terça-feira, 2 de junho de 2026

Os Missionários Moravianos




No século XVIII, dois jovens missionários moravianos ouviram falar de uma ilha distante no Caribe. Ali viviam milhares de escravos africanos trabalhando em condições desumanas. Eles eram tratados como mercadorias, trabalhavam até a exaustão e, pior ainda, quase ninguém lhes falava sobre Jesus Cristo.


Quando aqueles jovens souberam da situação, seus corações foram quebrantados.


Muitos missionários já haviam tentado entrar na ilha, mas os donos das plantações não permitiam a entrada de pregadores.


Então surgiu uma pergunta:


"Como levaremos o evangelho até eles?"


Depois de muita oração, os jovens tomaram uma decisão que parecia loucura.


Eles disseram:


"Se não podemos entrar como missionários, entraremos como escravos."


Sem riquezas, sem apoio financeiro e sem garantias de que um dia voltariam para casa, decidiram vender tudo o que possuíam. Segundo a história tradicional, chegaram até mesmo a oferecer a própria liberdade para conseguir os recursos necessários para a viagem.


O dinheiro obtido seria usado para pagar a passagem até a ilha.


Familiares e amigos tentaram fazê-los desistir.


Diziam que eram jovens demais.


Diziam que estavam jogando suas vidas fora.


Diziam que aquilo não valia a pena.


Mas eles haviam entendido as palavras de Jesus:


"Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura."


— Marcos 16:15


Finalmente chegou o dia da partida.


Enquanto o navio se afastava do porto, parentes choravam na margem sem saber se algum dia voltariam a vê-los.


Mas aqueles homens não estavam chorando.


Estavam olhando para o horizonte.


Sabiam que estavam indo ao encontro de pessoas que nunca tinham ouvido falar do Salvador.


Quando desembarcaram na ilha, os administradores e comerciantes olharam para aqueles estrangeiros e perguntaram:


— "Quem são vocês?"


E a tradição conta que a resposta foi simples:


— "Glória a Deus!"


Eles não estavam preocupados em tornar seus próprios nomes conhecidos.


Não buscavam reconhecimento.


Não buscavam fama.


Queriam que apenas um nome fosse exaltado: o nome de Jesus Cristo.


Durante anos viveram entre os escravos, compartilharam suas dificuldades, ouviram suas dores e anunciaram o evangelho.


Enquanto muitos enxergavam apenas escravos, eles enxergavam almas pelas quais Cristo havia derramado Seu sangue.


Sua missão ficou marcada por uma frase que atravessou os séculos:


"Que o Cordeiro que foi morto receba a recompensa pelo Seu sofrimento."


Essa era a razão de tudo.


Não era aventura.


Não era heroísmo.


Era amor por Cristo.


Era amor pelas almas.


Era a convicção de que nenhuma pessoa está longe demais para ser alcançada pela graça de Deus.


E assim, aqueles homens entraram para a história não porque buscaram a própria glória, mas porque decidiram gastar suas vidas para que outros conhecessem a glória de Deus.


Franciele Leal

HOMENS DE HONRA SÃO RARIDADE!




 "Honra a todos. Ama os irmãos. Teme a Deus. Honra o rei." 1 Pedro 2:17


Homens de honra são, infelizmente, uma raridade em nossos dias. E infelizmente, muitos sequer compreendem o verdadeiro significado dessa palavra, pois cresceram em um ambiente onde a HONRA NÃO É PRATICADA: Pais desonrosos tendem a gerar filhos igualmente desonrosos e esses, por sua vez, perpetuam o ciclo, criando novas gerações marcadas pela falta de integridade.


Reflita hoje:

VOCÊ TEM SIDO UM SER HUMANO DE HONRA?


Se a resposta for sim, louvado seja Deus por isso, que Ele o conserve firme nesse caminho (1 Coríntios 15:58).

Mas se a resposta for não, ainda há esperança para sua vida!

Arrependa-se (Atos 3:19), abandone esse erro e comece a viver uma vida de honra a partir de agora. 


E isso se demonstra nas atitudes:

+Seja educado (Efésios 4:32)

-Seja pontual (Eclesiastes 3:1)

-Não seja bajulador ou “puxa-saco” (Provérbios 29:5)

-Não fale mal do seu próximo (Tiago 4:11)

-Seja justo (Miquéias 6:8)

-Seja verdadeiro (Efésios 4:25)

-Não propague mentiras ou fake news (Provérbios 12:22)

-Não seja ladrão (Efésios 4:28)

-Se pegou algo, devolva (Levítico 6:4)

-Se quebrou, conserte (Mateus 5:23-24)

-Não roube o que é do seu próximo (Êxodo 20:15)

-Seja sincero (Romanos 12:9)

-Pratique a justiça (Isaías 1:17)

-Seja um cristão verdadeiro, e não apenas de nome (Mateus 7:21-23)


 "O justo anda na sua integridade; bem-aventurados serão os seus filhos depois dele." – Provérbios 20:7


Por Matheus Brito 

Que Deus nos ajude a sermos verdadeiramente #Homens e #Mulheres de Honra, para a glória dEle!

A EXCEÇÃO ENTRE A MAIORIA DE EVANGÉLICOS NO TIME DE CARLOS ANCELOTTI PARA A COPA

 



A religiosidade voltou a ganhar espaço no debate sobre a Seleção Brasileira após a convocação de Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo de 2026. Em um grupo marcado pela forte presença de jogadores evangélicos, o técnico italiano aparece como uma das raras exceções. 

Católico praticante e devoto de Padre Pio, Ancelotti já declarou publicamente que a fé exerce papel importante em sua vida pessoal e profissional, servindo como orientação para seus valores e decisões.

Segundo levantamento publicado pela revista Veja, a maior parte dos atletas convocados são evangélicos.

Entre eles estão nomes como Alisson (Liverpool), Ederson (Fenerbahçe), Weverton (Grêmio), Alex Sandro (Flamengo), Bremer (Juventus), Douglas Santos (Zenit), Gabriel Magalhães (Arsenal), Ibañez (Al-Ahli), Léo Pereira (Flamengo), Wesley (Roma), Bruno Guimarães (Newcastle),  Danilo Santos (Botafogo), Fabinho (Al-Ittihad), Lucas Paquetá (Flamengo), Endrick (Lyon), Gabriel Martinelli (Arsenal), Igor Thiago (Brentford), Luiz Henrique (Zenit), Matheus Cunha (Manchester United), Neymar (Santos), Raphinha (Barcelona), Rayan (Bournemouth), Vini Jr. (Real Madrid).

O único jogador que se declara abertamente católico é o zagueiro Marquinhos, do Paris Saint-Germain. Já Casemiro afirma apenas ser cristão, sem especificar uma denominação religiosa, enquanto Danilo evita comentar o assunto.

A predominância evangélica na Seleção não é um fenômeno recente. Estudos e reportagens sobre o futebol brasileiro vêm apontando há mais de uma década o crescimento das igrejas evangélicas entre atletas profissionais. 

Orações coletivas antes das partidas, celebrações religiosas nos vestiários e manifestações públicas de fé se tornaram práticas cada vez mais comuns no ambiente esportivo.

Nesse contexto, a presença de Ancelotti reforça uma curiosa diversidade religiosa dentro do elenco. Embora pertença a uma tradição diferente da maioria dos jogadores, o treinador demonstra proximidade com a espiritualidade do grupo. 

Em entrevistas recentes, afirmou que a religião o ajuda a cultivar respeito, disciplina e equilíbrio emocional, características que considera fundamentais tanto na vida quanto no futebol.

A convivência entre diferentes expressões de fé dentro da Seleção reflete uma transformação mais ampla da sociedade brasileira e do próprio futebol nacional.

Independentemente da crença de cada integrante, a religião continua ocupando um espaço relevante na construção da identidade de muitos atletas e profissionais que participam da campanha brasileira rumo ao Mundial de 2026.


Fontes: 

Veja; 

UOL Esporte; 

CNN Brasil.

Passarelas prometidas não saem do papel e mortes aumentam na BR-040

 

                              .              Diariamente a população passa por situações perigosas na BR-040. Foto: Reprodução.




Trecho registra novos acidentes envolvendo pedestres enquanto obras seguem apenas no papel; DNIT confirmou início dos trabalhos para instalação de estruturas de travessia na rodovia.


Por Cintia Ferreira


A sucessão de atropelamentos registrados nos últimos dias na BR-040, entre Valparaíso de Goiás e Luziânia, voltou a acender o alerta sobre a falta de passarelas em um dos trechos mais movimentados e perigosos do Entorno do Distrito Federal. Entre quinta-feira (28) e domingo (31) , ao menos três pessoas morreram e outras quatro foram atropeladas ao tentar atravessar a rodovia, segundo relatos de moradores e registros divulgados por veículos da região.

O cenário tem aumentado a cobrança da população por medidas urgentes de segurança. Em vários pontos da BR-040, pedestres precisam atravessar pistas de alta velocidade diariamente para acessar bairros, pontos de ônibus, comércios e unidades de serviço. Sem passarelas próximas, muitos arriscam a travessia entre os veículos, situação que tem transformado a rotina da rodovia em motivo constante de preocupação para quem vive na região.

A pressão por melhorias ocorre justamente no momento em que desde de agosto de 2025, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) confirmou o início dos procedimentos para a construção de novas passarelas na BR-040. As estruturas fazem parte de um conjunto de intervenções prometidas para reduzir acidentes e aumentar a segurança dos moradores que dependem da travessia da rodovia.

Apesar do anúncio, moradores afirmam que a sensação é de descaso diante da gravidade da situação. Enquanto os projetos não avançam na fase burocrática e de execução, novas ocorrências continuam sendo registradas quase diariamente no trecho urbano que corta cidades do Entorno Sul entre Luziânia e Valparaíso, onde circula cerca de 150 mil veículos por dia.


A BR-040 é considerada uma das principais ligações entre o Distrito Federal e o sudeste do país, e recebe intenso fluxo de veículos ao longo do dia.

A mais de um ano, moradores já haviam denunciado a falta de estruturas seguras para travessia e cobrado a construção de passarelas após uma sequência de atropelamentos fatais na região. O problema foi destaque em reportagens locais e voltou a ganhar repercussão após as novas mortes registradas nos últimos dias.

Além dos riscos enfrentados por pedestres, a BR-040 também concentra obras de infraestrutura em andamento, incluindo intervenções viárias em Valparaíso de Goiás. Embora os projetos tenham como objetivo melhorar a mobilidade e aumentar a segurança, parte da população teme que a demora na entrega das passarelas continue expondo moradores a situações de risco enquanto a circulação de veículos cresce na região.


Fonte: Jornal OPÇÃO

segunda-feira, 1 de junho de 2026

DÍZIMO NÃO É DE LEVI NA NOVA ALIANÇA




Shalom! Meus irmãos a graça do no Senhor Jesus Cristo que esteja com vocês. Não por mal que anunciamos o evangelho de Cristo, é pelo amor de Cristo que pregamos o evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo.

Hoje tenho aqui o tema muito polêmico, mas a missão não é de separar as pessoas mas sim unir no amor de Cristo. Existe uma verdade que muitos púlpitos evitam porque ela ameaça sistemas religiosos construídos sobre dependência financeira, medo espiritual e autoridade humana exagerada. O problema não é apenas dinheiro. O problema é TEOLÓGICO. O problema é quando homens tomam para si aquilo que a Nova Aliança reservou exclusivamente para Cristo.

O Novo Testamento nunca apresenta o pastor moderno como sucessor levítico. NUNCA! Nenhum apóstolo reivindicou ser sacerdote levita espiritual recebendo dízimos obrigatórios da igreja. Nenhum texto apostólico ensina que o cristão está debaixo do sistema mosaico de tributação religiosa. O que existe hoje em muitos ambientes não é continuidade bíblica do sacerdócio levítico. É reconstrução religiosa de um sistema que Cristo encerrou na cruz.

A Lei do dízimo foi dada especificamente dentro da estrutura sacerdotal de Israel. Não foi entregue às nações. Não foi entregue à igreja gentílica. Não foi estabelecida como mandamento universal para todos os povos em todos os tempos.

“Eis que aos filhos de Levi tenho dado todos os dízimos em Israel por herança, pelo ministério que executam, o ministério da tenda da congregação.” Números 18:21

O texto a cima ou o versículo não fala de pastores neopentecostais. Não fala de bispos modernos. Não fala de apóstolos contemporâneos. O texto fala dos filhos de Levi. O dízimo era parte da administração nacional, agrícola e sacerdotal de Israel sob a Antiga Aliança.

Além disso, o dízimo em Israel não era salário luxuoso para líderes religiosos acumularem patrimônio enquanto o povo sofria. O sistema incluía alimento, sustento dos necessitados, estrangeiros, órfãos e viúvas.

“Ao fim de cada três anos tirarás todos os dízimos da tua colheita no mesmo ano, e os recolherás nas tuas cidades. Então virá o levita, pois não tem parte nem herança contigo, e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, que estão dentro das tuas cidades, e comerão, e se fartarão.” Deuteronômio 14:28-29

Agora Deuteronômio fala do outro assunto diferente em que o problema moderno é que muitos querem a AUTORIDADE DE LEVI sem carregar as EXIGÊNCIAS DE LEVI. Querem receber como sacerdotes, mas não vivem como sacerdotes da Lei. Querem Malaquias para exigir dinheiro, mas ignoram todo o restante do sistema mosaico.

A Nova Aliança destrói essa apropriação Indevida. O livro de Hebreus é devastador contra a ideia de continuidade levítica dentro da igreja. O autor ou apóstolo Paulo declara,

“Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei.” Hebreus 7:12

Isso significa que o sistema sacerdotal levítico perdeu sua centralidade quando Cristo apareceu como Sumo Sacerdote eterno.

“Porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens sujeitos à fraqueza, mas a palavra do juramento, que veio depois da lei, constitui ao Filho, perfeito para sempre.” Hebreus 7:28

Meus irmãos não é por mal que eu anuncio a vocês dizendo que o verdadeiro Ungido não é o líder carismático da congregação. Não é o homem que usa título diante do nome. Não é quem manipula emoções dizendo “não toqueis no ungido”. O Novo Testamento aponta para um único Ungido absoluto: JESUS CRISTO. 

A própria palavra “CRISTO” significa “UNGIDO”. Quando Pedro anuncia o evangelho, ele não centraliza homens Religiosos mas sim,  centraliza Jesus:

“Saiba, pois, com certeza toda a casa de Israel que a esse Jesus, a quem vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo.” Atos 2:36

Cristo não divide Sua glória sacerdotal com estruturas humanas sedentas por veneração espiritual. A igreja possui pastores, mestres e servos, mas nenhum deles ocupa o lugar messiânico de Cristo.

Paulo jamais tratou ofertas como imposto espiritual obrigatório. Pelo contrário, ele escreve:

“Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.” 2 Coríntios 9:7

Agora amados Observe a ruptura radical. Não existe coerção. Não existe maldição financeira sobre quem não entrega porcentagem fixa. Não existe ameaça espiritual para arrancar dinheiro do povo. A contribuição na Nova Aliança nasce da consciência, da generosidade e do amor, não do medo religioso.

O nosso Senhor Cristo cumpriu aquilo que a Lei apontava.

“Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê.” Romanos 10:4

Isso não significa viver na avareza ou desprezar a obra de Deus. O Novo Testamento ensina sustento ministerial, ajuda aos necessitados e generosidade comunitária. Mas sustento ministerial não é recriação do sacerdócio levítico. Uma coisa é apoiar servos de Deus. Outra completamente diferente é afirmar que homens possuem direito sacerdotal divino sobre os bens do povo como se fossem mediadores entre Deus e a igreja.

O único mediador é Cristo.

“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.” 1 Timóteo 2:5

A verdade dura é esta: parte do cristianismo moderno substituiu a centralidade de Cristo pela centralidade da instituição. Transformaram púlpitos em tronos religiosos. Transformaram ofertas em mecanismo de controle espiritual. Transformaram servos em celebridades espirituais. E muitos crentes já não sabem distinguir honra bíblica de idolatria religiosa.

Jesus nunca morreu para construir uma elite sacerdotal acima da igreja. Ele morreu para formar um povo reconciliado diretamente com Deus.

“Mas vós sois geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo adquirido.” 1 Pedro 2:9

Na Nova Aliança, o acesso a Deus não passa pelo bolso do homem nem pela autorização espiritual de líderes religiosos. Passa pelo sangue de Cristo.

“Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no Santuário, pelo sangue de Jesus.” Hebreus 10:19

O verdadeiro Ungido não pede glória para si. O verdadeiro Ungido carregou uma cruz. O verdadeiro Ungido lavou pés. O verdadeiro Ungido expulsou vendedores do templo. O verdadeiro Ungido não construiu império financeiro. Ele entregou a própria vida.

E esse Ungido tem um nome:

JESUS CRISTO


Bryan P. Korito

Águas Lindas recebe R$ 5,1 milhões para recuperar mais de 104m²de ruas em cinco bairros

 

                              Governador Daniel Vilela vistoriou as obras de pavimentação asfáltica. Foto: Divulgação


A intervenção, realizada por meio do programa Goiás em Movimento Municípios (GMM), conta com investimento de R$ 5,1 milhões e beneficia diretamente cinco bairros da cidade.



Por Cintia Ferreira


Os serviços estão sendo executados nos bairros Jardim Barragem I, Jardim Barragem II, Jardim Barragem III, Setor 08 e Setor 09. Além da recuperação do pavimento, o projeto inclui a implantação de nova sinalização horizontal, medida considerada essencial para melhorar a segurança viária e a mobilidade urbana.

As obras tiveram início no dia 3 de maio e devem ser concluídas até o fim de junho. Durante visita técnica realizada nesta sexta-feira (29), o andamento dos trabalhos foi acompanhado por representantes do Governo de Goiás, da Goinfra e da administração municipal.

Com mais de 245 mil habitantes, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Águas Lindas é o quarto município mais populoso de Goiás e uma das cidades que mais cresceram nas últimas décadas. O avanço populacional tem ampliado a demanda por investimentos em infraestrutura, especialmente na malha viária urbana.

De acordo com a Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), esta é a terceira etapa do programa de recuperação asfáltica executada no município. Entre 2021 e 2022, além de uma frente de trabalho realizada em 2025, quase 95 mil metros quadrados de vias já haviam passado por intervenções, somando R$ 3,1 milhões em investimentos.

Com a conclusão da atual etapa, Águas Lindas deverá alcançar a marca de quase 200 mil metros quadrados de pavimentação reconstruída por meio do programa estadual. Ao todo, os investimentos destinados à recuperação viária da cidade ultrapassam R$ 8,2 milhões.

A expectativa é que as obras contribuam para reduzir os problemas causados pelo desgaste do asfalto, melhorar o tráfego em regiões de grande circulação e garantir mais segurança para motoristas, motociclistas e pedestres que utilizam diariamente as vias contempladas.


Fonte: Jornal OPÇÃO

COMO APOSENTADOS VIRARAM ALVO DE UM MERCADO BILIONÁRIO DE FRAUDES

 



Enquanto o país acompanha operações contra tr4ficantes, facções e grandes esquemas de corrupção, uma outra frente criminosa vem chamando cada vez mais a atenção das autoridades brasileiras: a disputa pelo dinheiro de aposentados e idosos.

Nos últimos meses, operações da Polícia Federal (PF) realizadas em diferentes regiões do país mostraram que criminosos passaram a mirar benefícios previdenciários, empréstimos consignados, aposentadorias e programas assistenciais como uma das fontes lucrativas de fraude do Brasil.

Somente entre julho de 2025 e maio deste ano, a Polícia Federal deflagrou ao menos uma dezena de operações contra grupos suspeitos de criar pessoas fictícias, falsificar documentos, contratar empréstimos consignados, sacar benefícios de aposentados mortos e até utilizar idosos vulneráveis para obter recursos do INSS.

As investigações mostram que o problema deixou de ser pontual. Em muitos casos, trata-se de organizações criminosas estruturadas, com divisão de tarefas, falsificadores, intermediários, recrutadores de vítimas e operadores financeiros.

Uma das operações mais recentes ocorreu na última semana, em Roraima. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) prendeu três suspeitos que se apresentavam como profissionais da saúde para convencer idosos a contratar empréstimos consignados.

Segundo os investigadores, os golpistas prometiam tratamentos terapêuticos e até curas para doenças. O objetivo era convencer as vítimas a assumir financiamentos cujos recursos acabavam desviados para o grupo criminoso.

Mas os golpes vão muito além dos consignados. Em maio, a Operação Persona Nula, da Polícia Federal no Pará, mostrou um esquema baseado na criação de pessoas inexistentes para obtenção fraudulenta de benefícios assistenciais destinados a idosos.


➡️ Para ler a reportagem completa da coluna de @mirellepinheiroo, você pode acessar os Stories do @metropoles ou conferir diretamente no metropoles.com


🤳 Arte/Metrópoles


#colunamirellepinheiro

domingo, 31 de maio de 2026

O ALARME QUE NINGUÉM OUVE: Sobre o analfabetismo intelectual da era da informação




Há uma ironia cruel no coração da nossa época, ironia que os entusiastas do progresso tecnológico não conseguem, ou não querem, encarar: nunca o ser humano teve acesso a tanto conhecimento, e nunca foi tão resistente a pensar. A biblioteca universal que os humanistas do Renascimento sonharam como utopia está hoje no bolso de cada adolescente, convocável com um toque do polegar, e no entanto o efeito desta disponibilidade não foi a iluminação das massas, mas uma espécie de saturnismo cognitivo, uma intoxicação lenta que paralisa precisamente as faculdades que o acesso à informação prometia despertar. O mundo está emburrecendo, não apesar da informação, mas por causa dela, ou antes: por causa da forma específica como a informação, na era digital, se organiza, se distribui e se consome.

Este é o paradoxo que deveria ocupar os filósofos, os educadores, os estadistas. Não ocupa. E a razão pela qual não ocupa é ela própria parte do diagnóstico: a incapacidade de reconhecer um problema exige precisamente as faculdades interpretativas que o problema corrói. Estamos diante de uma patologia que destrói os instrumentos necessários ao seu próprio reconhecimento, o que a torna particularmente insidiosa, particularmente difícil de nomear, e politicamente muito conveniente para quem governa massas que já não sabem que foram governadas.

A primeira coisa a dizer é que informação e conhecimento não são a mesma coisa, e que esta distinção, filosoficamente óbvia desde Platão, foi silenciosamente apagada do vocabulário cultural dominante. Informação é o dado bruto: o facto, a cifra, o evento, o nome. Conhecimento é a relação que o espírito estabelece entre os dados, a hierarquia que lhes confere, a estrutura em que os insere, o julgamento que deles extrai. Saber que Auschwitz existiu é informação. Compreender o que Auschwitz significa para a condição humana, para a teoria do Estado, para a filosofia moral, para a possibilidade ou impossibilidade de Deus, isso é conhecimento. A diferença não é de grau, mas de natureza.

Hannah Arendt, num dos diagnósticos mais lúcidos do século XX, argumentou que o totalitarismo se tornava possível não apenas pela crueldade dos carrascos, mas pela irreflexão dos executores ordinários, homens que simplesmente não pensavam no sentido pleno do termo, que executavam ordens sem jamais submeter essas ordens ao tribunal da consciência moral. A banalidade do mal era, antes de tudo, uma banalidade do pensamento. O que Arendt não podia prever é que o capitalismo tardio encontraria uma forma de produzir esta mesma irreflexão sem necessidade de qualquer aparato totalitário: bastava criar uma arquitetura de atenção que tornasse o pensamento lento, desconfortável, socialmente indesejável, e economicamente irrelevante.

A atenção é o recurso escasso do nosso tempo, e há uma indústria colossal dedicada à sua captura e fragmentação. Não é uma conspiração, é uma lógica: cada segundo de concentração sustida que uma plataforma digital consegue subtrair ao pensamento genuíno é tempo convertível em dado publicitário. O resultado estrutural desta lógica é uma população treinada para percorrer informação à velocidade do scroll, incapaz de habitar uma ideia o tempo suficiente para a interrogar, para a virar do avesso, para a confrontar com a sua contrária. O que se perde não é a informação, que prolifera. O que se perde é o pensamento sobre a informação, que murchou.

O analfabetismo intelectual contemporâneo não se parece com o analfabetismo clássico. O analfabeto clássico não sabia ler. O novo analfabeto lê fluentemente, frequentemente com velocidade impressionante, mas não compreende no sentido profundo do termo: não retém, não articula, não contraria, não sintetiza. Lê como quem passa os olhos por uma janela de comboio em movimento, vendo tudo e retendo nada, incapaz de habitar qualquer paisagem. É um analfabetismo pós-alfabeto, o que o torna muito mais difícil de diagnosticar e muito menos vergonhoso aos olhos de quem o sofre.

Nietzsche, com a clarividência que o século XIX ainda permitia, anteviu em parte este processo quando escreveu, no início de "Assim Falava Zaratustra", sobre os últimos homens: criaturas que piscam o olho e dizem ter inventado a felicidade, que evitam toda a dificuldade, que fazem de cada abismo uma planície transitável. O último homem de Nietzsche não era estúpido no sentido convencional, era indiferente à profundidade, satisfeito com o superficial, imune ao chamamento do difícil. O que Nietzsche descreveu como uma possibilidade filosófica, a nossa época realizou como condição sociológica média.

Este novo analfabeto tem opiniões sobre tudo. É nisto que difere do ignorante tradicional, que pelo menos sabia que não sabia. O analfabeto intelectual da era da informação confunde ter acesso a factos com ter compreensão dos factos, confunde ter visto um documentário com ter estudado um problema, confunde a familiaridade superficial com o domínio. É o que Bertrand Russell chamaria de "a tirania dos incompetentes confiantes", embora Russell não tivesse podido imaginar a escala e a velocidade com que as plataformas digitais amplificam e premiam essa confiança, pois o algoritmo favorece quem fala com assertividade sobre quem fala com nuance.

Seria demasiado fácil atribuir tudo às plataformas tecnológicas. A verdade é que os sistemas educativos ocidentais contribuíram, décadas antes do smartphone, para a preparação deste terreno. Sob a influência de pedagogias que confundiram a dificuldade com a opressão, e o esforço com o trauma, muitos sistemas educativos progressistas expurgaram dos seus currículos exactamente o que a educação deve conter: a exigência, a resistência, o texto difícil que não cede na primeira leitura, o problema que exige perseverança, a obra que não entretém mas que transforma.

Pascal escreveu que toda a miséria do homem deriva da sua incapacidade de ficar quieto num quarto. A educação moderna, em vez de cultivar essa capacidade, criou currículos pensados para não entediar, para ser "relevantes", para manter o aluno "motivado", conceito cujo peso psicológico é inversamente proporcional ao seu rigor intelectual. O resultado é uma geração que desenvolveu uma intolerância aguda ao aborrecimento produtivo, que é precisamente o estado mental em que a maior parte do pensamento genuíno ocorre: aquele momento de vazio incómodo, anterior à ideia, em que a mente, não encontrando distração imediata, começa a trabalhar sobre si própria.

Nietzsche escreveu também, nos seus aforismos sobre o estilo, que há pensamentos que chegam apenas quando se caminha, e que muitos dos seus pensamentos nasceram na solidão e no silêncio. A arquitectura cognitiva que a nossa época oferece é exactamente o oposto desta condição: um ruído contínuo, uma interrupção permanente, uma oferta ilimitada de estímulos que torna a solidão pensante não apenas rara, mas quase clinicamente insuportável para quem foi criado na anestesia digital.

Tudo o que foi dito até aqui tem consequências políticas que deveriam perturbar qualquer cidadão com alguma memória histórica. A democracia, como forma de governo, pressupõe uma cidadania capaz de deliberação, de julgamento, de avaliação crítica de argumentos e de interesses contrapostos. Não pressupõe que todos os cidadãos sejam filósofos, mas pressupõe que exista uma massa crítica de pessoas capazes de resistir à manipulação, de distinguir o demagogo do estadista, de avaliar a substância para além da forma. Quando esta massa crítica se dissolve, a democracia conserva a sua forma, as eleições, os partidos, os discursos, os parlamentos, mas perde a sua substância.

Alexis de Tocqueville, num dos diagnósticos mais prescientes da história do pensamento político, advertiu que o despotismo democrático não precisaria de chains and dungeons como o despotismo clássico: seria um despotismo suave, que se contentaria com infantilizar os cidadãos, mantendo-os num estado de dependência agradável, sem os oprimir de forma visível. Tocqueville chamou a este processo "servilidade doce". O que o pensador francês não previu é que esta servilidade não seria imposta de fora, mas desejada de dentro, abraçada voluntariamente por populações que preferem a anestesia ao pensamento, e que encontraram nos ecrãs uma forma de despotismo voluntário, confortável, colorido, e permanentemente disponível.

O emburrecimento do mundo não é apenas uma tragédia cultural, é uma catástrofe política em câmara lenta. As populações que não sabem pensar são populações que não sabem resistir. E as populações que não sabem resistir são populações que serão governadas, com ou sem o seu consentimento informado, frequentemente com o seu consentimento entusiasmado, por quem souber explorar com suficiente destreza os mecanismos do medo, do ressentimento e da simplificação.

Contra tudo isto, é necessário reafirmar, ainda que sem ilusões sobre a audiência desta reafirmação, o que significa pensar. Pensar não é acumular informações. Pensar não é ter opiniões. Pensar não é saber argumentar em favor de uma posição previamente escolhida, o que é antes advocacia do que filosofia. Pensar é a disposição para habitar a dificuldade sem a resolver prematuramente, para manter a tensão entre ideias contraditórias sem colapsar numa solução cómoda, para revisar as próprias convicções à luz de evidências e argumentos, para distinguir o que se sabe do que se supõe, e para reconhecer, com honestidade intelectual que custa, os limites do próprio entendimento.

Sócrates disse que o reconhecimento da própria ignorância era o princípio da sabedoria. Esta afirmação, repetida até à banalidade nos manuais de filosofia, é na prática profundamente subversiva: numa cultura que recompensa a confiança assertiva e pune a dúvida pública, a disposição socrática é uma forma de resistência. O homem que diz "não sei", que hesita antes de opinar, que exige tempo para pensar sobre o que lhe perguntam, é hoje lido como fraco, evasivo, ou suspeito. O homem que responde imediatamente, com firmeza e sem nuance, é lido como competente, seguro, e digno de confiança.

Esta inversão axiológica, em que a velocidade substitui a profundidade e a assertividade substitui a sabedoria, é um dos sintomas mais claros do emburrecimento colectivo. E é tanto mais perigosa quanto menos consciente é: não é o resultado de uma decisão, mas de uma acumulação de pequenos hábitos cognitivos, cada um aparentemente razoável, que em conjunto constroem uma arquitectura mental refratária ao pensamento genuíno.

O mundo soa um alarme. Soa-o em cada eleição em que a demagogia derrota a complexidade, em cada debate público em que o slogan vence o argumento, em cada sala de aula em que o professor sente que não pode ser exigente sem ser denunciado, em cada redacção em que a profundidade é sacrificada ao click, em cada conversa em que a discordância é lida como agressão e a nuance como traição.

Muito poucos ouvem este alarme. E a razão pela qual muito poucos o ouvem não é que sejam malvados, ou que não se importem, mas que o próprio processo de emburrecimento colectivo atrofia precisamente as faculdades necessárias para reconhecer o emburrecimento. É uma armadilha perfeita: quanto mais efectiva a anestesia cognitiva, mais improvável o despertar.

Camus escreveu que é necessário imaginar Sísifo feliz. É talvez necessário, no nosso tempo, imaginar um punhado de pessoas que continuam a pensar, a ler, a hesitar, a duvidar, a exigir de si próprias a dificuldade, sabendo que fazem parte de uma minoria que encolhe, e fazendo-o assim mesmo, não por heroísmo, mas por uma espécie de recusa fundamental a abdicar da faculdade que, mais do que qualquer outra, define o que é ser humano: a capacidade de interrogar o mundo e a si próprio, sem garantias de resposta e sem o conforto da certeza fácil.

O alarme soa. A questão não é se alguém o ouvirá. A questão é se os que o ouvirem terão ainda a energia moral para não apertar o botão do sonhar mais um pouco.


Oliver Harden

MESMO INVESTIGADO PELA PF, CLAUDIO CASTRO GANHA CARGO NO PL

 



O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro passou a integrar oficialmente o quadro de funcionários do Partido Liberal após desistir da disputa pelo Senado. Segundo dirigentes da sigla, ele atuará nos bastidores das campanhas eleitorais no estado. De acordo com informações do partido, Castro receberá salário líquido de R$ 27,8 mil, pago com recursos do fundo partidário, verba pública destinada à manutenção das legendas.

A contratação foi acertada com o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. Segundo dirigentes da legenda, o ex-governador ficará responsável por auxiliar na articulação política, coordenação de campanhas e interlocução com prefeitos e parlamentares fluminenses. A atuação de Castro também deverá fortalecer a pré-candidatura de Douglas Ruas ao governo estadual.

O ex-governador anunciou nesta quinta-feira (28/5) a retirada de sua pré-candidatura ao Senado. Segundo ele, a decisão foi tomada para priorizar sua defesa em investigações conduzidas pela Polícia Federal.

Cláudio Castro é alvo de apurações relacionadas a supostas irregularidades envolvendo o Banco Master e a Refit, antiga Refinaria de Manguinhos. O político também foi alvo de mandados de busca e apreensão. Além das investigações, Castro sofreu revés político após decisão do Tribunal Superior Eleitoral que o tornou inelegível.

Ao anunciar a saída da disputa eleitoral, o ex-governador negou irregularidades e afirmou que não pretende abandonar a carreira política. Com a desistência de Cláudio Castro, o PL do Rio de Janeiro busca um novo nome para disputar o Senado nas próximas eleições. Segundo integrantes da legenda, a definição deve ocorrer nos próximos dias.


📷Tomaz Silva/Agência Brasil

O TRIGO E O JOIO

 



O trigo maduro se inclina porque carrega fruto.


O joio permanece erguido porque está vazio.


Na vida espiritual, aparência não é profundidade. Nem sempre quem parece mais forte tem mais maturidade. Tem gente que parece firme, mas não se entrega; parece grande, mas não serve; parece cheia, mas não alimenta ninguém.


O fruto verdadeiro pesa. Ele nos torna mais humildes, mais ensináveis, mais sensíveis e mais parecidos com Cristo. Às vezes, o coração cheio de Deus se curva, serve, perdoa, se humilha e alimenta outros.


O orgulho tenta parecer firme. A humildade revela fruto.


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Que Deus nos livre de uma postura bonita e de um coração vazio. Que haja em nós menos orgulho e mais fruto, menos aparência e mais verdade.


“Pelos seus frutos os conhecereis.” Mateus 7:16


Comente FRUTO e compartilhe com alguém que precisa dessa reflexão.


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𝐋𝐄𝐌𝐁𝐑𝐀𝐍𝐃𝐎 𝐎𝐒 𝐌Á𝐑𝐓𝐈𝐑𝐄𝐒




Neste dia em 1972, Watchman Nee foi um dos líderes cristãos mais influentes do século XX. Nascido na China, dedicou sua vida à pregação do Evangelho, ao discipulado e ao fortalecimento da Igreja em meio a tempos de profunda instabilidade.

Ao longo de seu ministério, milhares de pessoas foram impactadas por suas mensagens e escritos, que até hoje continuam edificando cristãos ao redor do mundo.

Em 1952, durante o regime comunista chinês, Watchman Nee foi preso por se recusar a abandonar sua fé em Cristo. Mesmo diante da perseguição, permaneceu firme em seu testemunho.

Ele passou cerca de vinte anos na prisão. Em 1972, morreu encarcerado, longe da liberdade, mas sem negar aquilo em que acreditava.

Após sua morte, encontraram ao lado de sua cama um pequeno papel escrito:

“Cristo é o Filho de Deus que morreu pela redenção dos pecadores e ressuscitou após três dias. Esta é a maior verdade do universo. Eu morro por causa da minha fé em Cristo.”

A vida de Watchman Nee nos lembra que existem verdades pelas quais vale a pena permanecer fiel, mesmo quando o custo é tudo.


#missaomais #cristãosperseguidos #pelaigrejasofredora #cristãos #china

MILEI CORTA PROGRAMA PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E ALEGA "DESPERDÍCIOS"

 



O presidente da Argentina, Javier Milei, decidiu cortar programas de atendimento a pessoas com deficiência no país. O governo usa o argumento de que precisa combater desperdícios e reformar a burocracia estatal. Milei propõe mudar o sistema de pagamentos e limitar o acesso aos benefícios.

O governo argentino congelou repasses financeiros para organizações que atendem pessoas com deficiência. A medida, formalizada no último dia 18, afeta entidades que oferecem serviços terapêuticos e educacionais em todo o país.

No mesmo dia, a Justiça deu prazo de 72 horas para o governo restabelecer os pagamentos. A gestão de Milei, no entanto, recorreu da determinação.

Em abril deste ano, o governo argentino enviou um projeto de lei ao Congresso prevendo que os prestadores de serviço aos deficientes negociem diretamente com seguradoras e governos locais.

A gestão ainda fechou a agência nacional de deficiência e demitiu servidores. Sob acusações do governo de que havia corrupção na antiga gestão, os programas foram transferidos para o Ministério da Saúde.

Com as medidas adotadas pelo governo, as entidades prestadoras de serviço ficam sufocadas pela falta de verba. As organizações enfrentam dívidas crescentes, já que os reembolsos do Estado estão atrasados e abaixo da inflação acumulada.

Para reduzir custos, as instituições cortam funcionários e reduzem o atendimento. Apesar do anúncio recente, a falta de verba é anterior. Sem receber os repasses, cerca de 50 centros terapêuticos fecharam as portas só em 2026, principalmente em áreas rurais.

Segundo o governo, as medidas buscam enxugar gastos “desnecessários” e assegurar o superávit orçamentário para pagar os juros da dívida pública.

A presidência acusa a ocorrência de fraudes nos cadastros de benefícios. Autoridades denunciaram que pessoas falsificavam exames médicos para receber a ajuda financeira indevidamente.


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🤳 Getty Images

EQUIPE DE FLÁVIO BOLSONARO REAGE APÓS GOVERNISTAS PEDIREM INVESTIGAÇÃO A PGR

 


A equipe de pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu, neste sábado (30/5), à representação enviada por parlamentares da base do governo Lula à Procuradoria-geral da República (PGR), pedindo a apuração da atuação de Flávio em viagem aos Estados Unidos nesta semana.

O documento, assinado por parlamentares do Psol e da Rede Sustentabilidade, pede que a PGR investigue se Flávio atentou contra a soberania do Brasil ao pedir ao governo estadunidense a classificação das facções terroristas PCC e CV como organizações terroristas.

Para a equipe de Flávio, a representação é “mais uma demonstração de que a esquerda brasileira tenta utilizar o Judiciário como extensão de seu projeto político”.

Nota enviada ao Metrópoles, assinada pelo coordenador da pré-campanha, senador Rogério Marinho (PL-RJ), afirma que “é inaceitável que, enquanto o Brasil sofre sob o domínio de facções criminosas, parlamentares se mobilizem para criminalizar o esforço de buscar cooperação internacional contra o terrorismo”.

“Se o crime que nos acusam é o de buscar apoio de nações amigas para asfixiar as finanças das facções e unir forças para proteger a população do terror e da violência, assumimos essa culpa com convicção”, complementa.

Por fim, a equipe de Flávio afirma que “a soberania nacional serve para garantir a segurança do cidadão de bem, e não para servir de escudo a quem aterroriza o povo”.

Os Estados Unidos classificaram as facções criminosas PCC e CV como “organizações terroristas estrangeiras”, nessa quinta-feira (28/5).

Os grupos criminosos brasileiros foram incluídos em duas listas: Terroristas Globais Especialmente Designados e Organizações Terroristas Estrangeiras.

A medida foi anunciada dois dias depois de o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) se reunir com o presidente Donald Trump na Casa Branca.

O governo federal rechaçou a medida e afirmou que pode atingir a soberania do Brasil, afirmando que é um “retrocesso no combate ao crime, um risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país”.


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🤳 Andressa Anholete/Agência Senado

sábado, 30 de maio de 2026

DEUS NÃO OPERA POR MÉRITOS HUMANOS: PASTOR AFIRMA QUE MILAGRES E MARAVILHAS NÃO DEPENDEM DE JEJUM E ORAÇÃO

 



Durante sua participação no Eu Acredito Podcast, Eu Acredito TV, apresentado pelo pastor Fábio Santos, o pastor David Miranda Neto, neto do fundador da Igreja Deus é Amor, afirmou que os milagres e maravilhas já diminuíram nas igrejas, não apenas em sua denominação, mas em todo o cenário evangélico.

Em tom direto, ele declarou: “Já diminuiu. Só não admite isso quem está consumido pelo orgulho ou quer tapar o sol com a peneira.”

Segundo ele, experiências vividas na infância, especialmente na época de seu avô, David Miranda, marcaram um período de manifestações intensas que já não são vistas com a mesma frequência hoje.

“Quando eu era criança, eu vi coisas sensacionais com os meus próprios olhos. E, neste século, a partir dos anos 2000, diminuiu. Aquilo que a gente viu nas décadas de 80 e 90 já não tinha mais. Não é porque meu avô perdeu a unção, é porque Deus quis fazer mais.”

O pastor citou ainda outras igrejas ao reforçar seu argumento, mencionando a Brasil para Cristo, ligada ao nome de Manuel de Melo, conhecida por relatos de milagres no passado.

“A gente tem o Manuel de Melo, Brasil para Cristo, que já ressuscitou defunto também. Isso está acontecendo lá hoje? Não, e não é por falta de santidade, é que Deus faz do jeito que Ele quer”, afirmou.

A entrevista completa está disponível no canal do Eu Acredito Podcast. Link do vídeo nos stories.


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GOIÁS SOCIAL EM AÇÃO É ABERTO EM ÁGUAS LINDAS COM GRANDE MOBILIZAÇÃO DE SERVIÇOS GRATUITOS À POPULAÇÃO




A manhã desta sexta-feira (29) marcou a abertura oficial do programa *Goiás Social em Ação* em Águas Lindas de Goiás, reunindo autoridades estaduais, municipais e representantes das forças de segurança em uma grande mobilização voltada ao atendimento social, cidadania e promoção da qualidade de vida da população.

A ação acontece na área ao lado da Feira Central, próximo ao Águas Lindas Shopping, e segue durante esta *sexta-feira até às 17h e no sábado (30), das 8h às 12h,* oferecendo diversos serviços gratuitos nas áreas de saúde, assistência social, documentação, esporte, orientação jurídica, habitação e inclusão social.

O evento é realizado em parceria entre o Governo de Goiás e a Prefeitura Municipal de Águas Lindas de Goiás. A gestão do prefeito *Dr. Lucas Antonietti* reforça, por meio da iniciativa, o compromisso com a promoção da cidadania, inclusão social e acesso aos serviços essenciais para a população águaslindense.

A Secretaria Municipal de Assistência Social, sob o comando do secretário *Éder Nunes*, também participa ativamente da organização e apoio à ação, fortalecendo as políticas públicas voltadas às famílias em situação de vulnerabilidade social no município.

Participaram da solenidade de abertura o governador *Daniel Vilela*, a primeira-dama e coordenadora do Goiás Social, *Iara Vilela*, e o prefeito *Dr. Lucas Antonietti*, que destacaram a importância da união entre Estado e município para garantir dignidade, atendimento humanizado e qualidade de vida à população.

Também estiveram presentes o assessor regional *Rodrigo Ribeiro*; o organizador do Goiás Social, *Wilson Júnior*; os deputados federais *José Nelto* e *Ismael Alexandrino*; o deputado estadual *Anderson Teodoro*; o secretário de Estado de Desenvolvimento Social, *Wellington Matos*; a secretária-geral da OVG, *Adryanna Caiado*; a presidente do IQUEGO, *Lays Viana*; a defensora pública *Jéssica Angelo*; a vice-prefeita *Aleandra Sousa*; o presidente da Câmara Municipal, *Oliveira Junior*; vereadores; secretários municipais; além de diversas lideranças políticas e autoridades estaduais e municipais.

Entre as demais autoridades presentes estiveram o ex-prefeito de Águas Lindas *Hildo do Candango*; o ex-deputado *Delegado Waldir*; o ex-presidente da GOINFRA *Pedro Sales*; e o ex-deputado *Zé da Imperial*.

Representando as forças de segurança, participaram o comandante da Polícia Militar, *Coronel Felício**; o representante do Corpo de Bombeiros Militar, Major Lins*; a comandante do Batalhão Maria da Penha, *Major Karina*; e o representante da Polícia Civil, *José Eurípedes*.

Durante o Goiás Social em Ação, a população conta com uma ampla oferta de serviços gratuitos, entre eles:

• Atendimento jurídico e orientação pela Defensoria Pública;

• Emissão de documentos e serviços do Vapt Vupt;

• Vacinação, mamografia, exames preventivos e atendimento oftalmológico;

• Cadastro e atualização do CadÚnico;

• Renegociação de débitos e serviços da Saneago;

• Programas sociais como Mães de Goiás, Goiás Por Elas e Aprendiz do Futuro;

• Emissão de carteira de identidade pela Polícia Civil;

• Orientações do Batalhão Maria da Penha;

• Serviços habitacionais da Agehab;

• Linhas de crédito e orientações da Goiás Fomento;

• Atividades esportivas, lazer infantil e Rua do Lazer;

• Doações e benefícios ofertados pela OVG;

• Inscrições para cursos profissionalizantes e oportunidades de emprego;

• Aferição de pressão arterial e glicose;

• Exposição e orientações de primeiros socorros realizadas pelo Corpo de Bombeiros.

A iniciativa fortalece a parceria entre Governo de Goiás e Prefeitura de Águas Lindas, garantindo que os serviços essenciais cheguem diretamente à população de forma acessível, humanizada e eficiente.


*Fonte: ASCOM*


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sexta-feira, 29 de maio de 2026

Visita técnica acompanha início do asfaltamento na Vicinal Maranata




Na manhã desta quinta-feira (28/05), às 9h, foi realizado o início das obras de asfaltamento da Vicinal Maranata, importante via que liga a região do Coimbra à Brazlândia. A agenda teve como objetivo acompanhar o começo dos serviços e reforçar o compromisso da gestão do prefeito Dr. Lucas Antonietti com a melhoria da infraestrutura urbana e rural de Águas Lindas de Goiás.

A obra representa um importante avanço para a mobilidade da região, garantindo mais segurança, conforto e qualidade de vida para moradores, produtores rurais e trabalhadores que utilizam diariamente a via.

O investimento de R$ 5 milhões, viabilizado por emenda do deputado estadual Anderson Teodoro em parceria com a gestão do prefeito Dr. Lucas Antonietti, garante a realização de uma obra aguardada há décadas pela comunidade.

Estiveram presentes o prefeito Dr. Lucas Antonietti, a vice-prefeita Aleandra Sousa, o deputado estadual Anderson Teodoro, o secretário municipal de Infraestrutura e Obras Everaldo Veículos, o presidente da Câmara Municipal Oliveira Júnior, além de engenheiros da Prefeitura e da empresa responsável pela execução da obra, equipes técnicas, vereadores, secretários municipais e representantes da comunidade.

A pavimentação da Vicinal Maranata é uma demanda histórica da população e terá impacto direto no escoamento da produção local, na rotina dos trabalhadores e na mobilidade entre as regiões, além de contribuir para a redução de transtornos enfrentados pelos usuários da via.

Moradores celebraram o início das obras após anos de espera e destacaram a importância do investimento para o desenvolvimento da região e valorização das comunidades locais.

A Prefeitura segue acompanhando de perto todas as etapas da execução da obra, reforçando o compromisso da gestão do prefeito Dr. Lucas Antonietti de continuar investindo em infraestrutura, mobilidade e desenvolvimento, promovendo melhorias concretas para toda a população de Águas Lindas de Goiás.


*Fonte: ASCOM*


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quinta-feira, 28 de maio de 2026

IGREJAS QUE NASCEM DA DIVISÃO: UMA MALDIÇÃO DISFARÇADA DE AVIVAMENTO



POR Pr. Kleiton Fonseca

Via:ØsReførmađos


RESUMO

O presente artigo busca abordar criticamente o fenômeno contemporâneo da proliferação de igrejas evangélicas oriundas de divisões internas, em vez de missões organizadas e legitimadas pela igreja visível. Por meio da análise bíblica, teológica e pastoral, este trabalho propõe um retorno ao padrão apostólico de plantação de igrejas, baseado na unidade, no chamado e na missão. Faz-se uso de experiências pessoais e comentários de teólogos e missionários históricos, a fim de demonstrar que a divisão eclesiástica, quando motivada pela carnalidade, é uma maldição disfarçada de crescimento.


Palavras-chave: Divisão. Igreja. Missão. Unidade. Plantação. Ministério.

“Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo o próprio Cristo Jesus a principal pedra de esquina.” (Ef2.20)


1 INTRODUÇÃO

A narrativa de Atos dos Apóstolos fornece o modelo neotestamentário para a plantação de igrejas: oração, jejum, reconhecimento comunitário e envio pela igreja mãe sob a direção do Espírito Santo (At 13.1-4). Não há espaço nas Escrituras para a fundação de comunidades eclesiásticas fruto de rebeldia ou divisão. Segundo John Stott:

“A missão da igreja está inseparavelmente ligada à sua unidade. A desunião da igreja desmente o evangelho que ela prega.”


2 A LEI DA SEMENTE E O PRINCÍPIO DA ORIGEM

A Bíblia ensina que “tudo o que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6.7). Igrejas semeadas em contenda colherão frutos de escândalo, desordem e frieza espiritual. Como afirmou David Brainerd:

“A obra de Deus não pode ser feita com espírito carnal. A ambição que divide o rebanho, mancha o altar.”


3 MOTIVAÇÃO MISSIONÁRIA: AMOR PELAS ALMAS, NÃO VITRINE RELIGIOSA

Jesus declarou que veio buscar e salvar o perdido (Lc 19.10). Esse deve ser o norte de toda plantação de igreja. Quando uma comunidade nasce para “mostrar que também pode” ou por causa de desentendimentos, não é um projeto do céu, mas uma construção da carne. A.W. Tozer afirmou:

“É possível que uma igreja cante hinos com fervor, mas se a motivação for orgulho e competição, Deus os rejeita como barulho vazio.”


4 EXPERIÊNCIA PESSOAL: QUATRO IGREJAS, QUANDO O CAMINHO REVELA A VERGONHA

Não posso deixar de compartilhar uma experiência que se repete a cada semana: todas as vezes que sigo rumo à nossa congregação, passo por quatro igrejas, uma de frente para a outra. Todas com placas diferentes, nomes distintos, sons altos, estilos variados. Cada uma afirma cantar ao mesmo Deus, pregar sobre o mesmo Cristo e ser templo da mesma Presença. Mas nenhuma se saúda, nenhuma coopera, nenhuma reconhece a outra como parte do mesmo Corpo.

Essa cena revela o fruto de um espírito divisionista que se disfarça de avivamento. É um retrato doloroso de um cristianismo que diz falar línguas celestiais, mas não consegue falar a língua que Deus nos deu para a comunhão humana: o diálogo, o perdão, a unidade.


5 REQUISITOS PARA O MINISTÉRIO: PASTORES, NÃO POLÍTICOS

Conforme 1 Timóteo 3 e Tito 1, o ministério pastoral exige caráter, doutrina e testemunho. Não basta ter “chamado” emocional ou ambição. É preciso ser irrepreensível, apto para ensinar, manso, hospitaleiro, fiel no lar e respeitado por fora. Segundo Hernandes Dias Lopes:

“Divisões no Corpo de Cristo são cicatrizes que envergonham o nome de Jesus diante do mundo. A igreja que nasce da carne, opera na carne e morre na carne.”


6 O FUNDAMENTO DOS APÓSTOLOS: A BASE INEGOCIÁVEL

Efésios 2.20 afirma que a igreja deve estar “edificada sobre o fundamento dos apóstolos”. Isso implica em fidelidade à doutrina, submissão à Palavra e comunhão eclesiástica. Igrejas que nascem desconectadas do Corpo maior e que desprezam a tradição apostólica estão construídas sobre areia.


7 UM CLAMOR POR ARREPENDIMENTO E REFORMA

É tempo de chorar pelos nossos pecados e buscar uma reforma profunda na eclesiologia contemporânea. Precisamos voltar ao padrão bíblico: igrejas enviadas, não divididas; pastores vocacionados, não autopromovidos; evangelho puro, não marketing religioso.


8 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Divisão nunca foi missão. É tempo de arrependimento e retorno à simplicidade bíblica. Igrejas devem nascer por vocação, envio e amor, não por disputa, mágoa ou desejo de controle. A plantação eclesiástica é algo sagrado — jamais deve ser banalizado. Que o Senhor levante igrejas bíblicas, comprometidas com a verdade e com a comunhão.

“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam.” (Sl 127.1)

“Todo reino dividido contra si mesmo será arruinado, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá.” (Mt 12.25)

Plantar igrejas é bíblico, glorioso e necessário. Mas plantar igrejas sem amor, sem unidade, sem submissão à Palavra — é maldição, não missão. Que o Senhor nos dê discernimento para reconhecer quando a “visão” é apenas divisão, e coragem para rejeitar fundações construídas sobre feridas não tratadas.

Precisamos de igrejas que nasçam como resposta ao clamor do céu, e não como reflexo da disputa na terra.


REFERÊNCIAS

BÍBLIA. Almeida Revista e Atualizada. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993.

BRAINERD, David. Journals and Letters. 1745.

LOPES, Hernandes Dias. A igreja que Deus abençoa. São Paulo: Hagnos, 2013.

STOTT, John. A missão cristã no mundo moderno. Viçosa: Ultimato, 2001.

TOZER, A. W. A igreja: a grande paixão de Cristo. São Paulo: Mundo Cristão, 1950.

quarta-feira, 27 de maio de 2026

LULA DEVE ELEVAR PISO SALARIAL DO PROFESSOR PARA R$ 5,1 MIL




 O Senado aprovou nesta terça-feira (26) a medida provisória que fixa o piso salarial nacional dos professores da educação básica em R$ 5.130 para o ano de 2026.

O texto, que já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados, segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A proposta também altera a fórmula de reajuste da categoria. Pela nova regra, o aumento anual do piso passará a considerar a inflação medida pelo INPC somada a parte do crescimento das receitas do Fundeb, principal fundo de financiamento da educação pública no Brasil.

A medida impacta redes municipais e estaduais de ensino em todo o país e reforça o debate sobre valorização dos profissionais da educação.


Acompanhe esta matéria na íntegra pelo link da bio 🔗


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