pode gerar medo e desinformação entre as vítimas e suas famílias. “Quando se cria um ambiente de incerteza sobre direitos já garantidos, muitas pessoas deixam de procurar ajuda. Isso afeta justamente quem está em situação de maior vulnerabilidade e precisa de informação acessível, acolhimento e proteção”, aponta.

A especialista também ressalta que a norma funcionava como um instrumento de padronização dos fluxos de atendimento, reunindo em um único documento diretrizes dispersas em leis, portarias e outros atos normativos.

Não é razoável esperar que um profissional consulte dezenas de legislações para saber como agir diante de uma criança vítima de violência sexual. A resolução consolidava essas orientações e facilitava o acesso ao cuidado”, explica.


PDL nº 3/2025

O PDL n° 3/2025 é de autoria da deputada federal Chris Tonietto (PL-RJ) e foi relatado no Senado por Damares Alves (Republicanos-DF). O texto chegou na Casa Alta em novembro de 2025 e foi aprovado em uma votação relâmpago — em dois minutos o PDL foi aprovado em votação simbólica, quando não há registro dos votos.

Além da prioridade absoluta no acesso ao serviço do interrupção legal da gestação, a diretrizes do Conanda orientavam sobre agilidade no encaminhamento/acolhimento nos serviços especializados.


O texto destacava ainda que, quando houvesse gravidez decorrente de estupro, risco de vida ou anencefalia, a vítima deveria ser encaminhada imediatamente ao serviço de saúde. A manifestação de vontade da criança ou adolescente deveria ocorrer por meio de escuta especializada e com garantia de sigilo — seja com ou sem autorização dos pais.

As normas também asseguravam acompanhamento durante o processo e buscam evitar a revitimização. Na falta de serviço no local onde a menor reside ou procurou atendimento, o poder público deveria providenciar atendimento em outra localidade em até cinco dias, custeando o deslocamento.


No relatório, Damares defende que o Conanda invadiu competência do Legislativo. A parlamentar também criticou diretrizes estabelecidas pelo órgão, que prevê que a interrupção da gestação pode ocorrer sem a participação ou ciência dos pais e responsáveis da menor.

Quer dizer, os pais não serão comunicados de um possível procedimento de interrupção da gravidez e dos cuidados após a criança ter sido abusada. Os pais, se não forem eles os culpados, precisam participar desse processo de proteção da criança”, disse a senadora.

Na avaliação da senadora, esses temas também extrapolam a função regulamentar do conselho e exigem disciplina por meio de lei formal.

Em vez de fortalecer a articulação entre família, rede protetiva e órgãos de segurança pública, a norma cria mecanismos que relativizam a participação dos responsáveis legais e reduzem a centralidade de instrumentos tradicionalmente utilizados para proteger a própria criança”, afirmou.


Por outro lado, o Conada defende que, em termos práticos, o acesso de menores vítimas de violência ou que busquem pelo aborto dentro das previsões legais no Brasil, podem enfrentar mais dificuldade no acesso ao serviço de interrupção da gestão.

Na prática, a resolução nº 258 de 2024 estabelecia um “padrão” para ser implementado em todo o sistema público de saúde a partir da acolhida à vítima de violência ou que busque pelo aborto legal. A partir de agora, cada cidade, estado ou município, vai poder ter suas diretrizes.


Por se tratar de um instrumento constitucional que não exige sanção presidencial, o texto segue promulgação sem precisar da assinatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A assinatura da promulgação deve ser do próprio presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).


Fonte: Metrópoles

sábado, 6 de junho de 2026

CHEGOU AO FIM!

 



A investigação foi instaurada a partir de elementos oriundos de acordos de colaboração premiada sobre a campanha de 2014. 

O caso foi conduzido pela Polícia Federal e acompanhado de perto pelo Ministério Público Eleitoral por anos. Mesmo após um longo período de varredura e diligências, nenhuma prova real foi produzida para corroborar os relatos dos delatores. 

Ao final das apurações, o próprio Ministério Público Eleitoral promoveu o encerramento do caso, reconhecendo expressamente a inexistência de elementos probatórios para vincular os fatos à campanha ou sustentar qualquer responsabilidade penal. 

Em nota assinada pelos advogados Bruno Espiñeira Lemos e Víctor Minervino Quintiere, a defesa recebeu a decisão com serenidade, ressaltando que a ex-Presidente permaneceu durante todo o processo à disposição das autoridades, colaborando com os esclarecimentos. 

A atuação em casos de grande repercussão e complexidade é uma rotina em nossa Comunidade, ambiente que reúne os maiores nomes da advocacia brasileira para fortalecê-los ainda mais.

Se você já opera em alto nível mas te falta networking, visibilidade e atualização diária, clique no link da bio e saiba o que significa integrar o ecossistema das referências!

E SE TE CONTARAM A HISTÓRIA ERRADA?

 



E SE TE CONTARAM A HISTÓRIA ERRADA?


Disseram que foi colonização.

Mas para milhões de africanos, o que existiu foi escravidão.

Disseram que foi descoberta.

Mas ninguém descobre uma terra onde já existem povos, culturas, reinos e civilizações.

O nome disso é invasão.

Durante séculos, ensinaram ao mundo que a África era pobre.

Mas como um continente que possui algumas das maiores reservas de ouro, diamantes, petróleo, cobalto, urânio e terras férteis do planeta poderia ser naturalmente pobre?

Talvez a pergunta correta nunca tenha sido:

"Por que a África é pobre?"

Talvez a pergunta seja:

"Quem enriqueceu com as riquezas da África?"

Enquanto milhões de africanos eram escravizados, vendidos, transportados em navios negreiros e privados da própria liberdade, impérios eram construídos.

Cidades cresciam.

Bancos surgiam.

Fortunas eram acumuladas.

Universidades eram erguidas.

Não porque uns fossem naturalmente superiores.

Mas porque uns tiveram séculos para construir enquanto outros eram impedidos até de possuir a própria vida.

Por isso, quando alguém pergunta por que tantos países africanos enfrentam dificuldades até hoje, vale lembrar que a história não começou ontem.

A escravidão durou séculos.

O colonialismo durou séculos.

A exploração econômica continuou por décadas após as independências.

E as consequências disso não desaparecem simplesmente porque uma bandeira foi trocada.

A África é independente no papel.

Mas muitos africanos ainda questionam até que ponto o continente controla plenamente seus recursos, sua economia e seu próprio destino.

Conhecer essa história não significa viver preso ao passado.

Significa compreender o presente.

Porque um povo que não entende como chegou até aqui dificilmente entenderá para onde precisa ir.


🌍 A verdadeira libertação começa quando um povo conhece a própria história.


Fonte: Atlântico Negro 

"GAYZISMO NA IGREJA" NOVA POLÊMICA ABALA O MEIO GOSPEL!




Uma entrevista do pastor Ed René Kivitz à deputada federal Erika Hilton provocou uma verdadeira tempestade nas redes sociais e reacendeu um debate que divide igrejas em todo o Brasil.

Quem entrou na discussão foi o pastor Rodrigo Mocellin, que fez duras críticas à postura de Kivitz e afirmou que o líder estaria revelando de forma definitiva posicionamentos que, segundo ele, já vinham sendo percebidos há anos por setores mais conservadores.

Mas o que mais chamou atenção foi uma declaração bombástica: Mocellin afirmou que pretende divulgar nomes de outros pastores influentes que estariam seguindo a mesma linha de pensamento de Kivitz. A promessa gerou enorme repercussão e aumentou ainda mais a expectativa entre fiéis e líderes religiosos.

O episódio escancara a crescente divisão dentro do protestantismo brasileiro, onde debates sobre doutrina, costumes e pautas sociais têm provocado embates cada vez mais intensos.

A pergunta que fica é: estamos diante de uma das maiores disputas ideológicas já vistas no meio evangélico brasileiro?


Deixe sua opinião nos comentários!


#EdReneKivitz #RodrigoMocellin #MundoGospel #IgrejaEvangélica #PolêmicaGospel

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Agora entende a preocupação de Trump?




O Pix se consolidou como um dos sistemas de pagamento instantâneo mais avançados e difundidos do mundo e é frequentemente apontado como uma referência na América do Sul pela sua escala, rapidez e integração bancária. 

No Brasil, ele permitiu que consumidores e empresas realizassem transferências e pagamentos em segundos, a qualquer hora do dia, sem depender de intermediários tradicionais, como as empresas de cartão de crédito dos EUA (Visa e Mastercard).

Na prática, isso reduziu significativamente os custos antes associados a transações feitas por meio de cartões e bandeiras internacionais, fazendo com que esse dinheiro fosse redirecionado para a economia do Brasil e deixasse de ser enviado para empresas nos EUA.

Ao eliminar taxas em transferências básicas e ampliar o acesso a pagamentos digitais, o Pix contribuiu para uma maior autonomia do sistema financeiro brasileiro, além de estimular a inclusão bancária e a competitividade no comércio.


@geopoliticahoje

"ESCRIBAS E FARISEUS HIPÓCRITAS" (Mateus, 23-13)




Na "Marcha para Jesus", ele diz à imprensa, com ar piedoso, que "não falará de política em ambiente de oração" (livrando-se, assim, de ter que responder sobre tarifaço, rachadinha, ameaças ao pix e relação íntima com Vorcaro, Eduardo Cunha, Ciro Nogueira e que tais).

Minutos depois, no palanque, conclama à "guerra espiritual para expulsar o mal que está no governo".

Flavio Bolsonaro e outros neoconvertidos daquele carro de som desconhecem que fé autêntica não combina com cinismo, eleitoralismo, oportunismo e exploração da religiosidade da nossa gente. E que espiritualidade sincera não ampara mentira, luxo e entreguismo.

Desconfio que Jesus, presença amorosa na convicção de tant@s, nem chegou perto daquele pseudo-púlpito, degenerado pela presença de algumas "autoridades" poderosas e  armamentistas, endinheiradas e arrogantes, manipuladoras e corruptas - para quem "Jesus é o caminho, mas eu sou o pedágio".

Quem usa o nome de Deus em vão não prosperará! "Ai de vós"...


ZéDassilva alerta sobre adoradores de "bezerros de ouro" contemporâneos


ZéDassilva

MARCHA PARA JESUS VIRA PALCO DE ARTICULAÇÃO POLÍTICA E REENCONTRO DE PESOS-PESADOS DA DIREITA




A tradicional Marcha para Jesus, que reúne milhões de fiéis em São Paulo, promete ir muito além da música gospel e dos momentos de oração neste ano. A 34ª edição do evento, realizada nesta quinta-feira (4), também será marcada pelo aguardado reencontro público entre o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o senador Flávio Bolsonaro, dois dos principais nomes ligados ao campo conservador brasileiro.

O encontro acontece em um momento de intensas movimentações nos bastidores da política nacional e já desperta atenção de lideranças, analistas e apoiadores da direita de olho nas eleições de 2026.

A caminhada terá início na região da Estação da Luz e seguirá até a Praça Heróis da FEB, onde uma grande estrutura foi montada para receber apresentações de alguns dos maiores nomes da música gospel, entre eles Aline Barros, André & Felipe, Isadora Pompeo, Julliany Souza, Leandro Borges e Zoe Dance.

Além dos shows e das orações coletivas, os holofotes estarão voltados para a presença de lideranças políticas que enxergam no público evangélico um dos segmentos mais influentes do país. O reencontro entre Tarcísio e Flávio ocorre em meio a especulações sobre alianças, estratégias eleitorais e o futuro da direita brasileira.

Criada oficialmente como data nacional por lei sancionada em 2009, a Marcha para Jesus se consolidou como um dos maiores eventos cristãos do mundo e, ao longo dos anos, também se tornou um importante espaço de demonstração de força política e mobilização social.

Com milhares de pessoas esperadas nas ruas da capital paulista, a edição deste ano promete reunir fé, música, emoção e política em um dos eventos mais acompanhados do calendário nacional.


#direita #sp #facebook #Noticias #viral

MORADORES DE ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS RECLAMAM DO VALOR DO IPTU 2026

 



A indignação tomou conta da população de uma das maiores cidades da Região Metropolitana do Entorno ao receber o carnê do IPTU 2026 e se deparar com um valor absurdo.

A população que vive praticamente sem água potável nas torneiras, com um péssimo transporte público coletivo, com ruas esburacadas, com lixo espalhado pelas ruas e avenidas da cidade, sem rede coletora de esgoto, quando chove, ruas e avenidas ficam alagadas,  animais soltos perambulando dia e noite sem destino e sem rumo, recebe uma grande surpresa em suas residências.

Os valores do IPTU deste ano de 2026 estão muito altos, afirmam moradores de vários bairros.

O pobre vive de pagar imposto o ano todo e não tem o retorno devido em serviços públicos de qualidade.

A saúde pede socorro, na educação, não tem aula, o povo sofre acreditando em promessas de políticos em época de campanha e quando eles se elegem esquecem tudo o que prometeram ao povo.


Moisés Tavares 

Jornalista-DRT-0001428/GO

quinta-feira, 4 de junho de 2026

Deputado distrital critica valores de lotes em Vicente Pires e aciona TCDF

 

                                   Deputado Pastor Daniel de Castro (PP) discursou na tribuna da Câmara - (crédito: João Pedro / Agência CLDF)



Daniel de Castro (PP), da base de Celina Leão, entrou com uma representação no TCDF pedindo suspensão de edital que trata da regularização fundiária em Vicente Pires. "Não dá para a Terracap ter mais poder que a governadora", reagiu.


Por Mila Ferreira



O deputado Pastor Daniel de Castro (PP) entrou, ontem, com uma representação junto ao Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) solicitando a suspensão do edital da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) que trata da venda direta de imóveis localizados em Vicente Pires, no âmbito do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse específico (Reurb-E). O parlamentar alega a cobrança de valores abusivos pelos lotes, indícios de irregularidade e ausência de transparência.

O deputado afirma que tem recebido manifestações de moradores da região e associações comunitárias relatando que inúmeros ocupantes não estão conseguindo reunir condições financeiras para adquirir os imóveis pelos valores estabelecidos pela Terracap. "Como consequência, cresce a insegurança jurídica e social entre os moradores, especialmente diante da previsão constante dos próprios editais de que a não adesão à venda direta poderá resultar na perda dos benefícios da regularização e na posterior disponibilização dos imóveis para alienação em procedimentos competitivos", diz trecho da representação.

O parlamentar foi à tribuna da Câmara Legislativa do DF (CLDF) na última terça-feira para criticar o governo e a Terracap. "Não dá para a Terracap ter mais poder do que um deputado legitimamente eleito que representa aquela cidade. Não dá para a companhia ter mais poder do que Celina Leão", discursou. "Eles não fizeram avaliação in loco, oitiva, audiência pública. Estão matando a população. Tem três dias que não durmo e não como direito. O direito à moradia é constitucional", completou.

Daniel de Castro reclamou que não consegue falar ao telefone com a governadora. "Eu não sou deputado de oposição, entreguei 100% para esse governo. Já basta o desprestígio que o Ibaneis teve comigo que fui tão fiel a ele. Não aguento mais. Se não resolver, não terá mais nenhum voto meu aqui", ressaltou.


Líder do governo na CLDF, o deputado Pepa (PP) disse que tem atuado para ajudar na busca de uma solução por meio do diálogo. "Compreendo a preocupação do Daniel de Castro com as demandas em questão, que são legítimas e afetam diretamente milhares de famílias", afirmou. "Tenho conversado com colegas parlamentares, com o governo e com os órgãos envolvidos para ajudar na construção de soluções", acrescentou.

No início de abril, antes da publicação do último edital, Daniel de Castro, que é do mesmo partido da governadora Celina Leão (PP), se reuniu com a chefe do Executivo pedindo solução para a questão dos lotes em Vicente Pires. Na ocasião, a governadora concordou em fazer uma revisão dos valores, confirmou que daria melhores condições nos próximos editais, como o parcelamento em 60 meses sem juros. No entanto, segundo o deputado, a promessa não foi cumprida por completo. O parcelamento foi colocado como uma possibilidade, mas os valores do metro quadrado não foram revistos. "Teve lote comercial que saiu a mais de R$ 1,4 mil o metro quadrado", destacou o deputado. 

A Terracap informou que segue, rigorosamente, as diretrizes estabelecidas na Lei 13.465/2017 e nas demais legislações locais que norteiam o processo de regularização fundiária. "O valor dos imóveis foi definido utilizando-se dos mesmos critérios das avaliações dos mais de 30 mil imóveis regularizados pela empresa nos últimos anos. Todas as avaliações são feitas por engenheiros e seguem as Normas Técnicas Brasileiras (NBRs)."


Fonte: Correio Braziliense

" JATINHO DE LUXO DOS EUA É PEGO NO PARAGUAI COM 260 KG DE MACONHA PREMIUM: VIPs AMERICANOS PRESOS E PILOTO FOGE!"

 



No dia 30 de maio de 2026, a SENAD (Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai) apreendeu um Bombardier Challenger 604 no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em Assunção. O jato executivo veio de Miami (EUA), com escala no Panamá, carregando 261,6 kg de maconha premium (alta qualidade, com alto teor de THC), escondida em malas. A droga estava avaliada em cerca de US$ 3,6 milhões.

Três cidadãos americanos foram presos: Marisol Rivas (39), Troy Anthony Vásquez (42) e David Thomas Wise (58). O piloto principal, o estoniano Keith Siilats (empresário e co-fundador da Bolt), fugiu do país antes da operação e é considerado foragido. O copiloto, o americano Jabari Stephen Brown (“Captain Treezy” — conhecido por ter ganhado um jato em um desafio do MrBeast), foi detido brevemente mas liberado por falta de evidências de envolvimento.

A operação foi feita no âmbito do Programa Colibrí, com auxílio de cães farejadores. A maconha tinha destino provável ao mercado brasileiro.


Fonte: Brutus do Ar ( internet)

DOSSIÊ EXPÕE CONIVÊNCIA DE IGREJAS PROTESTANTES COM A ESCRAVIDÃO NO BRASIL

 



O Movimento Negro Evangélico do Brasil (MNE) lançou nesta terça-feira (2) o dossiê “388 anos: E a Igreja com isso?”, uma pesquisa inédita que reúne documentos históricos, artigos acadêmicos e registros sobre a relação de igrejas protestantes históricas com a escravidão e o racismo no Brasil. 

O material analisa a atuação de denominações evangélicas desde o período colonial até a abolição formal da escravidão, em 13 de maio de 1888, e busca compreender como esse legado histórico ainda impacta as estruturas religiosas e as dinâmicas raciais no presente. 

A pesquisa reúne mais de 100 referências acadêmicas e documentais, organizadas a partir de uma ampla investigação bibliográfica e histórica conduzida pelo MNE.


👉🏿 Acesse a reportagem na íntegra pelos stories ou pelo site: https://almapreta.com.br/


Texto: Redação  | Alma Preta Jornalismo

📸Marc Ferrez/Domínio Público


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