domingo, 1 de fevereiro de 2026

ENQUANTO ISSO, EM SANTA CATARINA: ESPERIDIÃO AMIM, É MAIS UM QUE NÃO TEM O RECONHECIMENTO DA FAMÍLIA BOLSONARO

 



Carlos Bolsonaro implode aliança de direita em Santa Catarina e deixa Esperidião Amin a ver navios

PL confirmou que vereador do Rio de Janeiro será candidato ao Senado em chapa com Caroline De Toni

A política de Santa Catarina está em ebulição com a confirmação, pelo PL, de que o vereador carioca Carlos Bolsonaro será mesmo candidato ao Senado e que a outra vaga será da deputada federal Caroline De Toni. Além do governador Jorginho Mello, o vice-presidente do PL em Santa Catarina, Bruno Mello, confirmou a líderes da base do governo na Assembleia que os dois serão candidatos.  

Jorginho cedeu a um apelo do ex-presidente Jair Bolsonaro, que espera repetir com Carlos o que aconteceu com Jair Renan, seu quarto filho, eleito vereador em Balneário Camboriú.  

Inicialmente, a ideia era rifar Carol De Toni, mas ela fincou pé e teve o apoio da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. O PL, então, decidiu escantear o veterano senador Esperidião Amin (PP), que seria um dos candidatos da aliança.  

Diante da desfeita, MDB e PP ameaçam apoiar o candidato do PSD, João Rodrigues, na disputa pelo governo do Estado. Por mais identificados que sejam com Bolsonaro, líderes tradicionais de Santa Catarina estão inconformados com a candidatura de Carluxo, por  entenderem que Senado não é para um forasteiro. A ligação que o filho de Bolsonaro tem com o Estado mais bolsonarista do Brasil é de turista. Agora, ele decidiu fixar residência em São José, região metropolitana de Florianópolis, para ter domicílio eleitoral no Estado até o início de abril, como manda a lei.  

Amin se empenhou pela aprovação do chamado projeto da dosimetria, que alivia a pena para Bolsonaro, prometeu trabalhar pela anistia ampla, geral e irrestrita, mas seu esforço não teve o reconhecimento da família.

MAGNO MALTA DIZ QUE BOLSONARO FOI " ERGUIDO POR DEUS" E " QUEM NÃO GOSTAR DÊ UMA CABEÇADA NA PAREDE

 



O senador Magno Malta (PL-ES) afirmou, nesta sexta-feira, 30, que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi “levantado por Deus”, e disse que “quem não gostar disso que dê uma cabeçada na parede”. Fala ocorreu durante evento de lançamento de pré-candidatura do senador Eduardo Girão (Novo-CE) ao Governo do Ceará. 

“Quem levantou Bolsonaro foi Deus, quem não gostar disso que dê uma cabeçada na parede. E o legado de Jair Bolsonaro é um legado que é intransferível”, disse o parlamentar bolsonarista. Ele acrescentou: “O nome de Jair Bolsonaro, as pessoas que votam, enxergam nesse nome, hoje, o catalisador”.

Ao comentar sobre o senador e pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL), Malta destacou que o filho do ex-presidente tem pré-candidatura “consolidada”.

Para Magno, a rejeição ao senador seria consequência direta da polarização política e avaliações negativas atribuídas a Flávio, em pesquisas de opinião, não representariam obstáculo real.

“A história de que ele tem muita rejeição, é lógico, ninguém precisa ser especialista em nada. Aliás, instituto de pesquisa não é entidade filantrópica. Ninguém monta instituto de pesquisa para não ganhar dinheiro (…) Quem vota no Lula não gosta do Flávio, essa é a rejeição. Só que a aceitação do Flávio é um pouco maior do que a rejeição. E ele vai ganhar do Lula”, projetou. 


Fonte: O Povo

Foto: Roque de Sá/Agência Senado


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SUPOSTO DESVIOS DE MILHÕES USANDO A IGREJA

 



A deputada federal Antonia Lúcia trouxe a público denúncias de grande repercussão ao apontar a existência de um suposto esquema de irregularidades envolvendo recursos federais destinados a pescadores artesanais. As acusações foram feitas por meio de publicações em suas redes sociais e têm como alvo estruturas que, segundo ela, teriam sido utilizadas para desviar verbas públicas.


De acordo com a parlamentar, valores vinculados a programas de apoio ao setor pesqueiro teriam sido canalizados de forma indevida por meio de colônias de pescadores, associações civis, organizações não governamentais e fundações, algumas das quais, ainda segundo a denúncia, manteriam relação com a igreja liderada pelo deputado federal Silas Câmara, de quem Antonia Lúcia é ex-esposa.


Ainda conforme o relato, a operacionalização do suposto esquema teria ocorrido após uma mudança normativa introduzida no âmbito da Câmara dos Deputados. A alteração, classificada como a inclusão de um “jabuti” legislativo, teria ampliado a possibilidade de credenciamento de novas entidades junto à CBPA, abrindo espaço para o controle e o direcionamento de recursos públicos, segundo a acusação.


O tema foi citado em apresentações levadas à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga suspeitas de irregularidades no setor. Os levantamentos preliminares indicam que cifras milionárias, que deveriam alcançar diretamente os pescadores, podem ter sido desviadas ao longo da cadeia de repasses.


As denúncias integram apurações ainda em curso e não há, até o momento, decisão judicial que confirme ou descarte os fatos narrados. O deputado Silas Câmara, conforme prevê a Constituição Federal, tem assegurado o direito à ampla defesa e ao contraditório.


O episódio reacende discussões sobre a fragilidade dos mecanismos de controle na destinação de recursos públicos, especialmente quando intermediados por entidades privadas ou religiosas, e reforça a necessidade de maior transparência e fiscalização na aplicação de verbas voltadas a segmentos socialmente vulneráveis.


Fonte: Gospel Mais