AO LADO DO NOVO SUPERMERCADO TATICO EM ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS

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AO LADO DO NOVO SUPERMERCADO TATICO EM ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS

domingo, 6 de maio de 2018

Editorial --Eleitor deve apostar num combinado entre renovação e relativa experiência dos candidatos

Nas eleições deste ano, o país assistirá — nada bestificado — aos eleitores atuando como “castigadores” dos políticos e como “renovadores” da política
Marina Silva, Joaquim Barbosa e Ciro Gomes: um deles tende a enfrentar Jair Bolsonaro no segundo turno? A primeira é uma outsider integrada e o segundo é um outsider apocalíptico
(nem seu partido, o PSB, sabe quem é com precisão), mas podem surpreender. O terceiro precisa do PT para salvá-lo da “inanição”. O quarto pode ser a surpresa positiva ou negativa
Dados os escândalos envolvendo políticos, numa dimensão nunca vista antes — a queda da impunidade é outra novidade —, os eleitores brasileiros demonstram pouco apreço pela disputa eleitoral deste ano. Os números da abstenção e de votos brancos devem crescer — exceto se aparecer uma novidade que capte o interesse dos indivíduos e, assim, reduza sua desmotivação. A falta de interesse é “normal” e justificável. A roubalheira dos cofres públicos é, obviamente, indefensável. Não há mesmo motivo para uma empolgação intensa.
Mas os eleitores — frise-se que bom senso é uma virtude distribuída de maneira equânime entre todas as classes sociais, independentemente do grau de instrução ou renda — sabem que, apesar de críticos severos da corrupção e dos políticos tradicionais, têm responsabilidade com seu país. Portanto, no momento de escolher seu candidato, sobretudo a governador e a presidente da República, o farão de maneira criteriosa (há uma tendência de se escolher outsiders para o Legislativo, tipo Tiririca, mas não para o Executivo). Porque sabem que, se escolherem sem critério racional, apenas com “fúria” e descontentamento, se darão mal, até muito mal. Em 1989, quando apostaram num candidato de centro-direita, Fernando Collor, avaliaram que estavam optando pela renovação total e que um novo modelo de política e administração seria instalado no país, mas todos, inclusive a imprensa — que havia se “collorido” antes e na campanha, emprestando apoio ao “caçador de marajás” —, acabaram descobrindo que o “novo”, se o era em idade, era velhíssimo em termos de comportamento político. A corrupção alastrara-se nas estruturas do governo, sob a coordenação do tesoureiro Paulo César Farias, o PC.
O novo, portanto, pode ser novo, na feição, mas pode ser velho na ação. Mas, questiúncula à parte, os eleitores de outubro de 2018 — que vão se manifestar em cima da hora, pois vão observar os candidatos com extrema atenção (o tempo, de 45 dias, será suficiente, porque a capacidade crítica dos eleitores ganhou musculatura) —, tendem mesmo a apostar em renovação.
A aposta na renovação, dado o fato de que o eleitorado está bem informado e formado — com um grau de irritabilidade à flor da pele (pesquisadores de rua confidenciam que chegam a ser maltratados quanto apresentam questionários em busca da intenção de voto dos eleitores) —, terá critérios. O político tradicional, com um cartel de denúncias — comprovadas ou não —, certamente será abandonado pelos eleitores, e, por vezes, de maneira acachapante. Não dá para enganar os eleitores, nem mesmo com um trabalho de marketing sensacional. Os brasileiros aprenderam a arrancar a “casca” da marketagem para verificar quem é, de fato, o candidato.
Os eleitores tendem a apostar, para os governos estaduais e federal, naqueles políticos que estão há menos tempo disputando mandato. Portanto, apesar das análises de cientistas políticos gabaritados, não será surpresa se um Jair Bolsonaro (PSL) for eleito presidente da República. Não seria um novo Fernando Collor? Pode até ser, mas não é visto assim pelo eleitorado. Ele é visto, por “seus” eleitores, como o político que tem coragem de enfrentar o establishment patropi e fazer mudanças drásticas, por exemplo, na área de segurança pública. Pode-se até criticar as ideias do deputado federal, mas parte significativa dos eleitores está interessada nelas, ao menos no básico.
Geraldo Alckmin (PSDB), Fernando Haddad (PT) e Henrique Meirelles (MDB) são políticos moderados (até o petista é de centro-esquerda) e representam estruturas tradicionais. Não estão descartados, mas não simbolizam a renovação
Há quem estranhe o fato de Joaquim Barbosa (PSB), ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, aparecer nas pesquisas de intenção de voto à frente do novo darling das esquerdas, o paulista-cearense Ciro Gomes (PDT). Político tradicional, de estopim curto e de matiz autoritário, Ciro Gomes agrada pela firmeza, tem experiência administrativa e não pode ser enquadrado entre os larápios-mores da República. Se tiver o apoio do PT — apesar da debacle geral, o partido não está “morto” e mantém ampla estrutura nos Estados e um eleitorado razoável (quiçá imenso) —, fica mais forte. Sem o PT, dificilmente irá ao segundo turno, e ele, expert em política, sabe disto — daí ter se aproximado do petismo realista, o de Jaques Wagner, ex-governador da Bahia (o PT deve bancar para presidente Fernando Haddad, político articulado, moderado e lulopetista). Joaquim Barbosa, negro como Barack Obama, é um homem de princípios, não é responsável por nenhuma falcatrua e, como presidente do Supremo, foi decisivo para enviar corruptos do mensalão para a cadeia. Trata-se de um político-não político, quer dizer, exatamente aquilo que os eleitores estão exigindo. Pode surpreender Jair Bolsonaro, Ciro Gomes, Geraldo Alckmin — tradicional — e Henrique Meirelles (apesar de não ser novo em idade, é uma novidade, mas seu discurso, como se falasse para si e não para os indivíduos, não empolga e é ininteligível para a maioria) e ser eleito presidente. Terá dificuldade para governar, porque, de algum modo, lembra a petista Dilma Rousseff, que, no poder, não soube agregar. Mas sua integridade é vista pelo eleitorado como o diferencial que todos querem. Sublinhe-se que acabou de ter seu nome colocado nas pesquisas, pois o PSB não o havia definido como candidato, e já aparece bem. Quer dizer, pode crescer ainda mais.
Marina Silva (Rede) é um caso à parte. Por que, mesmo sendo uma política tão tradicional quanto Ciro Gomes e Geraldo Alckmin, aparece bem nas pesquisas? Porque, a rigor, pertence a uma esquerda — e é mais moderada do que seus aliados — que, embora tenha participado do primeiro governo presidencial de Lula da Silva, não se corrompeu. De algum modo, é vista como não-política, até uma espécie de outsider… integrada. Joaquim Barbosa é uma espécie de outsider… só que ligeiramente apocalíptico. Não há espaço para os dois no segundo turno, mas um deles provavelmente estará lá, quem sabe disputando com um candidato do porte de Geraldo Alckmin, Jair Bolsonaro e, até, Henrique Meirelles.
Eliton e Daniel
Ronaldo Caiado, senador, José Eliton, governador, e Daniel Vilela, deputado federal: os eleitores vão verificar qual é capaz de manter a modernização de Goiás e renovar a política do Estado. Eles são políticos qualitativos
Em Goiás, avaliando pela circunstância, o favorito para o governo do Estado é o senador Ronaldo Caiado (DEM). Entretanto, como não há campanha e os demais pré-candidatos — o governador José Eliton (PSDB), o deputado federal Daniel Vilela (MDB) e a presidente do PT, Kátia Maria — são praticamente desconhecidos, não dá para avaliar, de maneira precisa, o que acontecerá em outubro. A tendência — insistamos: a tendência — é que, com José Eliton, Daniel Vilela e Kátia Maria se tornando mais conhecidos, a frente de Ronaldo Caiado seja reduzida, o que deverá ocorrer, provavelmente, entre maio e julho. Dadas as estruturas do PSDB e do MDB, as maiores em todo o Estado, é inimaginável que José Eliton e Daniel Vilela não se aproximem do líder nos levantamentos. O crescimento de Daniel Vilela possivelmente vai retirar votos de Ronaldo Caiado — o que, se acontecer, mudará o quadro eleitoral —, pois os dois são os pré-candidatos da oposição que tendem a se consolidarem de maneira mais sólida ante os olhos dos eleitores.
Os quatro candidatos, embora três deles sejam jovens, representam estruturas tradicionais em Goiás. Sendo assim, como os eleitores tendem a definir seus votos? Como a bola de cristal de um jornal deve ser a razão, e não a mesmerização dos eleitores por intermédio de “chutes” intelectivos, não se tem a resposta mágica, aquela que todos esperam quando leem um texto jornalístico. É cedo, até muito cedo, para traçar um quadro do que pode ser o resultado eleitoral de outubro deste ano. De qualquer maneira, não se pode fugir da raia e urge apresentar um quadro, ainda que mínimo, do que pode (note que não se escreve “deve”) ocorrer.
A julgar pelo quadro nacional, que não difere em muito dos estaduais — porque o desencanto dos eleitores é generalizado, e contra tudo e contra todos (quando os eleitores não são engajados em partidos e movimentos) —, os eleitores vão optar pela renovação mas sem ignorar a relativa experiência administrativa.
O médico e ruralista Ronaldo Caiado nunca administrou uma cidade nem o Estado. Ele foi presidente da União Democrática Ruralista (UDR), disputou a Presidência da República, foi deputado federal e, desde 2015, é senador. Não é inexperiente, portanto, mas não sabe como é o dia a dia de um governo. Tanto que seu discurso é de mero opositor, como se não compreendesse como funciona a máquina pública. Ele tem o conhecimento externo — o que facilita a crítica, a destruição —, mas não o conhecimento interno, o que torna o político mais realista e pragmático. Ao mesmo tempo, representa a política tradicional de Goiás: a família Caiado faz política no Estado há mais de 100 anos. Idade pode não contar, mas ele disputará a eleição com 69 anos (o eleitor de Goiânia, no momento, avalia que os 84 anos de Iris Rezende podem estar atrapalhando sua gestão; o mais provável é que o problema do emedebista seja mais de mentalidade retardatária do que o fato de ser octogenário). Será muito difícil, senão impossível, apresentar o postulante do partido Democratas como “renovador”. Em que, exatamente, vai (e pode) renovar? Não se sabe.
O advogado José Eliton, 45 anos e relativamente novo na política — foi vice-governador durante sete anos e três meses e assumiu o governo de Goiás há pouco mais de um mês —, não é um político tradicional. Mesmo representando um grupo político que está no poder há vinte anos, o jovem tucano simboliza a renovação na (e da própria) corrente que o apoia. Ao mesmo tempo, está fazendo um governo arrojado, com mudanças rápidas e eficientes para melhorar a qualidade de vida dos indivíduos. O terceiro turno na saúde, com a ampliação do atendimento noturno nas unidades estaduais, é considerado um portento até por adversários. A proteção daqueles que usam ônibus do transporte coletivo não comove as classes média e alta, mas ganhou o respeito dos usuários do sistema. Há outras medidas que estão sendo bem-vistas pela sociedade. Os eleitores estão avaliando José Eliton, até agora positivamente. É preciso verificar se isto será traduzido em votos. É provável que, dada a estrutura e a visibilidade que a máquina pública proporciona, estará no segundo turno.
O advogado Daniel Vilela, com pouco mais de 30 anos, é, como José Eliton, o novo, a renovação. Mais conhecido, com a apresentação de suas ideias para ampliar a modernização de Goiás, poderá surpreender. Se isto acontecer, o mais provável é que retire Ronaldo Caiado do páreo e dispute o governo com José Eliton, no segundo turno. Um quadro semelhante aconteceu em 1994, quando Maguito Vilela, pai de Daniel Vilela, era o terceiro colocado — bem atrás de Lúcia Vânia e Ronaldo Caiado — e acabou indo para o segundo turno contra Lúcia Vânia e foi eleito governador. Ronaldo Caiado, que liderou boa parte da pré-campanha e da campanha, ficou em terceiro lugar.
Não se pode sustentar que Ronaldo Caiado está fora do páreo — as pesquisas indicam que se trata de um candidato forte, até sólido —, mas, ante um eleitorado que quer renovar tudo, não se poderá considerar como surpresa um segundo turno entre José Eliton e Daniel Vilela. Reviravoltas acontecem. Fazem parte da vida. Os eleitores, com o destino nas mãos, apesar do grau de imprevisibilidade da vida, podem surpreender e “desmentir” as atuais pesquisas de intenção de voto. Tem-se a impressão de que, nas eleições deste ano, o país assistirá — nada bestificado — os eleitores atuando como “castigadores” dos políticos e, portanto, como “renovadores” da política.
A rigor, o novo, para os eleitores, ainda não nasceu. Está nascendo, portanto ninguém sabe como é sua “morfologia”.

Fonte: Jornal Opção

sábado, 5 de maio de 2018

Ministério Público Eleitoral pede que igrejas não façam campanha política

Ministério Público Eleitoral pede que igrejas não façam campanha política

REUTERS/Sergio Moraes

Órgão de Pernambuco lembrou que "liberdade religiosa não constitui direito absoluto



sexta-feira, 4 de maio de 2018

Hospital Regional pode ser entregue em breve



A população de Águas Lindas de Goiás esta esperando com grande expectativa o término das obras do Hospital Regional (Hugo 9) que poderá ser entregue no próximos meses. No mês passado (11/4), as autoridades federal, estadual e municipal, entre estas o governador José Elito, o prefeito Hildo do Candango e o coordenador do Centro de Apoio Operacional da Saúde do MP-GO, Eduardo Prego, avaliaram em visita técnica o andamento das obras finais.
Presentes ainda representantes das Secretarias Estadual e Municipal de Saúde, Ministério da Saúde e Conselho Municipal de Saúde. Durante a vistoria, a equipe da SES informou que boa parte dos equipamentos e mobiliários da unidade já foi adquirido e que foram realizadas as adequações propostas pela Vigilância Sanitária no Pronto-Socorro.
Foi esclarecido também que a subestação de energia elétrica ainda não foi construída, tendo em vista que o projeto já foi encaminhado à Enel e aguarda liberação para assinatura do contrato. O promotor Eduardo solicitou à SES que, no prazo de 10 dias, informe as adequações das pendências encontradas, bem como o cronograma de início e término da subestação de energia do hospital.
O hospital contará com 88 leitos de enfermaria; 36 UTIs, sendo 10 neonatais, 10 pediátricas, 10 adultos e 6 Unidades de Cuidados Intermediários Neonatais (Ucin); 30 clínicas médicas; 12 pediatrias; 18 ginecologias cirúrgicas; 24 obstetrícias e 4 leitos para gestação de alto risco


Violência contra jornalistas é tema de audiência do Conselho de Comunicação Social

Violência contra jornalistas. Protesto pela democracia. Profissionais da mídiaReprodução

A violência contra jornalistas é tema da audiência pública que o Conselho de Comunicação Social (CCS) promove na segunda-feira (7), com início às 9h na sala 3 da ala Alexandre Costa.
As agressões a jornalistas registradas nos últimos meses durante cobertura de protestos políticos em São Paulo, Brasília e Curitiba tem gerado reações de entidades representativas dos jornalistas.
A audiência contará com a participação do coordenador de Comunicação e Informação da representação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil, Adauto Soares; do presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Paulo Tonet Camargo; e do presidente da Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão (Fenaert), Gulíver Augusto Leão.
Também foram convidados o presidente da Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel), Márcio Novaes; a presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Maria José Braga; o secretário jurídico adjunto da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Rádio e Televisão (Fitert), Josemar Pinheiro; e a diretora de Redação do Correio Braziliense, Ana Dubeux.
Criado pela Constituição de 1988, com 13 membros titulares e igual número de suplentes, o Conselho de Comunicação Social tem como função a realização de estudos, pareceres, recomendações e outras solicitações que lhe forem encaminhadas pelo Congresso Nacional a respeito de suas atribuições previstas na Constituição Federal (Título VIII, Capítulo V, artigo 224) e na Lei 8.389/1991 (artigo 2º)

COMO ACOMPANHAR E PARTICIPAR

Participe: 
http://bit.ly/audienciainterativa
Portal e-Cidadania:
www.senado.gov.br/ecidadania
Alô Senado (0800-612211) 
Agência Senado 

CÉDULAS DANIFICADAS-- BC NEGA QUE NOTAS CARIMBADAS PERCAM VALOR, MAS LEMBRA QUE REPOSIÇÃO GERA CUSTO

BANCO CENTRAL RESSALTA QUE A REDE BANCÁRIA É OBRIGADA A RECEBER CÉDULAS


O BC TAMBÉM AFIRMA QUE OS COMERCIANTES NÃO SÃO OBRIGADOS A RECEBER AS NOTAS CARIMBADAS, MAS OS BANCOS SÃO FOTO: REPRODUÇÃO WHASTAPP


Por meio de nota, o Banco Central (BC) desmentiu a informação de que as cédulas carimbadas com a imagem do ex-presidente petista e os dizeres “Lula Livre”, tenham perdido seu valor, porém relembra que a sua reposição "elevará ainda mais esse custo".
O BC ressaltou que os bancos devem receber ou trocar essas cédulas, e que as notas descaracterizadas serão recolhidas e destruídas. “Cédulas com rabiscos, símbolos ou quaisquer marcas estranhas continuam com valor e podem ser trocadas ou depositadas na rede bancária”.
A nota também enfatiza que a fabricação de novas cédulas e moedas gera custo para os cofres públicos, e que apesar do comércio poder rejeitar as notas danificadas, os bancos são obrigados à aceitá-las.
Após as falsas mensagens que circularam no WhatsApp, muitos comerciantes se recusaram a recebe as notas de dinheiro.

Fonte:Diário do Poder

Regalia III-- MP desarticula associação criminosa que atuava dentro de presídio em Goiás

Estão sendo cumpridos 15 mandados de prisão em Goiânia e Aparecida de Goiânia. Entre os investigados está um ex-vigilante penitenciário 
Objetos apreendidos dentro da Penitenciária Odenir Guimarães | Foto: Divulgação
O Ministério Público do Estado de Goiás, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Centro de Inteligência (CI-MP), deflagrou na madrugada desta sexta-feira (4/5) a terceira fase da Operação Regalia, que visa desarticular organizações criminosas voltadas à prática de crimes contra a administração pública e tráfico de drogas.
A Operação Regalia III deriva de atuação em conjunto com as Polícias Civil e Militar e a Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP). Ao todo estão sendo cumpridos 15 mandados de prisão em Goiânia e Aparecida de Goiânia, além de 15 mandados de busca e apreensão – inclusive na Penitenciária Odenir Guimarães.
No caso, a ação criminosa dos presos destinava-se ao abastecimento da Penitenciária Odenir Guimarães com drogas, armas de fogo, munições, armas brancas e outros ilícitos.
Entre os investigados que tiveram prisão temporária, um é ex-vigilante penitenciário temporário. Os demais dividem-se entre pessoas em cumprimento de pena no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia e mulheres que eram portadoras dos ilícitos durante visitas na POG.
Na tarde desta sexta-feira (4/5) em entrevista coletiva, o Ministério Público revelerá mais detalhes da operação.

Fonte:Jornal Opção

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Partidos terão de devolver R$ 13 milhões aos cofres públicos

Partidos terão de devolver R$ 13 milhões aos cofres públicos

Foto: Agência Brasilia



quarta-feira, 2 de maio de 2018

Fiscalização-- Também é direito do cidadão denunciar corruptos. Saiba como

Portais de transparência e do próprio governo disponibilizam mecanismos simples para acompanhar gastos públicos e espaços para denúncia
Ministério Público Federal em Goiás | Foto: Reprodução
Já faz parte do dia a dia do brasileiro discutir sobre corrupção, mais do que isso: assistir, ler e ouvir sobre políticos, empresários e outros envolvidos sendo denunciados, investigados e julgados tem se tornado uma atividade constante para quem se informa. Afinal, de acordo com a Polícia Federal, só a Operação Lava Jato, que completou quatro anos, já alcançou mais de 14 partidos e prendeu mais de 200 investigados, dentre estes, 53 parlamentares.
Em contraponto a estas informações, pouco é o conhecimento de grande parte da população sobre como participar de forma ativa destes processos, denunciando corrupção, por exemplo. Mas, com a ajuda da internet é possível. Cada vez mais a tecnologia facilita o acesso à informação sobre as atividades públicas e, também, à possibilidade de denúncia contra práticas que pareçam suspeitas no governo. Goiás, por exemplo, já tem um ranking divulgado pelo Ministério Público (MP) e pelo Tribunal de Contas do Município (TCM) que mostra a evolução em portais da transparência de municípios.
O Ranking apontou uma redução do percentual de municípios inadimplentes (abaixo de 50 pontos) e aumento da média de pontuação (de 56,24 para 71,89) em relação ao atendimento dos critérios de transparência em seus portais nos dados referente ao último semestre (de 2017 e 2018). Isso, claro, parte da responsabilidade nas gestões das cidades goianas. A segunda parte, porém, depende da população, o chamado controle social.
O coordenador do Centro de Apoio Operacional de Combate à Corrupção e Defesa do Patrimônio Público (CAOCOP) do MP, Bruno Barra Gomes, disse que a melhora obtida no ranking de índices de transparência é reflexo da cobrança e do controle dos órgãos de fiscalização, sim, mas que a partir daí é responsabilidade do cidadão controlar.
“O controle social é indispensável, pois existem pequenas despesas do município e estado que às vezes podem passar batido pelo TCM ou pelo MP e que o cidadão pode identificar, fazendo uma denuncia mais qualificada. Um exemplo seria reparar nos dados dos portais de transparência se alguma máquina está sendo contratada para fazer um serviço no município, no bairro onde a pessoa mora, e ela descobrir se o serviço está sendo feito ou não, se realmente existe uma máquina lá, trabalhando”, conta.
Outro exemplo dado por Bruno são as obras públicas, no qual “o cidadão pode identificar nos portais de transparência se o valor foi pago, se o prédio já deveria estar pronto, se está na hora cobrar pelo que foi prometido, principalmente se ela estiver atrasada”. Normalmente, existem placas com dados e informações no terreno da construção que podem ser comparados aos dados presentes nos sites de transparência.
Acesso à informação
Para acompanhar os gastos públicos e botar na prática o que foi supracitado basta se informar pelo Portal da Transparência. Lá é possível identificar todos os gastos federais, estaduais, municipais, por programa, ação ou favorecido. A plataforma é simples e autodidata. Outra dica é procurar, no site da prefeitura da sua cidade, o site onde o cidadão pode exigir informações, que devem ser respondidas, obrigatoriamente, em até 40 dias. O espaço é chamado de Acesso à Informação (este é o de Goiânia).
Denúncias
Por outro lado, quando o problema já envolve a possibilidade de denúncia, o cidadão também tem outros portais com os quais pode contar. No Ministério Público Estadual existe a página própria, o Denuncie Aqui e o Ministério Público Federal possui um site específico sobre o assunto, o Combate à Corrupção. Ambos trazem informações, estatísticas, depoimentos e um espaço específico para denúncias.
Além dos MPs, a Controladoria-Geral da União (CGU) também é uma opção. O órgão do Governo Federal é responsável por controlar o uso do dinheiro que o governo arrecada com impostos e, como esse dinheiro pertence ao povo e deve se transformar em benefícios para a população, o site permite que o cidadão acompanhe, reclame e também faça denúncias.
De acordo com Bruno Barra, a participação da sociedade na cobrança pela maior transparência na divulgação das informações sobre a gestão do patrimônio público é muito importante. “É essencial que a sociedade participe, acesse as informações e fiscalize a gestão, para auxiliar no combate à corrupção. É uma atividade que precisa ser praticada todos os dias. Além disso, os portais são muito simples de serem acessados e compreendidos”, reforça.
ONGs
Outras instituições brasileiras como ONGs também existem para fiscalizar o uso de dinheiro público. O Observatório Social do Brasil (OSB), por exemplo, é um deste órgãos que atua como pessoa jurídica, em forma de associação, monitorando compras públicas em nível municipal, desde a publicação do edital de licitação até o acompanhamento da entrega do produto ou serviço, de modo a agir preventivamente no controle social dos gastos públicos.
O OSB está presente em 133 cidades de 16 Estados brasileiros agindo, também, em frentes como educação fiscal, inserção da micro e pequena empresa nos processos licitatórios e na construção de Indicadores da Gestão Pública, com base na execução orçamentária e nos indicadores sociais do município. Qualquer pessoa, desde que seja voluntária e apartidária, pode participar de um Observatório e ajudar a fiscalizar o município.
Em Goiânia também há uma unidade do observatório, atualmente presidido pela bióloga Natália Yoshimura Lopes, que também deu dicas sobre como denunciar corrupção. “Além das denúncias para os órgãos de controle, tornar o caso público e mobilizar a comunidade é sempre um bom começo. Com a internet tem ficado cada vez mais fácil e, claro, se o cidadão sabe que pode contar com seus representantes no Governo, a ideia não pode ser descartada também, afinal, políticos podem denunciar a corrupção também”, explica.
De acordo Natália, procurar espaços para o exercício da cidadania é uma forma de descobrir novas maneiras de ajudar a sociedade e praticar seu papel de cidadão. Com relação às denúncias, a bióloga frisa a importância de serem fatos com provas, porque em todos os órgãos citados acima, que atuam na frente de fiscalização pública, não trabalham através de acusações sensacionalistas.
“Nesse sentido, no observatório, a ideia é reunir o maior número possível de entidades representativas da sociedade civil. O objetivo é e sempre será o de contribuir para a melhoria da gestão pública”, completa a presidente.
Estima-se que entre 2013 e 2016, com a contribuição dos Observatórios no Brasil, houve uma economia de mais de R$ 1,5 bilhão para os cofres municipais. E a cada ano mais de R$ 300 milhões do dinheiro público deixam de ser gastos desnecessariamente devido às ações da entidade.

Confira os sites novamente:


Fonte: Jornal Opção

2ª edição-- Marcha para Jesus leva milhares de fiéis às ruas de Goiânia

Organização fala em mais de 100 mil pessoas. Evangélicos de diferentes igrejas lotaram avenidas do setor Aeroporto e Centro
A segunda edição da Marcha Para Jesus em Goiânia reuniu milhares de fiéis nas ruas da capital nesta terça-feira (1/5), feriado do Dia do Trabalhador. Desde o início da tarde integrantes de diferentes igrejas evangélicas começaram a se concentrar na Praça do Avião, no setor Aeroporto.
O evento é presidido pelo Apóstolo César Augusto, organizado pela Igreja Fonte da Vida e conta com o apoio da Assembléia de Deus, Batista Renascer, Igreja Quadrangular, entre outras.
Pelas redes sociais, Apóstolo César Augusto comemorou de cima do trio elétrico a quantidade de pessoas que comparecem ao evento, afirmando uma estimativa de mais de 100 mil pessoas. Na última edição do evento em Goiânia, em 2013, a estimativa foi de 200 mil. A Polícia Militar ainda não tem um número participantes.
Da Praça do Avião, os fiéis partiram em caminhada seguindo os trios elétricos que conduzirão trajeto de 3 km sentido à Praça Cívica.
No local de chegada acontecem apresentação de cantores, bandas e líderes religiosos até as 22 horas. Dentre as atrações confirmadas estão estrelas da música gospel como Ludmila Ferber, Gabriel Guedes, TonCarfi, Pedras Vivas, Renascer Praise, Isadora Pompeo, entre outros.
 Fonte:Jornal Opção
BLOG A VERDADE

terça-feira, 1 de maio de 2018

Bom dia amigos trabalhadores e trabalhadoras do nosso Brasil!










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Hoje é um dia em que fico de pé para aplaudir e homenagear a classe mais importante do nosso país, que após tantas injustiças e descasos alcançou ao longo dos anos, diversos direitos e conquistas importantes. 👏🏽👏🏽
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Hoje, DIA DO TRABALHADOR, uma data que realmente merece estar destacada em nosso calendário, quero parabenizar a você, que cuida e trás provisão às suas famílias, 👨‍👩‍👧‍👦 que constrói pontes e cidades, 👷🏻‍♂ limpa, atende, 👩🏻‍💼protege, 👨🏻‍🚒 ensina,👩🏼‍🏫defende 👨🏻‍⚖ trás inovação 👩🏻‍🎨e muito mais...
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PARABÉNS TRABALHADOR! E parabéns ao nosso presidente Artur Bernardes que como advogado e político brasileiro instituiu esse dia como feriado nacional a partir de 1/5/1925.