AO LADO DO NOVO SUPERMERCADO TATICO EM ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS

AO LADO DO NOVO SUPERMERCADO TATICO EM ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS
AO LADO DO NOVO SUPERMERCADO TATICO EM ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS

domingo, 16 de junho de 2019

Em Goiás --Prefeituras se recusam a assumir responsabilidades estaduais, propostas pelo governo

Prefeitos não têm recurso financeiro e humano para ajudar o governador em serviços de execução exclusiva do Estado
Promotoria de Justiça de Itapirapuã recomendou que a Goinfra reconstrua parte da GO-070, no trecho entre Matrinchã e Cidade de Goiás | Foto: Ministério Público de Goiás



Prefeitos do interior de Goiás se recusam a assumir serviços de responsabilidade do Estado, principalmente os mais onerosos aos cofres públicos, como recapeamento de buracos em rodovias estaduais e o custeio integral do funcionamento do Vapt Vupt; um serviço de atendimento ao cidadão.
A ofensiva do Estado acontece desde o início do mandato de Ronaldo Caiado (DEM), em janeiro, segundo prefeitos entrevistados pelo Jornal Opção, e as tentativas persistem em diversos encontros, seja em reunião na capital ou no respectivo Paço Municipal.
Algumas conversas ocorrem por meio de emissários oficiais, principalmente secretários de governo e assessores próximos ao governador, que usam prefeitos aliados para disseminar o “pedido de ajuda”, como um telefone sem fio.
No caso do recapeamento de rodovias estaduais, a investida se deu oficialmente, em convocação de prefeitos pela Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), que propôs convênio para repassar os ônus de manutenção aos ombros das Prefeituras. Algumas assinaram. Outras não, segundo o presidente da Associação Goiana de Municípios e prefeito de Hidrolândia, Paulo Sérgio de Rezende (PSDB).
Os signatários do convênio encontram dificuldade financeira para executar o recapemento de rodovias que circundam seu município. Como a proposta da Goinfra se limitou a oferecer assistência técnica, uma espécie de “apoio emocional”, como definiu um prefeito, o recado foi entendido: o Estado não consertará as rodovias estaduais por conta própria, pelo menos por enquanto.
O recapeamento das rodovias estaduais é de responsabilidade exclusiva do Estado, como esclarece o prefeito de Vianópolis, Issy Quinan (PP). “O Estado deve tomar providências para a manutenção e conservação de rodovias. Inclusive, é ele quem arrecada recurso público para tal finalidade. A competência dos municípios é manter as áreas urbanas”.
A Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) respondeu, via nota, que a parceria com prefeituras em rodovias só ocorre por meio de Termo de Cooperação​. Segundo o órgão, mais de 50 municípios assinaram o termo.
E em relação à manutenção da malha rodoviária, a agência afirma que 6 mil quilômetros de trechos críticos de rodovias goianas passaram por serviços de manutenção em 2019, desde a retomada dos trabalhos das empresas com contrato em andamento.
“Somente no mês de maio, foram concluídas atividades em aproximadamente 2.300 quilômetros de rodovias pavimentadas e não-pavimentadas. As empresas contratadas atuam em 85% da malha viária e a elaboração de processo de licitação está em fase final para as demais regiões, onde a Goinfra atua com reparos emergenciais”, diz a nota do órgão.  
Contudo, o Ministério Público de Goiás ajuizou ação civil pública contra a Goinfra, na quarta-feira, 12, e o Estado de Goiás pela suposta omissão na manutenção preventiva da rodovia GO-463.
De acordo com o procurador de Justiça autor da ação, Bernardo Monteiro Frayha, o trecho entre a BR-020 e a cidade de Divinópolis está “esburacado e degradado”. A suposta má conservação da rodovia pode causar prejuízos financeiros aos motoristas que usam o trecho e aumenta o risco de acidentes.
Trecho da GO-070 fotografado pela Promotoria de Justiça da comarca de Matrinchã. Pedido de conserto da rodovia foi entregue pessoalmente ao presidente da Goinfra | Foto: Ministério Público de Goiás
O procurador requereu liminarmente que a Goinfra seja obrigada a tapar os buracos daquela região, sob pena de multa diária de R$ 30 mil e bloqueio de recursos disponíveis em caixa se o órgão não executar o serviço.
No dia 25 de abril, a promotora de Justiça Renata Ribeiro e Silva, da Promotoria de Justiça da comarca de Itapirapuã, pediu que a Goinfra reconstrua parte da rodovia GO-070, no trecho entre Cidade de Goiás e Matrinchã.
De acordo com o relatório da promotora, “é pública e notória a situação intransitável e intrafegável do pavimento asfáltico da rodovia, o que tem colocado em risco a vida de quem trafega pela região”. O documento foi entregue pessoalmente ao presidente da Goinfra, Enio Caiado Rocha Lima.
A promotora lembrou em sua ação, relacionando julgamentos anteriores do Superior Tribunal de Justiça (STJ), “que o órgão público responsável pela manutenção da rodovia responderá civilmente por acidentes ocasionados devido à falta de sinalização ou excesso de buracos nas estradas sob sua competência”.
Prefeita de Cidade de Goiás, Selma Bastos, reconhece a situação ruim das rodovias goianas e se dispôs a assinar convênio para tapar buracos, mesmo não tendo condições de fazê-lo | Foto: Reprodução
A prefeita de Cidade de Goiás, Selma Bastos (PT), recebeu ligação do chefe de gabinete do presidente da Goinfra, em fevereiro, para assinar o termo de cooperação. Apesar de a prefeita responder positivamente ao chamado do governo, a proposta parece ter sido esquecida ao desligar a chamada.
O apelo da Goinfra é para que as prefeituras assumam a responsabilidade de tapar os buracos da rodovias estaduais, enquanto o órgão doa a massa asfáltica para o serviço. “Eles enviariam um engenheiro para fazer os relatórios técnicos e doariam a matéria-prima para as prefeituras. A mão de obra para o serviço e os caminhões para buscarem a matéria-prima ficariam por nossa conta”, explica Selma.
No entanto, a prefeita não tem mão de obra municipal para realizar a empreitada do Estado. “Seria muito difícil. Me coloquei à disposição para ajudar nesse mutirão preocupada com as vidas que transitam diariamente na GO-070. Mas nem sei como seria essa parceria com os municípios vizinhos ao meu”, afirma Selma.
O gabinete da prefeita recebeu, também em fevereiro, um ofício da Secretaria de Estado de Administração (Sead) pedindo que ela assumisse o aluguel da unidade do Vapt Vupt. O Estado paga cerca de R$ 8 mil mensais em um edifício no centro da cidade. Segundo a prefeita, o valor pode parecer baixo, mas prejudicaria substancialmente suas contas no fim do mês.
Unidade do Vapt Vupt da Cidade de Goiás custa R$ 8 mil por mês ao cofre estadual. Prefeitura da cidade não tem condições de pagar aluguel para o governo | Foto: Reprodução
Atualmente, a Prefeitura de Cidade de Goiás arrecada cerca de R$ 2 milhões em receita corrente líquida. Desse valor, Selma paga mensalmente precatórios de antigos prefeitos – de R$ 20 milhões de valor total, ela já pagou R$ 8 milhões -, parcela do transporte público escolar, que o governo deve R$ 200 mil de repasses atrasados e despesas correntes da máquina municipal.
Selma ressalta que mantém relação republicana com o governo, independente de ideologia partidária. Ronaldo Caiado esteve no município durante a Semana Santa, por quatro dias, e participou de eventos públicos e privados com a prefeita. “Estamos conversando. Ele se mostra muito receptivo com as demandas das prefeituras”, afirma Selma Bastos.
O município de Anápolis, a 60 quilômetros da capital, teve obras prejudicadas pela falta de repasse do Estado, desde janeiro, em locais de parceria entre a prefeitura e o programa Goiás na Frente. O Paço Municipal assinou quase R$ 10 milhões em convênios com o Estado, em 2018, para finalizar quatro feirões cobertos, um centro de acolhimento para idosos, um novo centro administrativo municipal e o recapeamento em vários bairros da cidade.
A prefeitura local declarou publicamente, em entrevistas anteriores, que vai assumir as obras com verbas municipais em cerca de R$ 8 milhões.

Asfalto e obras paradas

O nome do prefeito de Vianópolis, Issy Quinan (PP), também constava na lista de convidados a celebrarem o termo de cooperação, no entanto, não assinou. “A Goinfra me procurou para assinar um convênio para tomar conta de uns trechos que ligam meu município a municípios vizinhos. Mas entendo que o governo tem que assumir o ônus e o bônus de ser governo”, afirma Quinan.  
Prefeito de Vianópolis, Issy Quinan, diz que não precisa de apoio técnico da Goinfra para tapar buracos. O que falta é dinheiro | Foto: Alexandre Parrode
O prefeito afirma ainda que não existe propósito que motive os colegas a manterem essa linha de diálogo com o governo, que deveria, contudo, ter bom senso de não propor repassar suas responsabilidades aos municípios.
Quinan diz que não precisa de apoio técnico da Goinfra para tapar buracos por dispor de quadro profissional qualificado para a atividade. O que falta é dinheiro. “Precisamos de recursos para dar sequência as obras paralisadas do programa Goiás na Frente e demais convênios que o Estado assinou com os municípios e não cumpriu. O problema é do Estado, não dá para separar a pessoa física da jurídica nessas horas”, refere-se o prefeito ao discurso do governador Ronaldo Caiado de que seu antecessor o prejudicou financeiramente.
Segundo o presidente estadual do PSDB e prefeito de Trindade, Jânio Darrot, algumas cidades são mais distantes de seus vizinhos, como Mozarlândia e Nova Crixás, o que encarece a manutenção pelos trechos serem mais longos. “O recapeamento dentro dos municípios é um pouco mais simples em relação às rodovias. E prefeituras menores não têm equipamento e mão de obra para exercer esse tipo de atividade. Não vejo como política de resultado”, opina Darrot.
Como o município não tem capacidade técnica para recapear rodovias, Darrot sugere que o Estado realize o serviço via mão de obra própria (Goinfra) ou empresa terceirizada.

AGM diz que municípios não têm recursos

O presidente da Associação Goiana dos Municípios (AGM) e prefeito de Hidrolândia, Paulo Rezende, reforça que a associação é contra repassar mais responsabilidades estaduais aos municípios. “Não por questão política, mas por falta de recurso financeiro”.
Um prefeito, que preferiu não se identificar, relatou série de conversas entre outros prefeitos num grupo de Whatsapp, onde cobravam postura mais energética da AGM perante o governo estadual.
Paulo Sérgio de Rezende, prefeito de Hidrolândia e presidente da AGM, ressalta que a associação é contra o Estado repassar suas obrigações aos prefeitos | Foto: Jornal Opção
Na terça-feira, 11, o prefeito de Bonfinópolis, Kelton Pinheiro (PSB), representou a AGM numa reunião com a secretária Estadual de Educação, Fátima Gavioli, e cobrou pagamento de parcelas atrasadas de repasses ao transporte escolar público municipal. A dívida do Estado com prefeitos, segundo Vilarinho, totalizam R$ 41 milhões de quatro prestações de 2018.
Pinheiro e Gavioli assinaram proposta de quitação em 12 parcelas subsequentes, com primeiro pagamento para agosto deste ano. O documento precisa de aval do governo, que será submetido ao governador ainda em junho, segundo a AGM.  
Há ruídos na relação das prefeituras com o Estado, independente de quem apoiou ou não Ronaldo Caiado na eleição de 2018. “No caso do transporte escolar, os municípios pagaram os prestadores de serviços e não receberam do estado. Mas entendemos que deu tempo de arrumar a casa. O governador não pode falar para sempre que é culpa da oposição”, disse ainda o prefeito, que prefere não se expor. No entanto, pondera que as parcelas de janeiro de 2019 para cá estão sendo pagas. A rixa, segundo ele, está na persistência de usar discurso de campanha para não pagar dívidas da gestão passada.

Economia de R$ 51 milhões em aluguéis do Vapt Vupt

O Estado quer economizar mais recursos entregando o funcionamento das unidades do Vapt Vupt integralmente aos prefeitos, já que muitos municípios pagam o aluguel para o governo e emprestam servidores municipais para trabalhar nas unidades. A medida traria economia de R$ 51 milhões mensais aos cofres públicos estadual.
Restaria apenas terminarem de colocar seus servidores para atender a população, enquanto o Estado extinguiria os seus cargos comissionados em Vapts Vupts para enxugar a máquina pública. “Mas a proposição não prosperou”, disse o prefeito de Hidrolândia, Paulo Rezende.
A Assessoria de Comunicação Social da Secretaria Estadual de Administração (Sead) foi procurada na quinta e sexta-feira, 13 e 14, que não enviou resposta oficial quanto à transferência de aluguel aos prefeitos. Informaram, por telefone, que se trata de parceria entre o Estado e as prefeituras para que encontrem espaço nos municípios sem ônus às duas partes.

Prefeitos dizem “ajudar demais” o governo

Os prefeitos Issy Quinan (Vianópolis), Jânio Darrot (Trindade) e Paulo Sérgio de Rezende (Hidrolândia) concordam que as prefeituras “ajudam demais” o Estado goiano. Em seus municípios, pagam aluguel de quase todos os órgãos estaduais presentes na cidade. Eles citam, principalmente, órgãos de segurança pública: Polícias Militar e Civil, Detran e Corpo de Bombeiros.
Prefeito de Trindade, Jânio Darrot, não enxerga esses repasses de responsabilidade como política de resultado | Foto: Fábio Costa/Jornal Opção
Todos eles disseram arcar, especialmente, com o aluguel das Delegacias de Polícia Civil. Caso não pagassem, o Estado não estaria presente em suas cidades. O Detran, por meio do Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito), atua nos municípios, em situações de emplacamento e transferência regional de placa de veículos, em espaços cedidos pelos prefeitos.
Na cidade administrada por Jânio Darrot, em Trindade, a prefeitura também empresta servidores públicos municipais aos órgãos do Estado para trabalharem em funções administrativas. Eles estão presentes no Corpo de Bombeiros, Secretaria Estadual de Fazenda, Polícias Militar e Civil, Ciretran, Vapt Vupt e outros órgãos.
“Ajudamos o Estado como podemos: pagando aluguel para funcionamento de Delegacias de Polícia civil; emprestando servidores para serviços administrativos; emprestamos servidores para o Vapt Vupt e outros órgãos do estados. Mas não temos mais condições de arcar com obrigações do governo”, relata Jânio Darrot.
Os municípios estão sobrecarregados com gastos de Saúde, Educação, limpeza urbana e urbanizaçao, segundo os entrevistados.
“O município é a parte mais fraca da cadeia. A União recebe 72% dos impostos pagos pelos cidadãos, os Estados ficam com o restante, e os prefeitos ficam numa situação difícil, vivendo através de repasses, que estão cada vez mais curtos”, conta Darrot.
Segundo Issy Quinan (Vianópolis), o governo ainda não promoveu interlocução a nível municipal com nenhuma prefeitura. “Todas as prefeituras ajudam o estado na manutenção de órgãos públicos estaduais. O governo deveria ajudar a gente também. Essas propostas do governo são descabidas”, dispara Quinan.  

Convênios com Estado acabam em 2019

Goinfra diz ter recapeado 6 mil quilômetros de rodovias estaduais neste primeiro semestre | Foto: Goinfra
Trindade possui convênio com a Goinfra vigente até 31 de dezembro de 2019, no valor de R$ 437 mil, para construção de pontes pré-moldadas de concreto em Córrego Bugre e Rio Fazendinha, segundo dados de contratos em execução no Portal da Transparência do governo estadual.
Outro convênio que o município mantinha com o Estado acabou em 31 de dezembro de 2018 para recapeamento de buracos. Celebrado com a Secretaria Estadual de Governo em 2017, a prefeitura recebeu R$ 9,6 milhões e precisou investir, em contrapartida, R$ 97 mil.
Hidrolândia mantém um convênio em execução com a Secretaria Estadual de Educação para construir uma escola municipal na cidade. A prefeitura arca com R$ 108 mil de contrapartida no convênio, enquanto o Estado investe R$ 940 mil. Esse convênio vigora até cinco de agosto de 2019.
A Prefeitura de Vianópolis mantinha apenas um contrato com o governo para construção de cemitério, que vigorou entre 2017 e fevereiro de 2019, no valor de R$ 3,2 milhões, por parte do Estado, e contrapartida de R$ 32 mil da prefeitura.

Fonte:Jornal Opção

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Governo acaba com obrigatoriedade de simulador para tirar carteira


(Foto: Reprodução)
(Foto: Reprodução)
O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, disse hoje (13/06) que o governo decidiu retirar a obrigatoriedade do uso de simuladores para a expedição da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A medida foi aprovada nesta quinta-feira durante a primeira reunião do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Além de acabar com a obrigatoriedade do uso de simulador, o Contran também diminuiu de 25 para 20 horas o número de aulas práticas para os aspirantes a habilitação da categoria B.
“A gente já vinha falando ao longo do tempo e hoje estamos tirando a obrigatoriedade dos simuladores, que passam a ser facultativos. Será uma opção do condutor fazer a aula ou não. Se ele julgar necessário que aquilo é importante para a formação dele, de que não está seguro de sair para aula prática, ele poderá fazer. Se não quiser, ele não terá que fazer a aula de simulador”, disse o ministro.
O prazo para a implementação da nova regra é de 90 dias. Com a mudança, o condutor terá que obrigatoriamente fazer 20 horas de aulas práticas. Se optar pelo uso do simulador, serão 15 horas de aulas práticas e 5 horas no equipamento.
“O simulador não tem eficácia comprovada, ninguém conseguiu demonstrar que isso tem importância para formação do condutor. Nos países ao redor do mundo, ele não é obrigatório, em países com excelentes níveis de segurança no trânsito também não há essa obrigatoriedade. Então, não há prejuízo para a formação do condutor”, disse Tarcísio.
De acordo com o ministro, a medida visa reduzir a burocracia na retirada da habilitação. O ministro disse estimar uma redução de até 15% no valor cobrado nos centros de formação de condutores.
“Isso é importante para muito centro de formação de condutores que não possuíam o equipamento. Agora eles não vão precisar adquirir o equipamento ou fazer comodato e isso certamente terá um custo na carteira. As aulas de simulador têm um custo diferente, mas dá para estimar que a gente vá ter uma redução de até 15%. A ideia é deixar que o mercado defina isso”, disse.
O Contran também reafirmou as mudanças nas placas Mercosul. As alterações ainda estão passando por ajustes técnicos e devem entrar em vigor até o final do ano. Com isso, o prazo para a implantação do novo modelo em todo o país, que era 30 de junho, foi adiado.
Entre as mudanças estão a eliminação de alguns elementos gráficos e a adoção de um QR Code, um tipo de código de barras bidimensional que pode ser ativado por telefones celulares equipados com câmera e outros equipamentos.
O código trará informações mais precisas, a exemplo do local de produção da placa, o estado onde ela foi encaminhada, o veículo emplacado, entre outras informações. Segundo o diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Jerry Dias, o objetivo é garantir mais segurança na identificação do veículo, com todo o processo produtivo passando por um rígido controle.
“O mais importante é que a nova placa possibilita um controle de todo o processo de emplacamento o que minimizará o risco de clonagem de placas. Com isso será possível saber onde a placa foi produzida, qual empresa fez, para onde foi encaminhada e em qual veículo ela está,” disse.
Segundo Dias, as mudanças visam dificultar a clonagem de placas e facilitar a fiscalização. “Aumentando a rastreabilidade, vamos dificultar a clonagem. A nova placa não tem condição de ser feita em qualquer lugar, alguém pode até tentar fraudar, mas isso vai ser descoberto na fiscalização, uma vez que não tem como reproduzir o mesmo código. Uma placa que não foi utilizada e for furtada, poderá ser cancelada antes que venha a ser usada em algum veículo. O controle é nacional”, disse Dias.
No Brasil, a placa começou a ser adotada em setembro do ano passado no Rio de Janeiro, no Amazonas, na Bahia, no Espírito Santo, no Paraná, no Rio Grande do Norte e no Rio Grande do Sul. Segundo o ministro, não haverá obrigatoriedade para que os proprietários de veículos troquem de placa.
“Ninguém vai ser obrigado a trocar de placa. Os carros que estão com as placas antigas, permanecem. Os carros novos é que terão a placa nova. Não vai ter ônus adicional”, disse.
(Com informações da Agência Brasil)
Fonte:Diário de Goiás 

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Justiça determina interdição total de presídio de Cristalina (GO)

Em maio, 18 detentos escaparam pulando o muro da unidade. Segundo o Ministério Público de Goiás, as fugas são frequentes


(foto: Maurenilson Freire/CB/D.A Press)


Duas semanas depois da fuga de 18 presos que pularam o muro do presídio de Cristalina (GO), o local será totalmente interditado e desativado e os internos, transferidos para outras unidades prisionais. A decisão partiu de uma ação civil pública movida pelo promotor de Justiça Ramiro Carpenedo Martins Netto, do Ministério Público de Goiás (MPGO), em 7 de junho.
 
Nesta terça-feira (11/6), o juiz Carlos Arthur Ost Alencar decidiu acolher o pedido liminar que também prevê multa diária de R$ 50 mil caso a determinação não seja cumprida. Apesar de o local ter sido projetado para receber 32 internos, tem hoje 166, ou seja, cinco vezes mais do que o previsto.
A ação movida pelo MPGO destaca as condições precárias do lugar e afirma situação de insalubridade para servidores, presos e comunidade local, uma vez que o presídio está no meio da cidade. Segundo o promotor, há relatos constantes de fugas, mortes e apreensão de drogas e celulares. Em uma das fugas relatadas houve, inclusive, troca de tiros entre policiais e comparsas dos fugitivos.
 
O promotor ressalta ainda que, antes de ser unidade de encarceramento, o local funcionava como fábrica de laticínios e, portanto, não tem vocação para estabelecimento penitenciário. Problemas elétricos na edificação poderiam causar tragédias afetando moradores próximos. Além disso, um interno teria dito que, em dias de chuva, as grades ficam energizadas e causam choques.
 
Na decisão, o juiz destacou a violação de direitos e garantias constitucionais que comprometem o funcionamento da unidade, tais como crimes sexuais, homicídios e a corriqueira prisão de companheiras de reclusos que tentam entrar no presídio com entorpecentes.
 
Há mais de quatro anos, a Corregedoria-Geral da Justiça de Goiás fez uma inspeção na unidade prisional e constatou extrema insalubridade, além da superlotação e as tentativas de fuga, já constantes à época.

Com informações do MPGO

Fonte:Correio Braziliense

terça-feira, 11 de junho de 2019

Oposição anuncia obstrução em votações até afastamento de Moro do Ministério da Justiça

A líder do governo no Congresso criticou a divulgação das mensagens por site e pediu punição para quem hackeou os celulares do ministro Sérgio Moro e de procuradores
Lula Marques/Câmara dos Deputados
Deputados da oposição falam sobre o envolvimento de Moro e Dallagnol nos processos contra o presidente Lula. Dep. Paulo Pimenta (PT-RS) e dep. Jandira Feghali (PCdoB-RJ)
Os líderes Paulo Pimenta (PT) e Jandira Feghali (Minoria) avaliam ações no Legislativo e no Judiciário
A oposição anunciou obstrução em todas as votações na Câmara dos Deputados até que Sérgio Moro seja afastado do Ministério da Justiça. A ação dos líderes da oposição foi definida após divulgação de reportagem pelo site Intercept Brasil de supostas ilegalidades na Operação Lava Jato, envolvendo o então juiz com os procuradores Deltan Dallagnol e Laura Tessler.
Os partidos querem que Moro se afaste do ministério para que investigações sobre possíveis interferências indevidas durante o julgamento sejam feitas de forma imparcial, já que o ministro é o chefe da Polícia Federal.

A líder da Minoria, deputada Jandira Feghali (RJ), disse que a oposição vai obstruir, inclusive, a apresentação do relatório da reforma da Previdência (PEC 6/19). Segundo ela, os partidos não vão permitir que nada seja votado até que medidas concretas sejam tomadas. "São atitudes criminosas diante da lei brasileira, há claro ferimento da imparcialidade, há promiscuidade entre poderes, e isso precisa ser investigado e deve levar ao afastamento do ministro Moro”, propôs Feghali.
Para o líder do PT, deputado Paulo Pimenta (RS), foi montado um conluio na condução da Lava Jato para impedir a candidatura de Lula e a vitória de Fernando Haddad nas eleições de 2018. Segundo Pimenta, é urgente que a Polícia Federal faça uma investigação isenta dos fatos, mesmo que um dos principais envolvidos nas denúncias seja o ministro da Justiça.

O líder informou ainda que há várias ações sendo discutidas no âmbito do Legislativo, como pedido de CPI para investigar o caso e convocação de Moro; e, no âmbito do Judiciário, pedir o afastamento do ministro e dos procuradores a fim de preservar as investigações.
Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Coletiva sobre a Reforma da Previdência. Dep. Joice Hasselmann ( PSL - SP)
A líder do governo no Congresso, Joice Hasselman: quero cadeia para o hacker que invadiu os telefones de Moro e dos procuradores
“Ele é nada mais, nada menos, que o chefe da PF. São medidas cautelares tanto em relação ao Moro quanto aos procuradores. Para que não interfiram nas investigações, não destruam provas, não coajam testemunhas, não apaguem rastros de eventuais crimes que cometeram”, afirmou.

Governo
A líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselman (PSL-SP), criticou a divulgação das informações. “Quero cadeia para o hacker que invadiu os telefones de Moro e dos procuradores”, disse.
Vice-líder do PL, o deputado Capitão Augusto (SP) considerou criminoso o vazamento das conversas e criticou a obstrução proposta pelos partidos de oposição.

“A Operação Lava Jato repatriou bilhões de reais para os cofres públicos e prendeu quadrilhas que saqueavam o Brasil. Queremos uma apuração rigorosa do site Intercept, que violou os celulares de autoridades do Brasil. Quem perde com a obstrução é o Brasil”, declarou.

Em nota, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, afirmou que as mensagens envolvendo seu nome não possuem qualquer anormalidade ou direcionamento de sua atuação enquanto magistrado. “Quanto ao conteúdo das mensagens que me citam, não se vislumbra qualquer anormalidade ou direcionamento da atuação enquanto magistrado, apesar de terem sido retiradas de contexto e do sensacionalismo das matérias, que ignoram o gigantesco esquema de corrupção revelado pela Operação Lava Jato”, diz a nota.
Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Geórgia Moraes

domingo, 9 de junho de 2019

Diretório --Daniel Vilela afasta possibilidade de disputar presidência nacional do MDB

“Meu nome foi lembrado por membros da bancada federal e algumas outras lideranças nacionais que defendem uma renovação à frente do diretório, mas não existe articulação nenhuma”
Foto: Fernando Leite / Jornal Opção




Antes ventilado como candidato a presidência nacional do MDB, o líder da sigla em Goiás, Daniel Vilela, garante que não tem trabalhado nesse sentido. “Meu nome foi lembrado por membros da bancada federal e algumas outras lideranças nacionais que defendem uma renovação à frente do diretório, mas não existe articulação nenhuma”.
Ainda conforme ele, “as coisas ainda estão muito incipientes e o partido tem muitos bons nomes para assumir esse projeto. É algo para ser decidido mais adiante. Já a construção de uma chapa consensual é uma prioridade de todos os membros do MDB. Acredito que há um bom clima para que o nome escolhido seja por unanimidade”.

Outros nomes

Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal, e Helder Barbalho, do Pará, também seriam possíveis candidatos. Sobre estes nomes, Daniel afirma que são dois grandes líderes da sigla, além de serem muito respeitados.
“Acho que ambos têm plenas condições de construir um novo projeto para o MDB. Só que para eles serem candidatos, teria de haver uma mudança no estatuto do partido para permitir que governadores assumam a função de presidente. Sendo resolvida esta questão, eu não teria dificuldade nenhuma de apoiá-los para construirmos uma chapa de consenso, caso resolvam mesmo se candidatar à função”.
Vilela reforça, mais uma vez, que o partido tem muitos bons nomes para a função. “Acredito que vamos construir esta chapa de forma consensual para, então, escolher quem tem melhores condições de representá-la”. A eleição está marcada para 4 de setembro. 

Fonte;Jornal Opção

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Relação comprometida-- Governador do DF, Ibaneis luta por obras que beneficiam cidades do entorno

Caiado, por sua vez, tem demonstrado resistência em firmar parceria com governador para articular recursos junto ao Governo Federal

Por Felipe Cardoso

A conturbada relação do Governo do Distrito Federal e o Governo de Goiás pode trazer ainda mais morosidade ao andamento de importantes projetos. A população do entorno tende a ser a mais penalizada, haja vista que divide os dois lados da batalha. O governador Ibaneis Rocha (MDB) demonstra interesse em uma aproximação, ao passo em que Ronaldo Caiado (DEM) transparece resistência.
A relação, que já não era muito estreita, se tornou ainda menos amigável quando Ibaneis resolveu testar uma viagem no trem que, assim que for concluído, vai beneficiar tanto a população de Goiás quanto do DF. Caiado não gostou e, conforme replicado pelo Jornal Opção, teria ligado para Ibaneis para lembra-lo que “Goiás tem governador”.
De acordo com pessoas ligadas ao governo distrital, o emedebista tem se empenhado para pôr fim às diversas pautas de interesse do entorno, no entanto, Caiado demonstra aversão ao diálogo. Apesar da falta de abertura por parte do democrata, Ibaneis dá sinais de que não deve titubear. O emedebista já declarou que não irá negligenciar a obra e que empenhará incentivo integral para colocar o trem em funcionamento.
De acordo com Ibaneis, o projeto necessita ainda de pequenos reparos nos trilhos e ferrovias e da construção de algumas estações de apoio. 
Vale lembrar que o governo do Distrito Federal contou com recursos liberados pelo ex-ministro das Cidades do governo Temer, Alexandre Baldy, para realização do projeto. Em março, após articulação de Ibaneis, o vice-presidente, Hamilton Mourão, também se comprometeu a viabilizar mais recursos.

Saúde

Em relação ao atendimento médico-hospitalar na região, a história se repete. A proximidade entre as duas unidades da federação é inegável e Ibaneis parece reconhecer isso. Tanto que tenta extrair o apoio de Caiado para concluir a construção de dois hospitais do entorno.
A ideia é a seguinte: o governo do Distrito Federal aplica todo o recurso necessário para conclusão dos hospitais. Em contrapartida, Caiado teria que ajudá-lo a reivindicar ajuda Federal para manutenção dessas unidades de saúde em funcionamento.
Em atividade, as novas unidades poderiam desafogar as filas dos hospitais de Goiás e também de Brasília. O Hospital de Águas Lindas já conta, inclusive, com equipamentos de tomografia e raio-x prontos para serem operados. Contudo, ao que tudo indica, o Caiado tem resistido também em fazer o papel de articulador.

Fonte;Jornal Opção

quarta-feira, 5 de junho de 2019

GDF Autoriza Construção Do Memorial Da Bíblia




Acordo foi fechado em reunião com o governador Ibaneis Rocha, nesta segunda-feira (3), no Palácio do Buriti

IAN FERRAZ, DA AGÊNCIA BRASÍLIA


O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, recebeu o secretário de Assuntos Religiosos, Kildare Araújo Meira, para tratar da lei que destina um terreno ao Memorial da Bíblia, que será construído sem custos para o GDF. Realizado nesta segunda-feira (3), o encontro contou com a presença do reverendo Erní Walter Seibert, diretor-executivo da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB).
Ibaneis Rocha conversou com os religiosos sobre a Lei nº 900/1995, que destina um terreno de 15 mil m² para a construção do Memorial da Bíblia, em área situada no Eixo Monumental, próximo ao entroncamento com a Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia). O espaço exato onde será construído o monumento serão definidos posteriormente.
A lei delega a responsabilidade de construir, administrar e manter o memorial ao Conselho Nacional de Pastores do Brasil (CNPB). De acordo com a SBB, será feito um acordo com o conselho para a construção e viabilização do museu. O chefe do Executivo autorizou e deu apoio às negociações, destacando que “a SBB tem grande capilaridade”.
Inspiração
O Memorial da Bíblia de Brasília é inspirado no Museu da Bíblia de Washington, nos Estados Unidos. O objetivo, segundo a SBB e a Secretaria de Assuntos Religiosos, é ter um espaço amplo com auditório, salas de reunião e acervo, lojas e praça de alimentação. A expectativa é que o memorial possa receber 50 mil visitantes por ano.
“Ter um Memorial da Bíblia seria um motivador de turismo e geração de emprego e renda”, destacou Kildare Meira. “Essa autorização do governador para encaminharmos o projeto será fundamental para ajudar a cidade na geração de emprego e renda por meio do turismo religioso”.
Após o encontro com o governador, a SBB e o secretário Kildare Araújo vão conversar com representantes da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) e da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) para avançar na proposta do Memorial da Bíblia.

Fonte:AGÊNCIA BRASÍLIA

terça-feira, 4 de junho de 2019

Reajuste --AGR autoriza aumento da tarifa de água e esgoto em todo Estado

Resolução normativa da AGR autoriza Saneago a aplicar reajuste a partir do dia 1° de julho

Foto: Reprodução


O Conselho da Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR) aprovou o aumento da tarifa de água e esgoto em todo o Estado.
Por meio de resolução normativa, a Saneago está autorizada a reajustar as taxas em 5,79%. A adequação deve ocorrer a partir do próximo dia 1° de julho.
Com a alteração, as taxas cobradas pela categoria Residencial Social terão valor de R$ 6,36. Já a categoria Comercial II, R$ 6,72; e, por fim, as categorias Comercial I, Industrial, Pública e Residencial Normal terão valor de R$ 13,45.

Fonte;Jornal Opção

domingo, 2 de junho de 2019

Reforma da Previdência recebeu 227 sugestões de alteração

Emendas serão analisadas pelo relator da comissão, deputado Samuel Moreira


Reforma da Previdência recebeu 227 sugestões de alteração
Deputado Samuel Moreira(PSDB-SP) Foto; Antonio Cruz/Agencia Brasil


A proposta de reforma à Previdência (PEC 6/2019) recebeu 277 sugestões de alteração ao texto na comissão especial que analisa a medida, na Câmara dos Deputados. Com prazo para apresentação de mudanças ao texto encerrado a última quinta-feira (30), as emendas serão analisadas pelo relator da comissão, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), que pode acatá-las ou não, no todo ou em parte.
As emendas podem ser admitidas pelo relator se visarem apenas a corrigir erros da proposta que impedem a admissibilidade. Segundo o regimento interno da Câmara, para apresentar emendas, parlamentares precisavam do apoio de pelo menos 171 assinaturas. Dessa forma, a primeira análise é a conferência formal – se a emenda, de fato, tem o suporte mínimo necessário para ser formalizada.
Se não passar na comissão especial, qualquer emenda ainda poderá ser analisada na votação do Plenário. Dessa forma, muitas sugestões são amplas, com várias mudanças ao mesmo tempo; mas também há emendas que tratam de pontos específicos, a fim de ser objeto de discussão e negociação.
Relatório
Moreira reafirmou que apresentará o relatório até o dia 15 de junho. O relator, no entanto, afirmou que pode antecipar a conclusão do trabalho. Durante a semana, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que a apresentação do relatório ocorreria antes do prazo firmado inicialmente para que houvesse tempo do texto ser votado na comissão e também no plenário da Casa ainda no primeiro semestre.
“Nós continuamos com o prazo de até o dia 15, mas estamos também no esforço de ajudar o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, a cumprir o cronograma que ele deseja. Portanto, nós podemos até adiantar um pouco, mas sempre dentro desse prazo de, no máximo, até o dia 15. Mas é possível que até o final da semana que vem, no começo da outra, a gente entregue esse relatório”, disse Moreira.
Agenda
Na terça-feira (4) a comissão especial que analisa a reforma da previdência realizará seminário no Auditório Nereu Ramos, a partir das 9h, para debater experiências internacionais em previdência social. Pela manhã, está prevista a apresentação representantes do Banco Mundial; Instituição Fiscal Independente (IFI); além de expositores chilenos da Fundação Chile 21 e do Departamento do Trabalho e Seguridade Social da Universidade do Chile.
No período da tarde, o seminário terá apresentação de representantes do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), Associação dos Aposentados e Pensionistas do Chile (ANACPEN) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Aposentadoria dos militares
A aposentadoria dos militares deve começar a ser discutida em comissão especial nesta semana. Após anúncio da criação dessa comissão no plenário por Rodrigo Maia, o colegiado que conduzirá o debate do tema deve ser instalado nos próximos dias. A comissão será composta de 34 membros titulares e de igual número de suplentes designados.
O Projeto de Lei 1645/19 estabelece ainda reestruturação salarial da categoria. O texto foi encaminhado em março pelo governo. A economia líquida com as mudanças nas carreiras para os militares corresponderá a R$ 10,45 bilhões nos próximos 10 anos. (ABr)
Fonte:Diário do Poder


sábado, 1 de junho de 2019

Pronunciamento --Bolsonaro diz que STF precisa de ministro evangélico

Presidente fez a afirmação após mencionar votação no supremo para criminalizar a homofobia

Foto: Divulgação


Nesta sexta-feira, em evento na Assembleia de Deus Madureira, no Setor Campinas, o presidente Jair Bolsonaro, durante pronunciamento, sugeriu que o Supremo Tribunal Federal (STF) precisa de um ministro evangélico.
Ele disse isso após mencionar a votação no Judiciário para criminalizar a homofobia como racismo. “Estão legislando e eu digo a vocês, o Estado é laico, mas eu sou cristão. A imprensa diz que eu quero misturar a justiça com a religião, mas será que não está na hora de termos um ministro do STF evangélico?”.
A fala foi fortemente aplaudida pelos presentes no templo, que voltaram a chamá-lo de mito. O discurso foi finalizado com a máxima da campanha de Bolsonaro.
Fonte:Jornal Opção